O sistema de Princeton

Vocês pediram, eu enrolei, mas agora chegou. O post sobre o sistema ofensivo conhecido como Princeton Offense, que ganhou as manchetes das NBA nas últimas semanas depois que o Los Angeles Lakers contratou Eddie Jordan como novo assistente técnico da equipe com o intuito de aplicar o sistema no time de Kobe Bryant, Steve Nash, Pau Gasol e Dwight Howard. Jordan foi um dos poucos técnicos que tentou abraçar o sistema de Princeton como o dominante de seu time quando treinou o Washington Wizards entre 2003 e 2008.

Pete Carril, técnico que consagrou a Princeton Offense

 

O sistema de Princeton tem esse nome por um motivo bem óbvio, alguém adivinha? 100 pontos para o rapaz na frente do computador que disse “Porque foi inventado na Universidade de Princeton”. Mas se engana quem pensa que é algo recente, moderno. Ele foi criado pelo técnico Franklin Cappon, o Cappy, que treinou o time da faculdade no final dos longínquos anos 30! A base mais simples do sistema permaneceu nos times de Princeton até ser aperfeiçoado e consagrado em todo os EUA depois que Pete Carril assumiu o comando do Princeton Tigers em 1967 e aplicou o sistema até sair do time em 1996.

É engraçado que Carril diz que apenas pegou o que o time tinha e tentou adicionar algumas jogadas usadas pelo Boston Celtics e pelo NY Knicks da época. Como não deu certo porque seus pivôs eram ruins (ou pelo menos piores que Bill Russell), foi fazendo pequenas adaptações. “Eu nunca dei um nome, é apenas basquete. Não sei porque chamam de Princeton Offense”, disse Carril ao New York Times. Até hoje ele não sabe porque dão tanta atenção para esse sistema e não para outros.

A Universidade de Yeshiva, instituição judia de Nova York, foi outra que adotou o sistema e ajudou ele a se perpetuar mesmo durante as dezenas de revoluções que o basquete sofreu nos meados do século XX. O técnico Bernard Sarachek aplicou a Princeton Offense de 1938 até 1977 e foi um dos responsáveis por várias das ideias que Carril usaria e aperfeiçoaria depois de volta em Princeton.  Pode-se até dizer que sem a criatividade de Sarachek o sistema não teria sobrevivido durante tanto tempo até chegar em Carril. O técnico de Yeshiva era conhecido na região de Nova York e diversos treinadores iam atrás dele para pedir conselhos e novas jogadas.  Um antigo assistente de Sarachek, Jonathan Halpert, chegou a dizer que “técnicos iam atrás dele pedir jogadas como pessoas vão atrás de rabinos para fazer perguntas”.

Mas eram esses times fortes e tradicionais naquela época? Por que uma inovação tão grande nasceu em Princenton e Yeshiva (Yeshiva!) e não em universidades mais tradicionais e vencedoras daquela época como Kentucky, Kansas ou Oklahoma? Simples, eles não precisavam disso. O sistema nasceu como um recurso para driblar a desvantagem técnica e principalmente física desses times contra os melhores do país, também foi criado com o intuito de diminuir o ritmo de jogo, já que na teoria os times mais poderosos no lado atlético teriam vantagem em um jogo corrido e veloz. Durante muitos anos Princeton foi um dos times que tinham jogos com menos posses de bola em toda NCAA Division I e assim eles conseguiram ser a melhor defesa dos EUA 19 vezes, incluindo todos os anos entre 1989 e 2000. Entre os fãs americanos, Princeton Offense foi, por muito tempo, “sinônimo de 5 branquelos tocando a bola por 35 segundos até alguém arremessar de 3 ou fazer uma bandeja” nas palavras do ex-jogador de Princeton e atual técnico de Georgetown John Thompson III.

