Fim de semana: Heat e Lakers passam a bola no final

Estivemos ausentes ontem num troço estranho conhecido como “mundo real” mas estamos de volta hoje com o resumo da rodada, dessa vez cobrindo as duas rodadas do fim de semana. Se você também aproveitou o fim de semana para ir conhecer o que os mortais chamam de “luz do sol”, então aproveite o resumo: vai ser uma cacetada de jogos, começando com os jogos de sábado e depois dando uma passada pelos jogos de domingo.

 

Sábado:

Nada melhor para começar do que o assunto mais comentado do planeta nessa geração pós-Maísa: o LeBron é ou não decisivo nos últimos segundos de um jogo? O capítulo dessa semana teve o Heat enfrentando o Pacers num jogo em que ninguém conseguiu fazer nada direito. Os dois times sofreram para pontuar, o Wade parecia estar engrenado com 22 pontos só no primeiro tempo, mas depois pisou no freio e só marcou mais 6. Perdendo no minuto final, LeBron conseguiu um roubo de bola seguido de cesta e logo em seguida outra cesta no contra-ataque para virar o jogo. David West colocou o Pacers de novo um ponto na frente e aí no que poderia ser a última posse de bola do Heat, Wade resolveu acionar o Udonis Haslem numa ponte-aérea que deu muito, muito errado. Faltando 10 segundos para terminar, falta no Pacers, lances-livres convertidos, Heat perdendo por 3 e então Wade tentou mais uma, dessa vez acionando o LeBron livre na zona morta para uma bola certeira de três pontos que empatou o jogo. O Pacers ainda tinha tempo para mais uma posse de bola mas o LeBron defendeu o Darren Collison perfeitamente e acabou conseguindo uma bola presa com o armador. Prorrogação.

Isso quer dizer que o LeBron salvou o Heat nos segundos finais tanto no ataque quanto na defesa, não quer? Na prorrogação ainda meteu uma bola de três pontos decisiva para encostar no placar, e na última posse de bola do jogo recebeu a bola em suas mãos. Adeus à fama de amarelão, não é mesmo? Pois bem, aí ele forçou um arremesso, errou, virou amarelão de novo para o fã comum, e Haslem arrumou um rebote ofensivo. Mais uma tentativa para LeBron, mas aí ele prefere deixar com Wade e corre para a zona morta, pedindo a bola. Mas o Wade não aceitou passar a bola uma terceira vez, tentou cavar uma falta no Paul George e, quando não marcaram a falta clara, acertou o arremesso mesmo assim para a vitória.

O que aprendemos com tudo isso, crianças? Primeiro que todo mundo no Heat, de LeBron a Wade, tenta passar a bola em jogadas decisivas para companheiros livres, coisa de basquete coletivo. Segundo que LeBron parece estar mais confortável recebendo a bola final numa assistência para arremessos da zona morta do que batendo para dentro do garrafão, e parece mais eficiente nisso também. Terceiro que o Wade cavou perfeitamente uma falta no seu arremesso final, fingindo arremessar, colocando o marcador no ar e depois procurando o contato, mas os juízes nunca marcam isso nos segundos decisivos de um jogo, o que acho patético. Uma falta deveria ser falta em qualquer momento, e como o lance é considerado um tanto “desleal”, na hora de decidir preferem fingir que a regra não existe. E o quarto e último aprendizado do dia é sobre o Roy Hibbert: como ele me faz apenas 5 pontos sendo que a grande dificuldade do Heat é controlar o garrafão? O Hibbert tem dias em que parece um gênio e outros em que parece um pedaço de aipo. Elego essa a lição do dia só porque tem a palavra “aipo”.

