Preview 2012/13 – Atlanta Hawks

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um gordinho blogueiro. Já analisamos Boston Celtics, Memphis Grizzlie, Cleveland Cavaliers Sacramento Kings, Brooklyn Nets, Denver Nuggets, Indiana Pacers e Golden State Warriors. Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA. Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança? Hoje é dia de falar do time que representa a capital do Estado do Pêssego, a Geórgia. Vamos falar do Atlanta Hawks. Atlanta Hawks           Vamos fazer uma aposta marota aqui, galera? É o seguinte, no ano passado o Atlanta Hawks teve 40 vitórias e 26 derrotas, 60% de aproveitamento. Minha aposta é que mesmo perdendo o badalado Joe Johnson o Hawks vai manter a mesma marca de 60% de aproveitamento nessa temporada. É meu jeito de provar que o Joe Johnson não faz tanta falta assim. Se eu errar, sorteio uma camiseta do Joe Johnson no Nets pra vocês ao fim da temporada, se eu vencer vocês dão um jeito de me apresentar para a Alinne Moraes. Fechado? Fechado. Explico a aposta. Não tenho tanta certeza assim que o time vai se manter com o mesmo aproveitamento mesmo sem Joe Johnson, especialmente depois de tantos anos acostumados a confiar nele, mas é algo que eu sempre quis ver em teste. Geralmente quando um time perde uma estrela, como o Orlando Magic com Dwight Howard, eles nunca recebem o equivalente em troca. Quem em Orlando irá compensar os pontos, rebotes, tocos e tudo mais que o outrora chamado de Superman fazia? Não vai ser o Arron Afflalo. Mas esse caso do Joe Johnson é diferente. Entre a própria troca do Joe Johnson e outras que o Hawks fez ao longo da offseason, como a de Kirk Hinrich para o Bulls, eles conseguiram diferentes jogadores que podem oferecer tudo o que Joe Johnson fazia. Vamos aos números. 23% dos arremessos de Joe Johnson eram em jogadas de isolação, o tradicional mano a mano. Ele tinha bons 42% de acerto nessa jogada que tradicionalmente é de baixo aproveitamento e contribuía com 0,89 pontos por posse de bola segundo o SynergySports. O equivalente dele no novo time é Louis Williams, que tinha 18% de seus arremessos no Sixers do ano passado em jogadas de mano a mano também. Apesar dos 36% de aproveitamento nos arremessos, Williams compensava cavando faltas e o resultado eram 0,9 pontos por posse de bola, a mesma coisa que Joe Johnson. Louis Williams também supera Joe Johnson comandando o pick-and-roll, com 0,94 pontos por posse de bola contra 0,8 de JJ. A segunda jogada que Joe Johnson mais usou, atrás apenas das individuais, foi o spot-up shot. É aquele arremesso clássico dos especialistas de longa distância onde o cara se posiciona e arremessa a bola assim que a recebe, sem driblar. De todos os arremessos de JJ na temporada, 17% vieram em situações de spot-up shot e neles ele teve 42% de acerto com 1,17 pontos por posse de bola. O substituto dele para essa jogada é Kyle Korver, o Ashton Kutcher da NBA teve 32% de seus arremessos na última temporada como spot-up e nele acertou impressionantes 46% dos chutes, acabando com 1,34 pontos por posse de bola. Claro que é melhor ter tudo isso em um jogador só, dá mais versatilidade ao time, mas eu sempre quis saber como um time que mantém a mesma base se daria ao trocar uma estrela por vários jogadores “menores” que conseguem contribuir em coisas semelhantes. Como a NBA mudou muito ao longo dos anos, prefiro exemplos recentes, e o que consigo lembrar hoje é o do Denver Nuggets, que até melhorou seu aproveitamento ao trocar Carmelo Anthony pelo combo de Wilson Chandler, Danilo Gallinari, Raymond Felton e cia. E como Carmelo Anthony, acho que Joe Johnson não usava tudo o que poderia para ser tornar um jogador mais indispensável. Ele era ótimo se movimentando sem a bola e cortando em direção à cesta ou nas tabelinhas com os pivôs, mas quase nunca usava essas jogadas. Das bolas mais diferentes, a que ele mais tentava era a de costas para a cesta: 12% de seus arremessos e ótimos 1,01 pontos por posse de bola, uma das melhores marcas da NBA para jogadores de sua posição. Curiosamente, entre os novos contratados

