John Lucas tem sua revanche, Lakers adora uma prorrogação

Com toda a mídia em volta de John Lucas no vestiário do Chicago Bulls após a vitória sobre Miami Heat na noite de ontem, um outro jogador do time vencedor gritou “Ei, vocês estão procurando pelo Derrick Rose?”. Não estavam. Derrick Rose, com uma pequena contusão, foi poupado do preview da final do Leste, mas mesmo assim seu time ganhou. Contaram com um ataque balanceado, com bons passes e com a singela ajuda de John Lucas, que fez 24 pontos nos 26 minutos que ficou em quadra. A vitória foi simbólica não só para consolidar a liderança do Bulls no Leste, mas foi uma vingança pessoal de Lucas. Afinal vocês lembram o que aconteceu no jogo entre os dois times em Miami?

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E Lucas ainda teve o prazer de ser um dos poucos seres humanos a marcarem

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pontos em jogadas de isolação sobre LeBron James. Sério, foi só a 9ª vez na temporada inteira que alguém fez cesta sobre o LeBron em situações de 1-contra-1, sem bloqueio, sem ajuda, sem nada. O cara é um monstro, mas ontem tomou.

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E não é que

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LeBron tenha jogado mal, longe disso. Ele fez 35 pontos, Wade fez 36 e os dois estavam bem como sempre. Mas não estavam conseguindo fazer jogadas para os outros, apenas marcaram pontos na marra, individualmente ou no contra-ataque. Mais uma vez a defesa do Bulls prevaleceu. Ajudou também o baile que o Bulls deu nos rebotes: 50 contra 34 do Heat! Pouca gente está dando atenção à isso já que é difícil olhar para outra coisa além das infiltrações de Derrick Rose, mas o Bulls é hoje o 2º time que mais dá assistências na NBA e depende bem menos de Rose no ataque. Em uma série contra o Heat isso pode e deve ser decisivo, ontem foi uma prova de que sabem se virar sem ele.

Outro jogo entre times próximos no Leste foi Sixers e Pacers. A última vez que o Pacers havia vencido um time com aproveitamento positivo na temporada foi no começo de Fevereiro, o Mavs, de lá pra cá só bateram em cachorro morto. Mas o mais novo time de Leandrinho fez um excelente último período para bater a equipe de Doug Collins, que está virando especialista em perder jogos no quarto final. O time ia bem, com atuação fantástica de Evan Turner (21 pontos, 9/11 arremessos), mas simplesmente apagou no último período. Passou não só a errar arremessos, mas também a deixar o Pacers marcar pontos na transição, ou seja, o oposto do plano de jogo deles, que é justamente usar e abusar dos contra-ataques. George Hill (17 pontos) foi deus no último quarto, acertando bolas de longa distância e aumentando o ritmo do jogo. Ele ao lado de Leandrinho podem fazer do banco de reservas do Pacers um time mais veloz e menos dependente do jogo de meia-quadra.

Já o antigo time de Leandrinho, o Raptors, apanhou feio do New Jersey Nets. E nem precisava ter colocado o “feio” na frase, se perdeu do Nets é automaticamente feio. Sem Deron Williams, ainda fora, sem Brook Lopez, eternamente machucado e sem Dwight Howard, que fica no time da imaginação dos torcedores, o Nets contou com mais um bom jogo de Gerald Green: 26 pontos, 9/13 arremessos e algumas bolas decisivas no último período. Será que de uma vez por todas a carreira desse cara engrena? Outro que jogou bem foi Kris Humphries, de novo, com 16 pontos e 21 rebotes. Se no meio dessa draga toda o Nets conseguir encontrar alguns bons jogadores que podem virar titulares, já é uma vitória. E já que o assunto são derrotas humilhante, o que eu comento do 121 a 79 que o New York Knicks fez para cima do Portland Trail Blazers na estreia do técnico Mike Woodson? Foi a maior margem de vitória de um técnico em sua estreia na história da NBA, superando os 140-100 que o Alvin Gentry teve no seu primeiro jogo pelo Suns em 2009. É felicidade dos jogadores que estavam insatisfeitos com D’Antoni? Crise do Blazers que de repente virou o time mais arrastado da NBA? Ou tudo isso reunido numa festa?

Quem perdeu também foi o Cavs, para o Bucks. Uma derrota até normal, o Bucks está numa fase boa, seu ataque maluco está dando resultado e tudo mais. O que foi humilhante foi tomar um triple-double do Drew Gooden! 15 pontos, 10 rebotes e 13 assistências. TREZES ASSISTÊNCIAS PARA O DREW GOODEN! E o Bucks conseguiu 23 assistências como time só no primeiro tempo, recorde da temporada. Monta Ellis vai se deliciar com esse ataque corrido, vai parecer que nunca saiu de Oakland. Quer dizer, com a diferença que agora vive numa cidade bem mais feia e entediante.