Mas a rodada valeu mesmo pelo jogo entre Nets e Houston Rockets, apenas porque pudemos ver o Gerald Green em quadra. Alguém lembra dele quando entrou na NBA? Veio direto do colegial, chegou completamente cru e cheirando a fralda mas todo mundo dizia que ainda faria o mesmo percurso do Kobe Bryant. Aí foi ficando mais velho, mais experiente, e continuou o mesmo sem cérebro de sempre. Ele pode pular até a Lua e voltar, pode enterrar oito bolas de uma vez, é um ótimo arremessador de três pontos, mas nunca conseguiu ser sequer banco num time decente porque não toma decisões certas nunca, fede na defesa e arremessa sem critério. O Nets, sem Deron Williams lesionado, teve que apelar para o Gerald Green e foi genial de assistir: 26 pontos, 4 bolas de três pontos, 10 arremessos certos em 15 tentados, e uma enterrada tão espetacular que daria para o Gerald Green ter lido um livro inteiro no ar antes da enterrada se ele fosse alfabetizado:

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E aí, para coroar a sua atuação, conseguiu fazer uma cesta contra lutando por um rebote no final do jogo, selando a vitória do Houston Rockets mesmo sem o Kyle Lowry, que está com uma baita infecção. Esse é o Gerald Green, senhoras e senhores: atuação fantástica e aí coloca tudo a perder sendo uma anta. Sem Deron Williams e sem o Brook Lopez, provavelmente fora pelo resto da temporada com uma nova lesão agora que acabou de voltar, o Nets não tem nenhuma chance. Mas o caso do Brook Lopez merece análise mais cuidadosa: se ele foi colocado em quadra cedo demais apenas para permitir uma possível troca pelo Dwight Howard, jogou fora de forma e se lesionou por isso, então o Nets é mais burro do que o Gerald Green e piorou suas chances de troca. O Magic está bem na tabela e seria maluco de trocar o Dwight por um pivô que não jogará a temporada inteira ou passará ao menos um mês fora. Era melhor ter esperado.

Outro fora da temporada por lesão é o Ricky Rubio, nossa esposinha favorita. Façamos um minuto de silêncio pelo rapaz, que estava chutando traseiros e tornava as rodadas da NBA mais divertidas. O pior é que o Wolves estava subindo a tabela rapidamente, tinha chances enormes de ir aos playoffs, o time inteiro estava se acertando, mas sem o Rubio não vai dar. “Mas ele não é tão importante assim”, você diz. Prova contrária: o Wolves perdeu do Hornets, e o pior, perdeu com todo mundo jogando bem. Kevin Love teve 31 pontos e 16 rebotes, Pekovic continua a fase fantástica com 21 pontos e 11 rebotes, Ridnour assumiu a armação com 14 pontos e 10 assistências, mas sem o Rubio tiveram que usar Ridnour por 42 minutos, ele ficou exausto, e o banco de reservas sentiu muito a falta do Rubio para forçar o ritmo de jogo. A saída do Rubio mata o Ridnour de cansaço e mata o banco inteiro sem um armador exclusivo para eles. Vai ser difícil dar certo. Pelo Hornets, o Kaman mais uma vez soletrou “ME TROQUEM”: 20 pontos, 6 rebotes, 4 assistências, 2 roubos e 3 tocos.

Se o Wolves periga não conseguir mais ir aos playoffs, o Suns está logo atrás querendo agarrar a oportunidade. O Suns venceu 7 das últimas 9 partidas, venceu o Grizzlies no sábado e está se aproximando de um aproveitamento de 50% e, com isso, da oitava vaga. O Grizzlies por sua vez tinha vencido 9 das últimas 10 partidas, então dá pra considerar o Suns de verdade. O Nash continua fantástico como sempre, mas está arremessando menos, colocando mais a bola nas mãos dos companheiros, e está surgindo um conjunto eficiente tanto no ataque quanto na defesa. Nash arremessou só 6 bolas no sábado (acertou 4), deu 15 assistências, Grant Hill continua chutando traseiros e se colocando como o melhor defensor da temporada, e o Suns ainda se saiu bem dando minutos para o Robin Lopez marcar Marc Gasol. Robin Lopez é tão secundário do irmão Brook que até chama “Robin”, mas sabe o que ele faz melhor do que o irmão? Ele anda. Robin está saudável, tem um jogo ofensivo melhor do que lhe dão crédito, e fez um trabalho defensivo impecável em cima do jogo de garrafão do Grizzlies, acabando o jogo com 6 rebotes ofensivos e 3 tocos.

