Contratados e Analisados #2

Contratados e Analisados #2

Para se manter atualizado das contratações da offseason, fique de olho na nossa Planilha de Free Agents

Harris

Devin Harris – Dallas Mavericks (9 milhões por 3 anos)

Parece que foi outro dia que Devin Harris era um promissor armador na NBA, mas seu auge já passou e ele já é um balzaquiano. No meio do caminho, perdeu um pouco da velocidade que tanto o marcou no começo de carreira. Depois que chegou a marcar 21 pontos por jogo no New Jersey Nets em 2008-09, seu desempenho foi caindo aos poucos ano a ano.

Ele renasceu, porém, quando voltou a seu time de origem, o Dallas Mavericks. Como reserva na temporada passada, conseguiu fazer bons jogos e se destacou em especial nas primeiras partidas da série contra o San Antonio Spurs. É sempre bom ter um cara que gosta de atacar a cesta no banco de reservas; como um especialista em 3 pontos, é o tipo de jogador necessário para quebrar alguns tipos de defesa e promover um boost ofensivo que pode mudar a cara do jogo.

Mas será que Harris ainda é esse cara? Existiram bons momentos no ano passado, mas nada que empolgue muito. E pior que o novo contrato é de 3 anos, dá pra imaginar Harris explodindo para o meio da defesa no auge dos seus 33 anos? Ele não é nenhum Highlander como Jamal Crawford. Segundo dados do SynergySports, na temporada passada ele só passou dos 40% de aproveitamento em um tipo de situação ofensiva: contra-ataques. Em arremessos parado, vindo do drible, isolações e pick-and-roll, tudo na casa dos 20% ou 30%. Até nas bolas de 3 pontos, onde ele havia melhorado nos dois anos anteriores (36% e 35%), voltou a cair para os 30% de aproveitamento.

O preço foi muito bom e não atrapalha em nada a flexibilidade do Dallas Mavericks, mas existe o risco do time precisar mais de Harris do que se imagina, especialmente se a aposta em Raymond Felton não dê resultado.

 

Lowry

Kyle Lowry – Toronto Raptors (48 milhões por 4 anos)
Greivis Vásquez – Toronto Raptors (13 milhões por 2 anos)

O Toronto Raptors foi uma das grandes histórias da última temporada. Conseguiram trocar os até então inegociáveis contratos de Rudy Gay e Andrea Bargnani e, quando todos achavam que iriam ruir, conseguiram a melhor campanha do ‘resto’ do Leste, atrás apenas do hiper favoritos Miami Heat e Indiana Pacers. Mas o elenco muito jovem sofreu nos Playoffs e perderam dois jogos em casa para o experiente Brooklyn Nets, inclusive o Jogo 7.

Com uma porrada de Free Agents no grupo, surgiram dúvidas: dá pra segurar todo mundo? Vale a pena segurar um monte de gente que nem passou da primeira rodada? Será que era só gente desesperada atrás de um contrato novo?

Eram riscos, claro, mas era obrigação moral do Raptors dar mais uma chance para um time que foi tão longe. Especialmente porque com o enfraquecimento de Heat (sem LeBron James) e Pacers (sem Lance Stephenson), a conferência está mais aberta do que nunca. Kyle Lowry foi o grande pontuador do time nos quartos períodos, o criador de jogadas e o melhor defensor individual. Saiu caro, é claro, mas quando um cara encaixa tão bem assim, é bom apostar. Lowry tinha fama de ser difícil no vestiário, mas parece ter se encontrado com esse grupo, Toronto pode ser o que Memphis foi para o também difícil Zach Randolph.

Quem também saiu caro foi Vásquez, especialmente porque vai se pagar mais de 6 milhões de dólares para um reserva. Mas, se você pensar bem, faz sentido. O armador venezuelano, além de substituir o titular na armação, teve ótimas atuações ao lado de Lowry. Com boa altura para marcar os shooting guards e bom aproveitamento em arremessos (38% em bolas de 3 pontos), ele será mais do só um backup. A duração de seu contrato, 2 anos, também é boa. Em 2016 vão começar os papos de renovação com Terrence Ross e Jonas Valanciunas e DeMar DeRozan estará entrando no último ano de seu contrato. Também está sendo um ano antecipado como um dos com mais variedade de bons jogadores disponíveis na Free Agency. 

