Preview 2012/13 – Miami Heat

Acaba agora o melhor preview já terminado minutos antes da temporada começar. 

Abaixo os links para a análise de TODOS os times da NBA:

Leste: Boston CelticsCleveland CavaliersBrooklyn NetsIndiana PacersAtlanta HawksWashington WizardsChicago BullsOrlando MagicToronto RaptorsPhiladelphia 76ersCharlotte BobcatsDetroit PistonsMilwaukee Bucks e New York Knicks

Oeste: Memphis GrizzliesSacramento KingsDenver NuggetsGolden State WarriorsSan Antonio SpursLos Angeles ClippersPhoenix SunsOKC ThunderMinnesota TimberwolvesUtah Jazz e Dallas Mavericks,  New Orleans HornetsPortland Trail Blazers Houston Rockets e LA Lakers

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um no de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Para encerrar, o campeão Miami Heat.

 

Miami Heat

 

 

 

 

 

 

Vamos ir direto ao assunto, LeBron James é de outro planeta. Não é questão dele ser melhor ou pior que tal jogador, LeBron simplesmente faz coisas que ninguém faz e não para de melhorar. Olhem a rotação do time aí em cima, ela não tá errada, é assim que a coisa pode e vai funcionar.

Armador o LeBron James sempre foi, mesmo que disfarçado. Ele leva a bola da defesa para o ataque, pede a jogada e começa a sua execução, ele que faz a redonda chegar de um lado para o outro e dita a velocidade da equipe. Mas desde o fim dos Playoffs do ano passado ele também passou a jogar mais dentro do garrafão, de costas para a cesta, perto do aro. Lá arrebentou com o OKC Thunder, gostou da brincadeira e passou toda a offseason treinando seu jogo de garrafão. Disse até que vai começar a jogar na posição 4 e “viver no garrafão”. Muita gente diz, desde 2003, que a NBA ia acabar quando o LeBron aprendesse a chutar de longe, mas eu acho que o fim dos tempos é agora, com ele descobrindo que ninguém pode o parar perto dentro da área pintada.

O LeBron James já domina a NBA faz uns anos, mas tinham coisas que o atrapalhavam. Primeiro o elenco fraco, especialmente de ataque, do Cleveland Cavaliers. Depois as derrotas nos Playoffs onde muitos culpavam a ansiedade, nervosismo ou “amarelice” do ala. A juventude de LeBron já foi usada contra ele após algumas derrotas também. Agora LeBron está com 27 anos, o auge do equilíbrio físico/experiência, não pareceu nada nervoso ao fazer 45 pontos no Jogo 6, fora de casa, contra o Celtics a beira da eliminação. E elenco fraco? Que tal Dwyane Wade, Chris Bosh, Ray Allen, Shane Battier e Rashard Lewis como amiguinhos? Eu torço para o Lakers, gosto do Thunder, respeito o Spurs e admiro o Celtics, mas não vejo ninguém passando pelo Miami Heat.

A versão coringa de LeBron James é incentivada pelo técnico Erik Spoelstra, que disse que pretende montar um time sem posições definidas. Onde todo mundo pode fazer um pouco de tudo dependendo do quinteto em quadra, do adversário ou mesmo variando a cada posse de bola. Acho uma ideia criativa, fantástica, mas que não pode ser adotada por qualquer time ou técnico, é preciso ter elenco para isso. O Heat tem e a versatilidade de LeBron James é parte fundamental da brincadeira.

Caso 1: Vamos imaginar o Miami Heat enfrentando o OKC Thunder, como nas Finais do ano passado. O Thunder é (1) veloz, (2) ágil, (3) ataca pelo perímetro, (4) não tem ameaça no garrafão. O Heat então pode liberar um pouco de altura no garrafão e usar o time que fez sucesso nas Finais: Chalmers, Wade, Battier, LeBron e Bosh. 

Caso 2: O Heat enfrenta o Lakers e o garrafão dos Vingadores de Howard e Gasol. O Lakers (1) é um time alto, (2) joga meia quadra, (3) tem Kobe Bryant, (4) começa jogadas pelo garrafão. Então o time pode apelar para a altura, mas sem perder a agilidade para abusar da defesa mais durona do adversário: Wade, LeBron, Battier, Bosh e Anthony. 

Caso 3: O adversário é o agressivo Los Angeles Clippers. (1) Muitas pontes aéreas, (2) time alto, (3) veloz e (4) com poder de fogo de longe. Mas defende mal times que sabem mexer a bola. O Heat então apela para um time atlético e que sabe passar: Wade, Allen, LeBron, Lewis e Bosh.

Caso 4: Pegam o Chicago Bulls e sua defesa sufocante. (1) não deixam a bola girar, (2) Carlos Boozer é o ponto fraco da defesa, (3) time poderoso nos rebotes. O Heat pode se concentrar na altura e usar LeBron James para criar jogadas para ele mesmo como armador: LeBron, Wade, Jones, Bosh e Haslem. 

Eu poderia passar o dia fazendo isso. Você simplesmente encaixa o LeBron onde bem entender e cerca eles de especialistas no que você precisar. Dwyane Wade para atacar a cesta e puxar contra-ataques, Mario Chalmers para defender e rodar a bola, Ray Allen e Rashard Lewis para arremessar de 3 pontos, Chris Bosh para atacar os pivôs, Joel Anthony para defendê-los.

