Novela em Miami

Dá pra saber que o jogo foi espetacular quando você não sabe o que destacar no primeiro parágrafo do texto. Falo dos 12 pontos decisivos de Mario Chalmers no último quarto? Falo dos 43 pontos de Russell Westbrook? Falo dos erros do armador do Thunder no minuto final? Ou que tal falar do quase triple-double seguido de cãibras que tiraram LeBron James dos últimos minutos de jogo? Ainda teve Chris Bosh sendo qualquer coisa menos soft, o começo avassalador do Thunder, o fracasso de James Harden… meu deus é mais drama que novela mexicana! Ok, vou falar de tudo aos poucos. Para o primeiro parágrafo você só precisa saber que o Miami Heat venceu o Thunder no Jogo 4 por 104 a 98 e agora lidera a Final da NBA por 3 a 1. Nunca um time virou um placar de 3-1 na história das Finais.

 

A partida começou do jeito oposto de todas as outras, com o Thunder tomando a frente e ditando o ritmo do jogo. Não foi nenhuma mudança tática óbvia, não que eu tenha percebido pelo menos, mas uma abordagem nova de intensidade. Ao invés de tocar a bola de lado e jogar num ritmo lento, mais preocupado com os contra-ataques do Heat, resolveram tacar o pé no acelerador. E, para o Thunder, isso significa dar a bola para Russell Westbrook. Ninguém no time sabe botar fogo num jogo como ele, que tomou conta do 1º período e trucidou o Heat com seus arremessos de média distância. E também com os de longa distância. E as bandejas. Bom, tudo o que um jogador de basquete pode fazer. Mas o que machucou mesmo foram as bolas de longe, o Heat decidiu marcar Westbrook dando passos para trás, desafiando Westbrook a arremessar ao invés de infiltrar. Deu certo e eles chegaram a abrir 17 pontos de frente, depois vencendo a etapa inicial por 33 a 19.

Mas o momento mágico do Thunder morreu aí. Westbrook saiu do jogo no fim do primeiro período quando o seu time vencia por 29 a 16, voltou para quadra no comecinho do quarto seguinte e o Thunder já tinha tomado 10 pontos e feito só 4 quando ele estava fora. Não demorou muito para o Heat cortar a diferença para 1 mísero ponto e jogar a boa fase do Thunder no lixo. Os 2º e 3º quartos somados tiveram um placar favorável ao Heat de 60 a 42! Quando a gente disse que vocês precisavam começar os jogos bem, Thunder, não era para abandonar o resto da partida.

O Miami Heat voltou para o jogo graças a todo mundo. E quero deixar isso claro porque torço muito para que as pessoas se livrem de seus preconceitos adquiridos no começo da temporada passada (ainda no auge do ódio ao “The Decision”). Foi jogando como time, com basquete coletivo e solidário que o Heat saiu do buraco e virou o jogo. Claro que, como todo time, tudo começa com os melhores jogadores. E posso começar falando de Chris Bosh, que não se destacou tanto nos números (13 pontos, 9 rebotes), mas que foi essencial na parte brigada do jogo. Às vezes ele era o único jogador de garrafão do Heat em quadra e por isso fazia tudo que era bloqueio, lutava pelos rebotes, cavou faltas, se jogou no chão. Há alguns anos ele era chamado de soft, um molenga. Hoje foi o jogador mais físico e raçudo de um jogo decisivo da Final da NBA.

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Outra estrela que brilhou foi LeBron James. Mais do que eu qualquer outra partida dessa Final LeBron atuou como um armador nato, puro. Ou o mais puro que você pode ser tendo o corpo de um ala de força. LeBron carregava a bola da defesa para o ataque, ditava o ritmo que o time iria tentar impôr, o lado que iam atacar, a jogada que iam executar. O time, obediente, fazia tudo, aí era hora do King James distribuir a bola. Ele se concentrou muito no jogo de costas pra cesta, usando de seu tamanho e força superiores ao de Thabo Sefolosha, que não chegou perto de ser relevante na sua marcação como havia sido nos últimos jogos. O domínio físico de James obrigou a marcação do Thunder a se desmontar para ir na ajuda, o que livrou espaço para os coadjuvantes do Heat acharem bolas livres para arremessar. Quando Sefolosha tentou encarar James, tomou pontos, quando teve ajuda, ele deu passes. Foi assim que James acabou a partida com 26 pontos, 12 assistências e 9 rebotes.

