Show de Westbrook, vingança do Heat

O Los Angeles Lakers chegou a dar show no 1º tempo do jogo de ontem contra o Oklahoma City Thunder, mas mesmo chegando a abrir 19 pontos de vantagem, não deu conta da forte defesa do adversário no 2º tempo e da potência ofensiva de Russell Westbrook, que levou o Thunder a vitória de 102 a 93 em LA. Derek Fisher já saiu, voltou ontem como adversário e o Lakers continua sem ter ideia de como parar armadores velozes e agressivos. Westrbook marcou 17 de seus 36 pontos no 3º quarto, o Laker inteiro só marcou 2 pontos a mais que no mesmo período.

Para quem não viu o jogo, eu poderia ficar aqui descrevendo como se passaram muitas das jogadas, mas acho que a partida de ontem pode ser explicada com desenhos. Não, nada dos infográficos feitos em Paint, isso é coisa do Danilo. Eu sou chato, nerd e gosto de estatísticazzzzz… foi mal, um dia eu paro.

O que vemos abaixo são os locais de onde Lakers arremessou e seu aproveitamento.

O primeiro desenho é o 1º quarto do Lakers, quando o time conseguiu chegar 16 vezes com oportunidade de arremessar embaixo da cesta e acertou 10 vezes. Isso são 20 pontos fáceis logo de cara, usando e abusando da dupla Andrew Bynum (25 pontos, 13 rebotes) e Pau Gasol (13 pontos). Fora dessa área, 4/9 acertos de meia distância e 0/1 de 3 pontos. Nada fora de série, mas uma boa média para complementar a aula que foi dada dentro do garrafão. No segundo desenho, porém, vemos como foi o 3º quarto do Lakers, quando tudo se perdeu. O time conseguiu apenas 5 arremessos lá perto da cesta, acertando só 2. Foi obrigado a arremessar de meia e longa distância, onde errou

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muito. Isso sem contar que chutou 10 bolas a menos, resultado do maior número de turnovers e da defesa do Thunder, que não deixou Ramon Sessions aumentar o ritmo do time, como tem feito desde que chegou.

Foi o que eu disse outro dia no post sobre Kobe Bryant (23 pontos, 7/25 arremessos), não é que ele e os outros jogadores não querem forçar o jogo em Gasol e Bynum, é que os outros times às vezes tem sucesso em impedir que a bola chegue até a dupla. Bolas de 3 pontos, mais jogadores com capacidade de infiltração e melhores passes de entrada no garrafão são uma arma contra isso. Mas talvez mais importante seja defender bem. Com boa marcação é mais fácil pegar o outro time desprotegido, é fácil observar que em ataques rápidos o Bynum já se enfia embaixo da cesta adversária e pede pela bola, quando vão contestá-lo ele já se estabeleceu onde é mais perigoso.

Entra então o desenho, esse à esquerda. É do 3º quarto do Thunder. Os 6/9 arremessos de meia distância mataram o Lakers! Eles foram bem atacando a cesta também, é verdade, mas quando se joga contra Kevin Durant, James Harden e Russell Westbrook é difícil evitar que se cheguem lá perto. O Lakers até que segurou eles durante um bom pedaço do jogo, mas foi preciso esticar a marcação quando as bolas longas de 2 (a de menor aproveitamento entre todos os times da NBA) começam a cair como se fossem lances-livres. O Mavs forçou o Thunder a esse jogo de meia distância nos playoffs do ano passado e foi o segredo para a vitória, mas contra o Lakers não rolou, fizeram a festa.

