Both Teams Played Hard #6

Estamos de volta com nossa seção de perguntas e respostas do Bola Presa, o “Both Teams Played Hard”. São duas colunas por semana com respostas para qualquer coisa que vocês arrancarem de dentro da orelha. Na edição passada o Danilo falou sobre crises esquerdistas, sonhos do NY Knicks, financiamento coletivo e os sonhos molhados de Jason Kidd no Bucks.


Filho da Nice
Minha mãe está tentando assistir a Alem do Tempo, mas parece que o treco é tão complicado quanto o Lost. ela me perguntou uns detalhes da trama, mas eu estou por fora.

Vocês podem me ajudar nessa empreitada? Brigado!

Denis: Não é nada complicado, é bem simples. Vamos lá!

‘Além do tempo’ é um novelão clássico, com história de amor, mal entendidos, vilões bem definidos, drama, traição e morte. A única virada diferente nela, e que é a marca da obra, é que ela foi dividida em duas etapas mais longas. A primeira, que acabou na semana passada, aconteceu há mais de um século; a segunda se passa nos dias de hoje, com a reencarnação daqueles mesmos personagens.

Como é comum nas novelas das 6, existe sempre um traço de fantasia (no melhor sentido do termo, não se ofendam) na história, em contraste com o ultra realismo que tem tomado conta da novela das 9. Nesse caso ela tem esse traço da reencarnação, que é presente em diversas religiões, em mais destaque por aqui no espiritismo. A novela, portanto, quer mostrar que mesmo que a gente não tenha consciência plena, nossa história de hoje está ligada com o passado. Isso explica um amor à primeira vista ou até mesmo uma antipatia com alguém.

A graça da atual história, portanto, é ver se na fase contemporânea o casal Lívia e Felipe irá conseguir o final feliz que não conseguiram ter há mais de 100 anos. Aliás, o final triste da primeira fase foi ÉPICO.


Obi-Wan
Depois de Granny Danger, seria Wayne Shittington o melhor novo apelido para um jogador do Indiana Pacers?

Denis: Um bocado cruel com o esforçado jogador, mas é um excelente apelido. Ele tem a namorada mais gata da NBA, não deve estar nem aí.


Anônimo Desconhecido
É verdade que vocês tem uma pasta de 4,3 GB no computador de vocês chamada FOTOS DO RASHEED?

Rafael Martins
Com dois posts de BTPH por semana, quando esgotará as fotos de arquivo de Rasheed Wallace?

Tody
Será que vai ter foto do Rasheed para alimentar a capa de todas as sessões de BTPH até o fim da temporada?

Denis: Em homenagem a essas duas perguntas, hoje coloquei uma foto da Alinne Moraes no post, só pra variar um pouco.


Andre
Qual suas apostas para os prêmios individuais da temporada?

Denis: SEGUE EM ANEXO (anexo.exe)

MVP: Kevin Durant
Jogador de Defesa: DeAndre Jordan
Técnico do ano: Brad Stevens (Celtics)
Jogador que mais evoluiu: CJ McCollum
Novato do ano: Stanley Johnson
6º homem: Lance Stephenson (já pensou?!)

ps. Se Stephenson seguir como titular, meu palpite fica com o Marco Belinelli. Porque é claro que o Kings vai para os Playoffs! De qualquer forma, essa lista com o Stephenson é a “oficial” que eu mandei para o pessoal do Jumper semana passada


Murilo Moore
Tava dando uma olhada aqui, e penso que a segunda unidade do Clippers, se encaixada da maneira certa, poderia brigar tranquilamente na conferência Leste por mando de quadra. Mas mesmo com o problema do banco resolvido, o esquema deles vira geleia num confronto com o Warrriors. DeAndre Jordan é excelente nos contra ataques e rebotes, mas seu aproveitamento nos lances livres comprometem demais o desenrolar do jogo. Pra vocês, eles estão pau a pau com os Warriors nessa temporada, ou ainda estão um passo atrás?

Denis: Por respeito a uma das melhores temporadas de todos os tempos, sou obrigado a dizer que qualquer time está um passo atrás do Warriors. Todos precisam mudar ou ajustar alguma coisa, o Warriors só precisa não piorar (o que é difícil, já que manter o nível do ano passado é para poucos).

Mas o potencial do Clippers é gigantesco para chegar nesse nível. O time titular já foi espetacular no ano passado, o time dos primeiros 10 jogos dos Playoffs beirou o indefensável. E, ao menos no papel, como você disse, o banco evoluiu bastante. Mas uma das coisas que o Clippers precisa ainda mostrar é se tem a mesma versatilidade do Warriors, que já mostrou que sabe se adaptar a qualquer adversário na NBA.


Leleco
Vcs ficariam de alguma maneira “frustrados” se descobrissem que o público do Bola Presa se interessa mais pelo BTPH e Podcasts do que pelo conteúdo exclusivamente de basquete que vcs produzem? Não é o meu caso, mas estive pensando sobre isso vendo algumas perguntas. Acham que existe esse tipo de gente? E deixaria vcs frustrados? Abraços.

