Podcast Bola Presa – Edição 117

Podcast Bola Presa – Edição 117

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta semana discutimos mais algumas últimas mudanças de última hora antes de entrarmos no CAOS da Free Agency. Primeiro, claro, falamos por tempo até demais da troca que levou Chris Paul para o Houston Rockets em troca de Patrick Beverley, Lou Williams e mais um MONTE DE MALUCO. Como fica o LA Clippers agora, hora de desmanche ou hora de Blake Griffin? E como Mike D’Antoni irá fazer encaixar a dupla de controladores Paul e James Harden?

Também falamos da saída de Phil Jackson do comando do desastroso New York Knicks e de David Griffin, que não é mais General Manager do Cleveland Cavaliers.

No Both Teams Played Hard respondemos dúvidas sobre o teto salarial, ajudamos um cara a lidar com o cigarro da amiga e outro a lidar com o seu próprio cigarro, mas este um pouco diferente. Também temos um leitor insatisfeito com o uso da palavra HISTORINHA! =/

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Chris Paul para o Rockets

Chris Paul para o Rockets

Por 6 temporadas, Chris Paul e Blake Griffin estiveram unidos no Los Angeles Clippers. Por 6 temporadas, não alcançaram nada além de fracasso. A empolgação inicial, com Blake Griffin e DeAndre Jordan comemorando a chegada de Chris Paul aos gritos de “lob city” (algo como a “cidade da ponte-aérea”) foi aos poucos esmorecendo conforme maldições das mais diversas acabavam com os sonhos de título da equipe.

Varrida pelo Spurs na primeira tentativa, eliminação para o Grizzlies com 4 derrotas seguidas depois de estar liderando a série por 2 a 0, escândalos contra o então dono Donald Sterling que levaram a jogos sob protesto por parte dos jogadores, eliminação pelo recém-relevante OKC Thunder, 3 derrotas seguidas para o Rockets depois de liderar a série por 3 a 1 (incluindo uma vantagem de 19 pontos desperdiçada no Jogo 6), lesões seguidas de Blake Griffin e Chris Paul em momentos decisivos (incluindo Griffin quebrando a mão ao socar um funcionário) e por fim, nessa última temporada, uma inexplicável derrota em casa para o jovem Jazz no Jogo 7 da primeira rodada. São desastres suficientes para justificar os ~boatos~ do time ser fundado em cima de um amaldiçoado cemitério indígena – e isso sem nem precisar voltar para os misteriosos fracassos que assolaram a franquia nos anos 80 e 90. Nenhum outro time conseguiu colocar tantos All-Star juntos na última década sem ao menos alcançar uma Final de Conferência.

Análise do Draft 2017 – Parte 1

Análise do Draft 2017 – Parte 1

A análise do Draft é uma tradição do Bola Presa. Foi falando do Draft de 2007, há exatos 10 anos, que nós começamos a existir como um grão de areia na BLOGOSFERA do basquete. As coisas, porém, mudaram em todos esses anos: se antes a gente queria emular vários dos sites gringos que faziam as mais legais análises, dando notas e tirando sarro dos managers burros, agora a gente está mais rodado e sabe que nunca é bem assim.

Como já falamos em um podcast especial para assinantes sobre a história do Draft, é IMPOSSÍVEL prever o futuro. Parece óbvio, né? Mas nessas horas a gente se empolga e quer cravar que tal jogador é ótimo, que outro é péssimo e tudo mais. Mas são tantas variáveis que prever o que um jovem jogador vai ser daqui tantos anos é inviável. Ele pode se machucar, pode crescer, pode ter problemas pessoais, pode achar o técnico perfeito, pode aprender a arremessar, pode jogar fora de posição… ou tudo isso junto e misturado de alguma forma. E as pessoas são diferentes! Não só não sabemos pelo que elas vão passar como não sabemos como vão reagir.

Parte 1 (Sixers, Lakers, Celtics e Suns)

Parte 2 (Kings, Magic, Bulls, Knicks, Mavericks e Hornets)

Parte 3 (Blazers, Pistons, Jazz, Heat, Wolves, Bucks, Pacers, Hawks, Thunder, Nets)

Parte 4 (Cavs, Nuggets, Warriors, Rockets, Clippers, Grizzlies, Pelicans, Spurs, Raptors, Wizards)

A troca de Jimmy Butler

A troca de Jimmy Butler

Quando o Chicago Bulls trocou Derrick Rose, há exatamente um ano atrás, decretamos o fim da Síndrome de Estocolmo que atormentava a equipe. Foram anos demais esperando que o antigo MVP voltasse à forma e muitos grandes times desperdiçados no caminho, presos na esperança de recuperar seu líder nas quadras. Enquanto isso, Jimmy Butler subiu rumo ao estrelato e assumiu a equipe. No pouco tempo em que jogaram juntos ficou evidente não apenas que a dupla não funcionaria, mas também que Rose já não era o mesmo. Trocar o armador foi se livrar dos erros passados, de toda a carga emocional que as lesões de Derrick Rose deixaram, de toda a esperança frustrada que aquele prêmio de MVP entregou à equipe e começar de novo, dessa vez ao redor de Jimmy Butler. Foi finalmente o Bulls aceitando uma reconstrução.

O problema foi que uma série de jogadores bateram na porta do Bulls logo após essa decisão e a GANÂNCIA acabou falando mais alto. Dwyane Wade, sentindo-se desvalorizado pelo Heat, deixou a equipe em péssimos termos com Pat Riley e correu para Chicago – alegadamente um “sonho de infância”. Em seguida, Rajon Rondo, engatinhando em uma retomada da carreira, ofereceu seus serviços para o Bulls por um contrato módico de apenas dois anos. A diretoria simplesmente não foi capaz de resistir: Wade, Rondo e Jimmy Butler parecia ser mais talento do que o time havia coletado em anos. A reconstrução então saiu de cena para colocar em prática uma tentativa de chegar às Finais da Conferência Leste através de um time bizarro, postiço e que caiu no colo da franquia.

Podcast Bola Presa – Edição 116

Podcast Bola Presa – Edição 116

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesse episódio especial sobre o Draft 2017 falamos sobre os principais jogadores escolhidos na noite desta quinta-feira. Mas para entender tudo que aconteceu, começamos com as principais trocas: D’Angelo Russell deixando o Lakers em troca de Brook Lopez e a bombástica ida de Jimmy Butler para o Wolves em troca de Zach LaVine e Kris Dunn. Discutimos bastante os motivos do Bulls para a troca e o que esperar do Wolves com a adição de uma estrela. Depois falamos de nossas expectativas com o Sixers, de Lonzo Ball oficialmente no Lakers, da polêmica escolha do Knicks, dos motivos para o Celtics não ter feito nenhuma troca durante o draft, das boas escolhas do Kings, dos planos do Brooklyn Nets, do Spurs preparando o seu futuro, da troca de Dwight Howard para o Hornets e até do Warriors, que conseguiu uma escolha na segunda rodada que indignou toda a NBA. Pra fechar, ainda fizemos um breve draft de Força Nominal para celebrar os grandes nomes dessa safra. Afinal, Ntilikina é ou não uma grande força nominal?

Pra conseguir falar de tudo isso nessa data especial – a noite de draft é a Noite de Ano Novo para os fãs de basquete – tivemos que deixar de lado o “Both Teams Played Hard”. Mas podem ficar tranquilos que as perguntas voltam na semana que vem, quando a NBA certamente estará menos movimentada!

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