Both Teams Played Hard # 16

Both Teams Played Hard # 16

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”, com respostas para todas as aflições do homem moderno. Na edição passada falei sobre jogadores que nos fazem acompanhar times ruins, o prêmio de Melhor Sexto Homem, Mike D’Antoni, Luis Scola, Draymond Green no All-Star Game, a estatística “plus/minus”, e… morcegos?


Denis Botana with lasers: Lembro em um btph ou post, que algum de voces disse que sonhava estar jogando basquete e errar bandejas livres. Sonho com isso direto também. Voces acreditam que sonhos podem dizer alguma coisa referente a vida? Talvez referente a personalidade (falta de confiança) ou algo assim.

Danilo: Olá, Denis com implantes oculares biônicos! Então, quem tinha esses sonhos era eu, sonhava que tentava fazer uma bandeja livre mas não conseguia porque não lembrava a passada certa, as pernas embaralhavam e eu não sabia o movimento que deveria estar fazendo. Sem sombra de dúvidas isso deda algo de nossos traumas, questões e personalidades, mas ainda que tenhamos os mesmos sonhos, os motivos podem ser distintos. No meu caso, mais do que uma questão de confiança, acredito que seja uma questão com o corpo – coisas como medo da falta de controle, medo de abandoná-lo e enfiar pra sempre a cara no computador, ou até medo de nunca ter estado plenamente confortável nele. Essas coisas cotidianas de gente maluca como todos nós.

Both Teams Played Hard #15

Both Teams Played Hard #15

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”, com respostas para todas as aflições do homem moderno. Na edição passada o Denis falou sobre investimento estatal nos esportes, mudanças de regras na NBA desde os anos 90, assistências pouco rigorosas, futsal e o Jason Kapono!


Vinicius: Vocês já chegaram (ou chegam) a assistir jogos sofríveis, de times ruins, só para ver algum jogador específico? Eu, por exemplo, costumava assistir aqueles jogos horríveis do Brooklyn Nets só para ver Paul Pierce e KG ainda juntos. Mais recentemente, tenho assistido muitos jogos do Kings e do Lakers só por causa do Rondo e do Kobe, respectivamente.

Danilo: Como cheguei a comentar no BTPH 13 especial sobre como acompanhar a NBA, muitas vezes nós vemos jogos ou trechos de jogos apenas para extrair uma informação que queremos para entender algo naquele momento, escrever algum post ou se preparar para um podcast. Isso significa ver muito jogo de time porcaria só para ver como algum jogador determinado está atuando naquela equipe, como está se portando taticamente, etc. Fora isso, tem jogadores que simplesmente despertam mais interesse em mim e eu quero ver como funcionam em quadra, mesmo tendo que encarar times horríveis pra isso. Exemplos meus são o Kevin Martin, o Al Jefferson, e na temporada passada doses cavalares, muito pouco saudáveis, de Brook Lopez. Só pra mostrar que acompanhar a NBA nem sempre é um passeio no parque.


Koro sensei: Caralho tive um sonho mt louco. Segue o resumo.  Tava com meus amigos. Cheguei em casa estava o LeBron cozinhando no dia de ação de graças.  Do nada mudou pra minha sala de instalações elétricas com minha turma e o professor assando o peru com C4 (o explosivo. Tava jogando cs antes de dormir acho q foi por isso) Fui tomar banho pq tava atrasado pra aula. Voltei tava minha família LeBron e a tamina (do wwe mt aleatório pqp) aí o LeBron trouxe o peru todo queimado DO NADA SURGIU O WESTBROOK RINDO DO LEBRON. Comi e aí acordei e tava atrasado pra aula

Danilo: Você ainda joga Counter-Strike?!

Both Teams Played Hard #14

Both Teams Played Hard #14

Voltamos à programação normal por aqui. Na última edição o Danilo fez um texto enorme respondendo a uma única pergunta sobre League Pass e como assistir o máximo possível das rodadas eternas da NBA. Hoje compenso respondendo um pouco de tudo. Bora lá!