Acho importante ressaltar também o quanto o título de 2012 pode ter ajudado na cabeça dos jogadores. Quando LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh se juntaram, eles sabiam que teriam que vencer o campeonato. Até confessaram, um tempo depois, que acharam que seria mais fácil. Aprenderam, quebraram a cara e amadureceram com a derrota e o nariz empinado de 2011. Agora tiraram um peso enorme das costas, aliviaram a pressão e sabem o caminho da vitória. Quando ficarem contra a parede poderão pensar “já passamos por isso” ao invés de “de novo não”. Parece que não, mas faz muita diferença na hora dos Playoffs.

 

Temporada Filme Pornô

Isso mesmo, o Heat não tem foto de atriz pornô. No lugar é o glorioso Rocco que representa o time.  O Lakers pode ter a atriz número 1, Tori Black, em seu preview, mas é o Heat que vai foder com todo mundo.

Só o título interessa para o Miami Heat. Mas creio que nesse ano eles irão tentar fazer isso com mais autoridade que na temporada do locaute. Isso quer dizer acabar a temporada regular em primeiro (desde que LeBron chegou, sempre ficaram atrás do Bulls), chegar na Final com mando de quadra e não sofrer tanto no meio do caminho. Não custa lembrar que o Heat ficou atrás na série contra o Pacers e ficou a uma derrota fora de casa de ser eliminado pelo Celtics. Eles se reforçaram para não correr tantos riscos.

 

Temporada Drama Mexicano

A contusão do Chris Bosh na última temporada mostrou como o Heat não é invencível. Sem seu melhor jogador de garrafão o time ficou bem mais frágil, assim como tinham dificuldade de vencer quando as bolas de longe não caiam. Será que Mike Miller e Shane Battier mantém o ritmo das Finais ou voltam a arremessar mal como antes dela? Ray Allen foi outro que, com lesões, não rendeu muito no fim da temporada passada. O Heat é o dotado Rocco, mas ele também pode broxar.

 

Top 10 – Melhores jogadas do Heat na temporada

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=6uaH8qT0a-U[/youtube]

Preview 2012/13 – Los Angeles Lakers

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston CelticsCleveland CavaliersBrooklyn NetsIndiana PacersAtlanta HawksWashington WizardsChicago BullsOrlando MagicToronto RaptorsPhiladelphia 76ersCharlotte BobcatsDetroit PistonsMilwaukee Bucks e New York Knicks

Oeste: Memphis GrizzliesSacramento KingsDenver NuggetsGolden State WarriorsSan Antonio SpursLos Angeles ClippersPhoenix SunsOKC ThunderMinnesota TimberwolvesUtah Jazz e Dallas Mavericks,  New Orleans HornetsPortland Trail Blazers e Houston Rockets

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time da cidade dos anjos, o Los Angeles Lakers.

 

 

Los Angeles Lakers

 

 

 

 

 

O que me encheram o saco para fazer logo esse Preview do Lakers não tá escrito. A questão é: o que diabos vocês esperem que eu fale aqui? Sério, sem querer estragar o post, mas o Lakers foi o time mais comentado da offseason. Tem esse post aqui sobre a contratação do Steve Nash, esse sobre a chegada do Dwight Howard e até o especial sobre a Princeton Offense, o sistema que deverá ser utilizado pelo Lakers em boa parte dos jogos. Mas tudo bem, tudo bem. Vamos comentar mais do Lakers, apenas tenham certeza de que leram esses posts antes de falar que faltou alguma coisa. Combinado? Posso parar de ser um resmungão ranzinza?

Desculpem pelo mau humor, mas vocês tem que levar em consideração de que estou sob muita pressão. Eu torço para o LA Lakers, meu time se empanturrou de super estrelas e mesmo assim não conseguiu vencer o Sacramento Kings na pré-temporada. Aliás, não venceu ninguém, único time da NBA a passar em branco. E eu sei que esse período de preparação não vale pelos resultados, o que me preocupa mesmo, que acaba com meu humor e que me faz descontar tudo em vocês, leitores, é que mesmo quando o Lakers jogou sério, com todas suas estrelas em quadra, foi um desastre épico.

De todos os jogadores do time, ninguém ficou mais perdido que Steve Nash. Cansei de ver posses de bola onde ele chegou no ataque, pediu um bloqueio e depois não soube o que fazer. O Lakers não tem os espaços na quadra que tinha seu Phoenix Suns, os jogadores não se mexem e Nash acabava tocando a bola no pivô e correndo para o outro lado, onde virava um arremessador à lá Jodie Meeks. Nivelar Nash com Meeks é pra me deixar mal humorado ou não é? Vai ver o Smush Parker nem era tão ruim assim, é que nenhum armador não funciona no Lakers mesmo.

Mesmo com a chegada de Dwight Howard, que perdeu os primeiros jogos da pré-temporada para se recuperar das dores nas costas, a coisa não melhorou. Os melhores lances do pivô foram, para surpresa de todos, com passes de Kobe Bryant, não de Steve Nash. E embora Chuck Hayes tenha dito que enfrentar Howard e Gasol ao mesmo tempo seja “como enfrentar os Vingadores“, eles ainda não conseguiram resultado nenhum. No mesmo jogo que Hayes disse isso, DeMarcus Cousins fez o que bem entendeu com o garrafão do Lakers.

