Both Teams Played Hard 15/16

Nesta temporada 2015/16 da NBA nós aqui no Bola Presa iremos retornar ao modelo clássico do Both Teams Played Hard. A nossa seção de Perguntas e Respostas, que foi uma página própria na última temporada, agora será respondida em posts separados, duas vezes por semana. Às vezes é o Denis aqui dando seus pitacos, às vezes o Danilo. Hoje, pra começar, os dois!

Para quem chega agora, a regra é não ter regra: pergunte sobre qualquer coisa. Não sabemos de nada, falamos de tudo. Daremos alguma preferência ao basquete porque a internet já tem gente demais comentando o que não entende, mas se quiser falar de filmes, livros, problemas amorosos, filosofia antiga ou autoramas (?), fique à vontade.

Para nos adiantar a uma das perguntas mais comuns: aperte triângulo duas vezes para dar ponte aérea no NBA 2k16.

Para fazer novas perguntas é só usar o formulário que fica aqui do lado, na barra lateral


Vão continuar pagando o League Pass com o dólar a R$4,00??

Denis: Está caro demais, sem dúvida alguma. Uma insanidade de dinheiro a ser pago de uma vez só para a maioria das pessoas. Mas aí eu fiz todo um processo de pensamento na minha cabeça:

(1) Apesar de ser caro, eu tenho o dinheiro pra pagar no momento?
– Sim, estou empregado e recebendo.
(2) Existe alguma coisa nessa vida mais legal do que assistir a jogos de basquete?
– Não.

E aí ficou fácil escolher e dar adeus para o montante de grana.


Sou amante de livros e sei que um de vós (Danilo?) estudou filosofia. Queria perceber jum pouco mais do assunto mas normalmente os livros são muito complexos e eu queria algo que me permitisse iniciar o estudo do tema. Têm sugestões? (se não for só de filosofia agradeço também :))

Danilo: Como diria aquele famoso tiozão, o Hegel, “todo começo é um começo”. Então se tiver algum assunto de Filosofia que te interesse, ou algum filósofo que gostaria de ler, não se acanhe com o fato dele ser muito complexo. Aos poucos o próprio autor vai facilitando sua vida, você vai entendendo um ou outro conceito, que facilitam o entendimento de um outro autor, que esclarece um outro conceito, e assim por diante. Não existe uma porta certa de entrada, e tampouco uma porta fácil. Vai um pouco de insistência e paciência de ler alguma coisa que você não está necessariamente entendendo, na confiança de que um pouco sempre fica, e esse pouco se somará à sua próxima empreitada. Mas se sua curiosidade for apenas superficial, um desses manuais de Filosofia ilustrados que existem às dúzias já dá uma força. Eu uso um bem simplesinho direto aqui para tirar umas dúvidas pontuais.


Raphael – Denis, você deixou escapar no podcast do Pouco Pixel que está trabalhando na Folha. Parabéns! Não sei se você acredita, mas dentro dessa micro comunidade do BolaPresa tem gente que torce muito por você e pelo Danilo. Mas chega de puxar saco. Queria saber qual é seu trabalho lá e como é trabalhar em um jornal tão influente. Abraços

Denis: Eu trabalho nos bastidores, ou, como gostam de dizer, “jornalismo de retaguarda”. Soa bonito? Se tiver algum link errado, chamada com erro de digitação ou se você está puto porque alguma matéria não está no topo do site, a culpa pode ser minha (dependendo do horário e da parte do site). Já assinou a Newsletter da Folha? Valoriza aí pessoal! E hoje em dia, trabalhar em um jornal, seja ele influente ou não, é uma tensão constante. Desde que cheguei o jornal está cada vez menor, mesma coisa que vemos em TODOS os concorrentes, seja jornais impressos ou mesmo portais de notícias que pareciam o futuro em, sei lá, 2008. Todo mundo comenta notícias, todo mundo passa o dia compartilhando notícias no Facebook, mas parece que ninguém ainda sabe ao certo como ganhar dinheiro com isso.

Mas uma coisa legal de trabalhar lá é ver o conflito do que dizem do lado de fora e ver o que acontece lá dentro. O jornal tem sua ideologia, não esconde isso nos seus editoriais, e comete erros e exageros, como todos sabem. Mas os que não gostam do jornal enxergam algumas teorias da conspiração que chegam a ser engraçadas. Às vezes é um cara que tomou uma decisão rápida na correria do dia e surge na internet um monte de gente dizendo que a INSTITUIÇÃO tinha um plano secreto para manipular o público. Se manipular informação fosse fácil assim todos nossos leitores torceriam para o Grizzlies. Conhecendo algumas coisas mais de perto, sempre tenho vontade de defender quando alguém fala mal e apontar os defeitos quando alguém fala bem, os grandes jornais são muito complexos para se ter uma opinião simples sobre eles.


