Sixers e Celtics passam de fase, Lakers apanha

A quinta-feira foi um dia de emocionantes Jogos 6, então vamos começar sem enrolação. O primeiro jogo da noite foi o embate entre Philadelphia 76ers e Chicago Bulls. O Bulls alimentava esperança de ter Joakim Noah de volta ao time, ele chegou a aquecer com o resto dos jogadores, mas com dores demais no tornozelo acabou ficando só no banco mesmo. Sem seus dois melhores jogadores, líderes em pontos, assistências e rebotes durante a temporada, o Bulls foi para tentar salvar sua temporada em um jogo fora de casa contra uma das melhores defesas da Liga. E uma semana atrás eles eram favoritos ao título.

O jogo começou bem diferente do Jogo 5, que tinha sido sonolento e com pontuação baixa. Dessa vez os times estavam claramente nervosos, mas sem desespero. Dava pra ver o nervosismo pelo excesso de faltas, algumas desnecessárias, mas o nível do jogo foi alto. No começo do 2º quarto as duas equipes tinham o número de pontos que só alcançaram no meio do 3º período do jogo anterior. Estranho mesmo era ver que quem liderava esse bonito jogo eram Taj Gibson (14 pontos) e Louis Williams (14 pontos)! Nenhum prêmio, nenhum All-Star Game, pouca fama e nenhum glamour para essa dupla. Mas foram eles que carregaram seus times pelo primeiro tempo.

No segundo tempo o Sixers ameaçou deslanchar. A defesa encaixou de vez e aí os contra-ataques saíram, especialmente com Jrue Holiday (14 pontos) e Andre Iguodala (20 pontos, 7 assistências). Abriram 12 de vantagem e aí parecia que iriam abrir para a vitória, mas foi quando Luol Deng (19 pontos, 17 rebotes) apareceu e Rip Hamilton (19 pontos) jogou como nos tempos de Detroit Pistons. Hamilton fez 6 pontos nos últimos 2 minutos de período para empatar a partida após algumas cestas de Deng. No quarto decisivo o placar se segurou empatado até o final, e aí o mesmo drama de algumas partidas atrás voltou: O Sixers que passou a temporada inteira perdendo jogos no final, o Bulls sempre confiou esses momentos a jogadas de Derrick Rose com Joakim Noah. O que iria acontecer?

Aconteceu que ninguém conseguia marcar pontos. Faltando 2 minutos para o fim, Gibson fez 2 lances-livres que deixaram o Bulls na frente por 3 pontos, foi só a 43 segundos do final que o Sixers conseguiu cortar a vantagem com uma bandeja de Spencer Hawes após uma troca de passes paciente até demais. O Bulls respondeu com uma posse de bola perfeita: Gastaram todo o tempo no relógio de 24 segundos no final CJ Watson (6 pontos, 10 assistências) fez um pick-and-roll com Omer Asik (10 pontos, 9 rebotes), que enterrou e aumentou a vantagem para 3 de novo. A marcação dobrou em cima de Watson após o corta, prevendo um arremesso, mas o armador teve calma e achou um ângulo dificílimo para passar para Asik, que não hesitou e enterrou. Jogada nível Nash-Stoudemire.

O Sixers, precisando de pontos, tentou fazer uma jogada para bola de 3 pontos, mas sem ter como chutar, contou com uma boa infiltração de Thaddeus Young, que cortou a diferença para 1 ponto. Aí aconteceu a jogada da partida, da série, da temporada: CJ Watson recebeu a bola e esperava sofrer a falta, quando isso não aconteceu, correu para o ataque. Lá, ao invés de ir para a bandeja ou só rodar com a bola esperando a falta, passou para Asik. O pivô tentou subir para a bandeja, mas foi assassinado por Hawes. Durante o jogo teria sido uma boa jogada tocar para o cara grande embaixo da cesta, mas agora a temporada do Bulls estava nos lances-livres de um cara que acerta 40% desses arremessos.

Não foi nenhuma surpresa vê-lo errar os dois chutes. Então Andre Iguodala garantiu o rebote, correu como um doido para o ataque e sofreu falta a 2.2 segundos do fim. Empatou e virou com lances-livres, assistiu um chute desesperado de Watson do meio da quadra bater no aro e correu para o abraço. Sixers classificado, venceu uma série pela primeira vez desde 2003. Podemos pensar em colocar a culpa em Watson e Asik, que tinham sido heróis 20 segundos antes? Um pouco, um deveria saber que era para segurar a bola, o outro deveria treinar lances-livres. Mas eles não são reservas à toa. Tem suas limitações e a ocasião que os obrigou a estarem nessa furada. Se os torcedores do Bulls querem mesmo lamentar algo da temporada, que sejam as contusões. Do jogo de ontem, lamentem a má sorte e o aproveitamento de 1/11 arremessos de Carlos Boozer.

