Montanha de dados

Há algumas semanas ficamos sabendo de uma das notícias mais legais desta offseason. A NBA anunciou que havia fechado um contrato com a STATS para que o serviço SportVU estivesse disponível em todos os 29 ginásios da liga, para todos os 30 times, e não somente entre as 15 equipes que tinham comprado, por conta própria, o produto. Para os que não se lembram, eu comentei do SportVU há algum tempo no post ‘O espaço na NBA’, onde falei sobre como análises em gráficos e vídeos, focados no espaço dentro da quadra de basquete, eram o próximo passo da revolução estatística que assola todos os esportes.

Em resumo, para os preguiçosos que não clicaram no link, um breve resumo sobre o que é o SportVU: é uma tecnologia que envolve uma série de câmeras espalhadas pelos ginásios que capturam simplesmente todos os movimentos realizados lá dentro. Todos os jogadores, bola e até árbitros tem seus movimentos capturados, armazenados e transformados em um banco gigantesco de dados. Tudo em tempo real! Dados de velocidade de um jogador, distância ou mapas de calor podem ser gerados instantaneamente e até usados em transmissões de televisão ou pelos técnicos no intervalo. A capacidade das câmeras e do programa é gigantesca, entre outras coisas que podem ser capturadas e medidas estão o ângulo dos passes, distância entre jogadores, a altura dos arremessos e, se duvidar, se alguém tem um cisco no olho. Adicione a isso novos filtros e tecnologias criadas pelos próprios times e temos um novo basquete.

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Estou retomando o assunto porque quando escrevi aquele texto, apenas 15 equipes tinham comprado o sistema que, dizem, custam uns míseros 100 mil dólares por temporada. Soa caro, mas pense que isso é mais barato do que qualquer novato escolhido na segunda rodada e que nem pisa em quadra no fim das contas. E pense que vivemos num mundo onde o simpático e limitado Landry Fields custa 6 milhões por ano. Pois a NBA resolveu ir pra cima e ela mesma comprou o produto, que agora será instalada em todas as

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arenas da liga. Isso traz novas perspectivas, problemas e questionamentos sobre o uso de tecnologia no esporte.

Os clubes que compraram antes ficaram meio frustrados por terem gastado tanto dinheiro pouco tempo antes, outros esperavam essa atitude da NBA e até por isso tinham adiado a aquisição. Os times que já usavam o sistema tinham números com eternos asteriscos ao lado, os dados só eram computados nas arenas que tinham o serviço, ou seja, nos 41 jogos em casa e naqueles dos outros adversários que compraram o SportVU. Não só eram menos dados, mas haviam dados, jogos, ignorados. Isso ferra qualquer análise séria. Com o novo acordo, eles terão informações corretas e, logo, mais confiáveis. E os que compraram antes tem vantagem sobre o que esperaram, eles estão anos-luz a frente na difícil e desafiadora tarefa de descobrir o que raios fazer com tanta informação.

Na Sloan Sports Conference, o mais importante encontro de análise avançada no esporte, realizada em Fevereiro deste ano, em Boston, houve um painel que discutiu o uso de tecnologias (SportVU incluso) no futebol. Um dos convidados afirmou que é claro que existe a tradição do futebol e dos boleiros

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atrapalhando o avanço das tecnologias de análise no jogo, mas que mais desafiador do que isso é o fato de que no futebol quase não se tinha dados estatísticos até alguns anos atrás, agora se tem toneladas. O que vale? O que não vale? O que é útil para um time e o que é só curiosidade válida para fãs e imprensa? Algo serve para contratar melhor? O que pode ser usado para melhorar o time que já está fechado? São centenas de perguntas que só quem se arriscar antes irá aprender a responder.

No basquete, na NBA, é a mesma coisa. A tecnologia do SportVU oferece milhares de informações, mas a maioria delas não é útil e revolucionária logo de cara. Algumas não serão nunca. Cada equipe precisa ter o seu grupo de nerds programadores, coordenados por alguém com mente basquetebolística, para transformar os dados em algo concreto e relevante. Depois isso deve ser analisado, trabalhado e transformado de uma forma que possa ser utilizada na prática pelos técnicos. Como é de conhecimento geral, boa parte dos treinadores, especialmente os das antigas, não levam muito na boa quando um número contradiz algo que ele acredita. E levarão muito menos na boa se as descobertas dessa tecnologia forem apenas curiosidades interessantes, divertidas, mas que pouco podem os ajudar em ganhar jogos.