No resto da rodada, Andrea “Dedé” Bargnani voltou de sua lesão mas o Calderon resolveu torcer o pé para equilibrar o Universo, ainda que deva voltar a jogar logo. Mas com Bargnani fora de forma e Calderon lesionado o Pistons arrumou mais uma vitória, dessa vez com 20 pontos do Stuckey e 19 do Brandon Knight. O time não tem padrão de jogo, mas vai arrumando vitórias na marra e isso é ótimo sinal. O Blazers venceu o Wizards acertando 26 dos 27 lances-livres que tentou, e atrás de um jogo perfeito do LaMarcus Aldridge: 30 pontos (12 arremessos certos em 15 tentados), 10 rebotes, 3 assistências e 2 tocos, e olha que vários desses arremessos foram muito difíceis. O Bulls jogou contra o Jazz sem Luol Deng, contudido, mas Korver entrou em seu lugar para marcar 26 pontos, além de 27 pontos do Boozer e 24 do Derrick Rose, que ainda deu 13 assistências nesse time que cada vez mais conta menos com Rose e mais com o resto do forte elenco. O Thunder deu um pau no Bobcats com os tradicionais 26 pontos do Durant e 23 do Westbrook, mas com a ajuda de 33 pontos do James Harden eles simplesmente não perdem de ninguém. E, pra acabar, o Mavs perdeu a terceira partida seguida nesse pesadelo que tem sido jogar 9 partidas em 12 dias. O resultado foram 8 derrotas em 10 jogos e um monte de pulmões para fora. A derrota foi para o Warriors, que viu o Stephen “Tornozelo de vidro” Curry se machucar de novo (ele já torceu esse mesmo tornozelo mais vezes nessa temporada do que todos os outros times da NBA somados!), mas teve ajuda de 21 pontos do Nate Robinson além dos 20 do Monta Ellis para a vitória. Mas insisto: o Warriors só é um time de verdade quando o David Lee consegue jogar, no sábado foram 25 pontos e 9 rebotes e aí o Warriors fica uma equipe muito, muito difícil de ser vencida.

 

Domingo:

A rodada de domingo pra mim valeu só porque pudemos ver, depois de tanto tempos, o Boston Celtics como o Celtics pode ser. Talvez animados com a rivalidade contra o Lakers, todo mundo deu um jeito de chutar traseiros: Rajon Rondo jogou caolho, porque tomou uma dedada no olho e não deixaram ele usar os óculos escuros que queria, mas teve 24 pontos e 10 assistências e foi destruidor (além de meter uma bola de três fodona, será que ele arremessa melhor sem ter visão 3D?); Garnett teve 14 pontos, 11 rebotes e 5 assistências, mostrando seu jogo completo outra vez; Ray Allen teve 17 pontos e 3 bolas de três pontos; e o Paul Pierce foi muitíssimo bem marcado pelo ex-Artest e mesmo assim saiu de quadra com 13 pontos e 9 assistências. Foi um Celtics brigador, acreditando na vitória, conseguindo ajuda de todo mundo. Lembram que o Celtics campeão tinha ajuda dos jogadores mais secundários do mundo porque era como se todo mundo se sentisse obrigado de fazer algo pelos velhinhos que jogavam com sangue nos olhos? Já faz um tempo que esse Celtics está desanimado, desacreditado, e aí a ajuda tem sido escassa mesmo das próprias estrelas. Contra o Lakers foi o Celtics que queremos ver, com o Brandon Bass ajudando muito o time no garrafão, as estrelas rendendo o que podem… e a vitória não veio. Com Garnett e Bass embaixo do aro, Bynum já tinha 11 pontos e 10 rebotes no segundo quarto quando saiu de quadra lesionado. O pivô ainda voltou pra quadra pra acabar com a budega, e terminou com 20 pontos e 14 rebotes. Mais importante do que os números foi ver o Kobe (26 pontos) mandando duas bolas para o Bynum quando o Lakers perdia por 5 pontos no finalzinho, o Bynum meteu as duas e colocou o time na frente (quem chamar o Kobe de amarelão por um troço desses vai tomar surra de bambu). Depois, na última posse de bola do Celtics, precisando de uma bola de três para levar para a prorrogação, o Lakers mostrou uma das defesas mais sufocantes que eu já vi e a bola ficou passeando como batata-quente sem que ninguém conseguisse um arremesso decente.

