🔒Ser um líder

🔒Ser um líder

Um dos grandes favoritos da NBA na temporada, o Boston Celtics amargou nessa última semana uma sequência de 3 derrotas para times que estão longe de compor a elite da Conferência Leste: Heat, Magic e Nets. Contra o Heat, a primeira derrota da sequência, tivemos Marcus Morris e Jaylen Brown tendo que ser separados em um tempo técnico após um empurrão. Contra o Magic, o segundo tropeço, tivemos Kyrie Irving batendo boca com Gordon Hayward no meio da quadra quando a jogada final da partida não saiu da maneira desejada e o Celtics foi incapaz de empatar o jogo no arremesso final. Contra o Nets, a equipe de Boston chegou a ficar 27 pontos atrás no placar durante o quarto período. As fissuras do Celtics tem se tornado cada vez mais evidentes, a tensão é palpável e tanto torcedores quanto imprensa se mostram incapazes de compreender a incapacidade do time de cumprir as expectativas após se reforçar para a temporada atual. Em meio a esse caos, após a derrota para o Orlando Magic, Kyrie Irving resolveu falar com a imprensa e responsabilizar os “jogadores mais novos” do time, que “não sabem o que é necessário para ganhar um título”. Jaylen Brown, um desses jovens jogadores do elenco, respondeu dizendo que Kyrie não deveria estar “apontando dedos” nesse momento. Irving se desculpou imediatamente, afirmando que não abordará mais essas questões publicamente, mas o que o armador do Celtics estava fazendo não era um mero “apontar dedos” – o que ele fez foi, acreditem, SER UM LÍDER.

🔒Filtro Bola Presa #74

🔒Filtro Bola Presa #74

“O limite não existe” já ensinou o clássico filme Meninas Malvadas. A obra certamente deveria estar falando dos recordes quebrados NBA a fora em relação às bolas de 3 pontos, ou talvez a quantos pontos James Harden pode fazer em uma semana. Talvez a falta de limite seja em relação ao número de causos que podemos achar em uma mísera semana de basquete. Vamos a eles, queridos ASSINANTES:

O que achar do Los Angeles Lakers após meia temporada

O que achar do Los Angeles Lakers após meia temporada

No último Natal o Los Angeles Lakers conseguiu o seu grande feito nesta temporada: venceu o campeão Golden State Warriors, fora de casa, de goleada e com atuação segura de todos os seus jogadores. O time vencia fácil com LeBron James em quadra e, depois de ver a vantagem sumir quando ele saiu machucado, voltou a abrir 20 pontos com show de Rajon Rondo e seus meninos. O time não só tinha passado no seu teste de fogo, como tinha feito isso até sem seu melhor jogador. Era hora de seguir forte na briga por mando de quadra nos Playoffs.

Mas se a vitória sobre o Warriors foi o auge, o que estamos vendo agora é uma descida em cambalhotas do alto da montanha. Sem LeBron James, que pela PRIMEIRA VEZ NA CARREIRA perdeu mais de 8 jogos seguidos por lesão, o Lakers não cansa de passar vergonha. Nos 11 jogos sem seu líder, o time venceu apenas 4 (Kings, Pistons, Mavericks e Bulls). Entre as derrotas estão sapecadas violentas para adversários diretos como LA Clippers e Utah Jazz e derrotas HUMILHANTES como para NY Knicks e Cleveland Cavaliers, ambas em casa. Hoje o time tem 24 vitórias e 21 derrotas e se segura na oitava posição da conferência.

Com meia temporada oficialmente nas costas, o Lakers passou por muita coisa. O começo sofrido, a melhora nas costas de LeBron James, a melhor fase do ano e, agora, a pior. Que conclusões podemos tirar até aqui desse grande experimento que é juntar o grande jogador dessa geração, aos 34 anos, com um bando de pirralho e alguns caras que mais parecem personagens de filme que pessoas de verdade?

Podcast Bola Presa #193 – Thibodeau demitido e o novo Westbrook

Bem amigos do Bola Presa, mais um podcast no ar!

Nesta semana, como dissemos no episódio passado, o podcast chegou com algum atraso por causa das nossas mini-férias na praia. Bora para um inédito podcast dominical? Desta vez falamos da demissão de Tom Thibodeau do comando do Minnesota Timberwolves, discutimos os esforços do Philadelphia 76ers para integrar e agradar o novamente reclamão Jimmy Butler e questionamos se o tal “novo Russell Westbrook“, agora mais disposto a envolver os companheiros de time e dando VINTE E QUATRO assistências num jogo, é tão novo assim.

No Both Teams Played Hard respondemos perguntas sobre cobranças no trabalho, apego a casacos do Chicago Bulls, filme interativo, nomes de ginásios da NBA, preguiça de leitura e muito mais.

Você pode ouvir este episódio no player abaixo, no Spotify, no seu agregador de podcasts favorito ou BAIXAR O ARQUIVO AQUI!

Nesta Edição:
Carinha do Jabá: 3:03
Basquete: 6:00
Both Teams Played Hard:1:04:27


EMBALOS DE SÁBADO À NOITE

Existe uma outra maneira de não só ouvir o podcast, mas de VER COMO ELE É FEITO. Estamos transmitindo ao vivo no YouTube a nossa gravação. O conteúdo é o mesmo, mas os mais apressados e curiosos em ver nossa cara podem acompanhar o nascimento do podcast enquanto ele acontece.

Fazemos a transmissão ao vivo toda quinta-feira à noite no nosso canal no YouTube. Também daremos os links pelo Twitter, Instagram e para quem nos segue no app Fanclic.

🔒Um MVP para os novos tempos

🔒Um MVP para os novos tempos

O prêmio de MVP é um prêmio notoriamente subjetivo, não possui critérios claros de seleção e não serve, em nenhuma medida, para determinar o “melhor” jogador de uma temporada. Sua tentativa de estabelecer o jogador “mais valioso” esbarra na compreensão do que significa, afinal, “ser valioso” e como quantificar esse conceito. Nessa falta absoluta de critérios, os votantes podem levar em conta uma infinidade de fatores, mas tendem a seguir uma espécie de “etiqueta” social, uma convenção não dita, não oficialmente combinada, mas que acaba guiando a maior parte dos discursos. Essa etiqueta leva em consideração, principalmente, quão VITORIOSO um time é na temporada: jogadores em times com recordes medianos ou negativos raramente recebem votos, independentemente de quão bem se saíram individualmente na temporada.