🔒 Filtro Bola Presa #3

Bem-vindos ao segundo Filtro Bola Presa aberto apenas para nossos assinantes no Apoia.se. Vocês, queridos assinantes, poderão acompanhar o Filtro todo sábado com exclusividade!

Para quem ainda não conhece, o conceito do Filtro Bola Presa é simples: uma espécie de resumo semanal em que fazemos um apanhado de pequenas histórias que nunca iriam virar textos grandes, mas que merecem alguma atenção. Pode ser um vídeo, uma notícia, uma estatística, um passe de bunda do Kevin Durant.

🔒 A morte do ala de força

🔒 A morte do ala de força

Quando Hakeem Olajuwon, um dos maiores pivôs que já existiram, foi campeão em 1995 pelo meu Houston Rockets, seu principal companheiro de garrafão praticamente não ficava no garrafão: Robert Horry, campeão no ano anterior pelo Rockets jogando como “small forward”, foi colocado como ala de força quando Otis Thorpe foi trocado no meio da temporada. Desde então nunca mais voltou à sua posição de origem: ganhou outros 5 títulos na NBA, ainda que em papéis pequenos, como um ala de força que arremessava no perímetro.

🔒 Filtro Bola Presa #2

🔒 Filtro Bola Presa #2

Bem-vindos ao primeiro Filtro Bola Presa aberto apenas para nossos assinantes no Apoia.se. A primeira edição e o Filtro especial da pré-temporada estão disponíveis a todos os nossos leitores, mas a partir de hoje os nossos assinantes poderão acompanhar o Filtro Bola Presa todo sábado com exclusividade!

Para quem ainda não conhece, o conceito do Filtro Bola Presa é simples: uma espécie de resumo semanal em que fazemos um apanhado de pequenas histórias que nunca iriam virar textos grandes, mas que merecem alguma atenção. Pode ser um vídeo, uma notícia, uma estatística, uma curiosidade, mesmo que mínima. Afinal tudo vale a pena quando a alma não é pequena!

🔒 Los Angeles Lakers ladeira abaixo

🔒 Los Angeles Lakers ladeira abaixo

Em 1960, a vencedora franquia do Minneapolis Lakers deixou a cidade dos lagos para se mudar para a capital mundial do entretenimento, Los Angeles. Com 5 títulos na bagagem, o novo time não demorou para se adaptar à metrópole, que abraçou seu novo time e o transformou ao longo das décadas em um dos símbolos mais fortes do segundo maior centro urbano dos EUA. Sem um time de futebol americano para chamar de seu, o povo angelino abraçou a história vencedora do Lakers para representá-los na cena nacional.

Essa sincronia funcionou por um alinhamento de sentimentos e resultados. O Los Angeles Lakers assumiu a personalidade local: somos os maiores, os mais importantes e, acima de tudo, os mais famosos. A megalomania das grandes cidades está presente lá, mas sem a auto-ironia de Nova York. O Lakers, como sua nova cidade, jamais iria admitir seus defeitos ou rir de seus problemas. Do estrelismo de Wilt Chamberlain ao showtime de Magic Johnson, o Lakers queria ser e era o centro do mundo. As celebridades batendo palmas na plateia eram tão ou mais importantes que a qualidade do basquete na quadra.

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