Bynum foi um monstro, tanto que ali atrás dele estava Gasol com 13 pontos, 13 rebotes e 5 assistências e ninguém nem percebeu. Além disso, a defesa sufocante foi grande responsabilidade do carinha-que-chamava-Ron-Artest, que azucrinou o Paul Pierce, fez ele errar 10 dos 14 arremessos que tentou, e finalmente está em boa forma física depois de começar a temporada incapaz de correr até o banheiro. A única parte estranha de vê-lo jogando com tanta intensidade é que quando ele entrou numa briga com o Pierce tivemos que ouvir coisas como “a Paz Mundial vai se meter numa pancadaria” ou “a Paz Mundial está saindo de controle”.

Outro bom jogo da rodada foi a vitória do Sixers em cima do Knicks. A situação em New York está terrível, já são 5 derrotas seguidas e pior: o time parece deprimido, desanimado, e já está ouvindo vaias novamente de sua torcida durante os jogos. É como se a “Linsanity” nunca tivesse acontecido, e a única pessoa que lembra dela é o próprio Jeremy Lin, que continua tentando fazer demais, continua tentando carregar todo o peso sozinho, e com isso erra em excesso. É verdade que algumas dessas derrotas são culpa do Tyson Chandler ter estado fora (lembrem-se que a defesa do Knicks vem funcionando melhor do que o ataque), mas bastou ele voltar para que começasse a bater cabeça com o Amar’e de novo e aí toda a melhora que vimos do Stoudemire nos últimos jogos simplesmente desapareceu. Ainda há muito, muito a se pensar e a se arrumar nesse Knicks. Enquanto isso, o Sixers é um time que volta aos trilhos e que está completamente formado, decidido e terminado: todo mundo faz de tudo, todo mundo tem seus papéis em quadra, e todo mundo contribui. Lou Williams, por exemplo, é uma versão mais baixa do JR Smith, ele entra para dar arremessos idiotas e pode estragar um time, mas no Sixers ele sabe que esse é o seu papel e nos dias ruins é tirado de quadra na hora. Ontem, entrou e acabou com o jogo num piscar de olhos: foram 28 pontos e as chances do Knicks pela privada. Além dele, Iguodala continua o maestro da brincadeira fazendo de tudo em quadra e aceitando não ser o principal foco do ataque (19 pontos, 7 rebotes, 8 assistências, 4 roubos) e o Evan Turner bebeu a “água do Jordan” desde o All-Star Game e é um dos melhores jogadores da NBA desde a pausa. Ontem foram 24 pontos e 15 rebotes (lembre-se, ele tem pouco mais de 2 metros!) e desde que virou titular, 4 jogos atrás, está com médias de 17 pontos, 12 rebotes e 3.5 assistências. Que tal?

Outro jogador em fase espetacular é o Ilyasova, responsável pela vitória do Bucks em cima do Raptors mesmo em dia ruim de Brandon Jennings, que é quando o Bucks costuma desandar. O Ilyasova teve 31 pontos e 12 rebotes e segurou as pontas do ataque durante o jogo inteiro. Para se ter ideia, nos últimos 10 jogos o Ilyasova está com média de 20 pontos, 10 rebotes, 57% de aproveitamento nos arremessos e 42% nos arremessos de três. Surreal! Quer ficar ainda mais assustado? A fase só melhora: nos últimos 5 jogos ele está com 24 pontos de média, 10 rebotes, 1.8 roubos de bola, 62% de aproveitamento nos arremessos e – respira fundo – 69% de aproveitamento nas bolas de três. Foram 9 bolas certas em 13 tentativas em apenas 5 jogos. E isso com aquele arremesso estranho que ele dá, com um braço bem mais alto do que o outro. Tudo que ele faz é estranho, é a “Lady Gaga” do Bola Presa, mas tem alguém com números melhores do que ele no momento?

