Mike Brown na rua

É oficial, o Los Angels Lakers virou um time de futebol. Após a torcida pichar o CT da equipe, chamar Steve Blake de comédia e ameaçar a vida de Mitch Kupchak, o time respondeu mandando embora o treinador Mike Brown após míseros 5 jogos. Uma fonte do sempre confiável Adrian Wojnarowski disse que “essa demissão tem mais a ver com o sistema ofensivo do que com qualquer outra coisa”. Ou seja, uma insatisfação e falta de esperança no desenvolvimento da Princeton Offense que Brown trouxe para essa temporada causou sua degola.

 

Uma coisa engraçada é que o Lakers tem, após esses 5 jogos, o 7º melhor ataque da NBA com 105.9 pontos

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a cada 100 posses de bola. Em compensação é a 25ª colocada na lista de defesa, sofrendo 107.6 pontos a cada 100 posses. E que se destaque que o Lakers conseguiu esses números ofensivos mesmo apesar dos 18 turnovers por jogo, normais em um time que está agregando novas peças importantes, Steve Nash e Dwight Howard, e que está mudando totalmente seu sistema de ataque. Em outras palavras: Não faz um puto de um sentido. A quantidade de elogios ao “trabalhador incansável” e “ótima pessoa” de Mike Brown só deixam as coisas mais confusas.

Eu, como a maioria das pessoas, não gosto muito de Mike Brown como técnico. Não acho que ele fez um trabalho tão bom quanto poderia no Cleveland Cavaliers e nem na temporada passada pelo Lakers. Mas ele não é tão fraco quanto dizem. Com o limitado elenco do Cavs ele montou uma das melhores defesas da NBA, com o Lakers do ano passado, o mesmo elenco de 2010-11 que Phil Jackson, mas sem Lamar Odom, fez boa temporada. Então não, o cara não é um monstro, mas é o cara que eu colocaria para comandar meu time dos sonhos? Nem em sonho. Ele está naquele grupo de treinadores que tem lugar na NBA, mas que ainda não mostrou que pode comandar os candidatos a título.

O ponto principal pra mim nessa demissão é o timing. Por que agora? Se não confiavam em Mike Brown, pra que deixar ele ficar para essa temporada? Que mandassem embora ao fim da temporada passada dizendo que ele não tinha agradado a ponto de permanecer outro ano. E se não acharam isso, o que mudou nesse começo de temporada? Dwight Howard ainda se recupera de uma lesão nas costas que, dizem, o fariam só voltar em Dezembro. Steve Nash só jogou 2 desses 5 jogos. Mike Brown pode não ser o cara ideal, mas ele nem teve tempo de mostrar sua incompetência. Parece que eles já queriam o mandar embora e só estavam esperando uma desculpa, como o namorado que espera a briga mais boba para terminar um relacionamento que ele já não aguenta faz tempo.

Isso me faz pensar que talvez a direção do Los Angeles Lakers não achasse que Mike Brown fosse um cara para esse grupo em especial. Será? Que ele era bom o bastante para treinar Kobe, Gasol e Bynum, mas não Kobe, Nash, Gasol e Howard. Não faz sentido, penso eu, mas só isso explica tal mudança de postura e essa atitude tão cedo na temporada. Não custa lembrar que somente 2 técnicos em toda história da NBA foram mandados embora após tão poucos jogos. Em 77/78 o Philadelphia 76ers mandou embora Gene Shue após 6 jogos. Há duas tempordas, Paul Westphal, então técnico do Kings, foi demitido após 5 partidas.

Em um outro post falei de como criticar o começo ruim do Lakers era uma “análise apressada”. O time acreditou nessa análise e tomou uma decisão apressada. Mas mais do que o ataque funcionando aos poucos e a defesa capenga, o que mais me preocupou nesses primeiros jogos, especialmente no último jogo contra o Utah Jazz, foi a postura dos jogadores. Ninguém corre de volta para a defesa, não há entrega e muitas vezes são óbvias caras de frustração a cada erro. Passei a me perguntar o quanto de paciência os próprios jogadores iriam ter para aprender a Princeton Offense e o quanto eles respeitavam e acreditavam no que Mike Brown dizia.

Não vi ninguém falar nada de pressão dos jogadores para mudança, isso é apenas um palpite meu interpretando a linguagem corporal de jogadores que eu vi pela TV (e o “olhar da morte” de Kobe). Não sou a melhor fonte. Mas pelo menos é uma teoria que faz sentido, que justificaria a decisão apressada. Afinal o sistema pode ser difícil de ser aprendido, mas ele só será aprendido um dia se os jogadores quiserem e se dedicarem. Sem isso é melhor trocar por um outro cara mesmo. O técnico sempre será o elo mais fraco, a peça mais fácil de ser trocada. A versão oficial, dada pelo General Manager Mitch Kupchak, foi que “Nós esperávamos uma melhora mais rápida. Queremos saber o quanto podemos ser bons com esse grupo”. E completou “Nós sabemos que nossos jogadores estão ficando velhos, queremos já tentar o título nesse ano”.

Isso nos traz a uma questão que já foi amplamente discutida no Twitter no segundo em que se anunciou a demissão de Mike Brown: quem entrará no lugar dele? Nomes que pipocaram até agora em pura especulação foram os de Phil Jackson, Jerry Sloan, Mike D’Antoni, Nate McMillan e Brian Shaw.

Phil Jackson – Sonho de consumo de todo mundo. O Knicks ofereceu o PIB da China por ele, dizem, e não rolou. Não acredito que ele esteja ansioso para voltar a trabalhar.

Jerry Sloan – Nunca deu indício de querer voltar a treinar desde que deixou o Utah Jazz. Não sei se é o cara ideal para lidar com o estrelismo do Lakers.

Mike D’Antoni – Tem ótima relação com Kobe Bryant e, claro, Steve Nash. Mas será que conseguiria montar um sistema de ataque sem grandes arremessadores de 3 pontos? Nunca fez isso antes na carreira. Ele também operou o joelho recentemente e só poderia assumir a rotina de treinador no meio do próximo mês.

Nate McMillan – Nome menos comentado do dia, mas fez bom trabalho em Seattle e Portland, tem experiência e já montou excelentes defesas.

Brian Shaw – Quase assumiu antes da temporada passada, quando contrataram Mike Brown. Foi assistente de Phil Jackson por anos, hoje é assistente de Frank Vogel no Pacers. Dentro do Lakers, Shaw tem muitos admiradores, Kobe entre eles. É tido como um dos melhores assistentes da atualidade, mas perde pontos com a declaração de Kupchak de que quer “um técnico com experiência para poder vencer já”.

Apesar dos pesares, Brian Shaw ainda é meu favorito para assumir. É uma opção realista, com ótimo apelo dentro do grupo e condizente com um momento da NBA onde antigos assistentes (Tom Thibodeau, Jacque Vaughn, Dwane Casey, Frank Vogel, Kaleb Canales…) não tem tido muito problema em se adaptar ao cargo principal. Acho que ele só não vai para o Lakers se algum medalhão do nível Phil Jackson topar voltar das cinzas para assumir esse mar de pressão. Outra possibilidade é chamarem um cara mais experiente para ser assistente dele, mais ou menos como o Thunder faz ao ter Maurice Cheeks como assistente de Scott Brooks.

O anúncio deve sair em breve. Quem irá dirigir o time hoje será o assistente Bernie Bickerstaff, que já afirmou que só irá fazer esse trabalho hoje, que “não foi para o Lakers pra isso”. Pois é, não é tão emprego dos sonhos como pode parecer.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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