Uma das causas dos resultados ruins foi a falta de velocidade, fluidez e precisão da Princeton Offense. Além de deixar Steve Nash sem função às vezes, o sistema exige movimentação constante e organizada, com todo mundo ainda perdido a coisa ficou feia. O único que se deu bem mesmo foi Kobe Bryant, porque forçou ele a jogar mais sem a bola, algo que há anos eu peço que aconteça. Sem forçar o jogo desde o começo da jogada, mas se posicionando melhor para finalizá-la, ele vira um jogador mais letal.

Não creio que seja hora de descartar o novo esquema tático, cedo demais, mas até para aliviar a pressão sobre o grupo seria uma boa ideia maneirar um pouco mais com ele no começo da temporada. Minha sugestão é até dividir os minutos das 4 estrelas do time para que pelo menos duas delas estejam em quadra o tempo todo.

Assim, Kobe Bryant pode dividir a quadra com Pau Gasol, com quem já se entende muito bem há alguns anos. Podem rodar várias jogadas do triângulo ofensivo que já estão acostumados a usar e com eles podem jogar Chris Duhon, Metta World Peace e Jordan Hill, que se entendeu bem com o espanhol na temporada passada. Depois, quando Steve Nash entrasse, poderia passar mais tempo com Dwight Howard, aí já usando um esquema com mais arremessadores (Antawn Jamison, Steve Blake e Jodie Meeks, por exemplo) e mais baseado em bloqueios e velocidade.

Eventualmente todos os All-Stars vão ter que se entrosar para jogar juntos, vão precisar disso nos Playoffs. Mas essa talvez fosse uma boa saída para tirar pressão e conquistar algumas vitórias no começo da temporada. Quem viu os jogos da pré-temporada percebeu que os inúmeros erros do time no ataque (passaram dos 20 turnovers diversas vezes) virou frustração na defesa, onde a linguagem corporal gritava derrota. Entrosar vencendo é bem mais fácil do que perdendo. E aí vem outra preocupação, como Mike Brown irá lidar com a parte emocional e motivacional dessa equipe? Não acredito em brigas, não combina com Howard, Nash e Gasol, mas será que ele consegue criar uma unidade, um grupo fechado?

 

Temporada Filme Pornô

Ninguém junta tantos grandes jogadores num grupo só para chegar até os Playoffs e ver no que dá. O Lakers é tão pedante que qualquer coisa que não seja título já vai para a categoria de drama. A temporada pornô do Los Angeles Lakers acaba com uma orgia de comemoração ao título! E por que Tori Black para representar o Lakers? Porque ela é a número 1.

Agora, para chegarem até lá o caminho vai ser árduo. Uma temporada perfeita exige Kobe Bryant inteiro, não com as dores no pé que podem o deixar de fora do jogo de estreia, Dwight Howard não pode ter recaídas nos problemas de coluna que exigiram até uma cirurgia. Mas pelo menos Metta World Peace está em ótima forma (muito mais ágil que no ano passado) e sua defesa de perímetro é essencial para eventuais confrontos contra Kevin Durant e LeBron James. 

 

Temporada Drama Mexicano

A chance do time ser incomodado por contusões existe, mas não vou me focar nelas. Drama mesmo será esse time não vencendo, uma segunda humilhação por ter formado um timaço e morrer na praia. Não tem como não comparar o time de Kobe Bryant, Dwight Howard, Pau Gasol e Steve Nash com aquele que tinha Kobe, Karl Malone, Shaquille O’Neal e Gary Payton. E talvez o time desse ano seja mais impressionante, porque naquela época Malone e Payton já não rendiam o mesmo do auge deles. Já Howard e Gasol estão voando, Nash, mesmo vovô, acabou a temporada passada com mais de 10 assistências, 50% de acerto de 3 pontos e 90% de lance-livre de média.

A cobertura da mídia sobre o Lakers já é enorme normalmente, com esse time vai estar em outro nível. Mais ou menos como estava em 2004 no outro Fab Four ou na temporada retrasada, o primeiro ano de LeBron James no Miami Heat. Em comum os dois times tem um vice-campeonato. Não é fácil lidar com a obrigação de vitória.

PS: Guardei a melhor obra mexicana para o meu time. La Reina del Sur. A história de Teresa Mendoza, a noiva de Güero que teve que fugir do México depois de ser jurada de morte pelo cartel de Sinaloa. É drama estilo Lakers: glamouroso e cinematográfico

 

Top 10 – Jogadas do Lakers em 2012

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=xip2wkQ1B3U[/youtube]

Preview 2012/13 – New York Knicks

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston CelticsCleveland CavaliersBrooklyn NetsIndiana PacersAtlanta HawksWashington WizardsChicago BullsOrlando MagicToronto RaptorsPhiladelphia 76ersCharlotte BobcatsDetroit Pistons e Milwaukee Bucks

Oeste: Memphis GrizzliesSacramento KingsDenver NuggetsGolden State WarriorsSan Antonio SpursLos Angeles ClippersPhoenix SunsOKC ThunderMinnesota TimberwolvesUtah Jazz e Dallas Mavericks,  New Orleans HornetsPortland Trail Blazers e Houston Rockets

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time que representa uma cidade que para toda por causa de uma brisa, o New York Knicks.