 

Carter

Vince Carter – Memphis Grizzlies (12 milhões por 3 anos)

Se Devin Harris parecia acabado, o que dizer de Vince Carter e seus 37 anos?! Mas por incrível que pareça, o Vinsanity arranjou um jeito de ser eficiente nos últimos anos de sua carreira. Ele desenvolveu bom arremesso de longa distância, com 40% da linha dos 3 pontos (44% na diagonal esquerda do ataque, de longe da onde ele mais tentou arremessos) e, mais importante, criou ótimo entrosamento com o pivô Brendan Wright em Dallas. Os dois faziam um jogo de pick-and-roll mortal, com ponte aéreas, criação de jogadas, infiltrações e tudo mais que envolve a jogada. Carter teve 42% de acerto de arremessos em jogadas terminadas no pick-and-roll, 21ª melhor marca da liga.

Certamente é estranho dar um contrato de 3 anos para um cara de quase 40. Também não dá pra garantir que ele terá o mesmo sucesso sem a parceria com Wright e sem Rick Carlisle no banco. O técnico do Mavs é um dos melhores criadores de jogadas de ataque da NBA; enquanto o Memphis Grizzlies, seja antes com Lionel Hollins ou agora com Dave Joerger, não é conhecido por um ataque fluído e fácil.

 

Meeks

Jodie Meeks – Detroit Pistons (19 milhões por 3 anos)

Todo mundo fica falando mal do Mike D’Antoni, mas tá aí outro grande contrato conseguido por um jogador que só rendeu sob os comandos de antigo treinador do Los Angeles Lakers. Mas sejamos justos também, apesar de beneficiado pelo espaço e velocidade que só D’Antoni sabe criar, Meeks mostrou uma grande evolução individual: está mais confiante no próprio drible, passou a atacar mais a cesta, especialmente em contra-ataques, e até na defesa ele não é mais uma negação, como era alguns anos atrás.

Ele não é gênio, não é grande defensor e nem vai resolver todos os muitos problemas do Detroit Pistons, mas foi uma boa contratação porque responde a pelo menos um deles. Ano passado o Pistons foi o segundo pior time da NBA em aproveitamento de 3 pontos (32%), justamente a especialidade de Meeks. E mais do que isso, o ala/armador teve a 10ª melhor marca de toda a NBA em pontos por arremesso na última temporada. A marca conta quantos pontos um jogador marca a cada posse de bola onde ele finaliza o ataque; Meeks conseguiu uma média de 1,09 pontos a cada posse de bola onde ele arremessou.

 

Mike Miller

Mike Miller – Cleveland Cavaliers (5.5 milhões por 2 anos)
James Jones – Cleveland Cavaliers (1.4 milhão por 1 ano)
Brendan Haywodd – Cleveland Cavaliers (2 milhões por 1 ano)

O primeiro resultado da ida de LeBron James ao Cleveland Cavaliers! Com o melhor jogador da galáxia por lá, o time tem tudo para se tornar um imã de bons veteranos nos próximos anos.  Por enquanto só vieram Mike Miller e os limitadíssimos Brendan Haywood e James Jones. É pouco, claro, mas eu acho que tem a ver com o fato do Cavs não querer passar muito do salary cap nesta e na próxima temporada, lutando pela chance de adicionar mais uma estrela ao time.

Em Miami, LeBron conseguiu atrair Ray Allen, Rashard Lewis e o próprio Mike Miller. Em Cleveland a expectativa é por Kevin Love. O mundo dos boatos diz que Love toparia uma extensão de contrato caso fosse trocado do Wolves para o Cavs, algo que ele certamente não faria se não fosse para jogar com King James.

 

Hayward

Gordon Hayward – Utah Jazz (63 milhões por 4 anos)

Sim,  o Utah Jazz decidiu usar seus poderes e igualou a oferta de 63 milhões por 4 anos que o Charlotte Hornets havia oferecido a Gordon Hayward. Como Hayward era um Free Agent Restrito, o Jazz tinha esse poder. Mas antes que vocês pirem com o valor do contrato, vamos lembrar de algumas coisas: (1) Há um ano, o Jazz perdeu, sem receber nada em troca, Al Jefferson, seu melhor jogador, para o mesmo Hornets (na época, ainda Bobcats); (2) Também no ano passado, eles perderam Paul Millsap para o Altanta Hawks em troca de nada; (3) Quando o Jazz perdeu Carlos Boozer para o Chicago Bulls, em 2010, eles só conseguiram arrancar uma trade exception no negócio.

Ou seja, tirando por Deron Williams, o Jazz tem um histórico recente de perder seus melhores jogadores sem receber nada em troca. Culpa deles que não trocam o cara quando podem? Um pouco. Culpa por não conseguir convencer os caras a ficarem? Também. Mas antes que consigam acertar tudo isso, vão ter que gastar mais do que planejado para não ficar andando pra trás.

