Lin perde o Sétimo Sentido, Chris Paul faz cagada

Ah, o Carnaval! Aquela gloriosa época do ano em que todo mundo fica preso no trânsito por dias, reclama da chuva, escuta música em volumes que dedam surdez crônica, bebe cerveja até pelas orelhas e acha super normal as mulheres estarem peladas mas usarem penas coloridas na cabeça. Umas quatro pessoas sensatas até resistem e dedicam seus preciosos dias de feriado à nobre tarefa de assistir a todos os jogos das rodadas da NBA, mas todos os outros do planeta voltarão de viagem cheios de areia entre os dedos e desesperados para saber como andou o mundo do basquete nos últimos dias. Não temam então, ó mortais: o Bola Presa vai manter os resumos da rodada para que todos possam retornar às suas vidas e se interar do que andou acontendo nas quadras da NBA. Mas como não somos de ferro, também fomos viajar: o Denis e eu, cada um para um canto, demos um jeito de fugir para as colinas – literalmente. Então pode ser que não consigamos manter os resumos diários, mas mesmo que tenhamos um ou outro dia de intervalo, cobriremos todos os dias de NBA. Combinado? Para provar que não estamos mentindo, o resumo de hoje abrange dois dias para correr atrás do prejuízo!

Vamos começar com os jogos do dia 17, sexta-feira:

Em Cleveland, o Cavs recebeu seu inimigo público número 1, LeBron James. Como todos sabemos, o LeBron abandonou o Cavs, cuspiu no prato que comeu, empurrou velhinhas escada abaixo, trocou todos os potes de manteiga da região por margarina, e além de tudo isso ainda é o culpado pela fome na África. Com tudo isso, é fácil entender o motivo das visitas do Heat a Cleveland serem tão espetaculares: LeBron é vaiado o tempo todo, do aquecimento ao fim do jogo, com as vaias piorando toda vez em que toca na bola. LeBron disse antes da temporada começar que essas vaias constantes tinham feito com que ele acabasse adotando uma postura de vilão de luta-livre, atiçando a torcida, forçando o jogo e saindo do seu natural, da sua zona de conforto. Seu desejo era deixar isso para trás e não cair mais na provocação, não aceitando essa personalidade que tentam lhe enfiar goela abaixo. Dá pra ver que LeBron, e o Heat como um todo, estão realmente mais tranquilos e simplesmente jogando o jogo deles o tempo todo. Mas em Cleveland não é tão fácil manter essa tranquilidade e, embaixo das vaias, o elenco todo jogou com sangue nos olhos. LeBron começou a partida como se quisesse beber o sangue de seus antigos companheiros e o Heat fez 25 a 5 no placar logo de cara. Massacre absoluto e depois disso nunca mais olharam pra trás. Mas que o LeBron esteja avisado de que só foi fácil assim porque o Varejão não jogou, hein? O brazuca não vai precisar de cirurgia, mas mesmo assim só volta no finalzinho de março, na melhor das hipóteses. Depois disso, LeBron James tremerá!

A rodada do dia 17 também foi o fim do Sétimo Sentido do cavaleiro de bronze Jeremy Lin. O Lin até jogou bem, com 26 pontos, 5 assistências e 4 roubos, mas cometeu 8 desperdícios de bola só no primeiro tempo contra o Hornets. Gerando tantos contra-ataques, não deu para o Knicks segurar a onda. No segundo tempo Lin só cometeu um turnover, mas aí o estrago já estava feito. Nossa amante oriental favorita admitiu que é justo que lhe culpem pela derrota assim como lhe culparam pelas outras 7 vitórias seguidas desde que começou a jogar pela equipe, e que precisará tomar mais cuidado com a bola. A verdade é que Lin continua agressivo, inteligente e se entendendo bem com Amar’e Stoudemire (que fez 26 pontos com 12 rebotes), mas cada vez mais parece empolgado com a própria lenda. Antes ele precisava se firmar no time e era mais cuidadoso, agora está confiante e nem sempre isso dá resultados tão bons. Mas o Lin é inteligente, vai saber encontrar um meio termo e continua sendo um excelente Cavaleiro do Zodíaco. O futuro do Knicks agora é subitamente mais brilhante: JR Smith chega à equipe quando acabar a liga chinesa e tanto Carmelo quanto Baron Davis podem jogar já na segunda-feira. Vai caber ao Lin envolver toda essa galera, mas por outro lado essa gente vai tirar um pouco da pressão das costas do armador e permitir que ele realmente possa se concentrar em tomar mais conta da bola.

