Both Teams Played Hard #24

Paulo
Oi, queria participar de algum fantasy. Como posso fazer pra entrar em algum ou criar uma liga dos amigos.
Obg e abs

Denis: A essa altura da temporada não rola mais, já estão todas acabando. Nos EUA estão na moda as one-day leagues, que é um fantasy por rodada, tipo o Fan Duel. Nunca joguei, não sei como é. No começo da temporada que vem dá pra combinar com amigos (talvez nos comentários do blog) alguma liga na ESPN, Yahoo.com ou similares. O Jumper está fazendo umas ligas diárias também.

Se quiser criar uma liga própria, complexa e trabalhosa, nós damos as dicas nesse post aqui. É tudo baseado na liga que criamos no Bola Presa em 2008.


Zeca
Está saindo nos jornais que o Chris Bosh pode estar com um novo coágulo e perderia novamente o restante da temporada. Se isso se confirmar, pela gravidade dessa lesão, acho, infelizmente, que ele pode considerar a aposentadoria, por já ser um cara campeão, ídolo em duas franquias e tudo mais. Supondo que isso aconteça, o que aconteceria com o CAP do Heat em relação ao salário do Bosh?
Obs: não considero dinheiro mais importante que a saúde, é apenas uma curiosidade que não achei na internet e talvez vocês saibam :)

Denis: Não tenho conhecimento médico para dizer o quanto um segundo coágulo deva ser um sinal para o Chris Bosh se aposentar, mas no começo da temporada ele estava tão feliz de estar recuperado e jogando basquete que não imagino ele querendo parar a essa altura da carreira. Já é consagrado, mas ainda tem muito pra render ainda.

Sobre o salary cap: se um jogador anuncia que vai parar de jogar mas ainda está sob contrato, precisa entrar em acordo com o time para combinar que não irá mais jogar e, logo, não irá mais receber. Porque enquanto ele receber, o salário conta no teto.

A coisa muda de figura em caso de uma lesão ou doença, que seria o caso do Bosh. Nesse caso o Miami Heat entraria com uma ação na NBA e o Bosh seria avaliado por médicos da liga e da associação dos jogadores. Confirmada a lesão/doença que o impede de jogar, o Heat pode tirar o salário inteiro do Bosh da sua folha. O jogador ainda receberia seu dinheiro, mas não prejudicaria o teto salarial da equipe para novas contratações.


Guilherme Fernandes
PRESAS, vocês acham que o sucesso midiático do Aaron Gordon no SDC contribuiu para trocarem o Tobias Harris? Sei que essa troca fazia sentido mesmo antes do all star weekend, mas me pareceu muito conveniente isso acontecer agora.

Denis: Acho que tem mais a ver com o fato de ser a última semana para trocas nessa temporada. Trocar só para dar espaço para alguém que fez sucesso com o público seria algo bem amador por parte do Magic. Uma coisa é ter no time um cara que renda uma grana a mais, outra é abrir mão de um baita jogador só por isso.


Gabriel Cabeça
Andei pesquisando as médias por temporada do Magic Johnson, e observei que na temporada de 82-83 ele obteve incríveis 0 de 21 nos arremessos de três. Já houve alguém com mais arremessos errados em uma temporada sem cestas de três?

Denis: Só um cara, Tom Garrick, que chutou 0/22 em 1990-91


abc
Vocês andam lendo comentários no Facebook,Twitter ou qualquer lugar.Não irrita demais essa coisa de nada é melhor do que no passado,nada se compara ao jordan.Por exemplo o campeonato de enterradas deste ano eu achei superior a qualquer outro.Mas fale isso em algum lugar ai”ah mas nem se compara a jordan x wilkins”.Porra de uma olhada nos videos veja a diferença das enterradas.O que vocês acham disso no geral.Lebron,kobe,curry,heat que foi campeão,bolas de três intensidade do jogo.Me irrita demais isso.Talvez vocês já tenham falado disso mas sou leitor mais recente do blog

Denis: Sim, já falamos disso justamente porque essa é uma das razões para o blog existir!!! Se isso irrita hoje, imagina e 2007, quando existiam ainda menos opções de blog e sites para comentar e ler sobre NBA no Brasil. A gente sentia muita falta de um lugar para discutir o dia-a-dia da NBA atual, sem comparar tudo com Jordan, Magic e Bird. Imagina se todo jogo do Santos a gente fica falando do Pelé? Não rola.