Para os próximos anos, o Utah Jazz gastará quase 25 milhões por ano com a dupla Gordon Hayward e Derrick Favors, sendo que nenhum deles conseguiu se estabelecer ainda como um jogador de alto nível. Nenhum deles ronda as conversas de All-Star Game. Os dois são bons e ainda jovens, mas para onde vão carregar a equipe? Tudo se compensa de outro lado, porém. Favors ganha seu montante pelos próximos 4 anos, assim como Hayward. Só depois que os dois negócios acabarem que o Jazz terá que se preocupar em dar uma extensão de contrato para os dois caras que realmente podem levar o time a outro nível: Trey Burke e Dante Exum. No meio do caminho, de problema sério, só uma possível renovação com Enes Kanter. Sabemos como pivôs saem caro e como sempre tem time pagando fortunas, talvez não dê para segurá-lo após pagar esse PIB de país médio para Hayward.

Em defesa do ala do Jazz, é bom lembrar que apesar das 4 temporadas de experiência, ele só tem 23 anos. Dava pra ser novato e ainda tem o que evoluir! E no último ano teve ótimas médias de pontos (16) e, mais importante, assistências: 5.2, número muito expressivo para um ala. Sem contar a defesa, que tem melhorado aos poucos. Com dois armadores agressivos, é bom ter um ala que gosta de passar a bola e facilite o jogo fazendo essa transação entre quem ataca a cesta e quem finaliza as jogadas, sejam pivôs ou arremessadores. Meio como Boris Diaw ou Joakim Noah, Hayward é importante jogando no meio da quadra e fazendo a bola girar. É duro pagar 15 milha pro cara fazer isso, mas tem hora que é a única saída.

Hawks reformulado

Hawks reformulado

Quando o Atlanta Hawks não renovou o contrato de Rick Sund, seu General Manager, já dava pra prever que eles queriam algumas mudanças no elenco. Quando anunciaram Danny Ferry para o cargo era de se esperar que muitas negociações malucas estavam para acontecer. Ferry é ex-GM do

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Cleveland Cavaliers, foi ele que falhou em dar um elenco de apoio bom a LeBron James. Mas não foi por falta de tentativa, mesmo com um elenco não tão interessante para usar de isca, conseguiu fazer inúmeras trocas que colocaram ao lado de King James caras como Mo Williams, Shaquille O’Neal e Antawn Jamison. Não deu certo, mas ele nunca ficava parado.

Em pouco tempo de Hawks, Ferry já mostrou sua marca registrada e chacoalhou um dos elencos mais estáveis dos últimos anos. Ontem mesmo foi oficializada a troca do ala Marvin Williams pelo armador Devin Harris com o Utah Jazz. Mais impressionante que esse negócio foi a troca, ainda não assinada mas já confirmada, de Joe Johnson para o Brooklyn Nets. O cara com um dos maiores contratos da NBA, que até outro dia era considerado impossível de ser trocado por ser muito caro, vai para o novo time do Brooklyn em troca de Jordan Farmar, Anthony Morrow, DeShawn Stevenson, Jordan Williams, Johan Petro e uma escolha de 1ª rodada do Draft. A escolha é originalmente do Rockets e protegida para o Top-14.

 

Por que raios o Hawks trocou um de seus melhores jogadores por um pacote de atletas que não seriam titulares em nenhum time da NBA? Arrependimento. Claramente eles não estavam contentes com aquele contrato de 120 milhões de dólares por 6 anos com Joe Johnson, especialmente porque ainda faltam 4 anos para o fim dele! JJ não foi mal na última temporada se considerarmos só o basquete, apesar de pegarmos no pé dele pelos arremessos forçados, teve bom aproveitamento em pontos por posse de bola, por exemplo. Ainda é um excelente jogador! Mas se pensarmos no merecimento para tamanha grana, deveria ter jogado umas 100 vezes

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melhor. Sem contar que o Hawks estava obviamente empacado, por quantos anos mais iam ter paciência pra ir bem na temporada regular e perder na 1ª ou 2ª rodada dos Playoffs? Estão parados e com o contrato de JJ não conseguiam se reforçar.

Apesar da vergonha de ser o time que emprega Johan Petro, o pacotão recebido tem muitos contratos que acabam logo nesse ano, como é também o de Devin Harris recebido do Jazz. O de Marvin Williams tinha mais 2 anos de duração. Tudo isso indica que o time está pensando em construir uma nova base, um novo futuro. Eles não tem hoje muitos jogadores jovens e boas peças de troca, mas poucos times por aí tem um garrafão tão forte como Josh Smith e Al Horford para iniciar uma reconstrução. Nesse ano podem ser razoáveis mais uma vez com o trio Harris, Smith e Horford, mas a prova de fogo é na próxima temporada: Eles terão muito espaço na folha salarial, terão que oferecer uma renovação de contrato para Josh Smith e procurar um terceiro jogador para o time deslanchar. Dá pra esperar muita criatividade, entre erros e acertos, de Danny Ferry até esse dia chegar. Hoje ele não fez nada de genial, mas começou a limpar a casa.