Na mesma Sloan Sports Conference, desta vez no painel sobre basquete, este assunto é levado para a discussão. O ex-técnico e atual comentarista/comediante Jeff Van Gundy admite que muitos técnicos ignoram dados estatísticos e, mais legal, chegam a inventar números só para convencer seus jogadores de alguma coisa! Já pensou que legal?! Claro que não dá pra inventar números simples que estão disponíveis em qualquer site, mas dá pro técnico do Josh Smith chegar nele com algum super dado complexo (e falso) que o convença de que o time sempre se fode quando ele insiste em driblar e arremessar. Se bem que nesse caso acho que muitos números reais mostrariam isso. De qualquer forma, o caminho das câmeras do SportVU até algo realmente mudando numa quadra de basquete pode ser longo e tortuoso.

A simples existência, portanto, da nova tecnologia e do fato dela ter sido comprada pela NBA não muda muita coisa logo de cara. Teremos que ver como cada franquia, técnico e a própria liga lidam com a avalanche de dados. Falando sobre este assunto, o economista Tyler Cowen, em entrevista ao TrueHoop, disse que ser técnico de basquete no futuro será como jogar Advanced Chess.

O Xadrez Avançado é uma espécie de nova modalidade do clássico e milenar jogo de tabuleiro, mais ao invés de ser disputado entre duas pessoas numa mesa, ele é um jogo em duplas. Um homem e sua CPU contra outro homem e sua CPU. Os computadores, modernosos e com a mais alta tecnologia de cálculo para xadrez, dão sugestões de jogadas, apontam possíveis estratégias do adversário e, mais importante, são armas anti-blunder, termo do xadrez para a boa e velha cagada. Já vimos o melhor enxadrista do mundo enfrentando uma máquina, já vimos máquinas em campeonatos de xadrez, mas o Advanced Chess parece ter encontrado a maneira mais interessante de usar as máquinas para elevar o nível do jogo. Claro que os puristas não vão gostar, vão dizer que é outro jogo, outro esporte, mas a verdade é que alguns críticos já falaram que os torneios desta nova categoria podem ser até de nível técnico e tático maior do que um evento comum. Incomodam os casos dos jogadores menos qualificados fazendo jogo duro para mestres do xadrez, mas ao mesmo tempo pode ser prazeroso ver um duelo entre dois gênios ficar ainda mais bem estudado e a prova de erros. Podemos dizer que o xadrez, com seu arquivo de séculos de jogos registrados, foi o pioneiro nas chamadas ‘advanced analytics‘?

Foquem aí na parte de “prazeroso para ver” que citei acima. A nova modalidade chegou ao ponto de transformar o xadrez um esporte (é um esporte?) mais divertido de se assistir! As telas que os jogadores usam para jogar são às vezes projetadas em telões para o público, que então podem assistir o processo de decisão do jogador, que vê as sugestões da máquina antes de tomar sua decisão pessoal. Sabendo que os esportes, embora nem tanto o xadrez, se tornaram negócios bilionários, a tecnologia também traz questões de como ela pode ser usada para transformar a chamada “experiência do fã” mais divertida e prazerosa. Voltaremos nisso mais tarde.

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Por enquanto vamos ficar na questão dos técnicos. A associação feita pelo economista se deve ao fato dos técnicos agora trabalharem ao lado dos computadores. Como as CPUs dos enxadristas, os especialistas em estatísticas, o SportVU e outras ferramentas vão dar ao técnico uma gama enorme de dados, sugestões e análises. Mas ainda cabe a ele decidir o que fazer, assim como ainda cabe ao jogador de xadrez escolher o que ele faz com seu bendito bispo. Talvez a mudança como um todo demore a acontecer, ainda tem muito old school no negócio, mas a NBA parece um mundo um pouco mais aberto que o do futebol ou do beisebol em relação a novas tecnologias. Os últimos três títulos da liga estão nas mãos de franquias e técnicos modernos e abertos a novidades. Não que tenham sido campeões por causa disso (acho que ter Nowitzki ou LeBron no elenco pesou mais), mas certamente ajudou e no mundinho dos esportes é sempre bom associar alguma com vitórias, é o que vende.

Mas por mais abertos que esses técnicos sejam, eles tem mais o que fazer da vida. Precisam assistir jogos dos adversários, ministrar treinos, pensar em novas jogadas, lidar com o ego dos jogadores, motivá-los. Tudo isso além de comer, dormir e ligar para a esposa pedindo desculpas por ir jantar tarde. Em resumo, não imagino treinadores gastando horas e horas analisando dados brutos gerados por qualquer ferramenta tecnológica, por mais interessante que ela seja. Por isso acho que nesse futuro próximo anunciado pelas estatísticas e consagrado pelo SportVU, uma das figuras mais importantes nas franquias da NBA será o responsável pela comunicação entre os dois lados. Alguém que seja o homem de confiança que irá pegar o que o técnico quer descobrir e saber passar para os programadores e analistas, assim como será o que pegará os dados e transformará num relatório curto e claro para o head coach. Dean Oliver, autor do Basketball on Paper, um dos livros que mais inovou ao levar novas estatísticas ao basquete, trabalha no Denver Nuggets e já disse que nunca coloca um número sequer em seus relatórios. George Karl não precisava saber que Danilo Gallinari era 27% mais eficiente e que fazia 1.29 pontos por posse de bola em isolações do lado esquerdo da quadra. Ele só precisava saber como Gallo era mais eficiente e ponto. E depois saber dar um jeito daquilo se repetir mais vezes.

