Nenê na capital

JaVale McGee vai levar seus talentos (pular) para Denver

Como o pessoal do RealGM disse no Twitter ontem, “Nenê/Young/McGee ganhou o Troféu Perkins/Green de Troca Que Veio do Nada”. Não poderia concordar mais. Por mais que o Lakers abrir mão de Derek Fisher tenha chamado a atenção, todo mundo sabia que eles estavam prontos para mexer no elenco. Como sabíamos que Monta Ellis poderia ser trocado e

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que o Rockets estava doido para mudar qualquer coisa e que o Blazers iria fazer algo para sair da crise. Mas o Nenê? O McGee? Doideira. A troca foi a seguinte:

Denver recebe: JaVale McGee e Ronny Turiaf (Wizards)
Wizards recebe: Nenê (Nuggets), Brian Cook e Escolha de Draft (Clippers)
Clippers recebe: Nick Young (Wizards)

Comecemos pelo Denver Nuggets. Um termo resume o que aconteceu: Buyer’s remorse. Quem estuda economia, comportamento de consumidor ou qualquer coisa do tipo sabe o que é. Mesmo quem não estuda certamente já sentiu. O remorso do comprador é aquele sentimento de culpa e arrependimento logo depois de uma compra, geralmente de algo caro. Tipo comprar o carro dos sonhos e um dia depois pensar “putz, agora são 72 meses pagando essa merda, será que eu consigo revender logo?”. Ou comprar um eletrônico de 3 mil reais e logo depois já pensar “Mas eu precisava mesmo? Tenho tanta conta pra pagar”. Foi o que aconteceu com o Nuggets. Mesmo com o time todo desmontado depois da última temporada, sem saber se estava em reconstrução ou não, ofereceram 70 milhões de dólares por 5 anos para o

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Nenê. Pivôs são difíceis de encontrar, ele está com a gente faz tempo, superou um câncer com a gente, a torcida o ama. Por que não? Vamos fazer história juntos!

Mas aí passaram os meses e eles viram a realidade além dessa tal lealdade e história bonita. Nenê é um ótimo pivô, mas ele é tão raro assim? 70 milhões de dólares por um cara com média de 13.7 pontos e 7.4 rebotes? Sem contar as sempre constantes contusões. A gota d’água, na minha opinião, foi quando Nenê se machucou e em seu lugar entrou o novato Kenneth Faried. George Karl não é dos técnicos fanáticos por colocar novatos em quadra, mas Faried, aquela estranha mistura de Bob Marley e Kenyon Martin, chegou defendendo tão bem quanto Nenê (até melhor às vezes), mil vezes melhor no rebote e dando outra intensidade no ataque. Não com mais talento, técnica ou arremesso, mas se virando muito bem na vontade. No suspeito, mas indicativo +/-, o placar dos jogos enquanto certo jogador está na quadra, os números de Faried só não são melhores do que o de Danilo Gallinari. Ou seja, será que Nenê é tão essencial assim? Vale a pena ficar com ele por 5 anos e aguentar suas limitações e contusões por um valor tão alto?

O que dizem hoje é que já faz algum tempo que o Nuggets está explorando a chance de trocar o brazuca, tentaram trocar ele por DeMarcus Cousins durante a briga que o pivô teve com seu ex-técnico em Sacramento, mas sem sucesso. Conseguiram agora, para o Washington Wizards em troca de Ronny Turiaf (que deve ser dispensado) e JaVale McGee. O Nuggets, antes de tudo, economiza muito dinheiro. O contrato de McGee é pequeno e acaba logo ao fim dessa temporada, com o espaço aberto eles já estão negociando a volta de Wilson Chandler, que estava na China, por exemplo.

Já dentro da quadra é um risco. Depois de livrar o técnico George Karl de jogadores individualistas e problemáticos como Carmelo Anthony e JR Smith, parece castigo colocar ele para treinar McGee, mas tudo parece ser um grande experimento de um mês. Vão colocá-lo para jogar e ver se ele mostra mais do seu lado positivo do que o negativo agora que está longe daquele ambiente horrível de Washington. Se ele se mostrar apenas um grande bloqueador de arremessos, pode ganhar uma chance de ficar, o Nuggets não ligaria de colocar mais um especialista em tocos na sua história recente que tem Dikembe Mutombo, Marcus Camby e até Chris Andersen. Mas se não for tudo isso e pedir 14 milhões de dólares por ano, como ele disse que iria fazer quando virasse Free Agent, adeus. O Nuggets abriu mão da certeza cara que era Nenê para tentar achar algo mais barato e novo, seja McGee ou não.