Normalmente faria a análise do lado do Brooklyn Nets agora também, mas com eles é melhor esperar. Logo depois de anunciar a renovação com Gerald Wallace, também parecem estar próximos de reassinar com Deron Williams. Nas próximas 48 horas o armador deve dar uma resposta final e aí poderemos fazer uma análise com calma da situação do Nets, incluindo as chances que eles tem de ainda contarem com Dwight Howard. Vale a espera!

Jazz derrota Suns e está nos playoffs

Jazz derrota Suns e está nos playoffs

Não tive tempo de fazer um Resumo da Rodada na hora certa, mas vale falar do jogo que decidiu a última vaga nos Playoffs 2012. O Utah Jazz recebeu o Phoenix Suns em Salt Lake City e sapecou 100 a 88 no time de Steve Nash.

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A vitória garantiu a vaga na pós-temporada com uma rodada de antecedência, algo até bem inesperado considerando que pouco tempo atrás tinham uns 100 times lutando pela posição.

O legal do jogo foi o clima de playoff no ginásio, aquela estranha sensação de que uma jogada no começo do 1º período realmente vale alguma coisa. Cada toco de Derrick Favors (13 pontos, 11 rebotes, 5 tocos) em Marcin Gortat (2 pontos, 12 rebotes, 1/8 arremessos) no começo do jogo fazia a torcida vibrar como se fosse bola de 3 no último período. Mesmo sendo a torcida do Jazz, foi muito legal. Adoro os dramas cotidianos da temporada regular, acompanhar a mudança e evolução dos times e tudo mais, coisa de bitolado em basquete, mas nada se compara a essa emoção de jogos decisivos.

Os dois times entenderam o recado e jogaram com vontade, mas às vezes vontade vira afobação, nervosismo e isso é fácil de ser percebido por quem está de fora. Shannon Brown tentando decidir sozinho, todo o time do Suns (com exceção de Michael Redd) lançando tijolos de 3 pontos e o novato Markieff Morris cometendo faltas bobas mostravam como o time estava fora de controle. O Jazz se aproveitou com um estilo de jogo que já conhecemos: Bola no Al Jefferson, bola no Paul Millsap e deixa o jogo começar do garrafão para fora. Deu certo, assim como funcionou também a defesa seguida de contra-ataque. Curiosamente o jogo de transição do Jazz funcionou melhor com o lento Jamaal Tinsley do que com o veloz Devin Harris. Coisa de inteligência, de dar o passe na hora certa. Às vezes é mais importante que só correr de cabeça baixa.

O Suns se manteve no jogo até o último quarto porque sua defesa, somada com uns apagões inexplicáveis dos reservas do Jazz, deixavam o time por minutos e minutos sem marcar nenhum ponto. Ou o ataque era fantástico, ou não fazia nada. O importante para eles foi que no último período embalaram de vez e não deram chance para o Suns tentar uma virada final. Ao longo da temporada os dois times tiveram altos e baixos, mas considerando as últimas semanas não era dúvida que o Jazz era o melhor time e merecia a vaga.

Com isso os confrontos no Oeste estão quase todos definidos. O Spurs, líder, pegará o Jazz. Será que Millsap e Jefferson serão Randolph e Gasol desse ano? Pouco provável, mas vão dar trabalho. Thunder e Lakers, garantidos em 2º e 3º, esperam Nuggets e Mavs decidirem quem acaba em 6º ou 7º. Não importa o que dê, as séries serão do caralho. Por fim, Grizzlies e Clippers se enfrentam na série mais impossível de se palpitar nessa primeira rodada. O Clippers ainda poderia ser favorito se tivesse mando de quadra, mas ontem perderam para o Hawks e enquanto escrevo esse post estão perdendo para o Knicks. Se o resultado continuar assim e o Grizzlies vencer sua última partida, garantem o 4º lugar e o mando de quadra.

No resto da inútil rodada de ontem, jogo emocionante entre o embalado e quente Hornets (!!!!!) contra o Golden State Warriors. Veja o final do jogo e perceba porque nem sempre pedir tempo é a melhor escolha nos últimos segundos de jogo.

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Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

Michael Redd e a arte de tomar toco de um cara de costas

 

(piada com conotação sexual)

 

Multiplique isso por 50, foi o 1º quarto do jogo

 

As estrelas do Celtics B após a vitória sobre o Heat C

 

Rockets eliminado, Lakers consegue virada improvável

O fim de semana foi… bem, como todo fim de semana: Alguns jogos bons, outros ruins e outros médios. Esperavam algo diferente disso? Admiro o otimismo de vocês em relação a vida. Vamos logo aos jogos mais relevantes de cada dia.

