? As 23 mudanças

? As 23 mudanças

Como comentamos no podcast 45, o dono do Phoenix Suns, Robert Sarver, disse que a geração atual tem problemas difíceis de contornar. Um deles é a incapacidade de lidar com fracassos e frustrações, e que isso estaria atrapalhando a evolução da equipe, que é derrubada ao invés de crescer nas adversidades. Ele também culpa a “gratificação imediata da vida online” por essa atitude, dizendo que os moleques estão tão acostumados a respostas instantâneas que não aprendem a lidar com ações a longo prazo, como entrosar uma equipe jovem.

Não que isso não seja visto na nossa geração, especialmente dependendo da origem da molecada, mas na NBA não são todos os times com jogadores da mesma geração? Por que só o Suns é assim? E como o jovem Golden State Warriors conseguiu passar por cima desse mal do século? O buraco é mais embaixo.

Talvez essa impaciência seja uma característica do esporte como um todo. Na NBA são 30 times buscando algo que só um vai conseguir no final do campeonato. Mesmo que existam as pequenas vitórias –como melhorar o desempenho do ano anterior– na prática temos 29 insatisfeitos por ano.

? Filtro Bola Presa #11

? Filtro Bola Presa #11

Hoje é dia de eleição da Fifa para melhor jogador do ano. Deu Lionel Messi, é claro, mas nosso MENINO Neymar não precisa ficar triste, está muito bem na vida. Não só joga no melhor time do mundo, como faz muito gol, já ganhou quase tudo o que poderia imaginar e, veja lá, terá seu próprio Air Jordan! Segundo a Esquire, o brazuca será o primeiro jogador de não-basquete a ter sua própria linha na empresa d’Ele.

? O garrafão resiste

? O garrafão resiste

Não é novidade nenhuma que as mudanças de regras pelas quais a NBA passou na última década tornaram a vida dos pivôs mais difícil. Restrições aos toques na defesa de perímetro facilitaram a infiltração dos armadores que atacam constantemente os pivôs em movimento, enquanto o fim das restrições de marcação dupla e defesas por zona fizeram com que pivôs tenham mais dificuldade de jogar de costas para a cesta e até de receber a bola no garrafão. Essa forte ênfase no perímetro levou a uma super geração de armadores e alas, tornou o jogo mais rápido e dinâmico, consagrou a bola de três pontos e a bandeja na transição como as melhores jogadas do basquete, e fez com que uma nova geração de pivôs que jogam fora do garrafão – assunto de um dos nossos posts especiais – se tornassem cada vez mais populares, assim como os times sem alas de força ou os alas de força que arremessam de fora.

Mas é surpreendente que no meio dessa transformação da NBA, surjam ainda jogadores de garrafão que resistem aos novos tempos: pivôs fortes, defensivos, incapazes de arremessar de longa distância e que atacam a cesta.

? Filtro Bola Presa #10

? Filtro Bola Presa #10

Bem-vindos ao primeiro Filtro Bola Presa de 2016: ano novo, vida nova, mas a temporada da NBA ainda é a mesma, que o calendário deles é todo doido e a gente continua com a nobre tarefa de rastrear o que aconteceu de interessante na Liga durante a semana.


Quem está super feliz que o ano de 2015 acabou é Matt Barnes, do Grizzlies. No fim do ano ele tomou uma suspensão de 2 jogos pela NBA por ter dirigido até a casa de sua ex-esposa, encontrado seu ex-técnico Derek Fisher com ela e supostamente ter “dado uma surra” no Fisher e cuspido na ex-esposa.

? A questão das faltas técnicas

Na semana passada, DeMarcus Cousins recebeu uma falta técnica, ameaçou partir para cima do juiz, foi contido por seus companheiros e imediatamente expulso do jogo com uma segunda falta técnica. Aguardando julgamento da NBA para saber se Cousins receberia um jogo de suspensão pela ameaça física ao árbitro além das faltas técnicas, o general manager Vlade Divac conversou com Cousins e o tranquilizou dizendo que, ao seu ver, o jogador não havia feito nada de errado.

A conduta do Cousins não é recente: em todas as suas cinco temporadas completas até agora ele ficou entre os cinco jogadores que mais cometeram faltas técnicas.