Mas se o Princeton Offense funcionava tão bem em times como limitações atléticas, por que não era adotado por times mais tradicionais da NCAA? A Georgetown de Thompson começou a usar o sistema em 2006 e apesar de alguns resultados em quadra, muita gente questionou se aquilo seria interessante na hora de recrutar novos talentos do colegial. Afinal é um sistema que exige disciplina e onde o jogo é extremamente coletivo, não é exatamente o paraíso de quem quer colecionar estatísticas impressionantes para colocar no currículo e tentar uma vaga na NBA. Mas temporada após temporada o time de Thompson consegue ir mais longe no torneio da NCAA e nesses anos de Princeton já colocaram Jeff Green, Greg Monroe e Roy Hibbert na NBA. De qualquer forma, é o único time considerado grande a usar o sistema atualmente.

Rick Adelman foi o primeiro técnico a aplicar Princeton Offense na NBA

 

Mas se na NCAA é difícil times grandes usarem o sistema, como diabos ele foi parar na NBA?! Méritos para Rick Adelman, técnico do Sacramento Kings no começo dos anos 2000 que levou Pete Carril, já aposentado da NCAA, para ser seu assistente em Sacramento. A intenção de Adelman não era simplesmente copiar e usar o sistema com os profissionais, mas sim criar algo novo em cima do que já existia. Afinal um time com a velocidade de Jason Williams e a força de Chris Webber não devia nada fisicamente e muito menos tecnicamente a qualquer outro na NBA.

No caso da Princeton Offense de Carril, no basquete universitário, os times não tinham posições claramente definidas. O armador principal era o cara com mais habilidade para levar a bola da defesa para o ataque, mas chegando lá ele virava apenas mais um dos 4 jogadores de perímetro. Assistindo aos times jogarem parece uma equipe de 4 alas e 1 pivô. Todos se movimentam bastante, especialmente nas costas da defesa perto da linha lateral, o chamado backdoor. O objetivo principal é evitar o jogo 1-contra-1, onde perderiam, e fazer com que a movimentação deixe algum jogador livre, aí é só quem estiver com a bola passar para ele. Era essencial que todos os jogadores soubessem passar a bola com qualidade, até o pivô. Mas embora a movimentação fosse intensa, o objetivo não era conseguir uma cesta rápida, mas sim ficar rodando a bola até o adversário errar. Na NCAA são 35 segundos de posse de bola e não era estranho ver os times de Princeton gastando 30 deles até tentar seu arremesso, o segredo era ninguém parar, nem jogadores e nem a bola.

Abaixo um vídeo de 1996 do jogo entre UCLA e Princeton. Observem a superioridade atlética de UCLA e como isso parece menos relevante no ataque de Princeton, onde geralmente não há o confronto individual. Também reparem no primeiro movimento da Princeton Offense, que é quando o armador que traz a bola (1, no desenho) joga a bola num outro ala (o que está no mesmo lado do único pivô) e então corre em direção à zona morta oposta. É a partir daí que o time começa a rodar, às vezes no sentido horário, às vezes no anti-horário, às vezes as duas coisas em uma mesma posse de bola.

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No Sacramento Kings algumas coisas mudaram. Primeiro que o time passou a usar mais de um pivô em muitas das movimentações, isso porque eles tinham a excelente dupla de Vlade Divac e Chris Webber, uma das melhores daquela época, onde os dois eram excelentes passadores. Eles também tinham ótimos armadores, primeiro o inconsequente e genial Jason Williams, depois o menos espivetado e mais mortal Mike Bibby. Isso quer dizer que a bola se concentrava um pouco mais na mãos deles do que nos armadores tradicionais de Princeton. Um ataque normal do Kings poderia começar, portanto com um pick-and-pop entre Bibby e Webber. Bibby usaria o bloqueio e aí poderia arremessar de meia distância, jogada que adorava, ou então devolver a bola para Webber na cabeça do garrafão. De lá Bibby correria para a zona morta como manda o primeiro movimento de Princeton e Webber poderia continuar a movimentação tradicional.

