Os novos números – Parte 1

Basta ver alguns programas de TV sobre futebol para descobrir que algumas pessoas não gostam de argumentos que envolvam muitas estatísticas. Estas, geralmente de alguma geração mais antiga, costumam dizer que os números podem dizer qualquer coisa quando torturados. Em outras palavras, não adianta tentar convencê-lo que um cara que ele não gosta está bem nos números, não vale nada.

Por um lado eles tem razão, a apresentação de algumas estatísticas podem ser manipuladas para ajudar um argumento. Se eu quiser vender o DeAndre Jordan para alguém, fico valorizando seu aproveitamento nos arremessos, mesmo que isso aconteça só porque ele nem sequer tenta arremessos mais difíceis que uma enterrada. A manipulação dos números pode acontecer porque estes dados são, no fim das contas, informação. E como podemos ver em muitos jornais diários de famílias tradicionais, informações são manipuláveis.

DeAndre Jordan

Saber disso já é meio caminho andado para não ser enganado, mas a

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resposta definitiva envolve, por mais contraditório que isso soe, conseguir mais informações. No caso citado dos jornais, vale a pena o olhar crítico e outras fontes, outras publicações. No nosso caso das estatísticas esportivas, o que pode nos iluminar são as estatísticas detalhadas, e são elas a base da revolução numérica que a NBA atravessa.

Os detalhes servem para deixar as estatísticas antigas apenas uma parte pequena do processo. Um jogador marca 20 pontos por jogo, tudo bem, mas como ele marca? Não basta mais uma porcentagem de acerto dos arremessos, queremos saber quantos arremessos ele tenta, o lugar da quadra, o tipo de jogada de onde se origina o lance, com que jogadores o cara compartilha a quadra nos momentos em que é mais eficiente na pontuação. Hoje em dia tudo conta e tudo é contabilizado. Pode parecer que informação demais atrapalha, mas é a busca é pela precisão em um jogo bastante complexo.

No começo desta temporada eu fiz um post contando que a NBA havia fechado um contrato para instalar as câmeras do SportVU em todos os ginásios da liga. Para quem não lembra, o SportVU é um programa que se originou de um sistema rastreador de mísseis do exército israelense, mas que hoje funciona lendo todos os movimentos dos jogadores da NBA. O SportVU tem nos oferecido estatísticas antes inimagináveis, que agora nos ajudam a entender como jogam e como funcionam diferentes times e jogadores. Este texto serve apenas para discutir alguns destes números. Para a discussão das novas tecnologias na NBA vocês podem ler alguns textos antigos sobre o próprio SportVU, sobre o espaço na NBA e sobre a revolução estatística do basquete.

Todos os números citados aqui podem ser vistos na página de estatísticas da NBA, o NBA.com/Stats, dentro da sessão Player Tracking, que concentra os dados do SportVU.

 

James Harden

Distância e velocidade

Começamos com um dos números mais difíceis de interpretar. O SportVU calcula a distância e a velocidade média de um jogador durante uma partida e sua média na temporada, mas já sabemos o que disso é bom e o que é ruim? É um número tão novo que não temos com o que comparar no passado! Por exemplo, Steph Curry, Klay Thompson, Michael Carter-Williams e Chandler Parsons lideram a NBA com média de 4.3 km corridos por partida, com vantagem para o novato do Sixers que o faz em menos minutos jogados. Mas isso é muito? É pouco? É necessário?

O que percebemos da lista é que seu topo tem somente dois tipos de jogadores. O primeiro é o dos armadores que gostam de concentrar o jogo, caras como Steph Curry, Michael Carter-Williams, Brandon Jennings e Monta Ellis. O segundo grupo tem os arremessadores, gente que precisa correr como doido para conseguir ficar livre, aí entram Klay Thompson, Chandler Parsons, Nicolas Batum, Kyle Korver e Luol Deng. A diferença entre os dois grupos se dá quando a lista é separada por velocidade. Entre os jogadores que jogam pelo menos 20 minutos por jogo, Danny Green é o com maior média de velocidade, 7.4 km/h de média, ele é o primeiro de uma lista de arremessadores que vivem de conseguir aquele pequeno espaço na quadra para chutar de longe. São jogadores que vivem se sprints.

