Both Teams Played Hard #10

Estamos de volta com a seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana (por enquanto, mas aguardem novidades) com respostas para qualquer coisa que vocês imaginarem enquanto tomam batata, vão para o banho ou precisam descascar trabalhos. Na edição passada o Danilo falou sobre The Last of Us, problemas para aprender a jogar basquete, Dirk Nowitzki, cultura japonesa, Derrick Rose e pornografia.


Felipe
Não sei se estive muito por fora, mas talvez por todo o causo DeAndre Jordan=Dallas-LAC e pela adição de LaMarcus Aldridge ao elenco dos Spurs, me pareceu que alguns FA deals ficaram meio obscurecidos. Por exemplo, só hoje descobri que Afflalo foi para NYK (essa coisa do pessoal abandonar Portland foi séria mesmo). Jeremy Lin levou todos seus turnovers para Charlotte; Amr’e foi mofar em Miami; Bargnani foi praticar sua falta de defesa na outra equipe de NY; Outro sujeito que não mudou de cidade foi Wes Johnson – vai tentar um lado mais vencedor desta vez; tem até espaço pro irmão do Steph Curry saindo da D-League. Enfim, alguma negociações ‘obscuras’ as quais os senhores acharam interessante?

Cacete, acho que até a ida do Rondo ficou meio por baixo.

Denis: Algumas coisas fizeram as contratações ficarem de lado mesmo. Uma delas envolve isso que você disse, as aquisições bombásticas deixam as menores de lado; a outra é que todas acontecem ao mesmo tempo. No período de dois ou três dias a NBA tem uma enxurrada de anúncios extraoficiais. Aí não tem jeito, por mais talento que tenha o Afflalo, o mundo vai falar do LaMarcus Aldridgde.

Eu acabei achando mais interessantes alguns casos de jogadores que ficaram do que os que saíram. Estava curioso para ver se algum time ia oferecer uma fortuna pelo Dellavedova, mas não, e ele ficou baratíssimo para o Cavs. E começou jogando muito bem a temporada, incrível que não tenha se valorizado. E acho que o Danny Green topar ficar no Spurs foi tão decisivo para o futuro do time quanto assinar o LaMarcus Aldridge. Também sou muito fã do Belinelli, acho que finalmente o Kings acertou uma ao contratar o italiano, desde a pré-temporada que tem sido um dos melhores reservas da NBA. O Kings pode ter errado muito nas trocas, mas nos Free Agents mandou bem: Belinelli é ótimo, Koufos é bom e barato e até Rajon Rondo, apesar do passado recente ruim, foi uma boa aposta visto que não tinham melhores opções pra eles na hora. Não é como se tivesse uma fila de armadores sonhando em jogar no Kings…


Rodrigo
O que vcs pensam a respeito da falta de fair play dos jogadores da NBA que mesmo quando um jogador se machuca de forma séria continuam jogando p/ aproveitar-se deste fato?

Denis: Eu não acho tão errado assim. Parece horrível na hora, um cara gemendo de um lado e o adversário aproveitando para fazer ponte aérea do outro, mas pensa bem, como o cara vai julgar a seriedade da lesão no meio da correria do jogo? Devemos usar nossa experiência no futebol com isso. Cansamos de ver ataques morrerem em nome do tal fair play, aí o jogador que se diz machucado levanta assim que é levado pra fora do campo, volta correndo e o time que estava atacando tem que começar com a bola no goleiro. É uma babaquice sem tamanho, e acontece o tempo todo justamente porque essa cultura tomou conta do futebol.

No futebol alternativo que tenho na minha cabeça, cheio de regras novas, uma delas é que se um atleta profissional adulto deve ser CARREGADO para fora do campo, é porque algo grave aconteceu. Então é o seguinte: saiu de maca, não volta para o jogo. Tem que ser substituído.

No basquete o que fazem às vezes, e que é bem mais prático, é que um jogador abraça o adversário, comete uma falta intencional e pronto, jogo parado. Você troca uma falta pessoal para ter uma posse de bola com 5 na defesa.


Lula
Sei que um de vocês trabalhou em um time do NBB, o Paulistano, se não estou enganado. Acho que poderia rolar algum relato mais detalhado dos bastidores e da parte técnica utilizando a vivência de vocês nesse lugar, junto com toda a sabedoria basquetebolística de vocês. Como é o dia-a-dia de um atleta de basquete no Brasil, se vocês acompanhassem os treinos, podia falar um pouco disso, como são postas as relações dentro desse meio e mais um monte de coisas legais que vocês podiam dividir com a gente! =)

Denis: Eu trabalhei três temporadas no Paulistano, mas como minha vida foi só lá dentro e não no NBB em geral, não posso falar com detalhes como é a vida de um jogador no Brasil ou os treinos por aqui, só posso falar do próprio clube. Não tenho como saber como agem as outras equipes que disputam a liga brasileira.

