O clube dos 30 mil pontos

O clube dos 30 mil pontos

Dirk Nowitzki entrou essa semana para o seleto grupo de jogadores que marcaram ao menos 30 mil pontos na carreira. O alemão está agora ao lado das lendas Kareem Abdul-Jabar, Karl Malone, Kobe Bryant, Michael Jordan e Wilt Chamberlain, os maiores pontuadores da NBA em todos os tempos. Para imortalizar essa conquista de Nowitzki, o Bola Presa NÃO TEM OUTRA ALTERNATIVA a não ser apelar para a única ferramenta que não envelhece, a única capaz de enfrentar os rigores do tempo e da crítica: o Microsoft Paint. Quando as fotos holográficas estiverem dominando nossos nano-celulares, apenas as imagens em Paint ainda guardarão sua importância, seu charme e seu significado.

Não é a primeira vez que homenageamos Dirk dessa maneira: ele também recebeu um infográfico no Paint quando foi campeão da NBA em 2011, um feito tão ou mais inesperado do que os 30 mil pontos na carreira.

Infográfico

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Quer ver os outros infográficos imortais do Bola Presa? Além da homenagem para o primeiro campeonato de LeBron James em Cleveland, tem uma lista de outros DESENHOS MARAVILHOSOS que você pode conferir na nossa Retrospectiva de 2007 a 2012, confere lá!

Podcast Bola Presa – Especial BTPH Volume 2

Podcast Bola Presa – Especial BTPH Volume 2

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Continuamos a relembrar a história do podcast, dessa vez com os melhores momentos do “Both Teams Played Hard” dos episódios 21 ao 40. É uma chance de conhecer ou relembrar os personagens que nos marcaram, as perguntas que viraram referência para os episódios futuros, a primeira vinheta para a seção e o sensacional surgimento da expressão “mandar a rela”. Recordar é viver!

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O estilo Scott Brooks

O estilo Scott Brooks

O técnico Scott Brooks teve uma passagem inegavelmente vitoriosa pelo Oklahoma City Thunder, ganhando o prêmio de Técnico do Ano em sua primeira temporada completa no comando da equipe ao levar um elenco improvável aos Playoffs e, nas quatro temporadas seguintes, alcançando as Finais da Conferência Oeste duas vezes e as Finais da NBA uma vez. O problema é que nunca ficou evidente quanto desse sucesso do Thunder era, de fato, responsabilidade de Brooks. O time contava com Kevin Durant, Russell Westbrook e, em parte do tempo, com James Harden, o que facilitaria a vida de qualquer técnico. Além disso, em suas cinco temporadas no comando da equipe, o Thunder sempre sofreu com uma notória falta de criatividade ofensiva, ataques estagnados, pouco poder de variação nos momentos decisivos e uma dificuldade incrível de colocar seus melhores jogadores em condições adequadas para que pontuassem. A fama de Scott Brooks como um técnico que não sabia usar seu elenco – ou, no mínimo, um técnico que não sabia levar seu elenco “ao máximo” – foi se consolidando aos poucos na NBA. Na primeira temporada em que o time verdadeiramente escorregou, graças a uma lesão grave em Kevin Durant e a consequentemente não-classificação para os Playoffs com uma nona colocação nos critérios de desempate, Scott Brooks foi demitido para que assumisse Billy Donovan.

Os primeiros sinais de que Scott Brooks talvez não fosse o responsável pela estagnação da equipe vieram na primeira temporada de Donovan como técnico, já que o Thunder apresentou as mesmas limitações e não foi capaz de expandir seu arsenal de jogadas significativamente. Entrevistas de Kevin Durant e Russell Westbrook davam a entender que a ausência de jogadas elaboradas era e sempre havia sido PROPOSITAL, resultado da enorme capacidade dos dois jogadores de decidir qualquer ataque contra seus marcadores. O estilo de Scott Brooks e sua real capacidade de liderar equipes teria que esperar, portanto, a próxima experiência dele como técnico. Só assim teríamos possibilidades de comparar seus resultados e ver como seu modo de jogo ajusta-se a diferentes estilos de jogadores.

🔒 O Warriors contra o abuso

🔒 O Warriors contra o abuso

Às vezes, por uma confluência de fatores, algumas personalidades históricas acabam se colocando no olho do furacão, no centro de todos os conflitos e polêmicas, e tornam-se emblemas de um modo de pensar característico de seu tempo. Tornam-se figuras centrais para se entender uma época, símbolos das rupturas que acontecem durante as mudanças de geração. Trata-se de um processo que ocorre aos poucos: parece que, ao estarem em evidência como representação de um certo tipo de pensamento, essas figuras tornam-se polarizadoras e, ao ganhar a admiração e o ódio de diferentes indivíduos, adquirem mais força para abordar outras questões que a colocam ainda mais em evidência e cada vez mais profundamente dentro das questões pertinentes ao seu tempo.

Pois bem: o Golden State Warriors parece ter embarcado em definitivo nessa direção. É difícil pensar em outro conjunto de figuras públicas que tão bem represente as diferenças culturais das gerações atuais e das gerações anteriores. Se a princípio tratava-se apenas de um “novo modo de se jogar basquete”, baseado nas análises estatísticas avançadas e consequentemente nas bolas de três pontos e na movimentação de bola, muito rapidamente o Warriors cresceu para se tornar uma imagem ambulante de tudo aquilo que um dia já se pensou que era correto no basquete, mas que agora aparece como possivelmente equivocado. A lista avoluma-se: locais para se arremessar na quadra, maneiras de se montar defesas coletivas, distribuição de arremessos no ataque, uso de reservas, papel dos pivôs, abordagem do técnico na beira da quadra, rituais pré-jogo, postura em quadra, ausência de disciplina militar, etc, etc. Tudo que o Warriors faz vai contra a tradição, contra aquilo que combinou-se imaginar como um time vencedor de basquete, e o impacto tático é inegável: nunca os outros times arremessaram tanto de três pontos e os pivôs estão tendo que se reinventar para encontrar espaço nesse novo estilo de jogo.

Podcast Bola Presa – Especial BTPH Volume 1

Podcast Bola Presa – Especial BTPH Volume 1

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Com metade do Bola Presa de férias, separamos para vocês nosso primeiro especial relembrando a história do podcast, contendo os melhores momentos do “Both Teams Played Hard” dos episódios 1 ao 20. É uma viagem no tempo para uma época em que o Danilo abria os episódios, em que as gravações eram feitas sem nenhum equipamento especial, em que não tínhamos vinheta nem editor, mas sobravam perguntas malucas, personagens que fizeram história e risadas incessantes. Venha viajar para o passado com a gente!

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