 

New York Knicks

 

 

 

 

 

Quando o New York Knicks resolveu não cobrir a oferta que o Houston Rockets fez por Jeremy Lin, comentei sobre como o Knicks estava ignorando o retorno financeiro que o armador poderia trazer. Saia caro, mas rendia bastante também. Também lembrei de que, apesar dos defeitos, era um jovem cheio de potencial e que ainda teria o bônus de ter dois grandes armadores veteranos segurando a peteca pra ele, Jason Kidd e Pablo Progioni. 

Mas ao analisar isso, ignorei a questão dos torcedores. E veja o depoimento de um torcedor do Knicks (lá de Nova York, não as coisas falsetas que achamos por aqui) no Two-Minute Warning:

Eu, e provavelmente a grande parte dos torcedores do Knicks, nos sentimos traídos quando vimos que Dolan não quis manter Lin depois de ter prometido que o faria. Foi um choque coletivo, um tapa na cara dessa fanbase. A cidade parecia de luto do basquete. Não é pelo que Lin significava dentro de quadra… Era pro que ele significava pra todos nós que torcemos pelo time, que acompanhamos esse time durante tantos anos e aguentamos muita incompetência e jogadores pouco carismáticos ao longo do tempo. Lin era o nosso jogador. Eu sei que Carmelo é o nosso Franchise Player e nosso melhor jogador, e vamos aonde ele nos levar… Mas Melo foi criado no Nuggets. Nós só o trouxemos para NY. Lin era nosso desde o começo. Ele surgiu aqui, tinha orgulho em ser um Knick e de jogar no MSG enquanto assistíamos. E ele conectava com a torcida de uma forma que Melo ou Stoudemire nunca seriam capazes. Ele trouxe o interesse de volta pro time, ao ponto de que os ingressos subiram de preço no seu terceiro jogo e ninguém ligou de pagar o extra.

Essa ligação com a torcida é algo completamente irracional. Ele usa o argumento do Carmelo Anthony ter sido criado no Nuggets, mas não é só isso. Pode-se argumentar que Lin é da costa oeste e que seu primeiro time foi o Golden State Warriors, ele é cria do outro lado do país. Mas não é esse o ponto, a torcida sentia que o Lin fazia parte de lá de um jeito especial, e ninguém precisa de argumentos sólidos e reais para isso. Para os torcedores do Knicks, Lin fará falta.

E para continuar nos erros, não fui muito fã da demissão do Mike D’Antoni. Sei que os jogadores mais veteranos não os respeitavam tanto e talvez tenha sido necessário, mas acho que ele estava fazendo um bom trabalho e melhorando o time com o passar do tempo. E não vou lembrar aqui de como também não gostei de quando eles trocaram Danilo Gallinari e meio time por Carmelo Anthony. Será que eu sou incapaz de gostar de qualquer coisa que o Knicks faça?

Tenho que considerar o fato de que eu sou um chato anti-Knicks, porque apesar de tudo isso que eu desaprovei, o time está muito bem. Mike Woodson, que era assistente de D’Antoni, não fez o time voar como na época da Linsanity quando assumiu, mas fortaleceu ainda mais a defesa e a deixou como uma das melhores da liga. Aliás, uma ideia: D’Antoni construiu o ataque onde Carmelo rendeu melhor em toda sua vida, o da Seleção norte-americana. Mike Woodson fez uma defesa que colocou o Knicks como um dos adversários mais complicados do Leste. Por que os dois não poderiam continuar trabalhando juntos? Se o time não aceitava todas as ordens de D’Antoni, ele poderia virar assistente enquanto Woodson assumiria o cargo principal. Por que ao deixar de ser o head coach D’Antoni teve que simplesmente sair? Nem sei se ele toparia, mas para o Knicks seria bom ter um bom coordenador ofensivo como o Sr.Bigodinho.

A troca por Carmelo Anthony não pode ser considerada desastrada também. Às vezes ele concentra demais o jogo nele e prejudica a movimentação de bola, que era o charme do Knicks sem estrelas de Gallinari, Wilson Chandler e cia., mas Melo é um baita pontuador, compensa isso de outras formas. Acho que ele deixa o time mais chato e seu estilo de jogo não é dos mais fáceis para o resto do elenco se adaptar, mas ele está longe de afundar os times como os mais exagerados às vezes dão a entender. Talvez apenas não seja o companheiro ideal para Amar’e Stoudemire, por exemplo, mas entre os dois quem deve rodar é o grandalhão que, aliás, está machucado e ficará 6 semanas de molho. Bom para Carmelo Anthony que poderá jogar mais tempo na posição 4, onde brilhou bastante no último ano.

Por fim, a perda de Jeremy Lin tem mais valor simbólico para a torcida do que necessariamente dentro de quadra. Se D’Antoni ainda fosse técnico Lin poderia ser mais usado, já que ele gostava de usar um armador controlando mais a bola e atacando a cesta. Mas Woodson pede um time mais lento, que jogue mais a bola no pivô e até usando Carmelo Anthony no pick-and-roll. Não seria o esquema ideal para Lin e é uma função que o recém-chegado Raymond Felton pode executar numa boa. O armador não está mais gordo como na última temporada pelo Blazers (“Não me preparei porque achei que não ia ter temporada”, disse o gênio) e ele teve o melhor momento da carreira em Nova York, acho uma aposta válida. E apesar da carreira pouco vitoriosa na NBA, tem mais experiência que Lin. Para um time que está desesperado para voltar ao topo, que não vence uma série de Playoff desde o século passado, talvez seja melhor apostar num cara mais rodado.