O Lakers gostou da ideia de jogar prorrogações e Kobe Bryant disputou seu 100º minuto de jogo em pouco mais de 24 horas. Louco. Mas foi necessário, o Lakers estava tomando uma sova do New Orleans Hornets fora de casa, aí ele, Pau Gasol e Andrew Bynum resolveram dar aquela desculpa que todo mundo faz quando perde no FIFA: “Agora vou jogar sério, mano”. Voltaram para o segundo tempo mais agressivos, abusando das pontes aéreas entre os dois pivôs e chegaram ao fim da partida com chance de vencer. Uma falta idiota de Gustavo Ayón em Kobe, num arremesso de 3 pontos, deu o empate para o Lakers. Depois disso Chris Kaman e Kobe erraram arremessos bem posicionados que poderiam ter vencido o jogo e o jogo foi para a prorrogação. A 3ª do Lakers nos últimos 2 jogos. No tempo extra a defesa do Lakers venceu, roubos de bola de Kobe e Ex-Artest selaram a vitória. Lembra quando o World Peace disse que não importa seus números, que ele defende todo mundo quando o jogo está no final? Foi o que aconteceu.

E outra coisa. Não tava na hora do Kobe ser um velho e parar de fazer isso? O que colocam na água dele?

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No resto da rodada, placares altos. O Detroit Pistons meteu um 124-112 pra cima do Sacramento Kings. No duelo de pivôs segundo-anistas entre Greg Monroe e DeMarcus Cousins, venceu o que tem a cabeça no lugar. Monroe fez 32 pontos, 11 rebotes e liderou uma virada fantástica do Pistons. Foi a segunda derrota vergonhosa do Kings em casa nos últimos dias. Com Tyreke Evans e Cousins eles não deveriam inspirar um pouco mais de esperança? Placar alto também para o Suns, que bateu o Jazz por 120-111. O Suns tem sido impressionante desde a parada do All-Star Game, especialmente em casa, já o Jazz parece aos poucos abandonar o sonho de ir para os playoffs nesse ano. Quem marcou ponto pra mais de metro foi o Spurs, fez 122 pra cima do Magic, que não teve resposta para Tony Parker (31 pontos e 12 assistências). Lembra que eu disse que seria legal se o Jameer Nelson jogasse bem todo dia? Ontem fez 25 pontos, mas o baile que tomou do Parker arruinou com qualquer chance do Magic tentar a vitória.

Um dos jogos mais interessantes da noite aconteceu em Oakland, com o Boston Celtics derrotando o Golden State Warriors. Ainda sem Andrew Bogut, machucado, Steph Curry, aleijado e Stephen Jackson, que possivelmente vai ser trocado hoje antes de vestir a camisa do Warriors, o time botou a molecada pra jogar e fez jogo bonito. O novato Klay Thompson está aproveitando sua chance e meteu 26 pontos. Mas não deram conta do garrafão do Celtics (não que eles joguem lá dentro do garrafão, mas vocês entenderam): Brandon Bass fez 22 pontos, Kevin Garnett 24, incluindo um arremesso de longa distância a 5 segundos do fim, após infiltração de Paul Pierce que atraiu toda a marcação adversária. Foi a cesta que desempatou o jogo e garantiu a vitória. Ótima partida do Garnett, que pareceu exausto durante a partida, mas deve ter entendido que o garrafão do Celtics hoje é só ele mesmo. Até Chris Wilcox, que fazia boa temporada, terá que operar o coração e está fora até o fim do ano.

Fechando o dia, vitória do Los Angeles Clippers sobre o Atlanta Hawks. O Clippers jogou em casa, onde havia perdido seus últimos três jogos. A partida foi daquelas tranquilas-mas-nem-tanto, o time da casa começou acertando seus 7 primeiros arremessos, manteve boa liderança o jogo inteiro, mas o Hawks sempre reagia e cortava para 10 ou 8 pontos. Mas o que vale mesmo é que o Blake Griffin arruinou toda sua reputação ao dar airball em dois lanecs-livres seguidos. Vai precisar enterrar mais 10 vezes sobre o Perkins pra compensar isso.

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Fotos da Rodada

Me sinto em 2001 de novo

 

Kenyon Martin é velho, mas com o equilíbrio de um adolescente que era abusado pelo padrasto

 

Olhadinha de cafajeste

 

Metta World Peace sendo o bom e velho Artest

 

Referência cult ao Labirinto do Fauno? Só na NBA mesmo.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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