O Lakers ainda tentou voltar para o jogo no último quarto e estranhamente conseguiu após bolas de 3 consecutivas da Paz Mundial, mas Westbrook tratou de matar a partida com, claro, um arremesso forçado e contestado de 2 pontos. Vitória expressiva do Thunder, em dia pouco inspirado de Durant e Harden venceram um dos times mais difíceis da NBA, resultados assim assustam o resto da liga. Para o Lakers faltou arsenal ofensivo para quando a bola não conseguiu mais entrar no garrafão. E um número impressionante: A combinação de Steve Blake, Matt Barnes, Metta World Peace, Josh McRoberts e Pau Gasol atuou junta por longos 7 minutos. A eficiência ofensiva desse time (pontos a cada 100 posses de bola) foi de 36 pontos, a eficiência defensiva (pontos SOFRIDOS a cada 100 posses de bola) foi de 145. Por sorte não se jogam 100 posses de bola por 7 minutos.

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No outro jogo importante da rodada, o Miami Heat recebeu o Dallas Mavericks para uma reedição da final do ano passado. Foi triste ver o Mavs em ação porque parecia bem óbvio que eles sabiam o que fazer, simplesmente não conseguiram. Talvez porque Brandan Wright não faça a mesma cobertura defensiva de Tyson Chandler, porque nem Vince Carter ou Roddy Beaubois conseguiram costurar a defesa do Heat como Barea fazia e porque Kidd (2/8 arremessos, 6 pontos) e Jason Terry (1/10 arremessos, 3 pontos) não estavam acertando seus arremessos de longa distância. Mas só talvez, quem sou eu pra saber tudo, né?

A teoria eles ainda dominam, mas na prática o elenco não é o mesmo e os que ficaram não estão na mesma fase estupenda que tiveram na pós-temporada passada. O Heat, em compensação, pareceu uma equipe mais paciente. Quando a defesa do Mavs os frustravam, não se desesperaram tentando roubos de bola a qualquer custo, souberam manter a marcação que estava dando certo e aos poucos o ataque foi fluindo. Eles tiveram muito sucesso no pick-and-roll (foi o diferencial no último quarto) e uma surpresa no ataque: 6 jogadores (LeBron, Wade, Bosh, Chalmers, Haslem e Cole) com 10 pontos ou mais.

No resto da rodada, apenas dois jogos. Ambos estrategicamente pensados para não roubar a audiência dos grandes jogos da noite: No Leste o Indiana Pacers pegou o Washington Wizards no duelo brazuca entre Nenê (16 pontos, 13 rebotes) e Leandrinho (4 pontos, 5 rebotes). Jogo muito parecido com o que os dois times protagonizaram na semana passada: Feio, cheio de erros, decidido no final e com vitória do Pacers. O Wizards, como já havia feito antes, acionou Nenê seguidas vezes com o jogo para ser decidido. No geral o brasileiro foi muito bem, embora seus companheiros sejam um desastre se mexendo sem a bola. Mas na defesa Sr.Hilário foi uma piada tentando parar o enorme Roy Hibbert. Soma-se isso a alguns erros de John Wall, bolas forçadas (surpresa!) de Jordan Crawford e o Pacers conseguiu mais uma vitória feia para seu cartel.

Fechando a noite, um jogo legal em Portland. Confesso que me diverti com Hornets e Blazers antes de começar o jogo do Lakers. O Hornets só tinha 8 jogadores disponíveis e pelo Blazers tive a chance de ver pela primeira vez em milênios tanto JJ Hickson (12 pontos, 6 rebotes) quanto Luke Babbitt (16 pontos, 4 bolas de 3 pontos) receberem mais do que 10 segundos de tempo de quadra. Pelo Hornets Marco Belinelli acertou 7 bolas de 3 (nível Jordan Crawford/JR Smith de consciência) e fez 27 pontos, mas no final eles ficaram perdidos e não souberam resolver o jogo quando ele poderia ser ganho. Amo o Greivis Vásquez (14 pontos, 6 assistências), mas o time ainda sente falta do Jarrett Jack. E sentir falta do Jack explica a última colocação deles no Oeste.

Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

Lembra quando a Christina Aguilera era bonita e fazia comercial da NBA? Bons tempos…

 

-Manhê… não cabe nimim.

 

Tiiiira Célio Silva!

 

Frank Vogel como Dilbert

 

Nowitzki: Desde 1998 deixando os arremessos mais difíceis do que precisavam ser

 

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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