A tempestade perfeita para o Utah Jazz

A tempestade perfeita para o Utah Jazz

Na semana final da temporada, enquanto San Antonio Spurs, OKC Thunder, Minessota Timberwolves, New Orleans Pelicans e Denver Nuggets ainda lutavam pelas √ļltimas 4 vagas para os Playoffs, com qualquer um deles podendo ficar de fora da p√≥s-temporada, o Utah Jazz j√° garantia sua presen√ßa na pr√≥xima fase, numa das hist√≥rias mais improv√°veis – e ignoradas – de toda essa temporada.

O Jazz foi, desde o começo, carta fora do baralho. Isso porque perdeu seu melhor jogador, Gordon Hayward, antes mesmo da temporada começar, quando ele decidiu integrar o Boston Celtics. A situação foi cruel: o Jazz acreditava ter construído finalmente um time competitivo não porque convenceu estrelas a integrarem o elenco, mas porque desenvolveu os próprios jogadores ao longo de anos e não estava disposto a trocar sua maior revelação apenas por medo de perdê-lo. Preferiu arriscar ficar de mãos abanando do que trocá-lo e comprometer o longo processo de reconstrução e sua confiança no jogador. E, porque o esporte não é justo, ficou mesmo de mãos abanando quando Hayward, depois de um breve período de indecisão, resolveu partir para outro lugar.