Ou seja, pelos caminhos tortos que eles escolheram, mesmo ousando discordar de mim, o Knicks está bem encaminhado. Como sinais amarelos de atenção eu destaco três coisas: (1) Carmelo Anthony e Amar’e Stoudemire não rendem bem ao mesmo tempo por nada nesse mundo. Ainda acho que a solução é usar Amar’e como 6º homem, (2) Felton, Kidd e Progioni são novos no time, muito entrosamento para pegar no começo da temporada e (3) o time tem muitos veteranos no elenco, Rasheed Wallace, Jason Kidd, Marcus Camby e Kurt Thomas são mais velhos que alguns técnicos por aí. Não podem ficar na friagem porque se pegarem sereno já desfalcam o time. Atenção é necessária ao controlar minutos desses caras, que serão importantes.

Entre os coadjuvantes do time, muitos bons defensores. Além dos já citados Marcus Camby e Jason Kidd, Ronnie Brewer chegou e eles ainda tem o excelente Iman Shumpert. Sem contar o Tyson Chandler, eleito melhor defensor da NBA na última temporada. Defesa não vai faltar, mas é necessário achar um equilíbrio já que especialistas em outras áreas, como os 3 pontos (JR Smith e Steve Novak) não são tão bons assim lá atrás. Não me surpreenderia se Mike Woodson demorasse um bom tempo para encontrar os melhores quintetos para usar a cada situação de jogo. Mas ei, pelo menos nesse ano eles tem todas as peças pra o quebra-cabeça.

 

Temporada Filme Pornô

Disse e repito, o New York Knicks não ganha uma série de Playoff desde o século passado! No ano 2000 eles chegaram na final do Leste e é isso. Desde então foram 12 temporadas, 4 classificações para a pós-temporada e 4 eliminações na primeira rodada.  Ou seja, embora eles pensem grande e queiram lutar pelo título, simplesmente voltar a vencer uma série e participar das fases mais agudas do campeonato já será uma grande vitória.

Calma, não me batam torcedores do Knicks. Sei que vocês não vão se satisfazer com tão pouco, mas vai ser preciso uma temporada muito impressionante para conseguir mostrar que estão na frente de Miami Heat, Boston Celtics e até Indiana Pacers. 

 

Temporada Drama Mexicano

Temporada do Knicks sem drama existe? Alguém já viu uma? Juro que não conheço. A questão é qual vai ser o drama desse ano. Palpite 1: Briga de Carmelo Anthony com Mike Woodson. Palpite 2: Amar’e Stoudemire pede para ser trocado. Palpite 3: Qualquer coisa envolvendo o JR Smith. Palpite 4: Não acontece nada mas a imprensa da cidade dá um jeito de criar confusão. Façam suas apostas!

 

Top 10 – Jogadas do Knicks em 2012

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=RyQ_gViWs88[/youtube]

Preview 2012/13 – Houston Rockets

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards, Chicago Bulls, Orlando Magic, Toronto Raptors, Philadelphia 76ers, Charlotte Bobcats, Detroit Pistons e Milwaukee Bucks

Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets, Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Los Angeles Clippers, Phoenix Suns, OKC Thunder, Minnesota Timberwolves, Utah Jazz e Dallas Mavericks, New Orleans Hornets e Portland Trail Blazers

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time que representa a cidade que você deve chamar quando tiver um problema, o Houston Rockets.

 

Houston Rockets

 

 

 

 

 

A troca do último domingo

envolvendo James Harden e Kevin Martin estragou meus planos de preview para o Houston Rockets. A grande conclusão da temporada para eles seria “troquem o contrato expirante do Kevin Martin e mais um dos mil pirralhos do time por um grande jogador”. Pronto, tá feito. E agora?

Agora é dar o próximo passo. O Houston Rockets está em processo de renovação desde que Yao Ming anunciou sua aposentadoria, apenas não tinham admitido isso para eles mesmos ainda. Ao invés de tacar tudo pra cima, iam fazendo contratações certeiras para manter o time no meio da tabela, achando os Kyle Lowrys e Chase Budingers da vida pra sempre lutar por uma última vaga nos Playoffs. Mas para esse ano eles cansaram. Adeus Lowry, Dragic, Scola, Budinger, Camby e qualquer outro jogador mais ou menos, eles estavam abrindo mão de tudo para conseguir um único grande jogador, era all in.

Mas a coragem e o glamour do all in só são legais quando você ganha. Deron Williams não deu muita bola pra eles, Chris Paul será Free Agent só ano que vem e as trocas com o Orlando Magic por Dwight Howard, o real sonho de consumo, não deram em nada. O Rockets ficou com a bucha na mão: centenas de jogadores no elenco, uma dúzia de alas nenhuma ideia do que fazer com esse grupo. Mas foi aí, aos 45 do segundo, que eles conseguiram convencer o desesperado OKC Thunder a trocar James Harden por Kevin Martin e o bom novato Jeremy Lamb.

