Podcast Bola Presa #187 – Korver volta para Utah; Covington e Doncic brilham no Oeste

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Primeiro quarto de temporada ficou para trás! Nesta edição falamos sobre algumas das histórias dessa primeira parte do campeonato. Começamos comentando a nem tão relevante troca entre Utah Jazz e Cleveland Cavaliers que mandou Kyle Korver para o Jazz em troca de Alec Burks e duas escolhas de 2ª rodada de Draft.Aproveitamos para comentar as dificuldades das duas equipes que penam bastante até aqui.

Depois falamos sobre o Dallas Mavericks de Luka Doncic, que embalou 7 vitórias nos últimos 8 jogos, e do sofrimento recente do Houston Rockets. Por fim, falamos do Minnesota Timberwolves, que ter A MELHOR DEFESA da NBA desde a troca de Jimmy Butler.

No BTPH temos perguntas sobre imposições morais, o prazer de ver seu time ganhar como zebra, cortar grama, a idade de Serge Ibaka, o carisma de jogadores da NBA versus os da NFL, alergia a gergelim e muito mais.

Você pode ouvir este episódio no player abaixo, no Spotify, no seu agregador de podcasts favorito ou BAIXAR O ARQUIVO AQUI!

Nesta edição:
Carinha do Jabá: 2:30
Basquete: 6:00
BTPH: 1:04:57


NEM TANTO NOVIDADE NO AR

Existe uma outra maneira de não só ouvir o podcast, mas de VER COMO ELE É FEITO. Estamos transmitindo ao vivo no YouTube a nossa gravação. O conteúdo é o mesmo, mas os mais apressados e curiosos em ver nossa cara podem acompanhar o nascimento do podcast enquanto ele acontece.

Fazemos a transmissão ao vivo toda quinta-feira à noite no nosso canal no YouTube. Também daremos os links pelo Twitter, Instagram e para quem nos segue no app Fanclic.

 

 

 

🔒Erros a 150 quilômetros por hora

🔒Erros a 150 quilômetros por hora

Jogar em velocidade, acelerando rumo aos contra-ataques e aumentando o número de posses de bola por jogo tem se tornado cada vez mais comum na NBA. Muitos times escolhem essa abordagem porque, com o maior número de arremessos conseguidos quando se aumenta o ritmo do ataque, mais gente pode dar arremessos, mais gente sente que está participando ativamente do jogo e, portanto, mais gente fica engajada e interessada no jogo durante toda sua duração. Não é à toa, portanto, que dois dos times mais MACAMBÚZIOS e DESESPERANÇOSOS da temporada passada, Atlanta Hawks e Sacramento Kings, tenham adotado oficialmente o “basquete-correria”.

O Hawks é, atualmente, o time que mais joga em velocidade na NBA, seguido de perto pelo Kings. Os dois times seguem, entretanto, caminhos opostos em questão de número de vitórias: enquanto a equipe de Atlanta é o PIOR TIME da temporada, amargando uma emblemática última colocação geral, o time de Sacramento é uma das gratas surpresas até aqui, brigando cabeça-a-cabeça por uma vaga nos Playoffs do Oeste e contribuindo para o clima de qualquer equipe tem chances de pós-temporada na Conferência. Por que será que a estratégia da velocidade está tendo resultados tão diferentes para as duas equipes?

O fator humano

O fator humano

No começo da temporada passada, Bradley Beal foi categórico ao dizer que o Wizards era o melhor time da Conferência Leste. O discurso, ainda que meio ALUCINADO, tinha alguma sustentação: na temporada 2016-17 a equipe havia conquistado a quarta melhor campanha no Leste durante a temporada regular e perdido nas Semi-Finais de Conferência num Jogo 7 dramático. Havia uma sensação genuína de que o técnico Scott Brooks, que assumira a equipe, estava fazendo um bom trabalho, que Breadley Beal havia desabrochado sob sua tutela e que Otto Porter Jr. finalmente dava sinais de se tornar o jogador que se esperava. Com a lesão de Gordon Hayward no seu primeiro jogo pelo Boston Celtics e o começo atribulado do Cleveland Cavaliers antes da troca, o que impediria o Wizards de realmente se tornar a maior força do Leste?

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