A bola no pivô (ou em um dos pivôs, no caso do Kings) é o segundo movimento de Princeton. Com a bola no garrafão, o jogador que passou a bola para ele pode ir para a zona morta esperar um arremesso de 3 pontos caso exista a dobra de marcação. Enquanto isso o jogador que estava na cabeça do garrafão corta em direção à cesta para um passe. Para que o meio da quadra não fique vazio (risco de contra-ataque, além de dar mais uma opção de passe) o armador que estava na zona morta vai para o ângulo lateral e o que estava lá vai para a cabeça do garrafão, começando a rotação. A imagem abaixo, pegada de uma antiga página da ESPN, explica o movimento.

Os números são as posições. As linhas são a movimentações dos jogadores e a linha pontilhada a movimentação da bola. O armador 1 está na zona morta por causa do primeiro movimento. Ele segue para a posição do 4, que na rotação sobe para onde está marcado o 2.  Se o 2 não conseguir receber o passe do pivô quando corta para a cesta, vai para a zona morta antes ocupada pelo 1.

 

Ter dois jogadores capazes de fazer bloqueios e de receber a bola de costas para a cesta mudou um pouco a cara de Princeton, mas o princípio das movimentações era o mesmo. Esse Kings se consagrou pelos mesmos cortes no backdoor que fizeram a história do basquete universitário. A diferença era que ao invés de um passe tradicional depois de 30 segundos de posse, era um passe de costas de um cara de 2,10m logo no primeiro passe da posse. O Kings movimentava bastante a bola, mas era bem mais enfático que os times universitários que usaram o sistema. O objetivo era conseguir um arremesso rápido, o primeiro bom chute que aparecesse. Isso porque na NBA os jogadores são mais rápidos e maiores. Se na NCAA Princeton poderia esperar um erro de rotação para atacar, na NBA isso não acontecia com a mesma frequência. E mesmo quando acontecia não era sinônimo de arremesso sem marcação, LeBron James pode errar a rotação defensiva e com dois passos já se recuperou e está do outro lado da quadra dando um toco, é outro mundo.

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Como dá pra ver nessas jogadas do Kings de 2002 que perdeu, em 7 jogos, a final do Oeste para o Lakers, a coisa até parece o vídeo de Princeton de antes. Com a diferença que agora é executado por jogadores de basquete, claro.

A principal diferença é a quantidade de jogadas individuais. Com a qualidade do jogo da NBA os jogadores muitas vezes se encontram em uma situação de mano a mano onde podem simplesmente bater para dentro e resolver a parada. Em Princeton ninguém fazia isso e nem arriscava arremessos com a marcação próxima. O abuso de jogadas individuais ajudava o Kings a aumentar o ritmo do jogo. Se Princeton era um dos times mais lentos da NCAA, o Kings foi o time a impôr o ritmo de jogo mais veloz (contabilizando posses de bola por jogo) em 2001 e o segundo mais rápido de 2002, atrás apenas do insano run and gun de Don Nelson no Dallas Mavericks. O mesmo sistema entediante da faculdade virou o time mais excitante, veloz e adorado da NBA.

Outra variação é o aumento do números de jogadas de dupla. Contando com o talento de Bibby e Webber, por exemplo, às vezes os dois eram isolados de um lado da quadra para jogar um com o outro e somente se as coisas derem errado que a movimentação em círculos voltava a acontecer. Um conceito importante usado nos sistema universitário e no da NBA era o do espaço na quadra. Tirando o momento desse joguinho de dupla, nunca dois jogadores ficam muito próximos um do outro. Abaixo o próprio Eddie Jordan, futuro assistente do Lakers e que também era assistente nesse Kings de 2002, explica tudo isso em um vídeo educativo da NBA TV.

