Mavs encanta; Irving e Waiters derrotam Clippers

Uma das mais gratas surpresas desse começo de temporada é o Dallas Mavericks. E esse “surpresa” merecia ser escrito em caixa alta, vermelho e com brilho. O time é quase de aluguel, uma porrada de contratos de um ano para jogadores que não acharam coisas melhores ao redor da NBA; Dirk Nowitzki está machucado e só volta em Dezembro. Tinha tudo para ou dar errado ou, pelo menos, demorar para dar certo. Nada disso, na estreia bateram o Los Angeles Lakers, depois uma derrota fora de casa contra o Jazz e agora vitórias categóricas e consecutivas sobre Charlotte Bobcats e Portland Trail Blazers, essa última na noite de ontem por 114 a 91. O placar elástico não conta a história do jogo, que teve vantagem apertada até os primeiros minutos do último período.

Logo no primeiro período o Dallas Mavericks deixou clara sua estratégia, mostrar para Damian Lillard que ele é só um novato e que ele tem que ficar pianinho. Marcação dupla e pressionada toda vez que ele tentava usar um bloqueio no ataque, no outro lado da quadra Darren Collison jogou com uma agressividade que assustou o pobre Lillard, que acabou cometendo duas faltas logo de cara e saindo do jogo. Collison aproveitou o embalo para fazer uma partidaça: 14 pontos e 13 assistências, seu segundo jogo com mais de 10 assistências depois de só ter conseguido 2 jogos assim em toda temporada passada pelo Pacers.

Os números de Collison mostram uma realidade desse Mavericks, são caras que nunca jogaram tão bem que agora estão atuando de maneira espetacular. Pelo menos por uma semana, claro. Brandan Wright (10 pontos, 4 rebotes), um dos beneficiários dos passes de Collison, conseguiu pela primeira vez na carreira ter 4 jogos seguidos com pelo menos 10 pontos. OJ Mayo, que havia conseguido apenas 8 jogos com pelo menos 30 pontos em suas 4 temporadas (301 jogos) pelo Grizzlies, já conseguiu sua segunda partida seguida marcando pelo menos 30. Ontem foram 32, com direito a 6 bolas de 3 pontos! Mayo é o jogador que mais tem bolas de 3 na temporada até agora.

Isso sem contar o ótimo novato Jae Crowder, que entrou no lugar de Shawn Marion, que sentiu dores no joelho, e já saiu liderando o time na defesa. Dominique Jones também fez bonito improvisado na armação e saiu de quadra com 6 assistências. Cabem mais destaques? Chris Kaman fez 16 pontos em 8/10 arremessos, o pivô só errou 3 chutes em 19 arremessos tentados nos últimos 2 jogos. Ufa! A movimentação de bola deles é contagiante, vale a pena acompanhar o time de perto. O Blazers se segurou graças a bolas espíritas de Wesley Matthews (20 pontos) e jogo sólido de LaMarcus Aldridge (20 pontos, 7 rebotes), mas não aguentaram o ritmo dos reservas de Dallas.

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Em Los Angeles, o Cleveland Cavaliers surpreendeu ao bater com autoridade o Clippers por 108 a 101.. O jogo começou com Kyrie Irving marcando 16 pontos só no 1º quarto, a maioria na fuça de Chris Paul. E não foi só impressionante, não só foram cestas bonitas, mas ele jogou de um jeito diferente. Nem sempre ele carregou a bola da defesa para o ataque, ao invés disso esse papel ficou várias vezes com o novato Dion Waiters, que lá na frente dava um jeito de encontrar Irving, que aí atacava a cesta como de costume. Em muitos momentos não ficava claro quem era da posição 1 e quem era 2. Na defesa, mais mistura, já que Irving passou boa parte do jogo marcando Caron Butler enquanto Alonzo Gee fazia bom trabalho (na medida do humanamente possível) ao defender Chris Paul (17 pontos, 9 assistências).

O jogo foi disputado, mas o Clippers simplesmente fede na defesa. Não há bolas impossíveis de Jamal Crawford (19 pontos) que compensem os 18 rebotes de ataque do Cavs ou os 25 turnovers (apenas 2 de Chris Paul) na partida. O fim do jogo foi simbólico. Quando o Clippers ameaçou uma reação, o Cavs respondeu com jogadas idênticas. Kyrie Irving atacava a cesta, o time inteiro ia em cima dele e a bola saia para Dion Waiters na linha dos 3 pontos. O novato (que, em teoria, não era pra ser um grande arremessador) meteu 7 bolas de longa distância e acabou com 28 pontos. Ele segurou a reação do Clippers, que foi esmagada de vez depois de um turnover de DeAndre Jordan e de uma bola de 3, absurdamente sem marcação, de Kyrie Irving a 22 segundos do fim do jogo.

Destaque também para Anderson Varejão, fez 15 pontos, 15 rebotes e, juro por Alinne Moraes, acertou arremessos de meia distância em momentos cruciais do último quarto.

