Resumo 6/5 – Sem pivô, sem problemas

Resumo 6/5 – Sem pivô, sem problemas

Desde que o Cleveland Cavaliers foi campeão em cima do Golden State Warriors em 2016 com dúzias de rebotes ofensivos de Tristan Thompson, manteve-se a crença de que para vencer o Warriors é necessário controlar os rebotes com um time mais alto e mais forte em quadra. Não restam dúvidas de que em 2016 o time sofreu um baque físico considerável, chegando ao ponto de abrir mão de infiltrações por temor das trombadas e dos tocos. O problema é que desde então ninguém conseguiu repetir a dose: o Warriors foi campeão nas duas últimas temporadas porque, mesmo quando abre mão de jogar com seus pivôs, ainda mantém um time alto e atlético em quadra. E quem abre mão de seus pivôs para jogar de igual para igual descobre que o Warriors é também mais rápido e mais mortal nos contra-ataques. Não parece haver saída.

Resumo 5/5 – O peso das estrelas

Resumo 5/5 – O peso das estrelas

O Toronto Raptors vinha de duas partidas muito fracas contra o Philadelphia 76ers e precisava vencer fora de casa para evitar o buraco do 3 a 1. Até hoje, nas 238 ocasiões na história dos Playoffs em que um time abriu 3 a 1  numa série, em apenas 11  vimos uma virada. Era vencer ou rezar pelo improvável para o time canadense, que simplesmente subiu nas costas de Kawhi Leonard, rezou pelo melhor e conseguiu o resultado esperado.

Resumo da Rodada 4/5 – Superação de Harden e a frustração de Curry

Uma série de Playoff tem alguns Jogos 7 mesmo antes de um possível Jogo 7. Um deles acontece quando um time abre 2-0 e o rival precisa vencer de qualquer maneira o próximo confronto para evitar o 3-0, placar nunca contornado na história da NBA. Essa era a situação deste sábado quando o Houston Rockets recebeu o Golden State Warriors. E com muito suor, um olho sangrando, algumas bolas de três, com um tiquinho de sorte e na prorrogação, o Rockets conseguiu se manter vivo.

O começo de jogo do Rockets, porém, não foi dos mais animadores. Mesmo com a torcida barulhenta, o time começou repetindo os mesmos erros das partidas anteriores. No ataque a bola de 3 pontos não caia por nada (apenas um acerto em oito tentativas no primeiro quarto) e na defesa as trocas e dobras de marcação mal ensaiadas seguiam deixando o Warriors pontuar tranquilamente dentro do garrafão:

Resumo da Rodada 3/5 – O jogo sem fim

Resumo da Rodada 3/5 – O jogo sem fim

por Danilo

Se tivessem qualquer ideia do que o futuro lhes reservava, Denver Nuggets e Portland Trail Blazers provavelmente teriam repensado o plano inicial de CORRER LOUCAMENTE durante o Jogo 3. Depois do espetáculo ofensivo que presenciamos no jogo que inaugurou a série, as defesas finalmente se ajustaram para retirar as bolas confortáveis de ambos os times: Nikola Jokic e Paul Millsap sofreram dobras frequentes no garrafão enquanto Damian Lillard sofreu marcação pressionada e a rota de passe para Enes Kanter passou a ser contestada. Por conta disso, no Jogo 3 o plano de ambas as equipes foi pegar as defesas adversárias fora de posição, ou seja, no contra-ataque. No fundo é uma bola de neve: para poder conseguir pontos fáceis é preciso apertar a defesa e, com algum roubo de bola, puxar um contra-ataque; essa defesa apertada, no entanto, força o adversário a tentar escapar dela e, portanto, apertar a própria defesa para puxar contra-ataques em busca de pontos mais fáceis. O resultado foi que os dois ataques desconfortáveis geraram defesas extremamente competentes e agressivas, o que tornou os ataques ainda mais desconfortáveis – e velozes, buscando jogadas de transição. A defesa do Blazers, em particular, quebrou muitas vezes correndo para a transição, e poderia ter perdido o jogo ainda no tempo normal se o Nuggets tivesse convertido mais arremessos livres no contra-ataque.

Resumo da Rodada 2/5 – O aviãozinho

Resumo da Rodada 2/5 – O aviãozinho

Quem vê que Joel Embiid marcou 33 pontos no Jogo 3 da série entre Sixers e Raptors corre o risco de achar que foi uma tarefa fácil, que o pivô finalmente descobriu uma maneira de enfrentar Marc Gasol e que voltou a ser imparável no mano-a-mano. Puro engano: Embiid foi mais uma vez engolido vivo por Marc Gasol e não teve um segundo de tranquilidade contra o rival. Sua pontuação foi fruto de insistência, confiança no plano de jogo, pontaria do perímetro e a IMPLOSÃO que o Raptors sofreu no quarto período.

1 5 6 7 8 9 10 11 188