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=X9WZoTYdsQE[/youtube]

Como ficou bem claro na explicação do Eddie Jordan, depois dos dois primeiros movimentos de Princeton, o terceiro pode ser qualquer coisa. Ou melhor, qualquer coisa que a defesa oferecer. Afinal depois que o pivô receber a bola, ele pode ir no mano a mano se tiver vantagem, ou pode virar o jogo se a defesa resolver dobrar a marcação, ou pode ainda retornar a bola para o seu passador se o corte de outro ala for impedido. A exigência da Princeton Offense, como era nos Triângulos que o Phil Jackson tanto usou no Lakers, é que todos os jogadores entendam o sistema, que olhem o jogo e que possam ter o discernimento de tomar a decisão certa na hora certa. E por que isso é ótimo para o Lakers? Porque Steve Nash, Kobe Bryant e Pau Gasol podem, tranquilamente, entrar em qualquer lista de Top 10 de jogadores que mais entendem de basquete na NBA.

Mas a NBA não viu só o Kings de 2002 executar a Princeton Offense, por isso podemos ver outras variações e imaginar que tipo de jogadas o Lakers vai usar. Outros times que usaram o sistema foram as outras equipes treinadas por Adelman, como o Rockets de 2007 a 2011 e o Minnesota Timberwolves da temporada passada. Também teve o Wizards comandado por Eddie Jordan de 2003 a 2008 e o Sixers do mesmo Jordan de 2009 e 2010. Além deles tem os trabalhos de Byron Scott no New Jersey Nets de 2000 a 2004, no Hornets de 2004 a 2009 e no Cavs de 2010 até hoje.

Dos times de Adelman acho que Eddie Jordan pode copiar o papel dos jogadores da posição 4, em especial Chris Webber. Webber, mais do que Luis Scola e Kevin Love nas outras formações, participava das jogadas com passes e arremessos de meia distância, especialidades de Pau Gasol. Scola muitas vezes era acionado apenas nas situações de finalização, como se fosse um pivô da posição 5 e Love joga, às vezes, muito longe da cesta. Gasol pode fazer jogadas de dupla com Steve Nash enquanto Dwight Howard se movimenta sem a bola, isso serviria para Howard agir mais como finalizador e reboteiro ofensivo do que como pivô que joga de costas para a cesta.

Dos times de Byron Scott acho que não há tanto o que copiar, com raras exceções. Tanto Nets, como Hornets e Cavs usavam um armador que centralizava muito a bola em sua mão. Primeiro Jason Kidd, depois Chris Paul e agora Kyrie Irving. A movimentação dos jogadores nesses times acontecia com a mesma intensidade, mas a bola não rodava tanto assim por falta de mais jogadores com habilidade para criar jogadas. Talvez a gente veja algo parecido quando Steve Nash jogar com os reservas, mas não vejo vantagem em ter Kobe, Howard e Gasol e deixar eles de lado no ataque. Os times de Byron Scott também eram famosos porque evitavam o ataque de meia quadra, preferindo roubar a bola e pontuar no contra-ataque, o Lakers não tem perna ou idade para isso.

O Sebastian Pruiti, genial colunista do Grantland, pegou alguns vídeos do Wizards do Eddie Jordan para analisar. Abaixo a movimentação de bola da equipe, Princeton Offense de primeira na melhor época desse time, com Gilbert Arenas, Caron Butler e Antawn Jamison no auge da forma.

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=SVtjP6zLBVw[/youtube]

Uma das coisas interessantes desse vídeo é reparar que eles não chegam nem perto da intensidade doentia com que jogava o Kings de 2002. É algo muito mais apropriado aos senhores de idade que compõe o elenco do Lakers desse ano. Existe a movimentação, os cortes, a leitura da defesa adversária, mas existe também uma economia de movimentos e de energia. Mas não é só isso, como bem apontado por Pruiti, o sistema Princeton é completo o bastante para oferecer oportunidades para todos os jogadores do Lakers.