A solução às vezes é ignorar. Existe a tentação, mas eu tento não ficar comparando tudo. Quando Jordan e Wilkins fizeram aquelas enterradas, era tudo novo, impressionante, não dá pra ignorar que na época as pessoas foram ao delírio. Gordon e LaVine não podem repetir porque serão criticados por isso, então sempre tentam inovar. Sei que é a resposta mais chata, mas é bem complicado comparar épocas diferentes, especialmente em algo tão subjetivo como um campeonato de enterradas.


Júniorbsb
Caras, estava vendo a homenagem ao Kobe no ASG de ontem e estava me perguntando: de onde diabos vieram os boatos que ele era um dos caras mais odiados da liga? Sério, vejam o breve depoimento do Gasol: o cara realmente parecia emocionado, com olhos marejados. E, na época de Lakers, havia n boatos que os dois se odiavam!! Aliás, me lembro que Shaq, que deveria ser amado por todos e deve ter altura relativa equivalente/semelhante a de Kobe (sem entrar nesse mérito) se aposentou poucos anos atrás e não me lembro de tantas homenagens, tantos jogadores emocionados, falando do exemplo e coisa e tal. Aliás, parece que ninguém está se dando conta, mas essa também pode ser a última temporada do Tim Fucking Duncan!!! Enfim, nada imerecido para Kobe, mas realmente queria entender de onde diabos tiraram tantos boatos, que hoje me parecem infundados! Aliás, qual será o caminho do Kobe? Será que ele será treinador, GM ou vai ficar em casa curtindo a mulher e as filhas? Abraços

Denis: O Kobe já disse que não quer ser técnico de maneira alguma. Também não imagino ele de manager, acho que se for se envolver com basquete, será no máximo como um alto executivo que toma decisões mais amplas. Não deve acontecer num futuro próximo, porém.

E o Kobe sempre foi muito odiado mesmo, não eram boatos. Ele teve boas relações com o Derek Fisher, com o Brian Shaw, com o Ron Harper no começo de carreira. Só. Depois acabou desenvolvendo uma amizade com Pau Gasol e Lamar Odom, nada como vencer para as coisas ficarem mais fáceis, né? Mas antes disso o Kobe era famoso por não ter amigos no time ou fora dele. Foi sua realidade por muitos anos.

Isso começou a mudar no fim da década passada. Quando virou consenso de que ele era o melhor jogador da NBA (mais ou menos entre 2007 e 2011), ele parou de ver todo mundo como inimigo. Aceitou ir pra seleção americana, se deu bem com a galera por lá. De qualquer forma, vejo tudo isso mais como respeito do que como “ser amado”. Jogadores admiram quem treina muito e quem vence, Kobe foi histórico nessas duas coisas. A idade também pesa, mais de um jogador (Paul George e Kevin Durant são os que eu lembro de cabeça) chamaram Kobe de “Michael Jordan da nossa geração”. Ele foi o cara que seduzia a molecada que era muito nova quando o MJ jogava. Duncan é um cara que você aprende a gostar quando enxerga o basquete de outro jeito, já sem aquela magia adolescente.

Kobe também é um dos poucos jogadores do seu nível que anunciam para deus e o mundo que está fazendo sua última temporada. Ele alimentou esse “farewell tour” e deu a chance dos outros times e da própria NBA fazer esse circo de despedida.

Por fim, muito disso tudo não tem a ver com talento ou admiração. É uma coisa difícil de explicar, mas certos jogadores criam uma aura em volta deles que vai além do basquete. Exemplifico isso com um causo do último All-Star Weekend: contaram que em uma das mil festas que rolaram em Toronto no fim de semana, uma das mais concorridas, dúzias de grandes jogadores foram pra lá. Mas, de repente, Allen Iverson chegou e o lugar PAROU. Todo mundo queria tirar fotos com ele e Chris Paul e D-Wade tiraram fotos com ele dizendo que usam o número 3 nas suas camisetas por causa do cara. Iverson nunca foi campeão, brigou com meio mundo, foi um péssimo companheiro de time, forçava arremessos imbecis e tinha baixo aproveitamento. Mas quem se importa, né? Eu queria ser o Iverson e fazer cornrows no cabelo quando era mais novo. Kobe exerce fascinação parecida, mesmo quem o odeia adora passar horas falando sobre ele.


