James Harden é meu deus, Sheed e Roy voltam dos mortos

Ah, o “Dia dos Mortos”! Não havia data melhor para duas coisas acontecerem: eu ser ressuscitado pelas Esferas do Dragão, e o Rasheed Wallace voltar a jogar basquete. Então cá estou, de volta ao mundo dos vivos, pronto para comentar a rodada da NBA e com apenas duas perguntas capazes de tirar o sono de um recém-ressuscitado: quem é Camila e o que diabos aconteceu com meu Houston Rockets?

Depois de meter 37 pontos em seu primeiro jogo pelo Rockets, eis que James Harden levou meu desfiguradamente irreconhecível time a mais uma vitória, dessa vez contra o Hawks, e dessa vez com 45 pontos (14 de 19 arremessos certos, 15 de 17 lances-livres). Todo mundo sabia que o Harden era bom, que ele sabia criar seu próprio arremesso, que gostava de colocar a bola debaixo do braço e que abriga uma casa de verão para anões dentro de sua barba, mas não tinha como imaginar que ele seria tão espetacular assumindo a responsa num time que praticamente não teve tempo para treinar junto. É um prazer enorme voltar do mundo dos mortos para ver uma química tão impressionante entre Harden e Jeremy Lin (21 pontos, 10 rebotes, 7 assistências), dois amigos improváveis que agora se procuram constantemente no ataque e que encontram os ângulos mais bizarros para acionarem uns aos outros dentro do garrafão. Quando eu ainda era vivo, tudo que o técnico Kevin McHale queria da vida era se livrar de Kevin Martin e de Luis Scola porque eles não defendiam nem ponto de vista, agora acordo para descobrir que os dois foram embora e que, no lugar deles, Harden defende como alguém que tomou um eletrochoque e Omar Asik (19 rebotes) marca presença no garrafão. Por quanto tempo dá pro Harden aguentar esse ritmo no ataque e na defesa? Enquanto durar, o Houston tem que ser presença obrigatória no League Pass da moçadinha.

— Nota relacionada: a campanha “Cada vez que Josh Smith arremessa uma bola de 3 pontos, um filhote de foca é assassinado” só gerou uma única vítima na noite de ontem —

Mas nem só de alegrias foi feita minha volta ao mundo dos vivos. Pacers e Bobcats foi um daqueles jogos em que a gente realmente prefere estar morto, com erros medonhos e pouca inteligência em quadra (todos os cérebros do jogo somados davam apenas meia ex-esposa do Sérgio Mallandro). O novato Kidd-Gilchrist que era uma das minhas expectativas para o jogo fedeu um bocado (2 pontos, 1 de 7 arremessos convertidos) e apenas Kemba Walker salvou o dia, forçando o jogo para conseguir seus 30 pontos e dar a vitória ao Bobcats, quebrando uma sequência de 23 derrotas seguidas (resolveram perder 23 apenas em homenagem ao Michael Jordan). O Pacers ainda teve chance de vencer o jogo no estouro do cronômetro, mas DJ Augustin errou um arremesso pressionado de três pontos porque ninguém no time queria arremessar a última bola.

E por falar em medonho, alguém viu o arremesso imbecil do McGee por cima do Jameer Nelson que foi parar atrás da tabela na derrota do Nuggets para o Magic ontem? Vídeos nos comentários serão aceitos e recompensados: paga-se bem. E pode colocar na conta do McGee também o Glen Davis ter simplesmente chutado o traseiro de todo o Nuggets, com 29 pontos, 10 rebotes e 2 tocos. Foi uma vitória fácil do Magic-dentes-de-leite, em que o único jogador que já tirou o dente do ciso, o

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Turkoglu, acabou quebrando a mão numa trombada – a idade traz osteoporose.

Ainda no assunto idade, a equipe e asilo Boston Celtics foi dominada pelo Bucks e pela dupla dinâmica de armação, Brandon Jennings (21 pontos e 13 assistências) e Monta Ellis (14 pontos em 20 arremessos não muito espertos). Os dois jogando juntos nunca pareceu fazer muito sentido, especialmente na defesa, mas já estão se entendendo bem e fica a dica de deixar só os dois na quadra e sentar o resto da equipe para ficar ainda mais divertido. Rajon Rondo (14 pontos, 11 assistências) bem que tentou, mas ficou complicada correr o jogo inteiro atrás dos dois e as duas centenas de contra-ataques que eles criaram.

O Cavs também foi completamente dominado, mas pela seleção “B” do Chicago Bulls. Os tourinhos podem ficar tranquilos quando o banco produz como ontem: Nate Robinson (16 pontos, 5 rebotes, 12 assistências) e Richard Hamilton (19 pontos) lideraram os reservas, botaram o Cavs numa roda de hamster e não tem qualquer razão para não fazerem igual quando Derrick Rose voltar. Já pelo Cavs o negócio foi feio, especialmente porque o Varejão (12 pontos, 5 rebotes) teve uma partida humana ao ter que ficar dando cabeçada num garrafão composto por Boozer e Joaquim Noah.

