Protegido: 🔒Podcast Especial #22 – A vida depois do basquete

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Lá no Podcast Especial #4 a gente falou sobre a difícil decisão de quando parar de jogar. Hoje é dia de dar um passo além: o que fazer na vida pós-basquete? Contamos as histórias de Troy Murphy, Jerry Stackhouse, Leon Wood, Yao Ming, John Stockton e Antoine Walker para mostrar que não existe roteiro para o momento em que se deixa de ser jogador para virar gente comum. Tem desde cara estudando sociologia até outros salvando rinocerontes, passando por técnicos de times improváveis e árbitros de basquete.

Os dois DeMar DeRozan

Os dois DeMar DeRozan

No primeiro dia do ano, DeMar DeRozan bateu seu recorde de pontos na carreira: foram 52 na vitória na prorrogação em cima do Milwaukee Bucks. Cinco jogos antes, DeRozan já tinha alcançado sua maior marca até então, com 45 pontos na vitória em cima do Sixers. Certamente um dos melhores pontuadores da NBA, líder de um Toronto Raptors que está atualmente na segunda colocação da Conferência Leste, à frente do Cleveland Cavaliers. Por que então DeRozan e seu time são tão pouco celebrados? Por que não conseguimos olhar com nada além de desconfiança para essas atuações memoráveis?

O motivo se resume num evento simples: entre os 45 e os 52 pontos de DeMar DeRozan, tivemos seu jogo de SETE pontos contra o Dallas Mavericks. DeRozan jogou 34 minutos, perfeitamente dentro de sua média por partida, e arremessou 16 vezes, acertando míseras TRÊS bolas. Não à toa seu Toronto Raptors perdeu a partida, mesmo quando o Mavs passou longos 6 minutos sem conseguir fazer um único ponto sequer no final do quarto período e uma liderança de apenas 10 pontos no placar. Nesse ínterim de 6 minutos, DeRozan só tentou um único arremesso – mesmo número de arremessos que ele tentou no primeiro quarto inteiro. Ignorado no ataque, apagado, invisível – todos atributos impensáveis para um jogador que marcaria em breve 52 pontos arremessando 29 bolas e acertando 17 delas, somando 17 pontos só no quarto período e prorrogação de um jogo disputadíssimo. O que acontece? Como um jogador pode oscilar tanto?