Christopher Dawkins
Sou torcedor do Boston Celtics, acompanho a NBA faz um tempinho, não o suficiente pra ter visto(se é que houve) tantas trocas de treinadores assim. E entre esses novos que sairam da faculdade pra treinar na NBA, e considero o Brad Stevens já um dos 5 melhores da NBA atualmente, o que me fez ficar um pouco decepcionado com os outros como o do Bulls. O que vocês acham do Stevens e dos outros? Lembra de um trabalho tão bom como o do Stevens com outros tecnicos na mesma situação saindo da faculdade e com um time sem grande destaques?

Denis: Olha, você não é a única pessoa a já achar o Brad Stevens um dos melhores técnicos da NBA na atualidade. Não é comum um cara ganhar essa moral tão cedo, seja vindo do basquete universitário ou de qualquer outro lugar. Não vejo uma semelhança entre todos os caras vindo do basquete universitário, cada um tem um causo, mas o Stevens pode ter sido ajudado por não ter que lidar com uma mega estrela, especialmente depois que o Rajon Rondo foi trocado. Teve liberdade (e nenhuma pressão) para impor a sua identidade na equipe.


Matheus Cunha
Olá Denis e Danilo,
Não faz muito tempo que acompanho o trabalho de vocês (há uns 2 anos somente), mas saibam que considero vocês referências na análise esportiva no Brasil (uma pena, profissionalmente, para vocês que aqui é um esporte de nicho, não de massa).
No podcast 50 vocês falaram como a análise de vocês mudou com o passar dos anos: no começo se empolgavam mais com jogadas de efeito e com a plasticidade dos lances (citaram o Vince Carter do Toronto) e que com o tempo passaram a se empolgar muito mais com times bem montados e organizados (por exemplo, os Spurs). Acredito que são poucos os times que unem as duas coisas – plasticidade das jogadas + organização tática excepcional – como por exemplo o Lakers do showtime e o Chicago do Jordan/Pippen após a volta do MJ da primeira aposentadoria. Vocês acham que o GS Warriors também entra nessa lista? Há mais algum time que vocês já viram jogar que una tão bem as duas coisas (plasticidade das jogadas e organização tática bem acima da média?
Abraço e parabéns!

Denis: Talvez o Golden State Warriors seja um dos grandes times da história a juntar as duas coisas. Todo mundo sabe que eles vão ganhar jogos contra times fracos e mesmo assim a galera se junta pra assistir porque sabe que vai ter show: bolas de 3, passes lindos, jogadas individuais do Curry, velocidade, enterradas, Klay pegando fogo, defesa, contra-ataque, tem tudo que gostamos de assistir.

O Miami Heat bi-campeão em 2012 e 2013 era muito bem montado e ficava bem bonito de jogar especialmente nos dias em que eles conseguiam emplacar sequências de contra-ataque. O LA Lakers bi-campeão em 2009 e 2010 tinha momentos de trocas de passe entre Kobe, Odom e Gasol que também eram maravilhosos, mas nenhum desses dois eram tão consistentes como o Warriors de hoje em dar show. Nos anos 2000 a NBA penou justamente por não encontrar esse equilíbrio, o público se apaixonava por Sacramento Kings, Dallas Mavericks e Phoenix Suns e tinha que se conformar com títulos de LA Lakers, San Antonio Spurs e Detroit Pistons.

Antes disso os times mais famosos são os que você citou, o Bulls do Michael Jordan e o Lakers do Magic. Não é à toa que uma equipe recebe o apelido de “Showtime“.