Pelo Hornets continua a surpresa de Gustavo “Olé” Ayon, que vem chutando traseiros e fez mais um double-double, com 13 pontos e 11 rebotes. Nesse time sem Okafor e Carl Landry, lesionados, Ayon tem sido uma ajuda importante. Além dele, o garrafão teve ajuda de Chris Kaman, que está jogando como se sua vida dependesse disso para que possa ser trocado logo e ir jogar num time minimamente decente. Kaman é um dos melhores pivôs da NBA mesmo que a gente não se lembre disso porque ele se machuca cortando as unhas, mas agora que voltou de contusão está jogando pra valer. Contra o Knicks, mesmo sofrendo com a correria da equipe de D’Antoni, foram 12 pontos, 8 rebotes e 6 assistências. Uma hora ele será trocado de uma vez e libertado desse Hornets amaldiçoado. Pra se ter noção, além das contusões de Landry e Okafor, Eric Gordon não tem previsão de volta e sequer existem dados sobre a gravidade da sua lesão. Dizem as más línguas que ele pode até estar com a carreira em risco.

Por falar em lesões, o Nuggets sem Nenê (que deve saber esses dias qual é a gravidade da sua lesão no calcanhar) e sem Gallinari (fora por no mínimo um mês) quase conseguiu uma virada histórica: perdiam por 23 pontos para o Grizzlies mas reagiram e passaram à frente nos segundos finais. Culpa basicamente de Corey Brewer, que parece estar se aproximando do potencial que todo mundo sabia que ele tinha, e que meteu 26 pontos com 5 bolas de três. Mas aí na posse de bola final Rudy Gay foi tentar o seu milésimo arremesso da vitória (ele é um dos melhores finalizadores da NBA), errou e Dante Cunningham estava lá para dar o tapinha no rebote ofensivo para virar o jogo e vencer por um pontinho. Vale ver o lance no vídeo abaixo:

Como diria Ivan Zimmerman em seus gloriosos dias de transmissão de NBA na ESPN, “dói, um tapinha não dói”. É duro para o Nuggets, numa fase tão complicada, perder um jogo porque não conseguiu impedir um rebote ofensivo desses. O pirralho Kenneth Faried está quebrando um bom galho no garrafão, acabou o jogo com 18 pontos e 10 rebotes, mas falta força física para lidar com o garrafão do Grizzlies. Mesmo sem Randolph (que deve voltar no começo de março), Marc Gasol teve 16 pontos, 14 rebotes, 8 assistências e 3 tocos. Engoliu o Nuggets vivo, é All-Star e um dos melhores no que faz. Vamos voltar no tempo e tentar não rir na minha cara quando eu disse que ele seria foda?

Ainda no tema de garrafões que engolem times vivos, que tal o Kevin Love e Nikola Pekovic somando 63 pontos e 29 rebotes na vitória do Wolves em cima do meu Houston? Tá bom que o Scola é a maior mãe na defesa, ele serve biscoitinhos e pede para seus adversários vestirem casacos quentinhos, mas Love e Pekovic merecem crédito pelo que estão fazendo. O Wolves sente bastante falta do Darko Milicic na defesa, por mais estranho que essa frase pareça, mas no ataque o Pekovic é genial e abre muito espaço para o Love. Quando o jogo estava apertado, Rick Adelman começou a colocar a bola nas mãos dos dois, às vezes perto da cesta, às vezes longe, e a defesa do Rockets quebrou em mil pedacinhos. Foram 33 pontos (e 17 rebotes) para o Love e 30 pontos (e 12 rebotes) para o Pekovic. Tudo, claro, orquestrado pelo nosso marido Ricky Rubio. Pra ele não ficar com ciúmes da

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nossa babação no Lin, vamos todos juntos dar as mãos e pagar pau para esse passe do espanhol:

No resto da rodada, o Al Jefferson engoliu o Wizards sozinho com 26 pontos no primeiro tempo e 34 pontos totais na partida. Esse garrafão do Jazz dá trabalho pra qualquer um e é prova de que não importa o seu time, suas deficiências ou suas limitações, ter um garrafão de ponta simplesmente estraçalha outros times menores. Já na partida entre Lakers e Suns, o garrafão de Gasol e Bynum até fez sua parte, mas quem acabou com o jogo foram os 36 pontos do Kobe, que continua sendo o maior inimigo do Suns, e os 17 pontos do Matt Barnes vindo do banco. Isso é oitenta vezes mais do que o banco inteiro do Lakers costumava fazer em 10 partidas! Se o banco engrenar, a equipe de Los Angeles vira outro time.