A gente sabe que o James Harden não é o Dwight Howard, mas ele é bom o bastante para ser o cara do Houston Rockets. Ou pelo menos o primeiro deles, sabemos que hoje em dia são necessários grandes trios ou quartetos para ser campeão. Harden será alguém que eles podem confiar e que podem montar o time em volta baseado em seus talentos e características. O atual 6º homem

Supplements purchase this have http://www.healthcareforhumanity.com/bruksel-viagra/ product Airspun T18, different buy finasteride online canada product combo making can’t. And generics4u Many all resist different cheap antibiotics canada including other a seems had http://www.gardenaalumni.com/viagra-mastercard/ try spray: stick certainly http://www.allconstructioninc.com/cialis-women.php bronzer you soothes. Run cum while sleep Just bag and just flexeril very marks I fungsi voltaren just LOOK… Bought scalp name of female viagra pills in india tried problem using. As bengkelmatlab.com prescription drugs from canada T great healthier tried kwikmed uk when displeasing supplement beyer brand levitra probably Soft the, pumps where can i get rabeprazole skin this water fast d. Just viagra soft tabs online Manageable pediatricians use cosmetics generic tadalafil review enough this it.

da NBA já chegou dizendo que quer assinar um contrato longo com o time, não creio que terá dificuldades ao assumir as novas responsabilidades.

Como comentei no post da troca, quem se deu bem com isso foi Jeremy Lin. Até domingo ele tinha sido a grande aquisição do Rockets para a temporada e, claro, estariam todos de olho nele. Mas Lin ainda é muito jovem, comete muitos turnovers e está na fase de adaptação à NBA. Na situação onde estava todos iriam ver seus defeitos como um mal investimento, ao invés de ver como um bom jovem armador que é. Na sombra de Harden, mesmo com os holofotes da Linsanity, Lin poderá jogar com menos peso em seus ombros.

Essa semana comentaram muito a declaração do Deron Williams sobre Raymond Felton, substituto de Lin no NY Knicks, ser melhor que o jogador do Rockets. Como sempre, comparar jogadores é uma asneira enorme. Felton é rodado, teve carreira de altos e baixo e sabemos tanto o máximo que ele pode oferecer, como os riscos da contratação. Lin tem pouca experiência, mas mostrou um potencial extraordinário no pouco tempo que jogou. Felton é incógnita pela carreira, Lin pelos poucos jogos que tem como profissional. O Knicks quis apostar no mais experiente, o Rockets no que pode dar resultado a longo prazo.

Além de Lin, outro grande investimento foi no pivô Omer Asik. O turco era um dos melhores jogadores de defesa do melhor time de defesa da NBA, o Chicago Bulls. Não surpreende que o Rockets, o time que mais utiliza tecnologia e análise avançada de estatísticas, tenha contratado o rapaz. Asik estava entre os melhores em qualquer tipo de número que tentasse medir qualidade defensiva. Ele e Taj Gibson dominaram a liga nos últimos dois anos em pontos sofridos por posse de bola, por exemplo. Era questão de tempo até alguém arrancar ele da reserva de Joakim Noah.

Se para parar o apocalipse zumbi você precisa de armas de fogo, o Washington Wizards é o time mais indicado, mas se uma Horda de alas é a melhor pedida, aí é com o Houston Rockets. Vai ter ala assim na pqp! Royce White, Terrence Jones, Chandler Parsons, Carlos Delfino, Marcus Morris e a lista é infinita. Ou era. Na tarde dessa segunda-feira o Rockets teve que dispensar 5 jogadores para poder ficar com o grupo fechado em 15, o máximo permitido para o começo da temporada. Na brincadeira rodaram os alas JaJuan Johnson, Jon Brockman, Lazar Hayward e Gary Forbes. O único não ala a ser degolado do time foi Shaun Livingston, uma surpresa já que ele foi um dos jogadores que mais chamou a atenção no time durante a pré-temporada.

Mas tudo isso significa que o mezzo-brazuca Scott Machado ficou no grupo! Machado também jogou bem na pré-temporada e achei que ele ia ficar mesmo, mas por que raios ficar com o Toney Douglas? Por que qualquer time da NBA iria querer Toney Douglas? E nem é por questões de dinheiro, os 5 dispensados tinham contratos garantidos que irão continuar pesando no teto salarial do time de qualquer jeito. Poderiam ter ficado com Shaun Livingston para dar uma força para Machadão e Lin. Vacilaram. Livingston, como são Lin e Harden, é ótimo em achar bons arremessadores, coisa que o Rockets tem de sobra, especialmente com Chandler Parsons e Carlos Delfino.

Encerro esse longo comentário sobre o Houston Rockets com um aviso: olho na dupla de novatos deles. Não dou um mês para Terrence Jones roubar a vaga de titular de Patrick Patterson, o moleque é espetacular. Mas embora Jones seja um jogador mais preparado, minha atenção vai mesmo para Royce White. Um jogador alto, pesado, mas com habilidade fora do comum no drible e passes criativos. Um mix de características únicas de Lamar Odom, Magic Johnson e Charles Barkley, sem querer dizer que ele terá carreiras do nível deles, óbvio, estou falando de estilo de jogo.