Homem desesperado
Bem, já mandei mensagem mas não obtive resposta ainda assim preciso de um conselho para deixar meu coração mais tranquilo.
Eu namoro há um tempo e estou de mudança com minha namorada, massssssssss estes dias uma ex começou a reaparecer de maneira estranha na minha vida, e não sei se estou com aquele problema de achar que sou o centro do mundo e querendo entender as coisas de maneira diferente da que realmente é e talvez como gostaria que fosse, e isto me abalou muito… Eu voltei a pensar nela e fico imaginando será que que poderia voltar, como seria. Por favor preciso de um pouco de juízo na minha cabeça, já fazem 8 anos e está peste vive na minha cabeça.

Denis: Não saber superar o passado não é um problema apenas seu, jovem padawan. Mas nessas horas é preciso de alguma frieza para discernir o que é real e o que é nostalgia e memória afetiva.

Se já se passaram 8 anos, é bem possível que você tenha mudado bastante nesse tempo e a sua ex-namorada também. Essas mudanças podem significar algumas coisa: ou vocês podem estar maduros para resolver problemas que atrapalharam no passado ou, o mais provável, vocês são tão diferentes do que eram antes que nem vão se reconhecer direito.

Você narra a situação como se não quisesse nada com essa ex-namorada, que ela é “uma peste” que insiste em reaparecer na sua cabeça. Não me parece o tipo de coisa que se transformaria em uma relação saudável. Meu palpite é que as coisas ficaram bem mal resolvidas no passado e que vocês precisam se falar e ~mandar a rela~ para superar e seguir em frente.


Nicolas Rodrigues
E se rolasse uma troca Howard + Lawson por Carmelo + Robin Lopez??
D12 iria de vez para os holofotes que tanto gosta, Houston se livra do Lawson que não deu certo. NY recebe uma estrela, e um Asik 2.0 que dava certo na época em que foi titular, além de um armador mais rápido que o Calderon.

Denis: Problemas com essa troca (1) Carmelo tem uma no-trade clause, basta ele não gostar que a troca morre e (2) o contrato do Howard acaba ao fim dessa temporada se ele quiser, o Knicks vai querer arriscar perdê-lo por nada? (3) Não acho que o Knicks se empolga em receber Ty Lawson


Vítor
Fala galera do Bola Presa, eu sou leitor e fã do blog desde os tempos do layout feinho do Blogspot (que na época eu achava um máximo). Conheci vocês por causa do falecido Blog Rebote do Rodrigo Alves, que linkou e os indicou para seus leitores. Gostei tanto que acho que devo ter lido e acessado o Bola Presa no mínimo uma vez por semana desde então. Os textos de vocês são espetaculares, um dos meus favoritos (não só do BP, mas de toda a internet) é um das paraolimpíadas que vocês cobriram, falando que o esporte é fantástico quando um esportista olha pro outro com admiração, “espelho olhando espelho”. Até hoje usa essa definição pra falar de esportes com amigos em mesa de bar. O problema é que eu sou ideologicamente contra pagar por qualquer serviço online. Acho que a internet deveria ser uma revolução, aberta para todos os públicos, diferentes das outras mídias, mas nos últimos anos houve uma enxurrada de serviços pagos que eu, até hoje, sou relutante em pagar (netflix, spotify, jogos freemium, e outros sites com serviço exclusivo para assinantes). Sei que estou sendo muito preguiçoso, mas vendam o seu peixe ai pra um leitor antigo, por que eu devo assinar o site? Só porque vocês são muito bons eu devo trair as minhas convicções?

Denis: Eu entendo a sua convicção porque por muito tempo pensei da mesma maneira. Via a internet como um novo mundo onde tudo seria de graça e de acesso para todos, uma versão melhor do mundo.

Mas a internet cresceu, mudou e tomou conta do planeta. Hoje não existe isso de “vou entrar na internet”, você está online praticamente o tempo todo, serviços são online e offline quase ao mesmo tempo. Ao invés de pensar em “devo pagar por um serviço online” comecei a pensar “devo pagar por um serviço”?

Então o que eu faço hoje é analisar o serviço, ver o que me oferecem, quem produz, qual o trabalho que dá, qual o meu benefício em ter o serviço/produto e aí sim decidir se vale a pena ou não gastar com isso. Quem ganha ou deixa de ganhar dinheiro quando você baixa um filme? Quem ganha ou deixa de ganhar quando você assina o Netflix?