Lembra que no jogo passado o Heat acertou apenas 5 bolas de fora do garrafão? Ontem foram 16, sendo 10 de 3 pontos. Shane Battier e James Jones acertaram 1 cada, Wade e Norris Cole ajudaram com 2 e Mario Chalmers, apesar de ter precisado tentar 9, foi o que mais acertou com 3. O Thunder não havia se preparado para tomar uma saraivada de bolas de longa distância e começou a se perder na defesa. Em um certo momento ficaram tão preocupados em fechar o garrafão que ninguém acompanhou Chalmers vindo da defesa, que só parou na linha dos 3 e deu um arremesso de treino. Algum tempo antes se preocuparam tanto em segurar uma saída de bola veloz do Heat, que deixaram Wade passar pelas costas da defesa e fazer uma bandeja. Foi um raro caso de contra-ataque ocorrido após uma cesta. Em outras palavras, o Thunder parecia estar sempre um passo atrás: Não estavam preparados nem para encarar LeBron o tempo todo no garrafão, nem para as bolas de 3 pontos e isso mexeu com a cabeça deles.

 

Mas o time de Scott Brooks tinha uma resposta para não deixar o jogo escapar mesmo após o Heat dominar o jogo: Russell Westbrook. Ontem à tarde fiz um post sobre ele, dizendo basicamente que já estava enchendo o saco ele receber a culpa por tudo de ruim que acontece no time, sendo que ele melhorou demais nos últimos anos, especialmente nesse, e que tem feito um Playoff espetacular. Calhou desse jogo ser um baita exemplo de tudo o que eu disse. Westbrook manteve o time no jogo no 3º período e no último deu respostas a cada cesta decisiva que o Heat marcava. O armador fez 43 pontos em 20/32 arremessos, uma das grandes atuações da história das finais. O aproveitamento de 63% em um jogo com mais de 40 pontos em uma Final só foi igualado por Michael Jordan e Shaquille O’Neal nos últimos 25

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anos. Ele também foi apenas o 4º jogador a passar dos 40 pontos desde que o Big 3 de Miami se juntou no ano passado. Carmelo Anthony fez duas vezes nessa temporada, Rajon Rondo fez no Jogo 2 da série passada e Paul Millsap (lembram desse dia bizarro?!) é o recordista com 46.

Os pontos que Westbrook fez no último quarto em especial são difíceis de explicar. São poucos jogadores na NBA que conseguem atacar tão bem essa defesa fechada e atlética do Miami Heat, ele fez Dwyane Wade parecer um velho lerdo de 60 anos de idade na sua marcação. Vejam como o Heat desistiu de dar espaço para o arremesso de Westbrook de 2 pontos, que estava caindo, mas não adiantou porque bastava alguém colar mais perto nele que o cara explodia com velocidade para a cesta, se ajustava ainda no ar contra o defensor da ajuda e finalizava bolas quase impossíveis. Exemplo máximo de talento superando tática defensiva, atuação fora do comum.

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Mas o problema é que as cestas de Westbrook nunca ditavam o placar da partida, eram apenas uma resposta para o que Mario Chalmers fazia. Não errei o nome, Chalmers foi o grande nome do quarto decisivo de uma final da NBA. Marcação dupla em LeBron James virava passe para o Super Mario, garrafão fechado para Wade virava passe de lado para Chalmers. Com a mesma confiança dos tempos de faculdade, e passando por cima das atuações péssimas que havia tido até agora, ele acabou com o jogo. Marcou 12 de seus 25 pontos nos últimos 12 minutos de partida. O Thunder em alguns casos pagou para ver se Chalmers continuaria acertando as bolas que tinha feito antes, acertou. Em outros casos ele fez bandeja até pra cima de Serge Ibaka, melhor bloqueador da NBA na temporada. Fez também.

Tudo se encaminhava para uma vitória do Miami Heat, com dificuldades, mas uma vitória. Mas aí LeBron James saiu carregado de quadra com dores na coxa. Em uma tentativa de infiltração ele sentiu uma dor forte, caiu no chão e não levantou. O Thunder pegou a bola e atacou, Derek Fisher tentou a bandeja, mas tomou tocaço de D-Wade, ele logo lançou LeBron James que, mancando, ainda fez uma cesta sobre James Harden. Ele ainda voltou visivelmente sem condições para a defesa e fez sombra em Russell Westbrook, que inexplicavelmente tentou arremessar sobre James ao invés de bater para dentro. O saldo positivo nessas duas posses de bola não deixaram o clima menos tenso em Miami, porém. Pareciam cãibras pesadas e não era certo que LeBron poderia voltar para os últimos 5 minutos de partida.

