? Os aplausos pelo futuro

? Os aplausos pelo futuro

Foram 7 meses fora das quadras com uma lesão severa no quadril e a polêmica decisão de evitar uma cirurgia. Sua última partida foi nas Finais da Conferência Leste por um Boston Celtics que hoje parece de uma realidade muito distante, já que o time foi remodelado para além do reconhecível. Desde sua troca para o Cleveland Cavaliers, não chegou a jogar uma única partida sequer. E ainda assim, Isaiah Thomas continuou a ser uma das figuras mais comentadas dessa temporada. Antes de conseguir estrear pelo Cavs, relegado ao banco de reservas em roupas civis pelas primeiras 36 partidas, já havia se tornado uma presença constante em qualquer análise da equipe. Ao invés de analisarmos o que estava ali em quadra – especialmente quando o que estava ali, no primeiro mês de temporada, não agradava nem um pouco – preferimos analisar uma AUSÊNCIA, a figura invisível de alguém que não jogou, porque ali se encontrava um potencial desconhecido. Enquanto muitos times em queda-livre se agarram à ideia do draft da NBA, aquele lugar em que o potencial é sempre infinito, o Cavs podia se agarrar à ideia de Isaiah Thomas simplesmente porque, por não ter jogado, seu potencial também é ilimitado.