Both Teams Played Hard #11

Both Teams Played Hard #11

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana (por enquanto, mas aguardem novidades) com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto tomam batata, vão para o banho ou precisam descascar trabalhos. Na edição passada o Denis falou sobre fairplay, bons pornôs, isolação no final dos jogos, dica de livros, Tom Thibodeau e pagamento de salários na NBA.


Miguel: Pô, não sei se é bem uma pergunta ou mais uma sugestão de tema: E os armadores considerados bons mas que dão poucas assistências? Por que isso ocorre exatamente? É correto dizer que Stephen Curry e Tony Parker, por exemplo, dão menos assistências que a média dos bons armadores porque estão em times onde todos passam bem a bola? Esses ataques multipolares, onde todos dão assistências, não são também mais modernos, representando uma tendência oposta à ideia do armador centralizador?

Danilo: Os motivos para um armador bom dar boas assistências podem ser diversos, incluindo o fato de que todo o elenco é responsável por rodar a bola e encontrar companheiros livres. O hockey, por exemplo, computa o passe que permitiu que o jogador que recebeu a bola desse uma assistência (uma “assistência da assistência”), e nesse quesito os jogadores do Spurs seriam líderes todo ano. Mas armadores podem ter baixa quantidade de assistências convencionais simplesmente porque precisam desempenhar funções diferentes em quadra que não sejam criar espaço para os companheiros ou iniciar as jogadas de ataque: existem armadores que, para fazer o esquema tático funcionar, precisam ser apenas defensores, ou arremessadores, ou infiltradores, etc. Acho que o basquete moderno está mais aberto para jogadores que cumpram funções distintas daqueles que imaginamos como padrão para o esporte, abrindo novas possibilidades e exigindo que julguemos alguns jogadores para fora dos esteriótipos antigos. Alguns times tem suas jogadas de ataque iniciadas por alas, ou por dois armadores, ou por um pivô na cabeça do garrafão, então é natural que os números dos membros dessas equipes sejam diferentes. Essa história de que “armador tem várias assistências” é um bom jeito de começar no esporte, mas não dá conta das diversas possibilidades da realidade.

Both Teams Played Hard #10

Both Teams Played Hard #10

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana (por enquanto, mas aguardem novidades) com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto tomam batata, vão para o banho ou precisam descascar trabalhos. Na edição passada o Danilo falou sobre The Last of Us, problemas para aprender a jogar basquete, Dirk Nowitzki, cultura japonesa, Derrick Rose e pornografia.


Felipe
Não sei se estive muito por fora, mas talvez por todo o causo DeAndre Jordan=Dallas-LAC e pela adição de LaMarcus Aldridge ao elenco dos Spurs, me pareceu que alguns FA deals ficaram meio obscurecidos. Por exemplo, só hoje descobri que Afflalo foi para NYK (essa coisa do pessoal abandonar Portland foi séria mesmo). Jeremy Lin levou todos seus turnovers para Charlotte; Amr’e foi mofar em Miami; Bargnani foi praticar sua falta de defesa na outra equipe de NY; Outro sujeito que não mudou de cidade foi Wes Johnson – vai tentar um lado mais vencedor desta vez; tem até espaço pro irmão do Steph Curry saindo da D-League. Enfim, alguma negociações ‘obscuras’ as quais os senhores acharam interessante?

Cacete, acho que até a ida do Rondo ficou meio por baixo.

Denis: Algumas coisas fizeram as contratações ficarem de lado mesmo. Uma delas envolve isso que você disse, as aquisições bombásticas deixam as menores de lado; a outra é que todas acontecem ao mesmo tempo. No período de dois ou três dias a NBA tem uma enxurrada de anúncios extraoficiais. Aí não tem jeito, por mais talento que tenha o Afflalo, o mundo vai falar do LaMarcus Aldridgde.

Both Teams Played Hard #9

Both Teams Played Hard #9

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana (por enquanto, mas aguardem novidades) com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto tomam banho, vão para o trabalho ou precisam descascar batatas. Na edição passada o Denis respondeu perguntas sobre o começo do Curry, ver ídolos definharem, apelidos bizarros, Julius Randle, esteriótipos, Agatha Moreira e imposto de renda.

Both Teams Played Hard #8

Both Teams Played Hard #8

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana (será uma só, em breve) com respostas para qualquer coisa que vocês mandarem pra gente. E olha que vocês incorporam bem essa história de “qualquer coisa”. Na edição passada o Danilo falou sobre antropologia, Freakonomics, mulheres na NBA, técnicos do LeBron James e o código de vestimenta da liga.


 

Arthur
1. Vocês imaginaram que viveriam para ver Clippers e Cavaliers favoritos ao título enquanto Boston briga por playoff e Lakers briga com o Vasco pra não cair?
2. Steph Curry não era “ninguém” e de repente é o melhor do mundo de uma temporada para outra. Os “fenômenos” já eram assim desde que entraram na NBA. Existe algum outro caso de jogador que era “mediano” e de repente teve uma evolução dessas?

Denis: 1. A primeira parte é bem surpreendente mesmo porque Clippers e Cavs não eram só ruins quando eu comecei a ver basquete, eles eram conhecidos por serem péssimos em qualquer situação, em qualquer época, com qualquer elenco. Chegar na primeira rodada dos Playoffs era o auge deles por gerações. Mas o Celtics, por exemplo, ficou desde o fim da “era Bird” até o começo desse século sem um grande time; o Lakers, apesar de nunca ter sido tão ruim como hoje, também já viveu algumas eras de transição. Os altos e baixos são normais, o novo é o baixo do Lakers ser tão profundo.

2. O “ninguém” do Curry é bem entre aspas, né? Todo mundo já achava há algum tempo que ele era um dos melhores ou o melhor arremessador de longa distância da NBA, e ele mostrou do que era capaz nas séries contra o Denver Nuggets e o San Antonio Spurs na primeira ida aos Playoffs desse grupo. Se a gente não levou a sério, se pensamos que foi só uma boa fase de sorte de um arremessador, culpa nossa, mas ele já deu a entender que estava crescendo demais.

De qualquer forma, você tem toda razão, ele não chegou na NBA com status de que seria um dos melhores do mundo e nem deu a entender isso nos seus primeiros anos de liga. E o mais comum, como com LeBron James e Kevin Durant, é o cara já começar a quebrar recordes desde cedo. Posso estar bem errado porque não sei o que a mídia dizia de Scottie Pippen nos seus primeiros anos de Chicago Bulls, mas foi só na terceira temporada dele que realmente começou a deslanchar: virou titular absoluto, passou a pontuar mais e ter mais chance no ataque. Como sabemos, virou um dos melhores da história depois disso.

Both Teams Played Hard #7

Both Teams Played Hard #7

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana com respostas para qualquer coisa que vocês encontrarem nesse grupo secreto do whatsapp que é a mente humana. Na edição passada o Denis, além de embelezar o ambiente com a Alinne Moraes, respondeu sobre novela, palpitou sobre o futuro dos prêmios da temporada, amaldiçoou Alexandre “The Duck” Pato, e confabulou sobre as enterradas de Stephen Curry. Vamos para as loucuras de hoje!

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