 

Eu já estava estranhando LeBron James desde a última posse de bola do 3º quarto. Em toda a partida, quando isolado no ataque, ele estava dando as costas para a cesta e entrando no garrafão na base da força. Às vezes ameaçava uma infiltração comum antes de virar e aí começar a trabalhar seu marcador. Mas naquela posse de bola ele Carmelo-Anthonyzou e apenas arremessou de onde estava, sem tentar um drible sequer. Na sequência as imagens do League Pass mostraram LeBron visivelmente exausto no banco do Heat. Na volta para o último período ele continuava estranho, ralando mais do que o que já era necessário na marcação de Kevin Durant. Quando ele caiu no chão, depois de vê-lo tão esgotado, dava pra perceber que seu corpo não aguentava mais. O nervosismo do momento não ajuda nessas horas, deixa o corpo mais tenso que o normal, mas o tanto de força que

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LeBron usou ontem para comandar o ataque de dentro do garrafão e ainda marcar Durant na defesa o mataram.

Com James no banco, tentando se recuperar, o Thunder retomou a liderança da partida com uma cesta de Kevin Durant. O ala do Thunder não fez partida histórica como Westbrook, teve dificuldades para se livrar da marcação de James e Battier, mas novamente se destacou com 28 pontos. Claramente ele refugou algumas vezes na defesa e nos rebotes, com medo das faltas, fato imperdoável num jogo desse, mas compensou sendo um único cara além de Westbrook a colocar a bola na cesta no último quarto de jogo. Tirando os dois, o resto do Thunder fez apenas 27 pontos no jogo todo.

Veja a situação que vivemos ontem: Jogo 4, decisivo, em Miami. Thunder na frente por 94 a 92 com 3:45 restantes no jogo. LeBron James, mancando, volta a quadra para tentar retomar a liderança para o seu time. Tem história mais legal que essa? Novela das boas! Já me imaginei jogando o “LeBron’s Cramp Game” no NBA 2k20. As posses de bola seguintes foram as que determinaram o rumo do jogo e, logo, da série.

 

Primeiro Dwyane Wade assumiu a armação, com James jogando longe da bola. Ele chamou um pick-and-roll com Bosh que, como dissemos que fez muito bem no Jogo 3, atacou a cesta depois do bloqueio ao invés de apenas se posicionar para o chute. Fez 2 pontos e empatou a partida. Aí Westbrook, provavelmente cansado também, tentou um arremesso de longa distância mesmo com a marcação colada nele, errou. Na posse de bola seguinte LeBron James, assumindo que não tinha condição de ir pra dentro, arremessou de 3 pontos e abriu vantagem de 97-94 para o Heat. E aí veio a cereja no topo do bolo: Dwyane Wade, que no último jogo teve que ouvir um “Você é muito baixo” de Kevin Durant após tomar um arremesso na cara, encarou KD no mano a mano, roubou a bola do cestinha da temporada e foi para o ataque abrir 5 pontos de vantagem para o time da casa com 2:15 para o fim do jogo. Ainda dava para virar, mas esse 7-0 na volta de LeBron James do banco matou a partida.

Depois disso ainda teve Westbrook fazendo uma bandeja e LeBron James errando uma bola de 3 pontos, o que decretou sua última ação na partida. Ter um cara na defesa que não consegue correr, a essa altura do jogo, seria prejudicar o time em nome do estrelismo. Ótima decisão de Erik Spoelstra, que aproveitou a parte emocional da volta de James mas não insistiu quando começou a dar errado.

Outo ponto decisivo do jogo foi quando o Heat liderava por 3 pontos, 101 a 98, com poucos segundos restantes no jogo. Dwyane Wade enrolou, enrolou e quando arremessou não deu nem aro. Com 0.8 restantes de posse de bola, Udonis Haslem e James Harden seguraram o rebote juntos e foram para uma bola presa a 17 segundos do final do jogo. Parecia roteiro de filme (ou novela, no caso), sério. Haslem ganhou a bola ao alto, Shane Battier deu um tapinha na bola antes dela cair na mão de Kevin Durant e então Mario Chalmers, herói da noite, ficou com a posse de bola. De acordo com as regras da NBA, haviam sido colocados mais 5 segundos de posse de bola para o Heat por causa da bola presa, mas Russell Westbrook achou que o relógio tinha sido resetado para 24 segundos. Pensando nisso ele fez uma falta desnecessária, burra e que custou a chance de empatar o jogo para o Thunder. Somando-se isso a um turnover besta pouco antes, o meu post de ontem continua presente: Tudo culpa dele.

