🔒Filtro Bola Presa #40

🔒Filtro Bola Presa #40

Amigos assinantes, estamos de volta com mais um Filtro, um resumo que deveria ser de tudo o de FRUGAL que aconteceu na última semana, mas que, devido às minhas férias, virou um apanhado do que rolou na última semana + último mês! O Danilo resgatou alguns bons causos na edição passada, mas fiquem tranquilos que ainda tem muuuito mais!

O incansável Miami Heat

O incansável Miami Heat

Em determinado momento desta temporada, o Miami Heat flertava, ao lado do tenebroso Brooklyn Nets, com a pior campanha de toda a Conferência Leste. Na exata metade do campeonato, o time da Flórida tinha apenas 11 vitórias e TRINTA derrotas! A equipe alcançou esta marca ao finalizar a primeira parte do ano com 15 derrotas em 17 partidas, sendo as únicas vitórias sobre os igualmente péssimos Los Angeles Lakers e Sacramento Kings. Parecia o fracasso inevitável de um time que viu escapar pelos dedos o trio mais poderoso e estrelado que a NBA viu nesta década: LeBron James decidiu voltar para casa, Chris Bosh foi barrado pela própria saúde e Dwyane Wade, o Sr. Miami Heat por excelência, decidiu pular fora ao não receber a proposta salarial que achava adequada. Como um time se recupera de perder todas suas estrelas em tão pouco tempo?

A receita mais óbvia estava na própria campanha ruim. O próximo Draft é considerado por muitos um dos mais férteis em possíveis “franchise players” e o Heat deveria, portanto, ficar lá embaixo na tabela para agarrar um desses pirralhos bons de bola e acelerar a reconstrução. Como ensinou Daryl Morey, manager do Houston Rockets, o grande objetivo da formação de um time é achar, antes de mais nada, a estrela da equipe. O time deveria então apelar para o tanking? Eu achava que sim. Especialmente porque neste ano menos times estão tentando perder de propósito, então é mais fácil ficar atrás de dragas como o Orlando Magic, o Philadelphia 76ers e outros que, por mais ou menos tempo, se iludiram de que poderiam brigar por vaga nos Playoffs. Uma simples troca de Goran Dragic, até mirando os 200 armadores que estarão no Draft do próximo ano, poderia dar mais chances do Heat emplacar essa renovação. Como em quase tudo que envolve montagem de times da NBA, era tão óbvio que claro que não aconteceu.

🔒Filtro Bola Presa #39

🔒Filtro Bola Presa #39

Estamos de volta com mais um Fitro após um pequeno hiato, fruto de minha total e completa incapacidade de organizar nossa tradicional lista de amenidades sem a tutela fantástica do Denis, o rei-da-filtragem! É hora de correr atrás do tempo, então: comecemos com causos da NBA que datam de até um mês atrás e, apertando um pouco do ritmo, em breve alcançaremos os dias atuais. Venha dobrar o espaço-tempo com a gente e matar a saudade de nossa seção exclusiva para assinantes!


Essa história é da vitória do Warriors fora de casa em cima do Thunder no mês passado. Quando Kendrick Perkins foi trocado para o Thunder para levar “defesa e liderança” para a equipe em 2011, parte do seu modo “Kevin Garnett” de fazer as coisas passava por chamar os seus companheiros de equipe mais molengas nos treinos de “cupcakes”. A expressão pegou na equipe e persistiu mesmo depois do Perkins ir embora, com Westbrook e Durant usando-a constantemente. Foi por isso que quando Westbrook ficou sabendo que Durant havia assinado com o Warriors, apenas postou silenciosamente uma foto de um cupcake em sua conta do Instagram.

Podcast Bola Presa – Edição 102

Podcast Bola Presa – Edição 102

Bem amigos do Bola Presa, novo podcast no ar!

A espera acabou: voltamos com uma edição INÉDITA discutindo tudo que ficou na fila no último mês! Falamos sobre a troca do Cousins para o Pelicans, as dificuldades do técnico Alvin Gentry e as chances da equipe chegar aos Playoffs. Aproveitamos pra falar sobre a boa fase dos outros times lutando pela última vaga do Oeste, como Nuggets, Blazers, Mavs e Wolves, além da necessidade do Lakers de perder imediatamente. No topo da Conferência, também falamos sobre a importância do Spurs alcançar a primeira colocação do Oeste. No Leste, falamos sobre a ascensão do Wizards, os méritos do técnico Scott Brooks, os impactos de Serge Ibaka no Raptors e as dificuldades do Cavs em manter a liderança da Conferência.

No Both Teams Played Hard falamos sobre a frustração de um ouvinte com o Pistons, como deixar o All-Star Game competitivo, onde encontrar informações sobre NBA e a existência de estatísticas dos primórdios da Liga.

Para seguir o podcast do Bola Presa é só assinar nosso feed no iTunes ou qualquer outro agregador de podcasts =)

🔒A lição em New York

🔒A lição em New York

O futuro do Brooklyn Nets está condenado: sua escolha no tão antecipado draft de 2017 será substituída pela escolha do Celtics, que certamente estará no final da primeira rodada; em 2018 será ainda pior, com a escolha do Nets sendo enviada para o Celtics sem que nenhuma escolha de Boston seja enviada em troca. A situação é ainda pior porque o time precisa desesperadamente de uma reconstrução, estando na última posição da NBA com apenas 12 vitórias em 65 jogos. No Leste, o time em pior situação depois do Nets, o Magic, tem o DOBRO de vitórias. O pior colocado na Conferência Oeste, o Lakers, tem 20 vitórias na temporada até aqui e um núcleo de jovens jogadores para desenvolver num futuro próximo. Não há pior situação do que a do Nets, um desastre sob quaisquer pontos de vista.

É por isso que o Knicks entrou em parafuso quando perdeu ontem para o Nets, apenas a quarta vitória da equipe de Brooklyn contra times da Conferência Leste. O time que tinha expectativas reais de brigar nos Playoffs, e a quem Derrick Rose chamou de “um dos melhores elencos da NBA”, não conseguiu vencer o maior desastre ambulante da Liga no momento em que depende de cada vitória para sonhar com uma vaga cada vez mais distante para a pós-temporada. Com 26 vitórias até aqui e 7 partidas atrás do atual oitavo colocado, o Knicks parece estar tentando ressignificar a definição de “desastre”. Ontem, até o Nets pareceu ter um futuro mais promissor do que seu rival de New York.