Eu fiquei impressionado positivamente com a comissão técnica do Paulistano e com a equipe médica e física do clube. Os treinos eram sempre pesados, dois períodos por dia, e cheio de detalhes técnicos e táticos do próximo adversário. O fato de serem apenas dois jogos por semana tem esse efeito que a NBA não tem, os treinos podem ser bem pensados no próximo oponente. O problema foi o desgaste, mental e físico, dos jogadores com essa maratona. Depois de um tempo o Gustavo De Conti, treinador do Paulistano, passou a maneirar mais na quantidade de treinos, deixando o elenco bem mais feliz. Como os treinos rendiam, acabou não fazendo tanta falta treinar menos, os resultados do time pelo menos não acusaram nada. O ano que o Paulistano foi para a final do NBB teve um time entrosado (que compensava o grupo mediano de jogadores), sem lesões e que sabia agir em quadra. O talento fora de série dos americanos Dawkins e Holloway para pontuar foi o diferencial para superar algumas dificuldades.

Os treinos tinham um problema, apenas. Eles eram quase que completamente pensados para o funcionamento do time, não havia muito tempo dedicado a desenvolver as habilidades individuais de cada atleta. Fora do Brasil não é tão diferente, mas com um detalhe: lá existe uma vasta comissão técnica, na NBA existem treinadores especializados só em desenvolver recursos dos jogadores. O Spurs é famoso pelo Chip Engelland, que transforma qualquer mané no melhor arremessador do mundo. Lá no Paulistano isso ficava nas costas dos próprios jogadores que, vamos falar a verdade, quase sempre só queriam ir pra casa o mais rápido possível pra bater um video game maroto. Às vezes nem podiam ficar mais na quadra depois do treino porque a quadra ia ser usado pelos sócios ou por um treino de vôlei feminino juvenil.

Realmente acredito que muitos dos nossos jovens jogadores aqui demoram para evoluir (ou nem evoluem) porque falta esse trabalho individual. Alguém pra obrigar aquele moleque a ficar mais tempo em quadra pra arremessar 800 bolas de 3 pontos todo santo dia e coisas do tipo. Nisso –e não no patriotismo cego– os jogadores deveriam se espelhar no Oscar.

O Paulistano teve, por muito tempo, apenas um assistente técnico. Por falta de dinheiro, não conseguiam ter mais, e esse assistente ainda treinava duas das equipes de categorias de base. Dá pra imaginar como era corrido todo o trabalho de preparar treinos, realizá-los, editar vídeos dos adversários, etc. Outro ponto negativo que acontecia por pura falta de dinheiro era a questão da alimentação, o clube só podia oferecer o restaurante estilo bandejão do clube. E não sei se é o ideal para atletas profissionais que comam lá a mesma comida de sempre que a gente come. O ideal seria ter um acompanhamento individual, pensado na condição de cada um, mas isso é coisa de primeiro mundo. Mais uma vez, os atletas podem se cuidar por conta própria se estiverem afim, mas poucos tinham esse cuidado.

Claro que não é fácil mudar tudo isso, mas talvez as coisas não mudem também porque a situação é difícil para todo mundo. Como eu disse, não sei detalhes de outros times, mas duvido muito que outros lugares sejam muito diferentes. Acredito que se aparecer um ou dois com comissão técnica maior, investimento em tecnologia e coisas do tipo, o resto vai ser obrigado a correr atrás.

Foi uma época bem legal, conheci muito do basquete nacional, aprendi a gostar e vi vários jogos ótimos que não passaram na TV, na internet ou em lugar nenhum. Era engraçado ver um jogão do Paulistano e depois ver outro, péssimo, na TV e me sentir na obrigação de convencer os outros que não era sempre assim. Coisas que acontecem quando poucos jogos chegam no público, mas imagino que tenha a ver também com o fato de que ver ao vivo é bem mais legal.


Chris Mullin
Porque em todas as conversas de “pra onde o Durant vai?” ninguém fala do Warriors como um posível destino?

Denis: Porque aí é o fim da NBA. Dinastia com 10 títulos seguidos, todos os recordes da história quebrados. Mas o pior é que é possível! O que pode pesar é se Durant vai ter paciência pra ouvir tudo o que LeBron James ouviu quando foi pra Miami.


