Protegido: 🔒Podcast Especial BTPH #7

Protegido: 🔒Podcast Especial BTPH #7

Bem amigos ASSINANTES do Bola Presa, mais um podcast especial para vocês!

Nesta edição fizemos um teste: além de respondermos às perguntas feitas pelos assinantes no Grupo do Facebook, também fizemos a transmissão do podcast AO VIVO para os apoiadores de R$20. Foi tudo propositalmente em cima da hora para que poucas pessoas participassem e pudéssemos fazer os testes. O resultado? Deu certo! Mês que vem anunciaremos com antecedência para que mais assinantes participem e palpitem nas respostas e façam novas perguntas.

Uma nova casa para Anthony Davis

Uma nova casa para Anthony Davis

Quando Kevin Durant saiu do Oklahoma City Thunder para se unir ao Golden State Warriors, a NBA entrou em pânico. Times pequenos passaram a temer perder suas raras estrelas para times já consolidados ou, pior, JÁ CAMPEÕES. Caso um time não seja capaz de dar ao seu jogador condições para lutar por um título em cerca de oito temporadas, as chances de que ele abandone a equipe em busca de situações melhores é gigante. Isso se dá porque jogadores muito bons tendem a cumprir seu contrato de novato e imediatamente fazer uma extensão milionária. Ao fim desse período, em geral, já viram seu time passar pelo processo de reconstrução e tentar trazer reforços de peso para lutar por um título. Caso nada disso tenha funcionado, o jogador se sente no direito de procurar “lugares melhores”. O problema é que essa janela de tempo normalmente significa que o jogador abandona o time em que foi draftado justamente no melhor momento da sua carreira, e quando os times que os escolheram já fizeram comprometimentos demais de longo prazo com outras peças para tentar convencer suas estrelas a ficar. Na prática, assim que um time ruim escolhe uma jovem estrela na noite do draft, um relógio de OITO ANOS começa a correr na cabeça da diretoria: se o time não for um dos melhores da NBA ao fim desse período, a estrela possivelmente partirá para um time melhor e outro processo de reconstrução terá início.

🔒O mínimo esforço

🔒O mínimo esforço

Nos últimos anos a NBA foi profundamente abalada por uma questão aparentemente simples: o que é, afinal de contas, um “bom arremesso”? Muitas vezes acreditamos, indevidamente, que praticar bem um esporte é apenas ser capaz de realizar uma ação fisicamente melhor do que os demais atletas – que para ser um bom corredor, por exemplo, basta “correr” como qualquer um só que mais rápido; e que para ser um bom jogador de tênis basta atingir a bola, mas com mais precisão e força. Daí ficamos com a noção de que os melhores atletas são aqueles com mais poder FÍSICO para realizar as ações exigidas por cada esporte; são os mais rápidos, os mais ágeis, os mais fortes, os mais precisos. Esquecemos que em qualquer jogo um dos elementos mais importantes é compreender as regras e encontrar, MENTALMENTE, as melhores maneiras de cumpri-las.

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