No duelo “B” entre Raptors e Bobcats, o Leandrinho conseguiu perder a bola duas vezes em bandejas que deveriam ter sido fáceis no final do jogo e, apesar dos 16 pontos, deu a vitória para a equipe de Charlotte – que vinha de 16 derrotas seguidas. O Raptors está sem a Dedé Bargnani, mas nada justifica perder para o Bobcats, mesmo que Reggie Williams esteja voltando aos seus bons tempos de Warriors (foram 22 pontos com 4 bolas de três) e que Bismack Biyombo esteja virando um monstro na defesa (foram 13 rebotes e 7 tocos). O Raptors deveria ficar de castigo e passar uma semana jogando NBB até aprender a fazer melhor.

O Kings também merecia alguma punição por perder para o Pistons. Foram 23 pontos e 10 assistências do novato Brandon Knight e 36 pontos do Rodney Stuckey, ou seja, o Kings oficialmente não defende nem ponto de vista. DeMarcus Cousins continua um monstro que come ônibus escolares no café da manhã, foram 26 pontos e 15 reboets, mas o Kings precisa respirar fundo e pensar em mudanças táticas rápido. Tomar duas bolas de três seguidas nos segundos finais (uma de Knight, outra de Stuckey) para perder o jogo é falta de qualquer esquema defensivo.

Pra fechar a rodada, o Thunder venceu o Warriors no jogo da porra-louquice mesmo sem o Westbrook, com Durant (23 pontos, 10 rebotes) e James Harden (25 pontos) dando conta sozinhos de todo o ataque da equipe. O Magic venceu o Bucks marcando 17 pontos seguidos sem tomar nenhum para terminar o jogo, com 26 pontos e 20 rebotes do Dwight Howard, mas só venceram mesmo porque o ataque do Bucks – que passou a ser genial nos últimos tempos – não sobrevive a um dia em que o Jennings só acerta 4 de 20 arremessos tentados. E pra terminar, o Mavs venceu o Sixers após estar perdendo por 14 no intervalo mas só tomar 8 pontos no 3o quarto e 16 pontos no último período. Dirk está voltando à forma, foram 28 pontos e 12 rebotes, mas o que está fazendo a diferença é a defesa do Mavs que volta a funcionar aos poucos depois de ter sido aniquilada pela saída de Tyson Chandler.

Agora a micro-rodada do dia 18. Vamos começar com o Spurs, que vem de uma fase fantástica analisada no post do Denis, fase tão boa, mas tão boa, que até vence quando não deveria. Com a vitória em cima do Clippers são agora 10 vitórias seguidas, mas essa vitória simplesmente não fez nenhum sentido! O Clippers vencia por 3 pontos faltando 9 segundos para o fim do jogo, e ainda por cima tinha a posse de bola, repondo um lateral. Bastava que Chris Paul recebesse a bola para sofrer uma falta e cobrar os lances-livres, ou então que ele recebesse a bola na quadra de defesa para sair driblando um pouco e queimar segundos do cronômetro. Mas na prática deu tudo errado: Chris Paul passou correndo para receber o passe do Ryan Gomes na quadra de defesa para queimar uns segundos, mas Ryan Gomes passou a bola cedo demais, quando Paul ainda estava na quadra de ataque. No embalo da corrida, Chris Paul percebeu que iria acabar indo parar na quadra de defesa e seria uma violação, então ele soltou a bola como um idiota nas mãos de Gary Neal, do Spurs, que meteu uma bola fácil – e livre – de três pontos. Funhé. Nas palavras do Chris Paul, a pior jogada de sua vida, prorrogação para a partida e derrota vinda na prorrogação para – adivinhem! – outra bola de 3 pontos do Gary Neal.