Preguiçoso – Aproveitando meu nome, não dá preguiça de acompanhar comentários nos sites de basquete do Brasil? Um exemplo é no JumperBrasil. Tem várias notícias e artigos muito bons, mas os comentários da até raiva. Isso sem nem considerar a quantidade de vezes que falam de Kobe x Lebron. E até que os comentarios do BP são os menos ruins

Danilo: Ler os comentários de qualquer lugar é uma experiência de vida, um safári selvagem, uma jornada pelo submundo mais sórdido, um teste de estômago, uma aventura fossa adentro. Tudo tende a ser muito exagerado, cheio de ódio, toda crítica é recebida no âmbito pessoal, e paradoxalmente as discussões sobre o assunto em questão costumam ser ralas, superficiais. Ainda assim, procurando você sempre acha comentários que valem a pena, mesmo aqueles com os quais você não concorda mas que são dignos de uma discussão produtiva, desde que você tope mexer no CHORUME. Também acho que o Bola Presa tem mais comentários interessantes do que o normal em sites de esporte, gente que topa nossa proposta, mas também tem a galera que CHOVE DO CÉU sabe-se lá de onde quando a gente fala mal do Jazz (ou do Michael Jackson).


amigos, vcs andam jogando basquete por aí? Tamo jogando um bem firmeza toda quarta la no Parque da Juventude. Vamo com nois? Queria conhecer vcs e a galera la é toda gente boa! Cola com nois dupla DD. Quero ter o prazer de dar um toco em cada um :)

Danilo: Topo muito aparecer, não só pra conhecer vocês e tomar uns tocos maneiros, mas também pra conhecer as quadras do Parque da Juventude. O Bola Presa tem um projeto relacionado com quadras públicas de basquete que vamos anunciar em breve, aguardem. Enquanto isso, entra em contato lá pelo e-mail bolapresa@gmail.com pra gente marcar um dia e um horário! Aproveite e mande sua altura, pra eu ver se compensa sair de casa pra ser humilhado.


Fala caras! tava pensando na carreira da xuxa e fiz um link com nba(bizarro!) a xuxa é a mais bem sucedida apresentadora infatil da sua geração e fez um sucesso enorme dentro e fora do Brasil, mas jamais conseguiu fazer a transição para outros formatos como a eliana e a angelica , mas ao inves de fazer programas para crianças , o que ela é boa , parece existir uma pressão de todos os lados que ela mude de publico, o que nunca deu certo!! pq as pessoas não aceitam que ela é boa so fazendo programas infantis ? me lembra o caso do Yao que era cobrado pra jogar dentro do garrafão quando claramente funcionava melhor na meia distancia! que outros jogadores da nba sofrem com esses problemas? ah , e se vcs fossem diretor da record a xuxa teria um programa infantil ??? abraços, Rafael Barrão

Danilo: A Xuxa é um caso bizarro. Primeiro porque chama Xuxa, e segundo porque a paixão que ela gerava entre adultos no seu auge como apresentadora infantil era uma coisa de maluco. Chegou uma hora que a plateia dos programas dela só tinha senhora de meia idade, com faixa “Xuxa” amarrada na testa, e aí a transição para o público adulto parecia algo óbvio de se fazer. Especialmente porque a própria Xuxa não aguentava mais lidar com a pirralhada, volta e meia parecia que ela ia matar algum fedelho. Pense nela não como o Yao, forçado a entrar no garrafão quando não fazia sentido, mas como o Rasheed Wallace, que uma hora encheu o saco de jogar no garrafão e decidiu que iria arremessar de três pontos só porque era bacana. A diferença é que a Xuxa ainda não achou o seu Pistons. Dica: não é a Record.

Denis: Será que ela mesmo aceita que só é boa fazendo programas infantis?


AMO VCS, DE VERDADE

Denis: Não sei quem você é, o que você pretende e nem o mais importante: que séries você assiste. Mas tudo bem, te amo também.

Danilo: Ooooon.


Comprei ingresso para ir no NBA Global Games 2015 (Flamengo x Orlando Magic). Sou torcedor do Orlando Magic, e tava pensando em ir com a camiseta do time. Acham que eu teria problemas com a torcida do Flamengo por isso?

Denis: Se você tiver problemas tem uma coisa muito errada com essas torcidas de futebol emprestadas para o basquete. Mas tente não ir com a camisa da organizada MAGIA INDEPENDENTE, JOVEM MAGIC ou a CHOPP MAGIC.


