Danilo

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

🔒 Até o fim

🔒 Até o fim

John Wall não aguardou o fim do seu contrato: preferiu assinar uma extensão, que funciona como um contrato que passará a valer imediatamente assim que seu contrato atual chegar ao fim em 2019. Dessa maneira, John Wall garante que estará no Washington Wizards até o longínquo ano de 2023 (quando já certamente teremos carros voadores, não é mesmo?) independente da situação em que a equipe se encontre até lá. James Harden seguiu a mesma linha: com bastante antecedência, assinou uma extensão que também o garantirá em Houston pelos próximos 6 anos, abdicando da possibilidade de ouvir ofertas de outros times. Num momento em que as grandes estrelas são disputadas a tapa, por que esses jogadores escolheriam ficar em suas equipes com antecedência ao invés de testar seu valor de mercado, podendo optar por times que inclusive estejam em melhores condições de lhes oferecer um título da NBA?

Um mercado difícil para armadores

Um mercado difícil para armadores

Em sua carta aberta aos torcedores de Toronto, Kyle Lowry disse que escolheu ficar “em casa” e reassinar com o Raptors. De fato, foi em Toronto que Lowry se tornou verdadeiramente relevante na NBA, sua família adora a cidade, os torcedores são loucos por ele e o time é bom o bastante para que possa se manter na elite da Conferência Leste por mais alguns anos. O que a carta não diz, entretanto, é que Lowry estava disposto a considerar outras franquias, as ofertas apenas não vieram. Ainda que sua preferência fosse ficar em Toronto, bastaria uma oferta de um time qualquer por um contrato máximo de 4 anos e o Raptors seria obrigado a oferecer um contrato ainda maior, usando o benefício de ser o time atual do jogador para colocar na mesa um quinto ano extra de contrato que apenas o Raptors teria o direito de propor.

É claro que o Raptors gostaria de manter Kyle Lowry, ainda há esperança de que esse time melhore como parece inexplicavelmente ter feito ano a ano, mas a ideia de se comprometer por 5 anos com um contrato máximo, para muito além do auge do jogador e para além do contrato de DeMar DeRozan – que só tem mais 3 anos garantidos – era suficiente para dar calafrios na espinha da diretoria. Uma coisa é cometer o erro de implodir um time que está ganhando e que, mais do que isso, está calcificando o basquete na cultura canadense; outra, no entanto, é comprometer as chances da franquia de fazer uma reconstrução no segundo em que ela se fizer necessária. Foi por isso que independente do carinho e da gratidão que o Raptors possa ter por Lowry, a opção foi por deixar a oferta de contrato guardada na gaveta e esperar para ver quais propostas lhe seriam feitas por outras franquias. Quem sabe se as ofertas não fossem tão boas assim, conseguiriam convencer Lowry a aceitar um contrato que não incluísse o quinto ano extra que ele tanto queria?

Podcast Bola Presa – Edição 121

Podcast Bola Presa – Edição 121

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesse episódio além de comemorar nossa vinheta de abertura nova (cortesia do sempre sensacional Brunão, espero que vocês gostem tanto quanto a gente gostou!) nos dedicamos integralmente ao pedido de troca de Kyrie Irving, que quer deixar o Cavs: listamos seus possíveis motivos, tentamos adivinhar suas intenções, vemos o lado de quem concorda e quem critica sua decisão, falamos sobre as vantagens e as desvantagens de se ter LeBron James no elenco, discutimos as opções de troca do time e a possibilidade de que Irving sequer seja trocado.

No Both Teams Played Hard colocamos mais um ouvinte em encrenca destruindo suas amizades por conta de ausência de fones de ouvido, explicamos o motivo de não comentarmos WNBA e recebemos um inusitado convite para um casamento.

🔒 A órbita

🔒 A órbita

Com apenas 19 vitórias na temporada 2000-01, o Wizards teve a segunda pior campanha de toda a NBA. Michael Jordan, então já aposentado, acabara de assumir o cargo de “Presidente de Operações” para guiar a reconstrução da equipe. Aproveitou seu envolvimento para comprar também uma pequena parcela do time, tornando-se um dos donos minoritários. O Wizards de fato precisava de toda ajuda que pudesse ter, tendo precedido esses 19 jogos ganhos por míseras 18 vitórias na temporada anterior. A única luz na equipe era a evolução gradual de Richard Hamilton, draftado em 1999 e caminhando lentamente rumo à elite de pontuadores da Liga.

Podcast Bola Presa – Edição 119

Podcast Bola Presa – Edição 119

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta edição falamos sobre as Summer Leagues, as Ligas de Verão da NBA. Discutimos sobre como elas mudaram com o tempo, o que podem nos indicar sobre o futuro dos jogadores que participam e quem se destacou mais nas edições desse ano. Será que já dá pra se animar com Lonzo Ball? E por que raios está todo mundo querendo saber qual marca de tênis ele irá colocar nos pés?

Aproveitamos também pra falar de algumas trocas e contratações que restaram: Kentavious Caldwell-Pope assinando com o Lakers, Jonathon Simmons com o Magic, James Harden escolhendo estender seu contrato com o Rockets e garantindo que se aposentará na franquia, e a troca que levou Avery Bradley para o Pistons. Tentamos no processo acalmar os torcedores do Celtics e GARANTIR que essa foi a melhor troca que poderia ter acontecido dadas as circunstâncias.

No Both Teams Played Hard temos um ouvinte com fetiche por garotas com “carinha de drogada” e abrimos nosso coração sobre fetiches igualmente esquisitos, somos acusados de destruir um relacionamento digno de filmes bregas  de Hollywood, discutimos como apresentar a namorada transexual para a família e por fim tentamos ajudar (sem muito sucesso) um ouvinte que quer saber se está certo por achar que na NBA os jogadores se preocupam menos com dinheiro do que no futebol.

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