Para o Nenê deve ter doído um bocado. Quando ele foi Free Agent poucos meses atrás, teve opção e propostas de ir para vários lugares. Poderia ter ido para o Houston Rockets, New Jersey Nets e até para o Miami Heat, onde ganharia bem menos dinheiro mas teria grandes chances de se tornar o primeiro brazuca a ser campeão da NBA. Mas ao invés disso aceitou a proposta lucrativa do Nuggets, os dois lados enalteceram a história do pivô na cidade, sua identificação com os fãs, com o fato de ter família lá e tudo mais. Lindo. Poucos meses depois o mandam para um dos piores times da liga. Depois perguntam porque o LeBron James saiu de Cleveland para o Heat? É isso, é melhor definir você mesmo para onde quer ir e onde quer resultados, os times não vão pensar duas vezes em te mandar para um buraco se o negócio for bom. Lá ele pode ajudar John Wall e o técnico Randy Wittmann a mudar a filosofia do time, que certamente tem talento no elenco, mas será que ele quer isso? Será que nesse ponto da carreira ele quer ser o líder veterano que se mata para levar um time para a primeira fase dos playoffs? Será que ele é capaz disso? O Wizards certamente acredita, porque encarar esse contrato monstruoso dele não é pra todo mundo. Perderam até uma boa parte do espaço salarial que iam abrir no fim ano que vem com a saída do Rashard Lewis. Já perceberam que ano que vem eles estarão gastando 43.8 milhões de dólares com o trio Rashard Lewis, Nenê e Andray Blatche? É pouco menos do que Knicks e Heat gastam em seus Big 3.

Mas para o Wizards, além da garantia de ter um pivô bom, é mais um passo para virar a página na história do time. De novo. Não faz muito tempo que eles se livraram de Caron Butler, Gilbert Arenas e Antawn Jamison para simbolizar uma nova fase na franquia. Mas essa fase trouxe gente como Nick Young, Andray Blatche e JaVale McGee, jogadores individualista, mimados e preocupados apenas com jogadas de efeito e estatísticas. Nessa troca duas das laranjas podres vão embora, sobrando Andray Blatche, muito caro e com contrato até 2015, certamente ninguém aceitou. O negócio é ver se ele aprende a jogar ou se a regra de anistia vai durar mais anos. Apesar de gastar horrores no Nenê, acho que eles estão felizes de ter um jogador de verdade no elenco e com a escolha de Draft que receberam.

Por fim, o Clippers. Eles já merecem um prêmio por trocar o Brian Cook, que é a única coisa inteligente a ser feita depois de ter feito a burrice de contratá-lo. Lembro de quando ri à toa por meses depois que o meu Lakers mandou Cook e Maurice Evans por Trevor Ariza! O Clippers não ganhou um jogador tão bom para o grupo como Ariza, mas faturou um cara que no talento bruto poderia ser titular em qualquer time da NBA. Nick Young pode explodir para uns 30 pontos a qualquer momento, mas nada garante que ele vai passar a bola nesse período ou que não vá arremessar step back de três pontos sobre a marcação tripla.

Desde a contusão do Chauncey Billups o Clippers está interessado em ter mais um jogador da posição 2 para ajudar do banco de reservas. Acho que Young pode ser esse cara, mas deverá ser observado de perto pelo técnico Vinny Del Negro e por Chris Paul. É bom que o armador já avise, “Quando receber a bola, chute, não invente nenhuma merda!”. É um experimento de pouco tempo, como McGee para o Nuggets, ao fim da temporada Young é Free Agent. Mas com um porém parecido ao de Mcgee: Young já disse que quer contratos que paguem uns 9 milhões por ano. Ele é retardado. Sério, um imbecil. Boa sorte para o Clippers com ele, mas certamente é melhor que o Brian Cook.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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