Podcast Bola Presa – Edição 90

Podcast Bola Presa – Edição 90

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta edição falamos, meio sem querer, de um tema só: reconstrução. Após míseros 15 joguinhos, que times já começam a ver a temporada escorregar pelos dedos? Quem já precisa buscar por reforços? E quem pode começar a pensar em descansar ou trocar peças para um safado tanking? No caminho falamos da ressurreição do New Orleans Pelicans, do desastre do Dallas Mavericks e especulamos negócios entre Denver Nuggets e Sacramento Kings.

No Both Teams Played Hard respondemos questões sobre auto-estima, um torcedor do Spurs que está virando a casaca, uma resposta científica para os jogadores bons de treino que vão mal nos jogos, um leitor que não consegue jogar basquete com imigrantes chineses e o leitor que se incomoda com o barulho da transa do vizinho. Ah, e as perguntas de astrologia ficaram pra semana que vem =(

Atendendo a pedidos dos leitores, o Brunão, nosso editor, deixou aqui disponível para vocês a TRILHA SONORA desta edição. É só entrar e baixar! 

Parte 1  /  Parte 2

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A vez de DeMar DeRozan

A vez de DeMar DeRozan

Na temporada regular passada, o Raptors teve 56 vitórias – apenas uma a menos que o campeão da NBA, o Cleveland Cavaliers, e recorde da franquia. O time chegou às Finais da Conferência Leste depois de 15 anos sem ser capaz de sequer passar da primeira rodada dos Playoffs. Toronto rendeu-se em definitivo para o basquete, com uma torcida apaixonada que lotava as ruas ao redor do ginásio para acompanhar cada partida da pós-temporada. Kyle Lowry e DeMar DeRozan, as estrelas da equipe, foram escolhas óbvias para o All-Star Game. E ainda assim, ao longo de toda a temporada, ninguém em sã consciência foi capaz de levar o Raptors a sério – não pelos resultados, que vieram com uma consistência admirável, mas pelo MODO como esses resultados eram obtidos. O basquete jogado pelo Raptors simplesmente não inspira qualquer traço de admiração ou confiança.

De certa maneira, essa é a mesma questão que aflige DeMar DeRozan ao longo de toda a sua carreira: suas médias, seus números pessoais e os resultados conseguidos com sua equipe são inquestionáveis, mas há algo na sua maneira de jogar que simplesmente nos faz sentir que ESTÁ TUDO ERRADO.

Um Spurs em processo

Um Spurs em processo

Pela primeira vez em 20 temporadas, estamos vendo um San Antonio Spurs entrar em quadra sem Tim Duncan, que se aposentou nessa offseason. A mudança vem acompanhada de muitas outras, da chegada de LaMarcus Aldridge na temporada passada à contratação recente de Pau Gasol. Ao todo, o Spurs conta com cinco caras novas que estão atuando consistentemente nessa temporada: Pau Gasol como pivô titular e Davis Bertans, Dewayne Dedmon, David Lee e Nicolas Laprovittola vindos do banco de reserva. De veteranos da franquia, apenas Tony Parker, se recuperando de uma lesão no joelho, e Manu Ginóbili, liderando um banco de reservas ainda nada familiarizado com o sistema tático.

É natural, portanto, que muito daquilo que aprendemos a esperar do Spurs (a rápida movimentação de bola, controle do ritmo ofensivo, rotação defensiva impecável, contribuição de todo o elenco) ainda não esteja em pleno funcionamento ou tenha sido levemente alterado para se adequar ao material humano disponível. Famoso por transformar jogadores desconhecidos ou previamente inexpressivos em máquinas capazes de contribuir em funções muito específicas dentro do seu esquema tático, o técnico Greg Popovich é muitas vezes visto, injustamente, como um técnico “inflexível”. Pelo contrário, Popovich sabe perfeitamente quando encaixar um jogador dentro do molde necessário e quando mudar o molde para dar conta dos jogadores que estão à disposição. É verdade que esse molde não vê mudanças de forma drástica – levou muito tempo para que permitissem a Parker arremessar bolas de três pontos ou dessem carta branca para Ginóbili reger o ataque, por exemplo -, mas esse time atual é tão diferente daquele que atuou nos últimos anos que estamos vendo, por força das circunstâncias, Popovich mostrar toda sua capacidade de improviso, maleabilidade e adequação.

Podcast Bola Presa – Edição 88

Podcast Bola Presa – Edição 88

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta semana discutimos duas gratas surpresas da Conferência Leste, o Charlotte Hornets e o Atlanta Hawks. Afinal, são surpresas mesmo ou a gente que vacilou com nossas dúvidas? Como eles têm conseguido alcançar esse sucesso de começo de temporada? No Oeste falamos sobre o fraco começo do nosso amado Minnesota Timberwolves e da ascensão rápida de Harrison Barnes como protagonista no Dallas Mavericks.

No Both Teams Played Hard respondemos questões sobre a NBA no Brasil, a obra de Lana del Rey, os atrasados do Enem e maracutaias salariais na NBA. Ainda temos histórias de um casal unido por Benny The Bull e outro separado por uma “jovem senhora muito bem cuidada”.

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Muito cedo para saber

Muito cedo para saber

O Chicago Bulls venceu suas três primeiras partidas, então perdeu as três seguintes. O San Antonio Spurs parecia o time perfeito quando MASSACROU o Golden State Warriors na noite de abertura, mas extremamente frágil nas derrotas em casa para LA Clippers e Utah Jazz. Já são mais derrotas no seu território do que em toda a temporada passada! E o que achar do super time de Steph Curry e Kevin Durant, que é capaz de perder para o LA Lakers ou de vencer o OKC Thunder por 20 pontos de diferença?

As primeiras semanas de campeonato trazem muitas perguntas e poucas respostas. Ansiosos, nós queremos logo desvendar as dúvidas que alimentamos e todos esses meses de abstinência de NBA. Mas o que é ânsia de respostas rápidas e o que podem ser sinais de coisas reais acontecendo? Separei alguns assuntos para ver o que podemos tirar deles com uma amostragem tão pequenas de jogos.

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