 

Sábado nublado com culpa por não ter vontade de sair à noite

O Leste já estava quase decidido mesmo antes do sábado. O Milwuakee Bucks não aproveitou as inúmeras derrotas do Sixers e chegou no fim de semana com 3 vitórias a menos que o time de Doug Collins, a esperança para eles era vencer o Nets e torcer para que o Pacers batesse o Sixers, cortando a vantagem para 2 vitórias antes do confronto direto pela vaga na penúltima rodada. O Bucks fez sua parte ao vencer o Nets, que estava sem Deron Williams. Boa partida de Brandon Jennings (30 pontos), que fez 3 bolas de 3 pontos seguidas e decisivas no último período quando o jogo ainda estava apertado, também destaque para os 17 pontos e 17 rebotes de Ersan Gaga Ilyasova, foi excelente na defesa e ajudou muito no ataque quando Monta Ellis (12 pontos) ficou no banco com problema de faltas.

Mas a vitória serviu apenas para não eliminar oficialmente o Bucks, já que a diferença se manteve igual. Isso porque o Sixers fez partida emocionante com o Pacers e venceu, em Indianapolis, por 109 a 106 na prorrogação. O Pacers vinha de 7 vitórias seguidas e havia dominado os outros jogos contra o Sixers na temporada. Pelo Sixers, muitos heróis na partida: Elton Brand (20 pontos, 9 rebotes) foi incapaz de defender David West (32 pontos, 12 rebotes), mas foi ele que no 3º quarto esquentou o ataque do Sixers e impediu que o Pacers deslanchasse. Já Evan Turner foi essencial na marcação de Paul George na última bola do tempo normal, não deixando o ala do Pacers, muito maior que ele, infiltrar e o obrigou a um arremesso forçado de longe. Na prorrogação 7 pontos (duas bolas de 3 pontos, uma com falta) para Lou Williams, salvador. Mas a bola da partida foi a que deu a liderança final para o Sixers, um arremesso caindo para os lados, todo torto, de Jrue Holiday a 31 segundos do fim, espetacular. Foi uma partidaça que até deixou claro que o Pacers é melhor time, mas o Sixers buscou na marra com algumas jogadas sensacionais.

Agora o cenário está simples. O Bucks precisa vencer os 3 jogos restantes e torcer para o Sixers perder os 3 jogos que faltam para eles, qualquer derrota de um ou vitória de outro decide os

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8 classificados do Leste.

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No Oeste, mais emoção. Os 3 candidatos a última vaga da conferência, Suns, Jazz e Rockets, jogaram no sábado. O Suns pegou o Denver Nuggets em casa e perdeu, muitos méritos para o time de George Karl que voltou a embalar na hora certa. Ganharam praticamente todos os jogos-chave desse final de temporada contra seus adversários diretos. Um dos grandes responsáveis por isso foi Ty Lawson, que está jogando muita bola. No sábado foram 29 pontos, acertou as 5 bolas de 3 que tentou e ainda deu 10 assistências. Acertou de perto, de longe, distribuiu passes, falta mais o que? Matou o jogo ainda no 3º quarto.

Com a derrota o Suns ficou para trás do Jazz, que venceu mais uma na prorrogação. Um toco de Devin Harris em Jameer Nelson no último segundo levou o confronto contra o Orlando Magic para o tempo extra, o 5º jogo do Jazz com prorrogação nas últimas 6 semanas.Gordon Hayward e de novo Devin Harris (21 pontos, 7 assistências), que voltou a ser o velho Harris dos bons tempos nas últimas semanas, comandaram a vitória. Mas crédito ao ganchinho maroto do Al Jefferson a 21 segundos do fim que levou o jogo para a prorrogação. Não que eu vá fazer isso, mas 2 motivos para torcer para o Jazz ir para os playoffs: (1) Al Jefferson é um baita jogador, está na NBA desde 2004 e só disputou playoff uma única vez! Quando era novato e jogava 16 minutos por jogo pelo Celtics, ele merece mais que isso. (2) O Jazz está vencendo jogos épicos para se manter na briga, ninguém está ralando mais do que eles. Mereciam torcida melhor.

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O Rockets penou, mas acabou com a zica das 6 derrotas seguidas e sobreviveu por mais um dia ao bater o Warriors por 99 a 96. Mais uma partidaça de Goran Dragic (18 pontos, 7 assistências), que virou dono do time desde que Kyle Lowry se machucou. Lembrando que Lowry estava sendo cotado por alguns até para ir para o All-Star Game no começo da temporada e que o próprio Lowry teve história parecida: Era reserva e quando Aaron Brooks se machucou virou o melhor jogador do time. Se o Rockets não tivesse dispensado Jeremy Lin no começo da temporada já saberíamos quem seria o próximo da lista a virar melhor jogador do Houston.