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Outro resultado que eu não esperava e que errei nos meus palpites foi o do jogo entre Brooklyn Nets e Minnesota Timberwolves. Eu parecia encaminhado a um bom pitaco quando o Nets abriu 22 pontos de frente, em casa, sobre o desfalcado Wolves. Mas aí Nikola Pekovic (21 pontos, 7 rebotes, 2 tocos) resolveu dar razão aos doidos que dizem que ele é um dos melhores pivôs da NBA, Alex Shved (10 pontos, 3 assistências e uma bola de 3 decisiva) resolveu finalmente fazer sua estreia na NBA e Andrei Kirilenko… bom, Kirilenko colocou o jogo no bolso e mandou um beijinho para seu conterrâneo, o dono do Nets. Foram 16 pontos, 10 rebotes, 6 assistências e 4 tocos. Basicamente armou o jogo, finalizou, segurou na defesa e comandou o início da reação no 3º período. Terrível para o Nets tomar uma virada dessa logo em seu segundo jogo em casa, mas embora o potencial do time seja grande, ainda não é grande coisa. Vão acontecer mais desgraças ao longo do ano.

No resto da rodada o Miami Heat resolveu defender e quem se ferrou foi o Phoenix Suns. Tomaram de 124 a 99 e só conseguiram acertar 39% de seus arremessos, o Heat fez 55%, não deu para o cheiro. LeBron James (23 pontos, 11 rebotes), foi o melhor do jogo só pra variar. Outra vitória tranquila aconteceu na Philadelphia, onde o New York Knicks repetiu a vitória de domingo sobre o Sixers, fáceis 110 a 88. Sem Bynum o time de Doug Collins não sabe nem por onde começar o ataque, a defesa forte do Knicks complica um pouco mais e o resultado é Nick Young forçando arremessos que não valeriam a pena nem se valessem 6 pontos.

No Oeste, apresentações de gala de dois times fortíssimos da divisão Sudoeste. O San Antonio Spurs passou por cima do Indiana Pacers por 101 a 79. Tony Parker (6 pontos, 3/13 arremessos) e Manu Ginóbili (3 pontos, 1/4 arremessos) foram péssimos, mas o Spurs chegou a um ponto onde eles simplesmente ganham. Basta uns Gary Neal (17 pontos) e DeJuan Blair (14 pontos, 11 rebotes) para tomar conta do negócio. E sabiam que foi apenas a primeira vez na história que o Spurs começou uma temporada com 4 vitórias nos 4 primeiros jogos? Parece que acontece todo ano. O outro time da divisão a brilhar foi o Memphis Grizzlies, que cozinhou o jogo com o Utah Jazz no primeiro tempo pra depois abrir 10 de vantagem. Marc Gasol (22 pontos, 8 rebotes, 8 assistências) foi um dos melhores jogadores de toda rodada e deu um baile em Al Jefferson. Zach Randolph (16 pontos, 18 rebotes, 9 de ataque) dominou Paul Millsap também, mas não consigo usar a palavra “baile” para um cara com a leveza de Randolph.

A rodada termina com uma vitória sofrida do Sacramento Kings sobre o Golden State Warriors, 94 a 92. Apesar do resultado positivo, ficou muito claro de como esse Kings precisa mudar muita coisa para ser um time relevante na NBA. Tudo dava certo enquanto DeMarcus Cousins (23 pontos, 15 rebotes, 2 roubos, 2 tocos) tomava conta do jogo e o time vencia por 10 pontos de vantagem. Mas aí, de uma hora pra outra, a 5 minutos do fim do jogo, o pivô começa a se frustrar com qualquer coisa marcada contra seu time, o resto do time vai no embalo, perde a cabeça e passa a só forçar arremessos difíceis e apressados no ataque. Como um time fica nervoso em casa, ganhando por 10 pontos, contra um adversário fraco e inexperiente? São completamente descontrolados.

No fim do jogo, um arremesso babaca de Aaron Brooks (12 pontos), que vinha sendo herói porque os arremessos babacas tinham caído, rendeu um contra-ataque para o Warriors. O Kings fez falta afobada e deu lances-livres para o Warriors. Klay Thompson (22 pontos), acertou os dois e deixou a vantagem do Kings em apenas 1 com 30 segundos no relógio. Ao invés de segurar até o último momento e comer tempo do relógio, Cousins forçou a barra e teve a bola roubada por Steph Curry (12 pontos, 8 assistências). Podendo virar o jogo, Klay Thompson errou um arremesso tranquilo da cabeça

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do garrafão, uma bola que ele mete de olho fechado todos os dias. O Kings ainda deu mais uma chance ao errar um lance-livre, mas Curry não conseguiu acertar o arremesso da vitória no estouro do cronômetro. Jogo emocionante, mas só porque o Kings quase entregou.

Outra coisa patética do Kings? Eles cobriram algumas propagandas no telão com um material plástico preto, mas não é que tudo começou a cair no meio do jogo?

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Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

 

Cachaça

 

Fotos que perdem o charme quando você lembra que ele errou a bandeja no jogo

 

Reações de quando você joga no Clippers

 

“I run this shit”

 

Terry Stots não sabe bater palmas

 

A musa

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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