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A segunda partida da noite também foi decidida no final. E vamos pular direto pra lá porque ninguém merece acompanhar os jogos entre Boston Celtics e Atlana Hawks. Parece que eles tem um prazer secreto em amarrar jogos feios, haja jogada mal feita e cabeçada. De qualquer forma, pelo menos tivemos emoção. No último quarto o Celtics parecia melhor e pronto para deslanchar, mas aí a dupla de garrafão Josh Smith e Al Horford tomou conta do jogo. O pivô dominicano especialmente foi fora de série: Fez 11 de seus 15 pontos no último período, onde o time inteiro do Hawks marcou apenas 17. Carregou o time nas costas com pequena ajuda de Josh Smith (4 pontos e passe para ponte aérea com Horford) e só ele que deu esperanças de que o time vermelho poderia sair de Boston com a vitória.

Não deu por duas razões. A primeira é que Kevin Garnett estava em modo Timberwolves. Achando que ainda era 2004, KG fez 28 pontos, 14 rebotes e 5 tocos. Depois do jogo ele disse que foi motivado por uma declaração do dono do Hawks, que o chamou de “jogador sujo”. Legal que o Celtics teve paciência para colocar a bola na mão de Garnett em um momento-chave, quando um gancho curto do (agora) pivô colocou o Celtics na frente

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a 30 segundos do fim, 80 a 79. KG parecia a 3ª opção de ataque na jogada, após Pierce e Allen, não seria qualquer estrela que teria a paciência para abrir mão do arremesso e achar o cara no garrafão.

O Hawks tentou responder com suas jogadas mais tolas e manjadas. Primeiro Josh Smith (18 pontos, 9 rebotes), sem razão alguma, forçou um arremesso lá de longe que não caiu. Precisamos dizer quantas mil vezes que essa não é a bola dele, muito menos nos últimos segundos de um jogo de eliminação? Depois de um lance-livre de Ray Allen (que errou o primeiro!), Joe Johnson tentou empatar em outra jogada tola típica do Hawks, uma isolação onde tomou toco de Paul Pierce. A bola ficou com o Hawks, no lateral, que botou a laranja finalmente nas mãos de Horford, que sofreu uma falta de Marquis Daniels que até poderia ser flagrante em um momento normal, mas os juízes ignoraram. E aí veio o segundo motivo da derrota do Atlanta: Horford errou um dos lances-livres. Adeus empate.

Coisas para o Hawks lembrar para a próxima temporada: Al Horford foi o melhor jogador do time na série mesmo voltando de contusão, sem treino e sem ritmo de jogo. Joe Johnon tem um dos maiores salários da NBA para ser menos útil que Horford e Josh Smith. Em um tempo pedido no minuto final, Horford estava implorando para o técnico Larry Drew explicar para ele uma jogada que ele parecia não conhecer. Tá bom que ficou de fora muito tempo, mas porra né… coisa de time derrotado.

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Fechando o dia, nada de emoção, jogo disputado no final ou coisa do tipo. O Denver Nuggets massacrou o Los Angeles Lakers do começo ao fim da partida, sem dó, sem tirar o pé do acelerador. O placar de 113 a 96 poderia ter sido tranquilamente maior, foi uma surra como há tempos não via em um jogo tão decisivo.

O Nuggets continuou a fazer o que o levou a vitória no jogo anterior em Los Angeles. Quando Andrew Bynum ou Pau Gasol pegavam na bola, recebiam marcação dupla ou até tripla. Deixaram Steve Blake, Ramon Sessions, Matt Barnes e, por vezes, até Kobe Bryant jogarem com mais liberdade. O resultado foi que Kobe teve um jogo espetacular, 31 pontos em 37 minutos apesar de estar com o estômago podre de tão doente, mas só. O Nuggets sabe que o Black Mamba não vai fazer tudo sozinho, a NBA não é mais assim.

Por outro lado Bynum foi péssimo com 11 pontos em 4/11 arremessos e Pau Gasol beirou o patético com 3 pontos em 1/11 arremessos. Irgh! E nem para compensar na defesa ou com tocos, novamente deixaram o Nuggets infiltrar à vontade. Ty Lawson foi novamente genial com 32 pontos. Nos duelos decisivos da série, vitória do Nuggets por 47 a 42 nos rebotes e 50 a 32 em pontos no garrafão.

A série está empatada, o Nuggets está jogando com mais vontade, com mais intensidade e é a estratégia deles que tem funcionado melhor nos últimos jogos. Kobe, ainda mal de saúde, terá só até sábado para descansar. Vantagem mesmo para o time de Los Angeles só o fato de jogar em casa e, uma surpresa, Metta World Peace está de volta. Será que mais um jogo 7 fantástico é o próximo passo na lenda de Ron Artest? Para quem escreve sobre basquete seria um prato cheio, mas a chave do sucesso do Lakers está mais em Bynum e Gasol mesmo. Para o Nuggets é continuar o que estão fazendo e se Corey Brewer (18 pontos em 19 minutos) puder repetir o bom jogo de ontem, aí é comemorar a rara virada de 3-1 que vira 4-3.

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Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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