Por falar em números, que tal o Dwight Howard na partida entre Magic e Pacers? Foram 30 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 4 roubos de bola, e isso contra o Roy Hibbert, que está num momento ruim mas que sempre domina o Dwight no confronto entre os dois. O Magic joga sempre aos trancos e barrancos mas vai vencendo mesmo assim, a má fase foi embora e estão na terceira posição do Leste. E no Oeste, mais forte, estariam em terceiro lugar também! Tá tudo dando tão certo que trocar o Dwight agora (especialmente com a nova lesão do Brook Lopez) seria loucura. O melhor era arrumar esse time. Por exemplo, contra o Pacers tivemos Jason Richardson fora, lesionado, e JJ Redick no seu lugar. Sem o instinto de finalizador do J-Rich, JJ Redick usou mais o corta-luz com o Dwight e – surpresa! – abusou das jogadas de pick-and-roll com o pivôzão. O resultado, claro, foi que o Dwight teve facilidade para fazer 30 pontos, JJ Redick teve 9 assistências, e ainda sobrou espaço para ele arremessar livre ou acionar Ryan Anderson. É tão difícil assim focar esse time inteirinho no pick-and-roll? Haja paciência. Daria pra estar liderando o Leste se jogassem direito.

O Cavs, por sua vez, vai demorar para voltar ao topo do Leste, mas não é que de repente estão batendo nas portas dos playoffs? Kyrie Irving continua dominando os quartos períodos e com isso vai conseguindo vitórias em cima dos times que não sabem fechar os jogos. Ontem contra o Houston foi assim: Irving estava mal, mas marcou 16 pontos nos últimos 4 minutos para acabar com as chances do meu Rockets. Sem Kyle Lowry, o Dragic assumiu a armação e foi bem, com 20 pontos e 8 assistências, mas nem em um milhão de anos ele vai ser capaz de marcar alguém como o Irving. Foram 21 pontos, 6 rebotes e 5 assistências para o armador do Cavs, que manteve

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um ritmo agressivo de jogo e vai liderando pelo exemplo. Quão assustador seria o Cavs, logo de cara, voltar aos playoffs justamente porque o Irving é tão bom em finais de jogos? A torcida de Cleveland vai passar o resto da vida dizendo que só não ganharam nada porque LeBron era amarelão…

Agora pro resto da rodada. O Grizzlies venceu o Nuggets com 22 pontos e 8 assistências do OJ Mayo, que continua salvando o time e não vai ser trocado nem a pau, mas o Nuggets também fez merda. Perdendo por três pontos nos segundos finais, o time ficou girando a bola até que Andre Miller simplesmente soltou a bola antes de arremessar e o cronômetro zerou. Isso é o que dá ir com a mão untada de manteiga para um jogo. O Hawks ganhou do Kings com 28 pontos do Josh Smith, mas apenas 1 bola de três certa em 5 tentadas (pelamordedeus, Josh Smith, lembra que você só tentou 7 dessas bolas na temporada 09-10 inteira?). Joe Johnson ajudou com 21 pontos, e pelo Kings só o DeMarcus Cousins chutou traseiro com 28 pontos e 12 rebotes, é um monstro. E pra fechar, o Warriors venceu mais uma, dessa vez contra o Clippers, com – insisto! – 18 pontos e 10 rebotes pro David Lee, além da cesta da vitória. O Warriors começou atropelando o Clippers logo de cara, abriu 12 pontos ainda no primeiro quarto, chegou a estar vencendo por 21 pontos no terceiro período, mas o Clippers empatou nos segundos finais. O Warriors não tem cabeça nem consistência, mas o David Lee segurou as pontos e o Monta Ellis continua genial, com 21 pontos e 11 assistências e um bom trabalho em cima do Chris Paul.

Ufa! Agora de volta à programação normal!

Fotos da rodada:

Deal with it

 

Corey Brewer arremessa com parilisia cerebral

 

Mãos de manteiga

 

Ray Allen confere o pacote

 

Gasol faz pose de Power Ranger

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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