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Agora é a hora chata de responder ao monte de asneira que li por aí. Sério que o Russell Westbrook “não tem cérebro” por causa dessa falta? O cara carregou o time nas costas o jogo inteiro. Erros como o do drible no pé acontecem para quem ataca tanto a cesta, ter cometido só 3 turnovers na partida inteira é atuação de gala para quem foi tão agressivo. E após o jogo o técnico Scott Brooks admitiu um problema de comunicação. Ele e os próprios jogadores deveriam ter se alertado de que só haviam 5 segundos de posse de bola para o Heat. Sim, Westbrook deveria saber por conta própria e errou grosseiramente, mas ele tinha um time todo para avisá-lo e ninguém o fez.

Também acho de uma babaquice sem tamanho culpar um resultado final por causa de uma bola no fim do jogo. Se Kevin Durant conseguisse sair da marcação do Heat, talvez nem precisassem passar por aquela situação. Ou se Serge Ibaka tivesse acertado o toco em Mario Chalmers ou, isso mais do que tudo, se James Harden tivesse feito um jogo decente. Não digo que o barbudo mais legal da NBA tivesse que ter feito 30 pontos, mas bastava ter feito um jogo decente. Ele tentou 5 bolas de 3 pontos, pelo menos umas 3 sem qualquer tipo de marcação, e acertou apenas uma. Acertou só 2 dos 10 arremessos que tentou e cometeu 4 turnovers! E, o pior para um jogo tão importante, jogou sem confiança alguma.

Essa jogada que consegui no Grantland, feito pelo excelente Sebastian Pruiti, resume o que foi James Harden na partida de ontem. Em uma posse importante, com o seu time perdendo por 5 pontos a pouco mais de 2 minutos para o fim, ele vacila duas vezes. Primeiro hesita ao passar a bola para Kevin Durant, que era o “dono” da jogada, tudo havia sido desenhada para ele. Depois, mesmo com espaço aberto para evitar o passe para Durant, Harden hesita ao arremessar por conta própria. Claro que não deu certo.

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Por fim, o que foi aquilo das pessoas criticando o LeBron James ontem? Não gosto de ficar comentando comentários dos outros, mas juro por Zach Randolph que vi gente dizendo que “Kobe jogou com dedo quebrado, Jordan jogou gripado, por que LeBron não pode jogar com cãibra?”. Sério, mano? Sério? Um dos jogos mais dramáticos e espetaculares da temporada e tem gente comentando isso? Torço para que meus leitores sejam mais inteligente e saibam apreciar o que aconteceu ontem. Que não é uma cãibra ou uma falta mal feita que vão tirar de Russell Westbrook e LeBron James o título de melhores jogadores do jogo mais emocionantes dessa Final de 2012.

Abaixo todos os Melhores Momentos:

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Agora a coisa complicou para o OKC Thunder. Não é por acaso que ninguém nunca virou uma série de 3-1 em Finais, nesse estágio se enfrentam adversários muito fortes que já estão com a confiança lá em cima por estarem na frente. Ontem o Heat ganhou muitas jogadas de raça, de vontade e acertou alguns arremessos sob pressão. É tudo o que falavam que eles não tinham no ano passado.

Para o Thunder resta arriscar algumas mudanças táticas e tentar ganhar de uma forma que faça o Heat perder essa confiança no seu jogo. Os melhores momentos do Thunder na série aconteceram quando eles conseguiram acertar bolas de média e longa distância. Ou seja, Jogo 1, pedaços do Jogo 2 e o começo do Jogo 4. Isso quer dizer que James Harden e Thabo Sefolosha não podem errar bolas de 3 pontos sem marcação, que Nick Collison e Serge Ibaka devem ter confiança em seus chutes de meia distância e também que Kevin Durant precisa inventar uma maneira de conseguir receber a bola sem precisar driblar para criar o próprio chute. Pouco provável que tudo isso aconteça 3 vezes seguidas, mas ainda dá.

Abaixo, mais um dos magníficos Micro-Movies que a NBA tem feito para cada um dos jogos dessa Final 2012. Espetacular como conseguem fazer algo tão bom em pouquíssimo tempo, vale cada segundo de cada edição.

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Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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