Para Dwight Howard e Pau Gasol existem as jogadas de costas para a cesta, toda a movimentação começa no pivô, estão lembrados? E mesmo que o primeiro passe não funcione, sempre que a bola roda em algum momento ela pode voltar para o pivô. Eles são parte importante do sistema e os dois não vão reclamar de tocar pouco na bola mesmo que Kobe Bryant force a barra de vez em quando.

E lembra no vídeo do Eddie Jordan onde tem uma hora que até o ala é enviado para jogar de costas para a cesta depois de uma dezena de trocas de posição? Na temporada passada Kobe Bryant foi 33º melhor jogador da NBA ao atacar de costas para a cesta, com aproveitamento de 44% de seus arremessos e com 0.93 pontos por posse de bola. Ótimos números para alguém da sua posição. Jogadas onde ele teve mais pontos por posse do que no post-up? Hand-off  (quando o companheiro faz o bloqueio e solta a bola na mão de quem arremessa), com espetacular 1.16,  spot-up (quando o jogador se posiciona para pegar o passe e chutar imediatamente) com 0.92 e Cut (o corte em direção à cesta, recebendo o passe na corrida) com 1.26 . Ou seja, tudo o que a Princeton Offense oferece. Se Kobe botar na cabeça que ele pode fazer menos jogadas individuais e se concentrar nas citadas aqui, pode ser uma de suas temporadas mais eficientes no ataque.

Por fim, e Steve Nash? Como um cara que gosta de passar o tempo inteiro com a bola pode se beneficiar disso? Bom, talvez ele não tenha mais 12 assistências por jogo, mas vai se dar muito bem. Primeiro porque não precisará jogar 40 minutos por jogo, depois porque ele é um dos melhores arremessadores da NBA. A gente às vezes esquece isso por causa dos passes geniais, mas ele pode ser útil demais para o time mesmo nas posses de bola que ficar mais distante, apenas preparado para o arremesso. E tem mais, já vimos com Mike Bibby no passado e na última temporada com Ricky Rubio no Wolves como a Princeton chama muitas jogadas de pick-and-roll (no momento do jogo em dupla), a especialidade de Nash. No Grantland tem um vídeo das jogadas de pick-and-roll de Gilbert Arenas no Wizards. São muitas e dá pra imaginar como seria Nash, um verdadeiro especialista na jogada, ao contrário de Arenas, comandando esse show.

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=1cvjyAq6l-k[/youtube]

É sempre confuso explicar sistemas táticos com texto, mas espero que tenha ficado claro o que é o sistema ofensivo de Princeton. Tentei usar muitos exemplos do passado porque times que a gente cansou de ver como o Nets finalista de 2002 e 2003, o Kings que todo mundo amava e o Wolves que virou o queridinho do League Pass na última temporada todos usavam esse sistema. Ou seja, vocês todos conheciam o jogo, mas alguns não sabiam do que chamar.

Também espero que tenha ficado clara a diferença entre o sistema Princeton universitário e a maneira com que foi importado para a NBA. Não esperem o Lakers jogando em câmera lenta como os estudantes da faculdade. Também recomendo que assistam de novo e com atenção os vídeos acima, especialmente esses últimos sobre o Wizards, para perceber que muita coisa é decidida na hora. Depois dos dois passos iniciais para começar a rodar o ataque, tudo vira leitura da defesa. Rodar quando se deve rodar, cortar quando se deve cortar, passar quando se deve passar. Sistema e improviso juntos. É algo meio pai moderninho: Você pode fazer o que quiser, desde que dentro do sistema.

Por fim, vale a pena lembrar que o LA Lakers não deve usar a Princeton Offense durante os 48 minutos de todo jogo. É um sistema que precisa ser treinado, que precisa de entrosamento e não precisa ser utilizado o tempo todo. Ano passado mesmo o técnico Mike Brown trouxe as suas jogadas e mesmo assim continuou usando características deixadas pelo Phil Jackson e que estavam dando certo. Vai ser uma mistureba com grandes chances de sucesso.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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