Leonardo
Ok, sei que a pergunta é fora do contexto basquetebolístico, mas não deixa de ser merecedora de uma discussão, pois envolve uma questão comportamental e social. Sempre ouço meu pai ranhosamente vendo esportes na TV reclamar dizendo que o Brasil deveria por obrigação ser uma potência olímpica ou referência em qualquer modalidade, sim, inclusive em basquete. Ele fala que é falta de investimento e excesso de corrupção, incompetência e má vontade de quem toca os desportos nesse país. Claro que ele tem um bocado de senso e razão ao dizer isso, não preciso explicar porquê. Entretanto eu prefiro atribuir à falta de determinação das classes A e B o pouco sucesso que conseguimos sempre na maioria dos esportes que não futebol e talvez vôlei. Penso que se o trabalho dessas duas classes fosse melhor, alavancaria o esporte em geral para todos os brasileiros, assim teríamos dúzias e mais dúzias de clubes como Pinheiros, Paulistano e Minas. Como exemplo de falta de determinação das classes A e B, contingente muito maior do que da maioria dos países do universo quadridimensional, a acomodação após passar no vestibular, agindo como se já tivesse tudo resolvido e pudessem empurrar com a barriga a faculdade, e depois a nova acomodação ao arrumar um emprego, como se só isso bastasse. Muito potencial, mas pouca ambição, pouca determinação, pouco incentivo familiar, pouco resultado.

Denis: Muita informação aqui, vamos por partes. O Brasil, como qualquer país enorme e com grande população, poderia ser uma potência olímpica em uma penca de esportes, mas isso envolve muito investimento. Ao contrário do futebol, a maioria das modalidades precisaria de um esforço “artificial” para adentrar certos lugares. Talvez depois de um tempo o badminton poderia virar o grande esporte de, sei lá, Pernambuco, mas teria que existir um primeiro movimento onde quadras, raquetes, petecas e especialmente treinadores fossem até lá plantar a semente.

Both Teams Played Hard # 13 – Especial

Both Teams Played Hard # 13 – Especial

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto estão perdidos no deserto após seu avião sofrer um grave acidente e você ser o único sobrevivente. Na edição passada o Denis falou sobre trash talk, entender futebol e mudar as regras do nobre esporte bretão, armadores simultâneos e intercâmbio.


Rafa Martins: Amigos, uma dúvida que me deixa incomodado e um pouco frustado. Vejo nos posts e no “feice” vocês comentando sobre vários jogos, seja fundamentando a performance de algum jogador ou time, ou falando sobre uma noite com vários jogos bons. Aí eu fico me questionando, como vocês conseguem? Explico. Eu tenho league pass há umas quatro temporadas, tenho um trabalho com horas flexíveis, me considero organizado, moro sozinho, sem namorada, e mesmo com tudo isso não consigo ver mais que 4 ou 5 jogos por semana. Isso pulando os comerciais (vejo um da noite anterior ou entro uma hora depois de começar e fico tentando alcançar o ao vivo). Como vocês conseguem ver tantos jogos? Qual é a estratégia? Vocês assistem inteiro ou só pedaços? Como escolhem que jogo assistir? Ao vivo ou gravado? Me ajudem, devo estar fazendo algo muito errado, ou vocês são alienígenas que não dormem e se alimentam de luz. Grato.

Danilo: Essa pergunta é tão comum e tão importante para os fãs que querem conhecer a nobre arte de acompanhar a NBA de perto que resolvi fazer um “Both Teams Played Hard” especial essa semana respondendo APENAS essa pergunta. Vamos lá!

Both Teams Played Hard #12

Both Teams Played Hard #12

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto tomam trabalho, vão para a batata ou precisam descascar banhos. Na edição passada o Danilo falou sobre armadores, problemas no Houston Rockets, paciência com calouros, a língua japonesa e vegetais.


Carlos Almeida
Olá moçada firmeza, beleza? Vi outro dia o Towns falando que além de aprender alguns “truques” defensivos com o KG, após os treinos ele reúne a galera e ensina a arte do trash talk. Vocês não acham bizarro isso? Imagina um time com 5 caras falando merda na tua cara o jogo todo….

Denis: Não sei se trash talk é algo que pode ser ensinado. Eu sou meio quieto e bundão, não acho que uma “aula” possa me fazer sair xingando mães no meio de uma partida de basquete. Talvez funcione até certo ponto, o Garnett pode ensinar o que cada um deve responder quando alguém provocar, para mostrar que não está intimidado, coisas assim, mas não acho que ele vai transformar o Rubio no Rondo.

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