No caso do Bola Presa, é algo que toma muito tempo e esforço das nossas vidas. Demoramos para produzir os textos e só conseguimos fazê-los porque dedicamos horas e horas diárias lendo e assistindo NBA há mais de uma década. Nos últimos anos a gente não tinha tempo para tudo isso, aí o blog ficou com textos muito esporádicos e quase morreu. Pensamos seriamente em fechar tudo muitas vezes, mas seguramos. Nessa temporada resolvemos mudar: se dá trabalho, é trabalho e precisamos receber. Só assim a gente pode abrir mão de outras coisas e ter o tempo para o fazer o Bola Presa existir.

Desde que essa temporada começou o Danilo já recusou dar mais aulas e eu recusei um trabalho bem remunerado e até ter um blog em um grande jornal porque isso significaria não ter tempo para o Bola Presa. Sem as assinaturas nós teríamos aceitado essas propostas (estamos velhos, precisamos pagar contas) e o blog não existiria mais.

Por fim, acho que os serviços online muitas vezes nos são mais úteis ou prazerosos que outras coisas que nós sustentamos só porque já temos o hábito de pagar. Quantas vezes você não saiu por pura comodidade não deixou o carro em um vallet ou estacionamento? Em São Paulo, algumas horas no estacionamento já dão uns meses de textos nossos. E tem as coisas supérfluas no supermercado, aquele salgado gorduroso que não mata a fome na padaria, o livro que você compra por impulso e não lê, o valor absurdo por mil canais que você não assiste na TV a cabo, etc. Gastamos com coisas tolas porque estamos acostumados com isso, aí na hora de pagar por algo que a gente costumava ter de graça, ficamos chocados. Eu estou tentando gastar melhor o meu dinheiro, com o que realmente me ofereça algo que eu goste em troca, e às vezes isso é algo oferecido via internet, às vezes não é.

Vendi meu peixe? Então bora para o Apoia.se assinar o Bola Presa.


Renzo
Prezados, seria excesso de imaginação tentar traçar alguma relação entre os anos de Don Nelson a frente do GSW e essa fase atual? A brincadeira ficou séria sem deixar de ser divertida? É isso? Acho que o tema geraria um belo artigo.

Denis: Falamos rapidamente sobre isso neste BTPH e tenho certeza que em outras situações também. O Warriors sempre foi um time de velocidade e ataque, apenas aprendeu a acrescentar outras coisas que o deixavam longe dos times realmente vencedores.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

Como funcionam as assinaturas do Bola Presa?

Como são os planos?

São dois tipos de planos MENSAIS para você assinar o Bola Presa:

R$ 14

Acesso ao nosso conteúdo exclusivo: Textos, Filtro Bola Presa, Podcast BTPH, Podcast Especial, Podcast Clube do Livro e texto do FilmRoom.

R$ 20

Acesso ao nosso conteúdo exclusivo + Grupo no Facebook + Pelada mensal em SP + Sorteios e Bolões + Vídeo ao vivo para discutir Clube do Livro e FilmRoom.

Acesso ao nosso conteúdo exclusivo: Textos, Filtro Bola Presa, Podcast BTPH, Podcast Especial, Podcast Clube do Livro e texto do FilmRoom.

Acesso ao nosso conteúdo exclusivo + Grupo no Facebook + Pelada mensal em SP + Sorteios e Bolões + Vídeo ao vivo para discutir Clube do Livro e FilmRoom.

Como funciona o pagamento?

As assinaturas podem ser feitas pelo Aplicativo PicPay. Baixe, cadastre-se, busque o Bola Presa e escolha seu plano de assinaturas. Você pode pagar com cartão de crédito ou carregar sua Carteira PicPay com boleto ou depósito bancário. Depois de assinar, escreva para bolapresa@gmail.com para mais detalhes de como ter acesso ao conteúdo exclusivo.

DÚVIDAS SOBRE AS ASSINATURAS? Nos escreva: bolapresa@gmail.com

Assine já!