Leonardo Augusto
Depois de dois BTPH seguidos com o tema sobre pornografia em pauta, me sinto na obrigação de perguntar: pra vocês, o que é um bom pornô? vocês já realizaram suas fantasias sexuais? fariam swing entre si com suas respectivas esposas/namoradas? ( como cliente/consumidor, queria deixar uma dica : façam um podcast só com BTPH)

Denis: Não me vejo fazendo swing com um casal conhecido, acho que não sou tão descolado assim. Se for tentar, vai ser com desconhecidos. Sobre o pornô, está aí uma questão difícil. O que é ‘bom’? Acho que a principal questão que o Danilo abordou no último post é que a indústria poderia ser mais transparente para que existisse um menor risco de exploração dos envolvidos. Queremos consumir pornografia sabendo que do outro lado ninguém está ferrado, traumatizado e mal pago. Talvez dê certo se a gente não tratar a pornografia como algo tão secreto e marginal na sociedade. Assi seria mais fácil proteger, respeitar e empoderar quem nos presenteia com o pornô nosso de cada dia.

A questão da submissão e dos padrões inalcançáveis que o Danilo expôs também são importantes. Ver algumas performances e não conseguir chegar perto de repetir pode ser traumático para alguns, mas na prática é com ver o Steph Curry jogar e não conseguir repetir. É normal! Ele é profissional, o melhor entre todos, você não é. O problema é que ninguém fala abertamente sobre isso, o pornô está presente na vida de todos, mas em silêncio. Se alguém fala de sexo, especialmente entre homens, é para se gabar, pra falar que faz ainda melhor que no filme. Aí todo mundo se acha o brocha inseguro do pinto pequeno. Não só a indústria pornô deve mudar, mas nossa relação com ela deve mudar mais ainda.

A submissão também é uma questão curiosa. O pornô em que o homem coloca a mulher numa situação submissa, muitas vezes humilhante, é comum, mas não é só uma fantasia masculina, mas também de algumas mulheres (não são poucos os homens que gostam de ser submissos a mulheres, que fique claro). É nossa ignorância e machismo, porém, que transforma isso em um padrão, que faz homens quererem reproduzir esse modelo com mulheres que não estão no grupo que se excitam com essa maneira de fazer sexo. Um cara dando um tapa na cara de uma mulher em um filme não quer dizer que a mulher é um objeto a ser usado. Interpretar isso errado cria homens que se veem nesse direito, o que é um problema enorme na nossa sociedade há tempos e que agora, finalmente, está em voga em todos os cantos da internet.

Por fim, a pornografia vive um momento muito parecido com o do jornalismo: nunca as pessoas consumiram tanto, mas ninguém sabe ao certo como ganhar dinheiro. Vão precisar mudar para o negócio dar certo, e espero que nessa mudança os outros problemas sejam atacados.


Artur Oliveira
O que quer dizer, ou, o que representa a estatística +/- ; Como se mede? Em que ela influencia no estudo dos times, etc.

Denis: O plus/minus é o saldo de pontos da equipe durante os minutos que aquele determinado jogador estava em quadra. O Durant com +5 quer dizer que o Thunder fez 5 pontos a mais do que levou quando KD estava jogando.


Henrique Almeida
Da série bizarrices inesperadas do Bola Presa que podem ser expressas no BTPH.
Então meus miguxos “imaginários”, a cada novo post do blog sinto um abalo psicológico, pois sinto que estou em debito com o blog ao não assinar a versão “premium”. Parece que eu não retribuo todas as noções e conhecimentos adquiridos durante as leituras.
No momento apenas sou um estudante que está sem estágio ou bolsa de iniciação científica, mas o futuro promete melhorias.
Era isso. Solicitar um abraço é muito?

Denis: Não se sinta culpado ou em débito. Quando você quiser e puder, assina. Mas, até lá, só meio abraço pra você. Abraço completo só para os assinantes Bola Presa Gold Premium Deluxe Randolph.


Rodrigo
Acabei de ler a resposta onde vcs explicam o pq das estrelas darem arremessos de média/longa distância nos momentos finais das partidas ao invés de tentar cavar uma falta por exemplo, no entanto o que não entendo é pq quando temos essa posse de bola decisiva em diversas vezes(quase todas) a equipe opta por uma isolação ao invés de desenhar uma jogada “limpa”, tem alguma explicação ou é realmente simplesmente p/ evitar críticas e cagaços de jogadores medianos?