O que quer dizer [Pk Px], que tá aparecendo agora, no nome do site?

Denis: Estávamos fazendo a transição do site para dentro do servidor do Pouco Pixel, e quando apareceu isso foi um sinal de que a transição estava completa. Já tiramos esse sinal, então deve sumir aos poucos.


não vou perguntar sobre lista de melhores jogadores, não vou perguntar sobre ponte-aérea no 2k. Não vou perguntar sobre Kobe x LeBron nem nada sobre o Jazz. Só quero pedir encarecidamente… coloquei os podcasts do 20 ao 30 no ar pra eu poder ouvir novamente. Obrigado! – Daniel

Denis: Ontem mesmo reabrimos nossa conta no Soundcloud e colocamos vários de nossos antigos podcasts. Veja lá! 


Leonardo Ávila – Danilo, no podcast #1 do Pouco Pixel você elegeu o NES como o melhor console de todos os tempos levando em conta tamanho da biblioteca, importância dos games, importância histórica, nostalgia e legado. Tomando como base ~mais ou menos~ os mesmos conceitos, qual seria o maior jogador de basquete de todos os tempos?

Danilo: A brincadeira de eleger o maior console de todos os tempos foi uma tentativa de avaliar o impacto cultural, a influência, o legado, e não tanto se ele era o melhor de verdade. Nesse sentido, acho que não tem como não traçar o paralelo com o Jordan: não é meu favorito, possivelmente não foi o melhor de todos, só fez parte da minha infância quando eu não entendia nada, mas foi o que mais mudou o jogo, mais mexeu com o imaginário dos fãs de basquete, e mais marcou os seres humanos que mal entendem o que é basquete. Minha mãe sabe quem é o Jordan. Já o LeBron, ela acha que fica no Rio.


Lula Ferreira – Caras, muito obrigado! Acredito que com a resposta argumentada de vcs, bem como a ênfase que deram pra minha última questao, eu me convenci de que vida é realmente algo muito importante. E sim, realmente é algo grave querer acabar com a vida de alguem. Obrigado, pelo menos ouvindo isso de vcs ficou um pouco mais claro. Acredito que devo procurar um terapeuta, vou checar os preços e ver se cabe no meu orçamento. Alias, uma pergunta. Terapia funciona? Algum de vcs já fez? Se vcs me disserem que ajuda acho que vou procurar um, senao vou ficar como estou mesmo e só tentar dar uma acalmada. Abraços!

Danilo: Primeiro, parabéns por ouvir nossa argumentação com a cabeça aberta e refletir sobre ela. Sabemos bem que não é fácil, volta e meia alguém tenta argumentar contra alguma posição central na nossa rede de crenças e mesmo sem querer reagimos com raiva e indignação, quase que numa tentativa de proteger a nossa identidade. Mas sempre que a gente conseguir ouvir, debater e refletir, melhor para todos os envolvidos! E é justamente por isso que eu recomendo um terapeuta (mais especificamente, um psicanalista): pra ter uma voz de fora que questiona, aponta, balanceia, que ajuda você a ouvir as incoerências da sua própria voz, que você pode odiar e ficar bravo o quanto quiser e saber que não é pessoal, e que te ajuda a encontrar as causas das suas principais questões, dores e motivações. Se você tiver a chance, vá atrás. Todo mundo no mundo se beneficia de uma experiência dessas.

Denis: Eu já fiz, mas é difícil dizer se funciona porque não é algo tão fácil de se medir. Tem coisas que você não “cura”, simplesmente aprende a lidar. Eu gostei de fazer e recomendo a todo mundo, mas acho bom não ir lá achando que todos seus problemas vão se resolver de forma mágica.


Denis, como você acompanhou NBA enquanto tava no Chipre? Os jogos não eram muito tarde? Tô perguntado pq vou fazer intercâmbio na europa em breve…

Denis: Antes de mais nada você precisa do bom, velho e caríssimo League Pass. Depois disso está tudo feito. Várias vezes eu ficava acordado até altas horas da madrugada assistindo, mas muitos jogos eu via no dia seguinte, já que o LP deixa você assistir qualquer jogo a qualquer hora. Pode parecer chato não ver ao vivo, mas você acostuma e até prefere ver sem as inúmeras pausas para intervalos. E no meu caso, eu vivia com um monte de gente que não conseguia ir dormir cedo e ficavam acordados até tarde bebendo e jogando conversa fora, eu ficava com eles, mas com o computador ligado na NBA.