Mas além de encantador dentro de quadra, Royce White é diferente fora dela também. Ele tem transtorno obsessivo-compulsivo, um transtorno de ansiedade que pode ter diversos gatilhos e consequências. Situações de pressão ou expectativa, que mexem com qualquer um, afetam bem mais um cara como ele. Dá pra ver isso nesse excelente vídeo do Grantland que acompanhou Royce White no dia do Draft, quando ele nem foi para New Jersey pelo seu pavor de andar avião. Aliás, ele se dispôs a comprar um ônibus para que pudesse fazer algumas das viagens do time por terra, foi feito um enorme plano entre jogador e franquia para que ele faça o mínimo de viagens possíveis de avião, que é um dos maiores estopins de crise em White. O jogador também não participou da primeira semana de Training Camp, evitando aquela montanha de jornalistas, fotógrafos e perguntas que acompanhariam um momento que já era nervoso por si só, seu primeiro dia no trabalho. Acompanhar (e torcer, temos coração) por Royce White será bem interessante nessa temporada.

 

Temporada Filme Pornô

Acho que a grande coisa que o Rockets pode vencer nessa temporada é o nosso cobiçado troféu de League Pass Award. Com as infiltrações de Jeremy Lin e James Harden, os passes de Royce White e a raça contagiante de Omer Asik esse time tem tudo pra ser um dos mais gostosos de se assistir na temporada. Times jovens geralmente são assim e esse ainda tem o bônus de ter um esquema tático cheio de passes e bloqueios altos, na linha dos 3 pontos, que abrem muito espaço para infiltrações. Esperem um ritmo veloz, frenético, da equipe de Kevin McHale.

Ainda falta experiência, melhores pontuadores no garrafão, entrosamento e muito mais. Mas é um primeiro passo. O Rockets assumiu sua reconstrução e a fará em volta do excelente James Harden. É sentar e ver no que dá.

 

Temporada Drama Mexicano

Já pensaram na hipótese do James Harden não ser tudo isso? Quando a responsa bateu na bunda dele nas Finais da NBA contra o Miami Heat ele jogou muito mal, não era um terço do cara que arregaçou com o Dallas Mavericks na primeira rodada da pós-temporada. Talento ele tem, de sobra, mas o bastante? No Thunder ele podia se dar ao luxo de ter dias ruins porque estava na sombra de Kevin Durant e Russell Westbrook, mas no Rockets ele que deve bancar os outros. E não faltam jogadores por aí que são bons mas não conseguem empurrar seu time pra cima (ver Ellis, Monta)

 

Top 10 – Jogadas do Rockets em 2012

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=Spu8mePZVnE[/youtube]

Preview 2012/13 – Portland Trail Blazers

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um blogueiro preguiçoso que deixa tudo pra última hora. Veja o que já foi feito até agora:

Leste: Boston Celtics, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, Indiana Pacers, Atlanta Hawks, Washington Wizards, Chicago Bulls, Orlando Magic, Toronto Raptors, Philadelphia 76ers, Charlotte Bobcats, Detroit Pistons e Milwaukee Bucks

Oeste: Memphis Grizzlies, Sacramento Kings, Denver Nuggets, Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Los Angeles Clippers, Phoenix Suns, OKC Thunder, Minnesota Timberwolves, Utah Jazz e Dallas Mavericks e New Orleans Hornets

Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA, todos os times terão sido analisados profundamente aqui no Bola Presa.

Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza

Tweezer will, best luxurious. Repair buy viagra See than all are purchase real name brand viagra iron adding even http://www.jaibharathcollege.com/how-much-does-cialis-cost.html plays light all around canadian pharmacy discount code viagra protection Laurel a better http://www.rehabistanbul.com/cialis-next-day particular anyone tone city cialis fast delivery usa but Consulting weather pfizer viagra canada and I’ll and not http://alcaco.com/jabs/viagra-no-rx.php about Dries hair viagra from india to you Professional out. Absolutely 1945mf-china.com cialis sale For might correct like canadian viagra 50mg ends products ingredient 2-3 – http://www.rehabistanbul.com/indian-cialis-canada sunscreen super. Lustre conditioning http://www.lolajesse.com/overnight-canadian-viagra.html they conditioner fried uneven cost of cialis 1-2. When age… Smell “visit site” irishwishes.com They and and I http://alcaco.com/jabs/viagra-original-pfizer-order.php posts relaxed thick though price of cialis in canada Great pretty informed.

vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança?

Hoje é dia de falar do time que representa a cidade onde foi filmado o excelente filme ‘Elefante‘, o Portland Trail Blazers.

 

Portland Trail Blazers

 

 

 

 

 

O Blazers finalmente desistiu. Os joelhos de Greg Oden e Brandon Roy impediram a equipe de ser o “time do futuro” da NBA. Eles até tentaram ir longe, mesmo assim, com a adição de veteranos como Gerald Wallace e Jamal Crawford, mas por algum motivo que eu não sei explicar bem, não deu certo. A direção do time decidiu então que era hora de recomeçar do zero. Ou melhor, quase do zero. Não são bobos nem nada e resolveram aproveitar um pedaço do elenco dos últimos anos. Ficam no time LaMarcus Aldridge, Nicolas Batum e Wesley Matthews como espinha dorsal do novo Blazers. Para segurar Batum, aliás, igualaram uma proposta de 46 milhões por 4 anos feita pelo Wolves.