Denis: A jogada de isolação, o mano-a-mano, é bastante procurada no fim dos jogos porque ela é muito mais segura contra turnovers e mais fácil de controlar o relógio. Se a jogada for muito complexa, podem existir passes arriscados que correm risco de serem interceptados, até porque nesses casos o adversário está alerta e provavelmente com seu melhor quinteto defensivo em quadra. Também é difícil começar uma jogada com a precisão exata de quando ela vai terminar, no mano-a-mano basta o jogador segurar a bola até o segundo final, para ter certeza que o adversário não terá uma nova chance.

Também acontece que essas jogadas desenhadas costumam ter muitas opções dentro dela. Se o primeiro passe não der certo, ou um bloqueio não deixar um jogador livre, existe uma segunda opção para o time não estagnar. Quando existem poucos segundos no relógio isso pode significar seu pivô de costas pra cesta na linha dos 3 com a bola na mão. Melhor não arriscar.


Leandro
Amigos, dica de leitura: Os Condenados da terra, Franz Fanon;
Me passem uma também (:

Denis: Estou lendo ‘Circo Invisível’, da Jennifer Egan, e parece bem legal. Pode recomendar antes de acabar ou não vale?


Jal
O que aconteceu com o Tom Thibodeau? Tudo bem que a última temporada no Bulls deixou bem claro que ele tem defeitos (rotações ARGH) e é teimoso pra cacete, mas isso é suficiente pra nenhum time da NBA querer ele de coach? O cara é mó bom! As qualidades compensam e muito, na minha opinião.

E se um dia o Thibs voltar pra NBA, em que time vocês gostariam de vê-lo? Eu sei que é impossível, mas adoraria ele no Grizzlies. Seria ao mesmo tempo o time mais divertido e mais HORRENDO de assistir da NBA inteira!

Denis: Acho que ele não demora pra voltar para a NBA. Estava um pouco desgastado pela relação dele com a direção do Chicago Bulls, mas conseguiu muita coisa na liga para sumir assim. Imagino que na próxima temporada algum time deve ir atrás. Dizem que o dono do Grizzlies é muito fã do Thibs e que gostaria dele caso o Dave Joerger deixe a equipe, então seu sonho ainda resiste. Só não sei se é o que o Memphis precisa. Eles sabem defender, defenderiam bem mesmo se eu aparecesse lá amanhã pra ser técnico. O que precisam é de alguém com novas ideias para fazer o time não sofrer tanto para marcar pontos, não sei se Thibodeau é o cara ideal.

Imagino ele dando mais certo em times ainda em busca dessa identidade defensiva, que precisam aprender a defender como time. Penso no Charlotte Hornets (especialmente sem Kidd-Gilchrist), Wizards ou até o Kings. Mas aí tem que ver como cada time vai se desenvolver ao longo do ano, pra ver se interessa trocar quem já está lá. Se eu fosse um time da NBA, porém, ia aproveitar que ele é workaholic e o convidaria para ser meu assistente especial com um puta salário bom.


Leonardo Ávila
Quanto a gente tem que pagar pra ter live blogging todo dia?

Denis: Tipo twitter acompanhando todas as rodadas todo santo dia? Se chegar em uns 8 mil por mês eu faço. Te vira aí agora pra ganhar na loteria, Leonardo.


Shoyu
os contratos na NBA são calculados pelo valor total dividido pelo número de anos de duração, sendo assim, os jogadores recebem salário mensal (como no futebol) ou os times pagam por ano?será que o kobe recebeu 25 milhões de uma vez só?!

Denis: Da última vez que pesquisei sobre isso tinha lido que eles recebem a cada duas semanas, um adiantamento e depois o grosso do salário mensal. Existem exceções, porém. Dizem (nada disso é comentado oficialmente) que alguns jogadores recebem de 70 a 100% do salário antes da temporada começar, e que Kobe seria um deles.


Guilherme
Fala galera, tranquilo?
Sou um dos apoiadores do site e gostaria de saber se, por exemplo, daqui alguns meses eu quiser revisitar algum texto do início da temporada, exclusivo pra assinantes, qual deverá ser o procedimento.
Muito obrigado.

Denis: Você terá a senha de cada post no seu e-mail e no Apoia.se, é só resgatar lá e reler o texto. E para dúvidas das assinaturas basta nos mandar um e-mail em bolapresa@gmail.com. Garanto que a resposta é garantida e mais rápida do que no meio desse mar de questões do BTPH.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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