Um exemplo de sucesso em como usar a tecnologia do SportVU foi dado pelo Toronto Raptors na última temporada e divulgado com exclusividade para o Grantland. Veja só o resultado da obra. Parece pouco, mas na verdade é coisa do século 23:

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Isso é uma bola de 3 de Jason Kidd na partida entre Knicks e Raptors na última temporada. As bolinhas azuis são os jogadores do Knicks, as brancas são os atletas do Raptors e essas bolinhas meio transparentes indica onde os jogadores do Raptors deveriam estar. Vocês tem noção do que é isso? Imagino que eu não seja o único a achar a coisa mais legal da galáxia.

O SportVU disponibilizou a parte visual que mostra a movimentação precisa de todos os jogadores. Os programadores do Raptors incrementaram ela com toneladas de dados e códigos complexos que eu não seria capaz de começar a explicar mesmo se tivesse eles na minha frente. Mas basicamente eles reúnem informações escolhidas pelo time (como defender um pick-and-roll, por exemplo) e somam com as características que eles deram aos adversários. Se alguém tem baixo aproveitamento de 3 pontos, os fantasminhas do Raptors podem se dar ao luxo de ficar longe, por exemplo. E o troço é tão avançado que até entende diferenças físicas. O fantasma do Kyle Lowry nunca marcaria o Amar’e Stoudemire porque o código entende a diferença de altura dos dois. A cereja do bolo? O sistema calcula o valor de cada arremesso. Em caso de um ataque perfeito do outro time, a máquina calcula qual é o melhor arremesso para se ceder. Um arremesso de meia distância do JR Smith ou Steve Novak na zona morta? Essa é fácil.

O Raptors chegou a essa tecnologia porque investe nisso e o faz há tempos. Foi um dos primeiros times a comprar o SportVU e tratou de construir algo único, novo e, principal, didático. O técnico pode participar na criação de diretrizes para o programa, indicando o que ele considera certo ou errado para os fantasmas. Já o sistema visual é o mais indicado para mostrar para qualquer jogador o que ele está fazendo certo ou errado. Ao invés de simplesmente ir e despejar dados que só o Shane Battier entende, é só mostrar e pedir pra ele copiar. Até o JaValle McGee é capaz.

Claro que não é tão simples e mágico, especialmente na defesa. O que os fantasmas mostram é que o ideal é que os cinco jogadores em quadra se movimentem ao mesmo tempo, guiados pela posição da bola e com perfeita sincronia e comunicação. A presença de todos os jogadores do lado da bola inibe qualquer jogada do adversário e é perfeita para minimizar e esconder defensores ruins. Fazer isso, além de treino, também pede ótimo preparo físico, dedicação e, como diria Tom Thiboadeau, DISCIPLINA! Os analistas do Raptors colocaram os fantasmas em outros times e basicamente só o Miami Heat conseguia fazer a defesa veloz e agressiva (e desgastante) que os fantasmas sugerem. Em parte porque são bem treinados, em parte porque é o único time capaz de colocar cinco caras insanamente atléticos na quadra ao mesmo tempo. Ou seja, outra coisa para se pensar na hora de contratar ou draftar alguém, certo?

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Acho que não preciso mais me estender nisso. Claramente as possibilidades do SportVU são infinitas, ainda mais com a NBA embarcando nessa, basta ver agora como cada time vai se virar e investir. Quer dizer, será que a gente vai ver? Essa abertura do Raptors foi uma raridade, basicamente a única exceção já que todos os times escondem como segredo de estado o que eles descobrem e até como eles usam estas tecnologias. O Houston Rockets de Daryl Morey nem sequer divulga quantas pessoas eles tem empregadas na área de estatísticas. Aliás eu acho que o Raptors só divulgou tudo isso para o Grantland porque o charme da coisa, os códigos, não são descritos em momento algum.

Os segredos são essenciais já que o esporte é, acima de tudo, uma competição. Mas ao mesmo tempo como ficam os torcedores atrás de tantos segredos? E os atletas, eles sabem como estão sendo julgados e analisados nos bastidores? Eles terão acesso aos dados coletados pela liga?