Mas se isso tudo parece óbvio, fica interessante então descobrir as aberrações. De todos os jogadores que tem média de pelo menos 20 minutos por jogo (ou seja, que estão em quadra com alguma frequência e não entram só pra correr no garbage time), os que menos distância percorrem são Marc Gasol, David West, Carlos Boozer e… James Harden? Os três primeiros eu esperava, são jogadores de garrafão que adoram o pick-and-pop, o arremesso de meia distância e que não são muito atléticos. Mas Harden? Não é ele que adora levar a bola para o ataque e invadir o garrafão atrás de faltas e bandejas? Curioso que este número mostra como ele é objetivo no que faz, não fica rodando com a bola na mão, se mexe pouco sem ela e faz só os movimentos necessários. Na defesa, sempre é escondido marcando o jogador menos trabalhoso do adversário para não se cansar.

Para os times, que tem acesso a grandes programadores e dados mais completos do SportVU, seria interessante fazer um estudo que associasse distância percorrida por jogo, velocidade e produtividade. Quem corre muito cai de produção ao longo do jogo? É verdade que arremessadores que correm muito ficam com o arremesso curto no final da partida? Qual a relação entre idade e distância percorrida por minuto?

 

Marc Gasol Blake Griffin

Toques na bola

Lembro

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dos bons tempos de Detroit Pistons campeão, lá pelos idos de 2004, quando eu cogitava que Chauncey Billups era o jogador que mais tempo passava com a bola na mão na NBA. O time não tinha um segundo cara para cuidar da bola e boa parte da ação ofensiva (fraca) envolvia pessoas se movimentando sem a bola, esperando Billups tomar uma decisão. Nunca pude confirmar que ele era o líder mesmo, coisa que agora o SportVU pode nos proporcionar agora.

Nesta temporada o campeão é John Wall, que passa 8.1 minutos por jogo segurando a redonda na mão. Ele é o único a quebrar a marca dos 8, já que o segundo é Brandon Jennings com 7.5, seguido por Chris Paul, 7.4. Todos tem coisas em comum: são bons dribladores, gostam de pontuar e tem um arremessador como parceiro de armação: Beal, Caldwell-Pope e JJ Redick. Depois deles aparece Mike Conley, que tem como parceiro Tony Allen, que não é arremessador mas que tampouco é um driblador, é mais um que recebe a bola muito pouco no ataque.

Mas o SportVU não calcula apenas o tempo que um jogador fica com a bola, também conta o número de vezes que cada jogador toca na bola durante o jogo. Número interessante para ver quantas vezes um jogador é acionado, em que parte da quadra ele é usado e quantos pontos surgem de acordo com seus toques. Veremos como cada um desses números favorece um tipo diferente de jogador.

O número de pontos por toque nos apresenta uma lista de excelentes arremessadores como Klay Thompson (0.46 pontos por toque), JJ Redick (0.46) e Kevin Martin (0.40). Eles são a elite de um tipo de jogador que todo time quer: não fica exigindo a bola e são efetivos quando a recebem. Não me surpreende que um time com grande foco estatístico, o Memphis Grizzlies, tenha trocado Jerryd Bayless, que não aparece no Top 200, por Courtney Lee, que era o 49º melhor da liga em pontos por toque e que agora é o 10º se contarmos só seus jogos em Memphis. Eles tem Conley controlando a bola e queriam um cara eficiente sem ela.