No resto da rodada o Heat descansou LeBron James e Chris Bosh, Dwyane Wade jogou só 2 minutinhos. O resto do elenco conseguiu a humilhação de perder para Washington Wizards. Jogo foi decidido apenas no último segundo, quando John Wall deu um passe para que Nenê vencesse a partida: 84-82. O Bulls venceu o já classificado Mavs em um jogo bem mais ou menos e o Memphis Grizzlies praticamente garantiu o 5º lugar do Oeste ao vencer o Blazers por 93 a 89 com toco de Rudy Gay em arremesso de Wes Matthews que poderia empatar o jogo nos segundos finais.

Top 10 da Rodada

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Domingão de Chuva debaixo do cobertor reclamando que o fim de semana passou rápido

O Heat percebeu que era humilhante demais poupar o Big 3. Azar do Houston Rockets, que precisava vencer fora de casa para se manter vivo na disputa pelo 8º lugar do Oeste. O Rockets, como foi de lei na sequência de derrotas, chegou a liderar no final, mas aí entregou tudo. Com o jogo empatado faltando pouco mais de 2 minutos para o final, LeBron James fez uma bandeja, depois meteu uma bola de 3 pontos, aí deu uma assistências para Shane Battier fazer mais 3, logo depois outra assistência para arremesso de James Jones e aí conseguiu uma enterrada por conta própria. 81 a 81 virou 93 a 85 em algumas posses de bola e o jogo acabou. Nada mal para um amarelão. Com a derrota o Houston Rockets está maticamente eliminado dos playoffs.

Suns e Jazz não jogaram no domingo, mas com o Rockets eliminado a situação agora é bem simples: Para o Jazz basta derrotar o Phoenix Suns na próxima partida para se classificar, se perder ainda tem uma chance se vencer o Blazers na última rodada e o Suns perder para o Spurs. Para o Phoenix Suns depender de si mesmo terá que vencer o confronto direto com o Jazz e depois o Spurs, se perder na última rodada terá que torcer para o Jazz também ser derrotado.

Entre os já classificados, confronto sensacional entre Los Angeles Lakers e Oklahoma City Thunder. A partida estava disputada e em alto nível até a metade do segundo quarto quando Metta World Peace puxou um contra-ataque e conseguiu uma enterrada fantástica. Na comemoração da jogada, porém, soltou uma cotovelada violenta na cabeça de James Harden. Queria muito acreditar que foi sem querer, coisa da comemoração, mas o replay não mostra isso. O Paz Mundial se disse arrependido no Twitter, que não foi a intenção dele e eu queria muito que fosse verdade, mas não tem jeito, vai ser justamente suspenso por uns bons jogos. Como parâmetro, Andrew Bynum perdeu 5 jogos por aquela falta violenta no JJ Barea nos playoffs do ano passado. Se for um pouco mais que isso não será surpresa.

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Após a jogada o jogo mudou. O Lakers perdeu um jogador e o Thunder também, Harden tentou voltar, mas com dores de cabeça foi poupado por precaução. Sem ele o Thunder perdeu opções de ataque, mas melhorou absurdamente na defesa, como de costume. O time embalou e chegou a abrir 18 de vantagem, parecia que seria mais um vareio para a varrida do Thunder sobre o Lakers na temporada regular. Mas dessa vez não, começou a reação do time da casa do jeito mais absurdo e improvável que se poderia imaginar, com ajuda dos reservas! O maior ponto fraco do time foi responsável pela virada mais emocionante do time na temporada. Steve Blake fez bom jogo com 13 pontos e ainda ajudou a segurar Russell Westbrook com aproveitamento de 3/22 arremessos. Devin Ebanks conseguiu 8 pontos, fez boa defesa em Kevin Durant e ainda roubou duas bolas no último minuto da 2ªprorrogação, ambas levando o time a lances-livres no contra-ataque. Mas melhor que os dois ainda foi Jordan Hill, que fez 14 pontos, 15 rebotes e deixou Andrew Bynum no banco durante toda a metade do último quarto e prorrogações.

Entre os titulares ficaram dois em quadra: Pau Gasol fez mais uma partida completa com 20 pontos, 14 rebotes e 9 assistências e Kobe Bryant foi o herói do dia e do jeito que o povo gosta. Foi mal durante o jogo todo, acabou com 9/26 arremessos, mas nos últimos 5 minutos de tempo normal e prorrogações foi espetacular. Kobe tinha apenas 9 pontos no jogo quando faltavam 4 minutos para o fim do último quarto, ele acabou com 26! Isso inclui duas bolas de 3 pontos no último minuto do tempo normal, e 6 pontos na segunda e decisiva prorrogação.

