Westbrook contundido

No Jogo 2 entre Oklahoma City Thunder e Houston Rockets, vencido pelo Thunder, aconteceu uma jogada estranha entre os armadores Russell Westbrook e seu defensor, Patrick Beverley. Westbrook passou do meio da quadra já indicando que iria pedir um tempo, Beverley tentou roubar a bola e no caminho acabaram batendo joelhos. Com dores, o armador do Thunder ficou irritadíssimo e jogou com sangue nos olhos os minutos seguintes, mas o jogo continuou numa boa.

A jogada foi um pouco polêmica devido a reação de Westbrook, mas a verdade é que no fim das contas ninguém, entre jogadores do Thunder, Rockets e comentaristas dos EUA acharam a jogada desleal. Desnecessária, sim, até porque já tinha acontecido o apito, mas nada além disso.

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O drama é que hoje o Thunder anunciou que a lesão foi mais grave do que imaginaram, um rompimento do menisco lateral foi detectado e agora uma cirurgia é necessária para reparar o problema. A recuperação para uma lesão desse tipo costuma demorar entre 6 a 8 semanas, o que poderia significar que não teremos mais Westbrook nos Playoffs 2013. Mas existem casos menos graves em que os jogadores voltam bem mais rápido, como foi o caso de Metta World Peace, que voltou a jogar pelo Los Angeles Lakers apenas 13 dias após entrar na faca. O problema é que não sabemos agora o quanto é grave o problema e muito menos quantas semanas restantes o OKC Thunder tem na temporada!

É famosa, é já comentamos em um de nossos últimos podcasts, a durabilidade de Russell Westbrook. Ele nunca perdeu um jogo, seja por descanso, suspensão ou contusão, de basquete colegial, universitário ou na NBA. Na última partida desta temporada, quando Kevin Durant descansou, ele fez questão de jogar alguns minutos só para manter sua sequência intacta. Agora, por causa de uma jogada idiota, ficará de fora justamente na parte mais importante de um campeonato que eles tinham muitas chances de ganhar.

Eles tem três opções para compensar a ausência de Westbrook enquanto torcem para ele voltar o mais rápido possível. Provavelmente usarão todas ao longo dos jogos, resta a dúvida de que formação irão usar para começar a partida, momento em que Westbrook é a primeira opção do time por motivos de ultragressividade; e depois, no fim, onde toda posse de bola pode custar a partida.

A primeira opção é trazer o segundo-anista Reggie Jackson para o time titular. O jovem armador tem estilo agressivo, sabe atacar a cesta e

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criar seu próprio arremesso, seria uma solução para tentar simular o que Westbrook faz, mas de maneira menos explosiva e mortal. A segunda opção é usar Kevin Durant como um point forward à la LeBron James, e colocar Kevin Martin na equipe. Devido à ausência de James Harden, Durant passou a controlar mais a bola nesse ano, a criar jogadas para os outros e tem dado muito certo apesar de alguns jogos com excessivos turnovers. A última opção é colocar Derek Fisher no time titular, isso não mudaria a rotação do banco de reservas (com Jackson e Martin juntos) e colocaria um jogador mais experiente no time, com manha de Playoff.

Westbrook no chão

Como disse, imagino que todas serão usadas ao longo das partidas, mas é essencial para o OKC Thunder descobrir o mais rápido possível quais dessas opções podem dar certo, quais não dão e os motivos. Eles ainda são favoritos contra o Houston Rockets mesmo sem Westbrook, mas a coisa começa a complicar na próxima rodada contra LA Clippers ou Memphis Grizzlies e depois num eventual confronto contra o San Antonio Spurs. Isso sem falar no Miami Heat, claro.

Este será provavelmente o maior teste da carreira do técnico Scott Brooks. Boa parte do ataque do Thunder começava com a agressividade de Russell Westbrook que, mesmo que burra às vezes, obrigava a defesa a estar sempre se adaptando a suas investidas. Agora um time que nunca precisou jogar sem ele terá que se readaptar de imediato justamente no momento mais difícil da temporada. O técnico precisa de soluções táticas e também motivacionais, precisa botar fogo no grupo e fazer caras como Serge Ibaka e Kevin Martin se sentirem confiantes para assumirem funções ofensivas que antes eram do armador.

Acompanhar a adaptação do Thunder será certamente interessante, mas perder Westbrook num Playoff que já não tem Kobe Bryant, Rajon Rondo, David Lee, Danny Granger, Derrick Rose e Amar’e Stoudemire, além de Manu Ginóbili e Steve Nash jogando no sacrifício, é muito broxante.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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