O Memphis Grizzlies tem também o líder em outra estatística interessante e nova. Para surpresa de ninguém, Marc Gasol é líder disparado em “elbow touches”, os toques nos dois lados da cabeça do garrafão. São 17.4 toques por jogo, 5 a mais que o segundo colocado, Blake Griffin. Os únicos outros que chegam aos 10 por partida são Kevin Love, Pau Gasol e LaMarcus Aldridge. Mas vale lembrar que esta não é uma estatística definitiva, sabemos que cada

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um deles recebe a bola nesta posição para uma coisa diferente: Marc Gasol cria jogadas desta posição, Pau e Aldridge costumam arremessar, enquanto Griffin e Love preferem atacar a cesta (Love costuma arremessar mais de longe). Impressiona que Chris Bosh, o jogador com melhor aproveitamento da NBA desta posição, receba apenas 6.3 bolas por jogo na região, pouco mais que outro especialista, Dirk Nowitzki.

Esta é uma boa estatística para conferir se o seu time está conseguindo o que quer. Em geral sabemos quem é bom em qual posição, e o número de toques indica quantas vezes por jogo cada equipe coloca seus jogadores eu suas posições favoritas. Em “close touches”, que mostra os toques a até 3.5 metros da cesta, o líder é Nikola Pekovic, com 9.5 toques por jogo. Isso é um grande sinal de sucesso porque é lá que ele causa estragos. E se Blake Griffin tem feito uma grande temporada, é porque além dos toques na cabeça do garrafão que a gente viu, ele também tem recebido lá embaixo, com 6.6 por jogo, mesmo número de Roy Hibbert,melhor da liga. Andrew Bogut, por outro lado, só recebe 2.5 passes por jogo na região, explicando porque pontua tão pouco no Warriors.

O número mais impressionante de toda a categoria é de Kevin Durant. Ele tem apenas a 49ª maior marca de toques na bola por jogo, 65.7, e é o 4º maior em eficiência, com 0.45 pontos por toque. Ficamos felizes que ele é assustadoramente eficiente? Ou ficamos mal pelo fato dele pegar tão pouco na bola mesmo com Russell Westbrook machucado por boa parte da temporada? Será que não é a hora de deixar Kevin Durant comandar mais o show, mesmo que isso prejudique sua eficiência?

 

Steph Curry Chris Paul

Passes/Assistências

Aqui as coisas ficam interessantes. As estatísticas não são apenas úteis, mas também respondem a dúvidas que a gente sempre teve. Uma das coisas que mais incomodam nas estatísticas de assistência é que a bola precisa entrar na cesta para que a assistência seja contada, ou seja, quem dá o passe depende da competência de outro cara receber o crédito.

Mas não mais, agora temos o número de passes dados para arremessos, as assistências em potencial! Tá bom, não sabemos se o passe foi bom ou não, mas é um começo. E o líder de assistências por partida, com 11 de média, é também o líder em assistências possíveis, Chris Paul dá 25 passes (!!!) para arremessos por jogo. São 5 a mais que o segundo colocado, Ty Lawson, que tem 20. O armador do Clippers, portanto, dá 25 passes que resultam em 11 arremessos certos, Lawson 20 passes que resultam em 8 arremessos precisos. Ainda não sei o que é melhor. No aspecto de aproveitamento acho que poucos batem Steph Curry, que dá 17 passes para arremessos e 9 acabam na redinha.

Outro número legal é o de passes por jogo, e aí podemos ver uma diferença brutal em armadores de estilos diferentes como Chris Paul e Steph Curry. Paul é o da NBA em passes, com 73.3 por jogo (Kemba Walker é o líder), enquanto Curry dá apenas 58.9, é o 23º! Paul joga 3 minutos a menos por jogo, mas passa quase 15 a bolas a mais e dá apenas 2 assistências a mais que o rival. Se for para destacar uma grande vantagem destas novas estatísticas está em detalhes como esse, finalmente temos números que mostram como dois jogadores de números “clássicos” parecidos podem ter estilos completamente distintos. Os dois beiram os 20 pontos e as 10 assistências por jogo, mas cada um de um jeito.

