Protegido: 🔒 As estrelas solitárias

Protegido: 🔒 As estrelas solitárias

Toda a polêmica que cercou a decisão de Kevin Durant de mudar de time na última offseason carregava com ela a questão da narrativa. Apenas ser campeão, que deveria ser o objetivo final de qualquer atleta no esporte, não era maior do que COMO ser campeão. Se ele não era o maior nome do time, ou se não participou do processo de formação da equipe, o valor da conquista seria menor. Sem as respostas que algumas pessoas consideram “certas”, o possível e eventual futuro título de Durant valeria mais ou menos.

Essa visão, às vezes inconsciente, de condenar quem parece escolher um caminho mais fácil acaba respingando em outros jogadores. Sempre criticado por seu estilo de jogo quase irracional e instintivo, Russell Westbrook de repente virou um exemplo de lealdade ao decidir renovar seu contrato com o OKC Thunder, por exemplo. Mas a beleza da historinha tem um porém: apesar de estar com uma INACREDITÁVEL média de triple-double após 15 jogos de temporada, seu time está ralando e sobrevivendo a diversos jogos apertados para ficar perto dos 50% de aproveitamento.

Protegido: 🔒Filtro Bola Presa #28

Protegido: 🔒Filtro Bola Presa #28

Todo mundo odeia as segunda, ama as sextas e assiste futebol nas quartas. Que graça tem a terça-feira? É dia de Filtro Bola Presa, o momento para ficar por dentro de tudo o que jamais iria virar um post de 19 parágrafos no Bola Presa. Entre vídeos, estatísticas causos e boas matérias espalhadas por aí, o que temos pra hoje?

Que tal começar falando de ÓCULOS? Nada mais excitante que falar de troços que penduramos nas orelhas para enxergar o mundo. Mas Kawhi Leonard não usa óculos para enxergar melhor, muito pelo contrário. O óculos que ele usa visa ATRAPALHAR a sua visão.

Protegido: 🔒O que o basquete brasileiro pode aprender com a NBA

Protegido: 🔒O que o basquete brasileiro pode aprender com a NBA

A semana que se passou foi trágica – e decisiva – para o basquete brasileiro. Depois de anos de falta de organização, não pagamento de dívidas, descaso com o basquete da base, ausência de transparência e nenhum plano de reestruturação, a Confederação Brasileira de Basquete foi suspensa pela FIBA de quaisquer competições internacionais que pudesse disputar. Os motivos, que foram mais claramente elencados pelo Fábio Balassiano – que, como todo fã de basquete sabe, está cantando essa bola há anos – foram suficientes para que a FIBA entendesse que nossa Confederação não cumpre suas promessas, não tem capacidade de auto-organização e, pior, não dá sinal algum de mudança de curso. O cenário desastroso culminou com a CBB abrindo mão de participar dos campeonatos Mundiais Sub-18 (em que as seleções brasileiras só compareceram por intervenção direta da Liga Nacional de Basquete), o cancelamento de todos os torneios brasileiros de base do ano e a não realização da etapa brasileira do Mundial 3X3. Frente a isso, e como tudo indicava que os envolvidos diretos nesse desastre organizacional iriam continuar no controle da entidade após as eleições do próximo ano, a FIBA entendeu que era necessário intervir.

Protegido: 🔒Filtro Bola Presa #27

Protegido: 🔒Filtro Bola Presa #27

Mais um Filtro começando com o que de melhor, pior ou mais menos aconteceu na última semana e não virou e nem jamais iria virar um textão no Bola Presa. Para começar, que tal um jeito de fazer seu amigo(a) ou namorado(a) ficar por dentro da NBA?

Não estou falando da nossa Semana dos Novatos, estou falando de usar um grande clássico do cinema mundial para explicar a HISTORINHA por trás do jogo. Quem são os protagonistas, vilões e personagens mais interessantes dessa brincadeira? Este excelente e importante trabalho do BuzzFeed compara a NBA a ‘Meninas Malvadas’, o filme mais importante deste século.

Protegido: 🔒Quem quer ser o vilão?

Protegido: 🔒Quem quer ser o vilão?

Após uma vitória sobre o Portland Trail Blazers em 2011, LeBron James, então em seu primeiro ano no Miami Heat, foi perguntado sobre as suas interações frequentes com as torcidas adversárias naquele ano. Da onde vinham as provocações, encaradas e exibição de músculos? “Eu meio que aceitei o papel de vilão que me deram”, ele disse, “estou bem com isso”. Alguns meses antes, como resposta a avalanche de críticas que LeBron recebeu pela maneira que saiu do Cleveland Cavaliers, a Nike preparou um comercial onde a grande estrela da marca se perguntava, de maneira irônica, exatamente sobre esse tema. “Deveria me tornar um vilão? Deveria ser o que vocês querem que eu seja?”

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