Podcast Bola Presa #142 – Kuuuuzma

Podcast Bola Presa #142 – Kuuuuzma

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta edição deixamos o CLUBISMO aflorar e falamos do Clássico Bola Presa entre LA Lakers e Houston Rockets, onde Kyle Kuzma mostrou porque será o MVP de 2021 e marcou 38 pontos para acabar com a sequência de vitórias do rival. Foi uma oportunidade para apontar os raros defeitos do Rockets e das intermitentes qualidades do time de Los Angeles. Também falamos da sequência de SETE VITÓRIAS do Chicago Bulls e sobre como ela tinha data certa para acabar. Por fim, damos os nossos palpites para a aguardada Rodada de Natal!

No Both Teams Played Hard respondemos uma pergunta sobre procrastinação, demissão, tentamos curar um odiador do estilo run-and-gun, especulamos sobre o que motiva os ex-jogadores da NBA quando eles enfrentam a aposentadoria e ajudamos um leitor a MANDAR A RELA para os pais.

Entre o cansaço e a repetição

Entre o cansaço e a repetição

Em uma conversa com o Zach Lowe, da ESPN, num podcast recente, o técnico e comentarista Jeff Van Gundy relembrou de uma história de quando Tom Thibodeau era seu assistente no Houston Rockets. Ele conta que estavam vencendo um jogo por CINQUENETA E TRÊS pontos de vantagem, a partida estava em seus minutos finais e todos já estavam só pensando em acabar logo com aquilo e ir para casa. Foi quando o time fez uma bobagem na defesa, a vantagem caiu para míseros CINQUENTA E UM PONTOS e Thibs saltou do banco para dar seu já tradicional BERRO ROUCO na beira da quadra. Era uma bronca bem dada, para todos ouvirem, em um jogo já ganho. O que é certo, é certo.

🔒Os tocos do Golden State Warriors

🔒Os tocos do Golden State Warriors

No dia 8 de dezembro o Golden State Warriors deu 15 tocos na vitória em cima do Detroit Pistons. Na partida anterior haviam sido 12 tocos contra o Charlotte Hornets de Dwight Howard. Três jogos antes disso e o Warriors distribuía 11 tocos contra o Orlando Magic. Ao todo foram 11 partidas com 10 tocos ou mais para o Warriors em apenas 29 jogos disputados. Não à toa a média de tocos por jogo da equipe até aqui é de 8.5 – a melhor da temporada com larga vantagem, e muitíssimo perto da maior média de tocos de TODOS OS TEMPOS, os 8.7 por partida conquistados pelo então Washington Bullets na temporada 1985-86. Motivos não faltam para acreditarmos que o Warriors possa inclusive bater essa marca. Para termos uma ideia, a equipe já liderou a NBA em tocos por jogo na temporada passada, mas com “apenas” 6.8 – enquanto a média em dezembro alcançou 8.6 tocos por partida, quase dois a mais do que a média anterior. A evolução da equipe no quesito é visível e constante.

Podcast Bola Presa #141 – Mais que arrumadinho

Podcast Bola Presa #141 – Mais que arrumadinho

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta semana FALAMOS O NÚMERO CERTO DO EPISÓDIO e SUBIMOS O ARQUIVO CERTO no sistema! E também aproveitamos o embalo do último post do Danilo para aprofundar a discussão sobre o desempenho acima do esperado do Indiana Pacers e em especial de Victor Oladipo, que renasceu nesta temporada. Também falamos um pouco do OKC Thunder, que bateu o Pacers mas ainda sofre para embalar, e de Dwight Howard, que vive uma situação parecida com a dos últimos anos: está jogando bem, mas seu time não vai bem quando ele está em quadra.

No Both Teams Played Hard respondemos perguntas sobre calvície e torcida incentivada por CADERNOS, explicamos o “golpe Jeff Green”, tomamos bronca de um fisioterapeuta e tentamos ajudar um cara muito desejado pelas mulheres, coitado.

Ah, e também anunciamos algumas novidades: neste mês teremos a volta das CAMISETAS DO BOLA PRESA e no ano que vem vai, finalmente, sair o primeiro LIVRO do Bola Presa! =)

Protegido: 🔒Podcast Especial Bola Presa #21 – Como treinar jovens jogadores

Bem amigos ASSINANTES do Bola Presa, mais um podcast no ar!

No ESPECIAL deste mês nós tratamos dos jovens jogadores. Mas não dos novatos, vamos além disso. Falamos dos prós e contras de todo o sistema que prepara os jovens atletas nos EUA a irem para a NBA: basquete colegial, universitário e as criticadas e badaladas AAUs. Também falamos do resto do mundo: o que o Brasil e a Europa apresentam de diferente para preparar seus atletas? E qual deve ser o foco de um programa de jovens jogadores de basquete?