Denis: Não ficaria frustrado porque o BTPH e o Podcast também são sobre basquete, mesmo que às vezes se misture outros assuntos para quebrar a rotina. E tenho tido a impressão contrária: os posts de basquete tem tido muito mais interação e comentários do que estes do BTPH. Até estamos pensando se não devemos fazer esta coluna ser semanal ao invés de ter duas por semana. Palpites?


Lakas
Olá Denis, em um podcast antigo o senhor falou a seguinte frase sobre o o Alexandre Pato. “Ficarei puto se ele jogar bem, agora que ele fracasse pro resto da vida dele”. Você está puto por ele está jogando bem assim ? Ou está feliz porque assim podemos vendê-lo por um maior preço para Europa ? Você aceitaria ele de volta vestindo o manto sagrado ? E para finalizar, com relação ao Paolo Guerrero, o senhor deseja a mesma coisa que desejou para o Alexandre ou acha que são situações diferentes ? Admiro muito o trabalho de vocês e assim que receber vou investir no Apoia-se, tenho pergunta para o Danilo sobre como se tornar um vegetariano. Abs.

Denis: Eu nunca fico feliz com o Alexandre Pato jogando bem porque isso quer dizer gol do São Paulo. Mas faço minha parte taggeando páginas de clubes europeus em postagem que tem gols dele =)

Eu aceitaria ele de volta no Corinthians por pura falta de opção. Quem sou eu para aceitar ou não aceitar alguém, né? Acho que a torcida em geral ia agir como aquela mulher que dá uma segunda chance para o marido cafajeste: pode voltar pra casa, mas estou de olho em tudo o que você faz. Com os gols que o nosso artilheiro do amor perde, talvez só nos reste dar uma segunda chance e ver no que dá. Pelo o que eu sei, os jogadores do elenco não são contra a volta.

A situação do Guerrero é diferente porque ele pelo menos jogou bem quando esteve no Corinthians, né? Não deu certo dele ficar, paciência.


Felipe
Não acham justo um grupo de whatsapp do Bola Presa para os assinantes? Deixa a gente falar groselha juntos o dia todo e quando tiverem um tempo, vcs, nossos mestres, Denis e Danilo, dão alguma atenção e falam alguma coisinha com a gente? Acho que seria uma maneira de aproximar esses loucos ouvintes viciados em podcasts de vcs. Pelo menos pra mim seria uma honra conversar sobre um jogo com essas duas lendas do meio basquetebolísticos que são vcs, além é claro de mais uns nerds que tem o mesmo gosto que eu.
Abs.

Denis: Argh! Por deus, eu odeio o Whatsapp. O pessoal não para de falar o dia inteiro, nunca há descanso! Meu celular é velho e trava quando tento abrir e tem conversa demais pra carregar. Se a gente criasse, ia servir para vocês conversarem, eu ia aparecer uma vez por mês. Ou seja, dá na mesma vocês criarem algo por conta própria. E você está conversando com a gente por aqui, não é mais legal?

Outra coisa: que eu saiba whatsapp é só pra compartilhar piada de tiozão, pornografia e montagens anti-governo. Mudou?


Jonas
Durante os últimos playoffs, especialmente durante a final, me chamou atenção como o Stephen Curry nunca enterrava. Mesmo em situações típicas, quando estava livre na infiltração e embaixo do aro; e claramente parecia – ao menos pra um leigo como eu – que a opção mais segura seria uma enterrada, ele optava por uma bandeja (o que possibilitava algumas recuperações e tocos adversários).
Não que ele tenha características natas e típicas dos mestres das enterradas mitológicas de 7 graus na escala richter com capa do Superman… Mas as vezes parecia cabível uma enterrada simples e tal, que garantissem os pontos sem surpresas, na segurança.
Não é nenhuma crítica – o sujeito é mvp, acerta bola de três enquanto capina 15 terrenos ao mesmo tempo, quebra defesas montadas por Murici featuring Tite e etc. Nem acho ser uma nova versão de “homens brancos não enterram” e tal.
Mas por mera curiosidade, existe alguma razão técnica pra isso (estatura, impulsão, explosão, medo de altura) ou é só um estilo mesmo?

Denis: A enterrada é uma bola de segurança quando você é especialista no lance. No auge dos meus 18 anos eu até-que-conseguia enterrar nos melhores dias, especialmente em cestas mal colocadas e com a altura alguns centímetros mais baixas. Enterrar era qualquer coisa pra mim, menos uma jogada de segurança. Era brincadeira para depois da pelada. Imagino que o Curry seja uma versão menos amadora que isso, mas ainda sem a certeza. Provavelmente ele se sente mais seguro com seus ótimos floaters do que com as enterradas, que ele guarda para momentos de mais liberdade.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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