Chris Paul é um dos jogadores mais decisivos da NBA, Randy Foye está – como previu o Denis – tapando muito bem o buraco do Billups (ontem foram 21 pontos para ele), Blake Griffin teve o primeiro vinte-vinte da sua carreira (foram 22 pontos e 20 rebotes), Tiago Splitter jogou 2 minutos e logo machucou o calcanhar, Ginóbili também saiu contundido apenas 4 jogos depois de voltar da fratura na sua mão, Duncan foi dominado na defesa por Kenyon Martin, mas nada disso foi o bastante para dar a vitória para o Clippers. A fase do Spurs é absurdamente boa, a cagada na cobrança de lateral deu uma chance para o Gary Neal (que agora é a mistura do Bruce Bowen com o Robert Horry), e não tem ninguém na NBA jogando melhor do que o Tony Parker nesse momento. Foram 30 pontos e 10 assistências para ele, que voltou a jogar como se nenhuma defesa existisse. Gênio.

Se o Clippers não vai engolir essa derrota tão cedo, o que dizer então do Bulls, que perdeu ontem para o – irgh! – Nets? Foi a primeira vitória da equipe de New Jersey nesse mês. Deron Williams marcou 29 pontos, Kris Humphries continua chutando traseiros mesmo sem ser notado com 23 pontos, 18 rebotes e 5 assistências, e até o Shelden Williams (dono da menor cabeça da NBA desde Nesterovic) pegou 14 rebotes. Eu até gosto do Shelden, acho ele bom reboteiro e defensor, mas se um zé ninguém desses pega 14 rebotes contra o Bulls é porque o troço tá feio. É claro que o Bulls ainda sente falta de Derrick Rose, lesionado, mas no começo é mais fácil suprir a falta de uma estrela. Armadores genéricos taparam bem o buraco, Luol Deng cumpre oito papéis ao mesmo tempo, mas quanto mais tempo passa mais os jogadores vão sentindo a pressão e sentindo falta do Rose. Aliás, curiosidade aleatória do dia: na lista de armadores genéricos o Bulls já usou John Lucas III e agora acabou de chamar Mike James, ou seja, estão colecionando ex-armadores do Houston Rockets. Será que o próximo será meu “queridinho” Rafer Alston?

No jogo entre Grizzlies e Warriors, tivemos repeteco do jogo anterior do Grizzlies, pode ir lá ler o resumo no começo do post. Rudy Gay errou de novo o arremesso da vitória mas tinha um jogador do Grizzlies lá para um tapinha no rebote para virar o jogo – dessa vez foi o Tony Allen! (Allen é raça!) Dá pra ver o lance nas melhores jogadas da rodada de ontem. O garrafão do Grizzlies de novo vai ganhando jogos e OJ Mayo está voltando a liderar o banco de reservas, o que faz muita diferença para eles. Foi o bastante para vencer o Warriors apesar de ser um jogo em que tanto Ellis quanto Curry ganharam no palitinho: foram 36 pontos e 6 assistências para Stephen Curry e 33 pontos e 6 assistências para Monta Ellis, somando 10 bolas de três pontos com os dois. Sem garrafão não dá.

No último jogo da rodada, o Blazers saiu da pindaíba vencendo fácil o Hawks. Batum marcou 22 pontos, comandando de vez o ataque do Blazers, e LaMarcus Aldridge, que deveria ficar um tempo fora lesionado, voltou pra quadra e mandou 19 pontos e 10 rebotes. Será que ele é tão bom que ficou imune à maldição de jogadores de garrafão lesionados do Blazers? Com ele de volta, Camby saudável e Batum de titular, o Blazers é não apenas um time super versátil, mas também um time enooorme, alto pra valer. Josh Smith jogou bem pelo Hawks, foi um quase-triple-double com 14 pontos, 10 rebotes e 9 assistências, mas ele tentou duas bolas de 3 pontos ridículas (duas focas foram mortas em represália) e não conseguiu lidar com o tamanho do Blazers.

Ufa, foi isso. Voltamos nos próximos dias com o resumo das próximas rodadas! Usem camisinha!

Fotos da(s) rodada(s):

 É só comparar, Shelden Williams tem a menor cabeça do planeta
 Nem interessa se jogam bem, Yao e Lin são importantes 
para trazer à NBA a torcida mais biruta do universo

 É fácil confundir a cabeça do Taj Gibson com a bola, mas a cabeça 
minúscula do Shelden Williams no fundo é inconfundível 

 Deron Williams: fotogênico
 Todo homem só quer colo de mãe
 Agradeço a deus a graça alcançada
Lionel Hollins, técnico do Grizzlies, quebra um dedo sozinho no banco 
Flopar, verbo intransitivo: agir como Manu Ginóbili 
Jogo de vôlei: um dá de manchete, o outro tenta um bloqueio

Torcedor do Rockets e apreciador de basquete videogamístico.

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