E falando em garrafão, que tal o Carmelo Anthony jogando de ala de força na ausência de Amar’e Stoudemire e fazendo chover, andando sobre a água e acabando com a fome na África? Foram 16 pontos só no primeiro quarto, com direito a uma bola de 3 pontos imbecil quase do meio da quadra e outro arremesso pouco esperto que caiu perfeitamente no estouro do cronômetro ao fim do período. O Heat não conseguiu esboçar reação a um começo tão avassalador e às oito milhões de bolas de 3 pontos que o Knicks resolveu acertar durante o jogo. Pra se ter uma ideia, o público implorou pela entrada do Rasheed Wallace, que entrou rapidinho, meteu a bolinha de três pontos dele e garantiu que, assim como eu, ainda vive. Pelo Heat, Ray Allen pareceu um tanto perdido em quadra (foram 5 pontos em 26 minutos), mas Rashard Lewis teve 16 pontos em 4 bolas de três para garantir a cota dos velhinhos que sempre vão contribuir nesse time. Mas pra se ter uma ideia de quão empolgado o Heat estava nessa partida, o Wade disse que não deviam sequer entrar em quadra para jogar basquete frente à destruição do furacão Sandy, e no vestiário o LeBron abertamente discutia os 45 pontos do James Harden ao invés da derrota para o Knicks. Time campeão sempre parece aprender que temporada regular não presta pra merda nenhuma.

Na mesma pegada do furacão Sandy, que tal o desastre que assola o Hornets? Eric Gordon ficará fora por mais 6 semanas (garantindo que eu tenha mais posts no Bola Presa esse ano – UM – do que partidas do Gordon pelo Hornets) e aí pra comemorar o novato-sensação Anthony Davis (8 pontos, 6 rebotes) jogou só 15 minutos porque acabou dando uma cabeçada e teve que ser levado para o vestiário. Alguém precisa aparar aquelas sobrancelhas com um cortador de grama para que ele possa enxergar alguma coisa. Ainda assim o Hornets conseguiu vencer o Jazz, que teve atuação discreta de Al Jefferson e Millsap, graças a uma cesta no finzinho do Greiviz Vasquez.

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Legal que o Jazz tinha empatado logo antes com uma bola de três espírita do Millsap. Quantas mais dessas ele vai acertar na carreira até que a gente continue achando que ele faz tudo na cagada? E quantas partidas mais do Robin Lopez jogando bem embaixo da cesta (19 pontos, 7 rebotes) até ele deixar de ser coadjuvante para o irmão?

E que tal o Westbrook tentando compensar a cagada que cometeu na última partida? Foram 32 pontos, 5 rebotes, 6 assistências, só um desperdício de bola, e manteve o novato do Blazers, Damian Lillard (21 pontos, 7 assistências) em completo desespero, parecia até o Tyrone na defesa. E isso nem foi o mais impressionante do jogo: dá uma olhada no crossover que o Durant (23 pontos, 17 rebotes, 7 assistências, 2 tocos) deu no pobre do Sasha Pavlovic:

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Reparem que uns 3 segundos depois de tomar o drible, o Sasha é atingido por uma bala invisível e cai no chão apenas graças ao impacto. Foi quase tão medonho quanto a partida do Batum (1 de 11 arremessos certos), frustrado com tudo que fazia e querendo ir chorar em casa. O Thunder tem esse poder, quando as coisas funcionam os outros times se desesperam sem ter ideia do que tentar. Até o Kevin Martin (19 pontos, 3 bolas de três) mostrou de novo que é capaz de conseguir os pontos mais fáceis da história do basquete, e vai sendo um substituto à altura para o deus-da-barba. O único momento ruim do jogo é que na fúria para pegar 17 rebotes, o Durant acabou atropelando e contundindo o Perkins, mas como ele é feito de tijolos deve voltar em breve.

Em Minessota, o Wolves ganhou do Kings com mais um falecido voltando dos mortos: Brandon Roy andou em quadra com suas duas pernas inteirinhas, e teve 10 pontos, 5 rebotes e 6 assistências em 30 minutos. Quase os mesmos números do Kirilenko, que teve 10 pontos, 7 rebotes e 5 assistências. A inteligência desse Wolves, quando tiver de volta Rubio e Kevin Love, vai conseguir desvendar todos os mistérios da fisica. É surreal ver um time que joga de maneira tão esperta em quadra – o total contrário do

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armador do Kings Isiah Thomas, que provavelente conseguiu ontem os 20 pontos mais descerebrados da história do basquete.

O também descerebrado Pistons perdeu para o Suns e a dupla para fazer os fãs de Nash-Amar’e se sentirem anciões reumáticos: Dragic (15 ponto, 10 assistências) e Gortat (16 pontos, 16 rebotes). Já no duelo entre as duas equipes de Los Angeles, o Lakers continuou sua série de derrotas com um Dwight cometendo faltas pra burro, sem ritmo, perdidão, Nash fora de quadra lesionado, e o Kobe velho-de-guerra marcando 40 pontos – 3 coisas que não deveriam acontecer para esse time pegar o jeito das coisas, mas são acidentes de percurso e não há motivo para desespero. Mas fica uma dúvida eterna: quem vai marcar armadores como Chris Paul (18 pontos, 15 assistências, 6 rebotes, 3 roubos) que ontem botou o jogo no bolso? E pra fechar, o Grizzlies venceu o Warriors basicamente no garrafão: Marc Gasol teve 21 pontos, 6 rebotes, 5 assistências, Randolph teve 15 pontos e 14 rebotes e o Warriors, mesmo com o Bogut, pareceu aquele time do Don Nelson que usava anões de biquini embaixo do aro. Passei bastante tempo fora, mas tem umas coisas que sempre serão as mesmas.

Fotos da rodada

– Olha mamãe, agora de olhos fechados!

– Um sanduíche desse tamanho!

Caron Butler ainda não se acostumou com as caras-de-Gasol

DeAndre Jordan tenta sua jogada kung-fu

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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