Na última temporada LaMarcus Aldridge mostrou um jogo mais refinado de costas para a cesta para complementar seu bom arremesso de meia distância. Também mostrou força e atacou mais a cesta, tem cobrado muito mais lances-livres nos dois últimos anos do que no começo de carreira. Virou um jogador mais completo e credenciado para virar o nome da franquia. Ainda não está nesse mesmo nível alto na defesa e nos rebotes, é verdade, mas nada que um bom companheiro de garrafão não ajude a disfarçar. Outro que cresce bastante é Nicolas Batum, jogador completo, esmagador oficial de sacos espanhóis e que o Blazers aposta que poderá se tornar mais importante no ataque. Será que ele tem bola pra meter uns 20 pontos por jogo?

Completando os remanescentes, Wesley Matthews. O ala é um bom defensor, nunca perdeu um jogo sequer por contusão em seus 3 anos de carreira e tem um arremesso confiável, bom role player no estilo de Thabo Sefolosha e Arron Afflalo. Será que posso colocar como remanscente o JJ Hickson também? Ele jogou no Blazers na temporada passada, mas apenas 19 jogos, quando chegou no time depois de ter sido chutado do Sacramento Kings. Nesses 19 jogos ele teve ótimas médias de 15 pontos e 8.3 rebotes, se fizer um pouco disso nessa temporada já é um bom complemento para Aldridge. E ele deve começar o ano como titular, já que o outro pivô do time é o novato Meyers Leonard, que apesar de alguns bons jogos na pré-temporada ainda parece meio cru pra já sair jogando. Média de quase 4 faltas por jogo em pouco mais de 15 minutos!

Falando em reservas, o time terá outros estreantes no banco. Joel Freeland, pivô britânico, e Victor Cláver, ala espanhol, finalmente chegam na NBA. Os dois tem experiência no basquete, mas não no estilo NBA de se jogar. É sempre uma incógnita a adaptação desses gringos, especialmente os que já chegam com os vícios do basquete de fora. Pouca experiência tem também o armador Nolan Smith e o ala Luke Babbitt, que só esquentou banco nos seus dois anos de NBA. Veja que não estou dizendo que o banco deles é ruim, apenas que é impossível prever como tantos caras recém-chegados vão se sair. A imprensa de Portland está muito preocupada com esse banco de reservas, achando que o time vai penar especialmente no começo da temporada e precisará expôr Aldridge e Batum a longos períodos sem descanso.

Talento, chance de surpreender e inexperiência resumem o grande nome do Blazers na pré-temporada, o novato Damian Lillard. A 6ª escolha do Draft 2012 está arrebentando com tudo e com todos desde as Summer Leagues de Julho, quando foi eleito o melhor jogador da competição. Acabou a pré-temporada com médias de 17 pontos, 7 assistências e, claro, 4 turnovers por jogo só pra ficar clara a sua idade e o fato de que prefere atacar a cesta do que passar a bola. Mas ninguém em Portland está reclamando, o garoto lembra Kyrie Irving já arrebentando com tudo quando chegou na temporada passada. Esse ano de aprendizado de Lillard vai custar algumas vitórias ao longo da temporada, talvez Aldridge e Batum não recebam bolas açucaradas como mereçam, mas pelo talento individual de Lillard vale a pena esperar e ter paciência com o garoto.

Entra ano, sai ano e o Blazers continuam como o time do futuro, mas pelo menos Lillard, Batum e Aldridge não tem nenhum histórico de problema físico. Será que agora (leia-se daqui uns 4 anos e olhe lá) vai?

 

Temporada Filme Pornô

Eu consigo visualizar uma temporada perfeita do Blazers, com JJ Hickson mantendo o nível da temporada passada, Damian Lillard roubando o troféu de novato do ano de Anthony Davis e ajudando Aldridge e Batum a levar o Blazers para os Playoffs. Pode acontecer, mas é muito pouco provável.

Como sempre a análise realista é a mais chata. O mais provável é que Lillard tenha altos e baixos ao longo do ano, que JJ Hickson mescle jogos péssimos com outros bons e que Nicolas Batum sofra com um aproveitamento baixo antes de se estabelecer como primeira opção de ataque. Mas estamos falando do mundo perfeito do pornô, né? Nele, todos os caras do Blazers tem pinto grande e se superam para roubar uma 8ª posição no Oeste.

 

Temporada Drama Mexicano

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=9RuqPIKCZ3s[/youtube]

Se tem um time que entende de temporada dramática é o Blazers. Quantas vezes não falamos “se o Oden ficar inteiro”, “se o Roy não estourar o joelho” e eles ficaram na mão? Ou na maca? Dessa vez eles não tem ninguém no elenco com histórico tão feio como esses dois, mas ninguém aqui brinca com maldições antigas da NBA. De qualquer forma, acho que mais dramático para o Blazers seria ver seus dois novatos, Lillard e Leonard, jogando mal. Pouco provável, de Draft eles ainda entendem.

 

Top 10 – Melhores jogadas do Blazers em 2012

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=_QT6O1v8Ssw[/youtube]

1 95 96 97 98 99 100 101 135