Protegido: 🔒Podcast Bola Presa Especial #12 -Perdendo para ganhar (um dia, talvez)

Bem amigos ASSINANTES do Bola Presa, mais um podcast para vocês no ar!

Nesta edição falamos sobre o bom e velho processo de TANKING! Lembra quando isso era o assunto mais falado da NBA por causa das derrotas seguidas do Philadelphia 76ers? Pois é, o tema morreu quando Joel Embiid começou a levá-los a vitórias, mas resolvemos voltar e falar sobre esse doloroso processo.

Afinal, o que é o tal ‘tankar’? Perder de propósito faz mal para a NBA? Desde quando existem casos de tanking? Quais CASES de sucesso e/ou fracasso conseguimos lembrar sobre os últimos anos? E, por fim, que soluções, se é que precisamos delas, podemos trazer para resolver essa questão? Hakeem Olajuwon, LeBron James, Tim Duncan e vários outros grandes nomes aparecem na discussão.

Interpretando um urso

Interpretando um urso

Depois das primeiras derrotas do Sixers na temporada passada, ficou óbvio que ninguém – nem mesmo o próprio time – esperava que eles vencessem. Derrotas, que são uma coisa perfeitamente normal dentro de qualquer prática esportiva e que acontecem com qualquer equipe por melhor que ela seja, se tornaram para o Sixers muito mais do que meros acidentes de percurso – viraram a própria identidade do time. Perder se tornou uma marca, uma característica fundamental, um traço identitário. Ficou evidente na primeira metade da última temporada que ninguém no elenco sequer julgava que vencer fosse uma possibilidade válida.

Todos nós que já passamos por uma vida escolar sabemos que a historinha que contamos ao nosso respeito determina em grande medida aquilo que somos dentro de um ambiente social restrito. Isso é particularmente verdadeiro em escolas, já que os alunos são crianças ou adolescentes com pouca experiência de vida, poucas vivências significativas fora do ambiente escolar, e fica muito fácil acabar acreditando que a escola é todo o mundo que existe. Quando nesse mundo se espera que você seja engraçado, é muito difícil acordar de manhã e não tentar ser engraçado. O mesmo vale para a alcunha de preguiçoso, de inteligente, de burro, de simpático ou qualquer outra que lhe seja imposta.

Protegido: 🔒Para ser o novo LeBron James

Protegido: 🔒Para ser o novo LeBron James

Em meados de 1999 ou 2000, a saudosa ESPN Internacional ainda era um canal separado da sua parte brasileira e basicamente só reproduzia programas gringos, desde torneios de sinuca até o ‘Incredible Dog Challenge‘. Era legal, exótico e fazia você se sentir inserido no mundo de TODOS os esportes. Mas eu queria mesmo era ver NBA!!! Então passava o dia no canal com uma fita VHS preparada para, quando passar o ‘NBA Action‘, gravar pelo menos as 10 melhores jogadas da semana. Em uma era sem YouTube (sem sequer internet em banda larga), às vezes você só tinha uma chance na vida de ver uma grande jogada.

Esse programa era, portanto, pretexto para qualquer coisa, desde desmarcar compromissos até perder o almoço porque ninguém no resto da família queria ver basquete durante a refeição. Mas valia a pena! Qualquer pitaco extra de informação sobre a NBA era mágico e quando se está começando, nada cativa mais do que uma lista de jogadas de efeito. Quem se importa com tática ou fundamentos?!

Um desses programas que me marcou discutia quem seria o ‘novo Jordan‘. Engraçado que anos depois eu acharia essa discussão a mais vazia de todas, mas na época foi legal. Eles apresentavam argumentos para ver quem, entre Kobe Bryant, Vince Carter, Tracy McGrady, Allen Iverson e outros iria ser o cara a herdar tudo o que MJ tinha levado com ele: desde ser a cara da NBA para o mundo, passando por ser o melhor ala pontuador, até ser o responsável pelas grandes jogadas de efeito e arremessos decisivos.

🔓Podcast Bola Presa Especial #6 – Ascensão, queda e renascimento dos pivôs

🔓Podcast Bola Presa Especial #6 – Ascensão, queda e renascimento dos pivôs

Este podcast especial para assinantes foi originalmente publicado em Maio de 2016. Abrimos ele agora para todo mundo já que nessa semana não conseguimos nos encontrar para gravar um podcast inédito =(

Aproveitem o especial que é ATEMPORAL! E quem quiser um desse todo mês é só nos assinar por R$14 ou mais no Apoia.se!


Bem assinantes do Bola Presa! Chegou a hora do podcast que apenas o nosso AMADO grupo de apoiadores escuta, um especial com tema único feito com carinho para quem mantém o blog vivo.

Nesta edição fomos a fundo em um dos temas mais discutidos nos últimos tempos: o que raios está acontecendo com os pivôs da NBA? Por que eles foram de ser a posição mais decisiva do basquete para se tornarem dispensáveis em uma era onde os times são campeões no small ball, ignorando os grandalhões e até fugindo deles para ganhar eficiência?

Para descobrir o que aconteceu fomos na história revisitar a história da liga a cada década, analisando de grande pivô a grande pivô: George Mikan, Bill Russell, Wilt Chamberlain, Kareen Abdul-Jabbar, Bill Walton, Moses Malone, Hakeem Olajuwon, Shaquille O’Neal e… e quem é o grande pivô dessa década?! Também falamos disso!

Mike D’Antoni está chegando

Mike D’Antoni está chegando

Em 22 jogos na temporada até aqui, o Houston Rockets converteu 307 bolas de três pontos, recorde da história da NBA em arremessos do perímetro convertidos em tão pouco tempo. Nesse processo, chegou a arremessar 50 bolas de três pontos numa partida contra o Kings (acertando 21 delas) para estabelecer o novo recorde de bolas de três pontos tentadas numa partida. Também quebrou o recorde da NBA com 17 jogos consecutivos com ao menos 10 bolas de três pontos convertidas por partida. Eric Gordon, lentamente definhando em sua passagem pelo Pelicans, converteu 4 ou mais bolas de três pontos nos últimos 7 jogos pelo Rockets, número recorde para a franquia. Quando vemos esses números se aproximando no horizonte, atravessando a muralha, invadindo os vilarejos, sabemos que só podem significar uma coisa: Mike D’Antoni está chegando. Pensamos que ele estivesse há muito perdido, que ele não passasse de uma lenda antiga de tempos mais ingênuos. Ignoramos os sinais, ficamos confortáveis demais. Deixamos que ele se juntasse a James Harden e Daryl Morey, agora já é tarde. O Rockets está em quarto lugar no Oeste e melhorando a cada dia. Foi contra D’Antoni que o Warriors teve sua única derrota nos últimos 17 jogos, um embate de duas prorrogações em que o Rockets mostrou que o perigo é real. Como foi que não percebemos essa ameaça chegando?