O que vocês acham da força nominal do atacante do Tottenham, Harry Kane?

Denis: Passei a gostar assim que começaram a chamá-lo de Hurricane.


Vcs viram? Emicida e Rael na soundtrack do 2K16. Palha assada. Emicida até vá lá.. mas oq Rael tem a ver com basquete? Não é só cornetagem, só acho que não faz sentido mesmo. De resto a soundtrack ta animal. (Jão)

Denis: E aí Jão, beleza? Comecemos pela pergunta básica: o que é ter sentido? Que música “tem sentido” num jogo de basquete? Sabemos da relação do hip hop com o basquete nos Estados Unidos, mas não é uma regra. No Brasil essa ligação não é tão forte e soa até forçada às vezes (tipo em vinhetas do SporTV). Se até essa relação mais fácil pode não fazer sentido, o que dizer dos sub-gêneros do rap? As trilhas sonoras estão longe de serem algo exato e preciso, basta que um curador veja uma ligação entre o som e o jogo e a música está lá.


Fala Denis e Danilo. Primeiro desculpe se a pontuacao estiver ruim pois estou teclando em um tablet de merda. Comecei a acompanhar a NBA em 2008, na final do Boston e Lakers, e confesso que sou telespectador de playoffs. Assisto a todos os jogos e vibro muito, mas somente playoffs. Interessado em saber mais sobre taticas, descobri o blog de voces, mas nunca havia me manifestado aqui na secao BTPH. Por falta de tempo para ouvir os podcasts, nunca havia ouvido nenhum (nao pego conducao). Nesta ultima temporada eu consegui ouvir, e caralho, como e engracado. Tenho uma videolocadora, entao voces imaginam que neste ultimo ano nao entra uma alma na minha loja, entao deixo os podcasts rolando no som da loja e dou altas risadas sozinho. Ja ouvi dezenas de vezes os mesmos podcasts. Ai baixei os anteriores que foram possiveis (por falar nisso corrijam os que nao permitem fazer download, pois tenho que baixar e muitos nao consegui), e descobri que voces sao ou eram de Sao Bernardo. Tambem sou e achei bem engracado, imagina se voces aparecem na minha loja e ouvem o podcast rolando? Ha uma resposta no BTPH que voce diz “porque alguem ouviria nossas opinioes da temporada retrasada?” Caras, voces me fazem uma agradavel companhia nos dias de trabalho solitario na locadora. Queria saber onde moram e estudaram aqui em SBC. Grato pela atencao e continuem assim para todo o sempre.

Denis: Essa mensagem nem é tão nova, mas eu guardei porque queria responder em um momento especial! Sem dúvida é uma das coisas mais legais que já lemos e recebemos em todos esses 8 anos de Bola Presa. Meu caro, você tem ideia de como a gente ia pirar se entrássemos em uma locadora de São Bernardo e ouvíssemos nossas próprias vozes falando da NBA de 2012? Eu ia achar que estava pirando e ia desmaiar, derrubando toda sua seção de DVDs do Adam Sandler.

Eu entendo como é gostar assim de um blog ou de um podcast porque eu gosto de alguns, mas quando acontece com a gente é estranho mesmo assim. Ouço nossos podcasts, leio nossos textos e parece que sempre falta alguma coisa. Ou parece normal, aí de repente tem gente que gosta! Vai entender! Mas sabe que eu me apaixonei pelos podcasts por situações como essa, é quase que um resgate daqueles programas de rádio que todo dia, no mesmo horário, faziam companhia para donas de casa que passavam o dia sozinhas. No nosso caso, faz companhia para uns nerds no ônibus a caminho da firma ou da faculdade. Sempre sonhei que um podcast nosso seria tão legal e companheiro como aquele do saudoso radialista do “Mundo da Lua” que até conversava e respondia a Rosa, a doméstica da família Silva e Silva. Você dizer que nós te fazemos companhia em uma locadora da cidade onde começamos é a realização desse sonho estranho.

O Danilo é nascido e criado em São Bernardo, eu sou de São Paulo, mas estudava lá e assim que nos conhecemos. A gente ia no colégio Jean Piaget, que levamos orgulhosamente às quartas-de-final dos Jogos Escolares de 2003. Hoje a gente mora em SP e faz uns bons anos que não piso em SBC pra ver como andam as coisas por lá. Espero que os hipsters do ABC abracem as vídeo locadoras como a próxima coisa das décadas passadas a serem resgatadas e você vire um cara rico com um empreendimento cool. Que tal só ter opções em VHS e servir cafés super caros para caras de barba e moças de óculos?

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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