Vamos supor que um time descubra o valor secreto que Devin Ebanks esconde em algum lugar. O que a equipe quer é contratá-lo, antes de qualquer outro time, e pelo menor valor possível. Ebanks, por outro lado, quer saber como ele está sendo julgado para que seu agente o venda ao redor da liga pelo maior valor possível. E nós, torcedores, blogueiros, imprensa e afins queremos saber porque tem um diacho de um time contratando um cara como o Ebanks.

Isso me lembra um pouco a Fórmula 1. Certamente boa parte do que acontece no mundo mágico daqueles carros fabulosos fica longe do público. São milhares de descobertas tecnológicas, mudanças mínimas e decisivas nos carros, segredos reveladores da telemetria e a gente não vê nem um pingo. Não faz um puto de um sentido que o público fique longe de coisas decisivas, mas ao mesmo tempo as equipes perderiam sua força se seus segredos fossem revelados. A solução encontrada pela F1 foi, aos poucos, ir liberando algumas coisas. Hoje em dia, apesar de uma censura prévia, temos acesso ao rádio dos carros, por exemplo. Câmeras mostram a temperatura dos pneus e de pouco em pouco vemos coisas que antes as equipes escondiam dentro de cofres. Pouco, mas o bastante para a experiência do torcedor ser um pouco mais completa. Imagino que todos concordem que, em geral, mais informações, desde que sendo informações relevantes, deixam qualquer esporte mais interessante. Até assistir vela (!), como a última America’s Cup, foi bem legal devido a quantidade enorme de informações úteis que a transmissão oficial oferecia, desde a distância real dos barcos até a direção da correnteza. Vale citar aqui que, dizem, a Oracle investiu pesado em tecnologia avançada para realizar a virada sobre o barco da Nova Zelândia. Será que algum esporte vai escapar dos nerds?

Fiquei feliz quando a NBA fechou o contrato pelo SportVU justamente pensando nessa questão do uso das informações em transmissões, para informar o torcedor. Certamente existe o interesse em ajudar os times, em melhorar a qualidade do jogo, mas mais do que isso, a NBA quer lucros, quer um produto melhor e mais vendável, ela quer oferecer coisas aos fãs. Nos últimos anos a liga já investiu pesado em sua página de estatísticas e o resultado deve ter sido bom o bastante para que eles estejam indo mais longe no assunto.

Curiosamente este é o caminho oposto do que aconteceu no beisebol. Lá, começando pelo famoso Bill James, pessoas comuns passaram a estudar o esporte e a divulgar entre si os resultados. A MLB e seus times não levaram os Sabermetrics a sério e o espaço para eles existirem foram as revistas, livros e depois a internet. Quando os manda-chuvas chegaram nesses dados, aí já era tarde demais. O mundo online estava tomado por qualquer nova maneira de se enxergar arremessos e rebatidas. Com o basquete a coisa foi bem mais recente, e foi abraçada quase que imediatamente por quem manda na NBA. O citado Dean Oliver foi contratado pelo Seattle Supersonics apenas 2 anos após o lançamento de seu Basketball on Paper. John Hollinger, que apareceu junto de Oliver discutindo basquete no importante APBR Metrics, foi logo contratado pela ESPN e, anos atrás, pelo Memphis Grizzlies. Kevin Pelton, do Basketball Prospectus, é contratado do Indiana Pacers. Roland Beech, do idolatrado 82games.com, é funcionário registrado do Dallas Mavericks desde 2009 e um dos responsáveis por JJ Barea virar titular durante as finais de 2011.

Os sites que eles usavam para mostrar suas descobertas ainda existem, mas muitos deles hoje só oferecem dados limitados e não mais artigos completos e novas descobertas. Mesmo quando escrevem, escondem coisas. Os times pagam esses caras para descobrir inovações para eles, não para mostrar para o mundo, afinal. Este é o lado negativo da mente aberta da NBA. Os times levaram para dentro de suas paredes as mentes mais interessantes e estudiosas do jogo, deixando não só o público com menos acesso a essas informações como a eles mesmos. Oliver e Hollinger costumavam trocar ideias, hoje são rivais que não podem ficar dando dicas um para os outros. O desenvolvimento do basquete fica para trás em nome da competição. Compreensível, mas triste.

Este é outro motivo onde a NBA pode ajudar. Centralizando as informações ela pode ajudar a espalhá-las e assim desenvolver o estudo avançado e estatístico do basquete. Não sei se vão fazer isso, não sei se estão preocupados com isso, eles podem ter comprado só pra deixar as transmissões mais bonitinhas, como faz a Globo com o Brasileirão, quando o que recebemos é uma setinha comentada pelo Caio Ribeiro e a velocidade do chute do Walter Barriga. Vamos esperar, ver e torcer para o melhor.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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