Danilo

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

Preview das Finais da Conferência Leste – Bucks x Raptors

Preview das Finais da Conferência Leste – Bucks x Raptors

O texto a seguir foi realizado numa parceria com a UOL e está disponível para leitura também no portal como parte de uma iniciativa para apresentar as principais histórias da NBA para um público mais geral.


Pela primeira vez desde o longínquo ano de 2011 não teremos nas Finais da Conferência Leste a presença de LeBron James, a estrela três vezes campeã da NBA e quatro vezes eleita Jogador Mais Valioso da liga. LeBron, que migrou para o Oeste ao juntar-se ao Los Angeles Lakers nessa temporada, abriu espaço para que novos rostos assumissem a Conferência que ele dominou por tanto tempo. Quando as Finais do Leste começarem hoje, às 21h30, com transmissão pela SporTV, veremos em quadra uma nova geração trilhando os passos de LeBron e ávida por conquistar um título para consolidar em definitivo seu lugar entre os grandes da NBA.

Preview das Finais da Conferência Oeste – Warriors x Blazers

Preview das Finais da Conferência Oeste – Warriors x Blazers

O texto a seguir foi realizado numa parceria com a UOL e está disponível para leitura também no portal como parte de uma iniciativa para apresentar as principais histórias da NBA para o público geral.


Não há nada surpreendente em vermos mais uma vez o Golden State Warriors disputar as Finais da Conferência Oeste. Hoje, às 22h, com transmissão pela ESPN, o Warriors disputará pela quinta vez consecutiva o topo da Conferência Oeste, tendo vencido as últimas quatro dessas disputas e três títulos de campeão geral da NBA nesse período. Depois de encabeçar uma revolução na maneira de se jogar basquete nos últimos anos – dando mais importância para os números, os dados e as estatísticas do que para a intuição ou o físico dos jogadores – e implementar um modelo tático que se tornou padrão para a NBA, a única surpresa seria se o Warriors não chegasse à essa etapa da competição. O trajeto, no entanto, não foi tão simples como se imaginava, especialmente por conta dos desfalques que assolaram a equipe.

Resumo da Rodada 10/5 – O modelo insuficiente

Resumo da Rodada 10/5 – O modelo insuficiente

O Houston Rockets revolucionou, nas últimas temporadas, a maneira de se marcar o Golden State Warriors. Nos últimos dois anos, o Rockets venceu mais partidas contra o rival do que qualquer outra equipe – só nessa temporada regular, o time de Houston venceu 3 das 4 vezes em que enfrentou os atuais campeões. A receita defensiva envolve principalmente as agora consagradas “trocas de marcação”, quando a cada corta-luz sofrido na defesa os marcadores envolvidos no bloqueio invertem os jogadores que deveriam defender. Quando esse tipo de defesa é bem feita, os jogadores do Warriors deixam de aparecer livres no perímetro após receber um corta-luz fora da bola e o jogador que tem a bola nas mãos tem menos tempo para um arremesso limpo após receber um bloqueio. Além disso, as trocas também impedem que os jogadores do Warriors fiquem livres no pick-and-roll, o corta-luz seguido de infiltração rumo ao aro, e em caso de passe para o garrafão força o elenco, tradicionalmente mais baixo, a ter que jogar de costas para a cesta.

Resumo da Rodada 9/5 – Rumo ao Jogo 7

Resumo da Rodada 9/5 – Rumo ao Jogo 7

O que é mais importante para o Sixers do que Joel Embiid marcando 30 pontos num jogo? Resposta: um Embiid que NÃO cometa 8 desperdícios de bola que se transformem em contra-ataques para o Raptors, como ocorreu na partida anterior. Nesse decisivo Jogo 6, Embiid só foi converter seu primeiro arremesso – uma bola de três pontos – com o segundo quarto já avançado; seu primeiro arremesso de dois pontos só veio no terceiro período, e foi um arremesso longo, apenas um passo à frente da linha de três. Dessa vez o pivô do Sixers não se enfiou no garrafão, não tentou enfrentar a marcação dupla ou tripla que recebe e passou quase todo o seu tempo no ataque transitando pelo perímetro. A ideia era impedir que o Raptors conseguisse roubar a bola nas infiltrações e conseguisse pontos fáceis na transição. No Jogo 5 vimos todos os jogadores secundários do Raptors contribuindo no ataque, mas isso depois de contra-ataques já terem construído uma vantagem capaz de tirar a carga de pressão dos arremessos do elenco de apoio. Será que Marc Gasol, Danny Green e Serge Ibaka acertariam seus arremessos – ou sequer TENTARIAM esses arremessos – se o Sixers não entregasse uma vantagem no placar para o adversário logo de cara? Se Embiid não perdesse a bola e focasse toda sua energia na defesa?

Resumo 7/5 – Vitórias no segundo quarto

Resumo 7/5 – Vitórias no segundo quarto

Que as defesas são o forte da série entre Sixers e Raptors a gente já sabia; os dois ataques se mostrarem totalmente DISFUNCIONAIS no primeiro quarto, no entanto, foi novidade. Incomodados o tempo inteiro pela pressão defensiva, ambos os times apresentaram um basquete sofrível nos minutos iniciais. Pra termos ideia, foram 5 desperdícios de bola para o Sixers no primeiro quarto e outros 4 para o Raptors, 22 lances livres cobrados graças ao ritmo frenético e exageros defensivos, e um péssimo aproveitamento de arremessos para os dois lados – o Raptors acertou apenas 38% das bolas que tentou. Mais uma vez Joel Embiid não teve espaço para jogar dentro do garrafão, com marcação dupla frequente, marcação tripla próxima ao aro, trocas constantes de marcação em todo corta-luz para não lhe dar nem um passo de distância e tentativas agressivas de roubo de bola. Foram 3 desperdícios para ele no primeiro quarto e OITO ao longo da partida.

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