O divertido desses números é que Chris Paul está no Top 3 em tudo o que você pode imaginar. Ele consegue ser o líder até em assistências secundárias, que é o que podemos chamar de assistência da assistência. Sabe quando o cara dá um passe lindo para o pivô, que logo depois entrega a bola para outro cara arremessar? Então, as assistências secundárias contabilizam esse primeiro passe, que deu a chance de alguém dar uma assistência. Com 2.1 por jogo, Chris Paul é o melhor da liga nisto também, seguido de Ricky Rubio, John Wall e Deron Williams. Em todo o Top 25 da categoria, apenas um pivô: Marc Gasol.

 

Brook Lopez2

Defesa

Na defesa a grande novidade oferecida pelo SportVU envolve a proteção da cesta. Marcando a posição dos jogadores na quadra, é possível contar quantos arremessos são tentados e feitos enquanto determinado atleta está defendendo a região em volta do aro.

Infelizmente é um tipo de estatística vale mais para pivôs do que para armadores, afinal são os pivôs que ficam mais perto da cesta, deixando os pequenos com amostragem pequena e em um local da quadra onde nem se pede que eles sejam especialistas. Mas podemos dizer que é, hoje, o número mais importante quando se vai medir a qualidade defensiva de um jogador de garrafão. Proteger a cesta, seja de outros pivôs ou de quem infiltra, é a principal função de um cara grande na liga hoje em dia, muito mais valorizada do que sua capacidade de pontuar.

O líder em aproveitamento do adversário no garrafão é o nanico Eric Bledsoe, armador do Phoenix Suns. Mas vejam como não é um armador aleatório, mas sim o baixinho responsável por defender caras mais altos no esquema de dois armadores do Suns. Enquanto Dragic fica com o armador adversário, Bledsoe fica com o mismatch contra o mais alto. Os outros jogadores se sentem tentados a levá-lo para o garrafão e lá Bledsoe tem segurado os adversários a 33% de aproveitamento! Alguns outros jogadores menores que aparecem na parte mais bem sucedida da lista são, em geral, jovens que os veteranos tentam (sem sucesso) explorar, como Victor Oladipo e nosso querido Giannis Antetokounmpo.

Mas mesmo os melhores dos menores não chegam a defender mais de 3 jogadas próximas a cesta por jogo, então o interessante é analisar os números dos pivôs que defendem pelo menos mais de 7 bolas próximas do aro. Entre estes, surpreendentemente o líder da NBA é o falecido Brook Lopez! Lembra quando ele era motivo de chacota por não defender? Ainda não pega rebote, mas segura (ou segurava até se machucar) os adversários a 40% de acerto na região da cesta, 1% melhor do que o cara considerado o rei da defesa do garrafão, Roy Hibbert. Abaixo dos 45%, os melhores defensores de garrafão da NBA são Lopez, Hibbert, John Henson, Joakim Noah, Serge Ibaka, Amir Johnson, Andrew Bogut e Robin Lopez.

O que mais me chamou a atenção nessa categoria foi ver quais os jogadores que mais enfrentam jogadas próximas a cesta. O líder e Spencer Hawes, último recurso da fraquíssima defesa do Philadelphia 76ers, seguido de Miles Plumlee, Robin Lopez e… Dwight Howard? Howard é conhecido pelos seus tocos, segura os adversários a 46% de aproveitamento próximo a cesta, é enorme e está jogando cada vez melhor no Houston Rockets. Por que diabos os adversários o atacam 9.6 vezes por jogo? E pouco abaixo de Howard estão Ibaka, Duncan e DeAndre Jordan. Será que aquela história de que um bom defensor intimida o ataque é mentira? Parece que sim. O aproveitamento cai, mas pelo jeito ninguém deixa de atacar a cesta só porque vê um bom bloqueador na sua frente, a NBA não peca por falta de confiança.

….

São muitos números e continuaremos em uma parte 2 analisando os novos números de rebotes, infiltrações e diferentes tipo de arremesso.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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