Pelo Thunder, Kevin Durant foi fantástico com 36 pontos. Fez todos os 9 pontos do seu time no 2º tempo extra, mas jogou muito mal durante o 4º período e 1ª prorrogação, quando o Lakers voltou para o jogo. Não dá para culpá-lo, o time até estava bem no ataque de transição quando a defesa estava funcionando, mas quando o time foi obrigado a jogar em meia quadra acabaram ficando previsíveis. Sem Harden, machucado e Westbrook, em seus piores dias, ficou tudo em cima de Durant como se eles fossem um daqueles times medíocres que só tem um pontuador, tipo Nets com Deron Williams, saca? Geralmente não é assim, mas pode ser preocupante se um apagão parecido acontecer durante um jogo importante de playoff.

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O resto da rodada não teve um terço da emoção. Tivemos jogos como Kings/Bobcats e Raptors/Pistons que já ganharam muito prestígio por sequer terem sido citados. Um pouco mais relevanets foram as vitórias do Denver sobre o Orlando, que colocou o time na 6ª colocação do Oeste e vitória do Clippers sobre o Hornets em mais um Chris Paul Classic por 107 a 98, mantendo o Clippers ainda em 4º da Conferência. A exceção em termos de emoção pode ser dada ao confronto entre NY Knicks e Atlanta Hawks: Nada de Tyson Chandler pelo Knicks, Amar’e Stoudemire foi pivô com Carmelo Anthony de volta a posição 4. Como resposta o Hawks deixou Josh Smith como único homem de garrafão. O resultado foi um jogo mais veloz, corrido e agressivo: 113 a 112 para o Knicks com 39 pontos do espetacular Carmelo Anthony. Jogão. Só foi chato ver o último 1:40 de jogo sem um pontinho sequer para qualquer um dos lados, mas acontece, os outros 46 minutos de jogo foram bem divertidos.

Top 10 da Rodada

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Jazz se dá bem, Bucks consegue perder para o Wizards

Quem foi o safado que fez uma rodada com 14 jogos? Pior que a gente sabe quem foi. Mas de qualquer forma, a essa altura da temporada podemos nos dar ao luxo de ignorar várias partidas, ou pelo menos falar pouco delas. Vamos começar com o que interessa de verdade, briga pelos playoffs: O Utah Jazz, aquele time que a gente preferia nem citar, mas que nos força a essa sacrifício, conseguiu o que poucos esperavam e precisou de apenas alguns dias para virar o jogo e sair da 10ª posição do Oeste e chegar na zona de playoff. Simplesmente deu tudo certo. Começou com eles fazendo sua parte e batendo o Dallas Mavericks em 3 prorrogações, estão lembrados? E ontem continuaram o bom serviço e venceram o Portland Trail Blazers. O time não é bom fora de casa, mas o Blazers está numa preguiça de quem sonha com melhor posição no Draft. Devin Harris marcou 25 de seus 27 pontos no 1º tempo e o Jazz venceu de ponta a ponta. O time é o grande vencedor da rodada, fez o mais difícil e agora só fica fora se perder o confronto direto com o Suns, que precisa ainda vencer jogos complicados antes de pegar os mórmons.

O Suns teve a chance de se manter na frente ontem, mas pegou um inspirado Oklahoma City Thunder. Ou foi a péssima defesa do Suns que inspirou o time de Kevin Durant? Variando entre uma defesa individual tosca e uma zona medíocre, eles não tiveram chance e perderam por 109 a 97. Fez muita falta não ter Grant Hill, machucado, melhor defensor do elenco. Talvez ele pudesse parar James Harden, que fez impressionantes 40 pontos tentando apenas 17 arremessos! Acertou 12 deles, 5 bolas de 3 pontos e não errou nenhum dos 11 lances-livres que chutou. O Thunder pode se dar ao luxo de ver uma má fase do Russell Westbrook porque tem esse cara do banco, que consegue criar arremessos e situações ofensivas o tempo todo, é impressionante. Thunder precisa aproveitar e ser campeão enquanto Harden não exige ser estrelinha em outro time por aí.

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O Jazz contou com outra ajuda para alcançar o 8º lugar, foi a 5ª derrota seguida do Houston Rockets. Tá bom que não foram jogos fáceis, mas não poderiam ter entregado justo agora. Depois de perder 2 confrontos diretos com o Nuggets, ontem perderam para o Mavs por 117 a 110. O Rockets, para variar, estava muito bem no jogo, mas no último período não tiveram como parar Dirk Nowitzki, que fez 21 de seus 35 pontos no 4º quarto. Podem falar da falta de estrelas, mas o que faltou para o Rockets nos últimos jogos foi defesa de último período, não cestas. Até porque Nowitzki conseguiu muitas bandejas, não é como se tivesse dado uma de Playoffs 2011 e tivesse feito tudo em arremessos com marcação tripla, de costas e usando a mão esquerda enquanto tomava um suco de uva.

