🔒Filtro Bola Presa #9

🔒Filtro Bola Presa #9

Chegamos ao último Filtro Bola Presa de 2015! Hora de desejar Feliz Natal e um ótimo ano novo para todos da família de assinantes do blog. Mas saiba que esse fim de ano não foi bom pra todo mundo, por exemplo para Tony Wroten, ex-armador do Philadelphia 76ers que foi dispensado pela equipe para abrir espaço para a troca que trouxe Ish Smith.

🔒 Você não é Steph Curry

🔒 Você não é Steph Curry

Na transmissão da partida entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers no Natal, Mark Jackson, comentarista e ex-treinador do Warriors, fez o seguinte comentário:

“Steph Curry é ótimo. Ele é o MVP, um campeão. Entendam o que estou dizendo quando digo isso: ele está prejudicando o jogo. E o que eu quero dizer é que quando eu entro nesses ginásios de colegial, vejo as crianças jogando e a primeira coisa que elas fazem é correr para a linha dos 3 pontos. Você não é Steph Curry. Trabalhe em outros aspectos do seu jogo, as pessoas acham que Curry é só um arremessador, mas é mais que isso”.

🔒 Filtro Bola Presa #8

🔒 Filtro Bola Presa #8

A temporada do Warriors é tão absurda com sua única derrota até agora que acaba ofuscando um pouco o restante da liga. Mas na miúda, sem muita atenção, eis que o Spurs já está com uma diferença de pontos (a média de pontos que o time faz a mais do que leva por jogo) de surreais 13.2, maior do que os 13.1 do Warriors. E se vencer os adversários por uma média de mais de 10 pontos já é assustador, o que dizer da marca dos últimos 9 jogos, em que o Spurs venceu suas partidas com uma vantagem média de 22.2 pontos? Não são vitórias, são atropelamentos. Parte essencial desse resultado é a defesa do Spurs, que estatisticamente é a melhor que a equipe coloca em prática desde a temporada 2003-04. Se o ataque ainda tem bastante o que melhorar, imagina só o tamanho do estrago que essa equipe pode fazer nessa temporada.

🔒 LeBron como pivô

🔒 LeBron como pivô

Na temporada 2005-06, Boris Diaw teve o melhor momento de sua carreira. Depois de começar como armador reserva no Hawks, chegou ao Suns e rapidamente foi improvisado como pivô no meio da loucura tática do técnico Mike D’Antoni, que pregava velocidade e o máximo possível de arremessos dados em 7 segundos ou menos passados no cronômetro de cada posse de bola. Com 2,03m de altura, o pivô improvisado teve naquela temporada médias de 13 pontos, 7 rebotes, 6 assistências, 1 toco e 0.7 roubos por jogo – tudo, com exceção dos roubos, são a melhor marca de sua carreira de 13 temporadas na NBA. Ganhou o prêmio de jogador que mais evoluiu na temporada, se tornou uma das marcas do sucesso do Suns e do Mike D’Antoni, e abriu as portas para que toda a NBA repensasse o papel dos pivôs e o que significava vir determinado como tal num boxscore. Afinal de contas, Diaw jogava mesmo como pivô? Com seu tamanho diminuto, passava tempo dentro do garrafão?

🔒 Como se divertir antes e durante um jogo da NBA

🔒 Como se divertir antes e durante um jogo da NBA

Lembro quando comecei a assistir basquete, ainda criança, nos anos 90. Naquela época as minhas apostas para quem iria vencer um jogo eram bem simples, minha irmã mais velha escolhia um time para torcer, eu pegava o outro e a gente se desafiava. Assim ela torcia para o Phoenix Suns de Charles Barkley, eu era o Chicago Bulls de Michael Jordan. Ela era River Plate nas transmissões do Campeonato Argentino no “canal 16”, eu era Boca Juniors, e seguia assim a vida toda: ela Milan, eu Sampdoria, ela Real Madrid, eu Barcelona e só concordávamos na hora de torcer para o Corinthians. Difícil acreditar que não crescemos viciados na jogatina.