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quem se destaca nesse aspecto é o arremessador Anthony Morrow. Pois é, estou surpreso também! De qualquer forma, o ataque no garrafão de costas para a cesta será compensado também com a volta de Al Horford. Outros jogadores novos chegam ao Hawks para oferecer coisas que não só Joe Johnson deixou, mas também a eterna decepção Marvin Williams e os veteranos Tracy McGrady e Kirk Hinrich, que também saíram do time. Eles serão substituídos pelo agressivo armador Devin Harris, pelo novato arremessador John Jenkins e pelo especialista em defesa e mascarado-mor DeShawn Stevenson. Todos juntos serão os responsáveis para tentar manter o Hawks com uma das melhores defesas da NBA, o time foi o 6º que menos sofreu pontos por posse de bola na temporada passada. E acho que o que pode atrapalhar minha aposta é a defesa. Apesar de ainda terem Josh Smith e Al Horford fechando o garrafão, a defesa de perímetro está um pouco mais fraca e o entrosamento é sempre necessário para a defesa de um time encaixar. Kyle Korver no Bulls e Louis Williams no Sixers faziam parte das duas melhores defesas da NBA na temporada passada, mas ambos precisam de um sistema, não são bons simplesmente na defesa individual. O tempo necessário para o técnico Larry Drew entrosar essa defesa e para redistribuir as novas funções ofensivas vai definir o nível de sucesso desse novo e menos estrelado Atlanta Hawks.   Temporada Filme Pornô O Atlanta Hawks pode ser um dos times agradecidos por ter uma pré-temporada para treinar e se entrosar. Pouco mais de um mês pode ser o bastante para um time que já tem um sistema e que mantém a base dos últimos anos. Eles se reforçaram com jogadores experientes e rodados, não precisam aprender as coisas do zero e devem se enturmar em pouco tempo. Na temporada passada o Atlanta Hawks foi o 8º time que mais deu assistências na NBA mesmo com Joe Johnson fazendo quase 1/4 de suas jogadas sem nem olhar para os lados, nesse ano eles podem se tornar um dos times mais coletivos da liga. Recheado de bons arremessadores podem se tornar algo que eu previ alguns anos atrás, o Spurs do Leste. Jogo coletivo, defesa forte, planejamento consciente e boas peças de reposição a cada perda. O problema? Falta um equivalente para Tim Duncan e Manu Ginóbili. Mesmo em uma temporada perfeita estarão fadados a uma derrota no começo dos Playoffs. É o limite deles.   Temporada Drama Mexicano O drama mexicano do Hawks pode me fazer ter que gastar com uma camiseta do Brooklyn Nets. Imagina se eu estou sendo só muito otimista e Kyle Korver, Devin Harris, Louis Williams e Anthony Morrow são só uma versão barata (em todos os sentidos) do Joe Johnson? É possível, JJ era o cara do último quarto, o que decidia o jogo e chamava a responsa. Às vezes exagerava, mas o time confiava no cara. Josh Smith pode achar que agora ele é o dono do time e que pode dar aqueles arremessos forçados de 3 pontos quando bem entender. Se isso acontecer, adeus temporada. É realista pensar que o Hawks vai sentir falta de seu líder e que qualquer sequência de derrotas pode despencar o time pelas tabelas. Nem Larry Drew e nem qualquer jogador tem a liderança que o Joe Johnson tinha, isso pode ser um problema em momentos de dificuldade. Também tem o que já citamos em outros previews sobre o Leste estar todo embolado com times do mesmo nível, qualquer vacilo pode empurrar o Hawks lá pra baixo.   Top 10 – Melhores jogadas do Hawks em 2102 [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=y4DTTFn2op4[/youtube]

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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