Na disputa do Leste a coisa ficou um pouco mais definida depois de ontem. Poucos duvidam do New York Knicks, que novamente vive boa fase e deve acabar mesmo em 7º lugar na conferência. Confirmaram o bom momento ontem ao bater com facilidade o Nets por 104 a 95. Nenhuma surpresa ao vermos que Carmelo Anthony passou novamente dos 30 pontos, fez 33. Mas e que tal as 8 assistências de Mike Bibby?! Primeira vez que ele alcança essa marca desde Janeiro de 2011 e só a 5ª vez desde 2010. Atrás do Knicks chega o Philadelphia 76ers, que venceu e dessa vez até convenceu! Meteram 103 a 87 no Cavs com partidaças de Jrue Holiday (24 pontos) e Andre Iguodala (19 pontos, 13 rebotes, 7 assistências). O jogo estava muito disputado até o 3º quarto, foi quando a defesa do Sixers finalmente encaixou, os contra-ataques saíram e eles fizeram uma parcial de 24 a 2 para matar o jogo.

Mas a maior vitória do Sixers mesmo foi ver o glorioso Washington Wizards bater o Milwaukee Bucks! Perder para o Wizards não deveria, automaticamente, eliminar um time dos playoffs? Assim como perder do Bobcats deveria render eliminação, multa e um grupo de 100 crianças apontando para o time e rindo. Agora o Bucks está mais de duas vitórias atrás do Sixers e precisa de um milagre para se classificar. Não duvido que o Sixers entregue alguma rapadura, duro mesmo é eles aproveitarem. Bucks perdeu 4 dos últimos 5 jogos. Ontem viram Monta Ellis fazer 31 pontos, Brandon Jennings marcar 25, mas nenhum dos dois sequer pensou em marcar Jordan Crawford, que fez 32. Eu já tinha avisado, Ellis saiu do Warriors para um aprendiz de Warriors. Curioso foi o técnico Randy Wittman do Wizards dizendo após o jogo que “Nós queremos ser o Bucks, estar lá na briga dos playoffs”. Uau. Quantos torcedores não choraram ao ouvir que o objetivo distante do seu time é ser o Bucks? É pra largar o esporte isso.

Pausa para os jogos que valeram pouca coisa ou quase nada, tipo nossa vida: Bulls sem Deng e Rose venceu o Bobcats por 32 pontos de diferença. Alguém invente o rebaixamento na NBA, por favor. O Hawks arrasou o Pistons por 116 a 84 (que horror!) com 17 pontos de Tracy McGrady. O Heat, sem Bosh e Wade, atropelou o Raptors por 96 a 72 com show de LeBron James (28 pontos em 30 minutos), que parece sempre mais à vontade quando joga sem estrelas do lado. O Celtics venceu mais uma sobre o Magic na temporada, mas dessa vez sem virada histórica ou recorde negativo de pontos, só uma boa e velha vitória comum por 102 a 98 com 29 pontos de Paul Pierce. Em Memphis o Grizzlies venceu o Hornets por 103 a 91. Pelo Hornets o cestinha foi Jerome Dyson com 24 pontos e o reboteiro foi Darryl Watkins com 13 rebotes. Bem vindos às bizarrices desconhecidas e absurdas de última semana da temporada!

No topo do Oeste, nenhuma mudança, só vitórias. Além do Thunder, já citado, venceram o Spurs, Lakers e Clippers. O Spurs bateu o Kings e pela segunda noite seguida acertaram 60% de seus arremessos, é pouca zoeira?! Tiago Splitter foi cestinha com 17 pontos. O Lakers teve 31 pontos de Andrew Bynum e triple-double de Pau Gasol (22 pontos, 11 rebotes e 11 assistências) para vencer o poderoso garrafão do Warriors de Mickel Gladness e Jeremy Tyler. Já o Clippers teve um desafio de verdade e só no finalzinho que bateu o Denver Nuggets por 104 a 98. As 14 bolas de 3 pontos do Clippers construíram a liderança, mas foi Kenyon Martin que resolveu a parada contra seu ex-time. Ele fez a cesta que deu a liderança faltando 27 segundos após um rebote ofensivo, depois conseguiu um toco em Ty Lawson numa bandeja que teria empatado o jogo.

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Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

Michael Redd: especialista em defesa

 

Gregg Popovich: Eternamente insatisfeito

 

Pau Gasol: Fotogênico

 

Pau Gasol: Muito fotogênico
Kenneth Faried: Cartão amarelo

 

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