As primeiras trocas

Como comentamos no último post, hoje, quinta-feira, é o Trade Deadline da NBA. Em português, é último dia que os times podem trocar jogadores entre si, se alguém quer mudar a equipe antes dos Playoffs, a hora é agora.

Embora a maioria dos negócios fiquem para a última hora, já que os times querem forçar a barra para conseguir o que querem até o último minuto do segundo tempo, às

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vezes alguns times conseguem o que querem antes da hora. Dois negócios já rolaram ontem e aqui estão nossos pitacos sobre esses negócios.

Thornton

Sacramento Kings envia: Marcus Thornton

Brooklyn Nets envia: Reggie Evans e Jason Terry

Vemos aqui a 3ª troca do Kings na temporada e não vejo como esta ajuda em muita coisa, assim como não ajudou em nada aquela do Derrick Williams. Jason Terry está tendo o pior ano de sua carreira, são só 4,5 pontos por jogo e ridículos 36% de acerto de arremessos, quando sua pior marca na vida tinha sido de 41%, em seu ano de novato em Atlanta. Neste ano não fez absolutamente nada de relevante pelo Brooklyn Nets, alguém enxerga ele tendo algum tipo de motivação para jogar seus últimos anos de carreira em uma das piores franquias da NBA?

Com Reggie Evans eu também não enxergo muita ajuda. Apesar de rodado, está muito longe de ser considerado aquela tal ~liderança veterana~, clichê tão adorado por General Managers ao redor da liga. Como não sabe jogar basquete, Evans só ajuda em uma coisa: rebotes. É bastante importante, mas o Kings já está entre os 10 melhores times da liga em todas as listas relevantes que envolvem rebotes, precisava mesmo dele? O valor de Thornton caiu no último ano, mas talvez desse pra conseguir mais.

E nem economicamente a troca muda muita coisa. Todos os jogadores envolvidos na troca tinham contratos para esta e a próxima temporada. Thornton recebe cerca de 8 milhões nos dois anos, Terry e Evans somados ganham 7 milhões nesta e cerca de 7,4 em 2014-15.

Para o Brooklyn Nets é capaz que pouca coisa mude também, mas dá pra enxergar um pingo de esperança. Marcus Thornton já teve ótimos momentos na NBA, chegando a beirar os 20 pontos por jogo com aproveitamento bom dos arremessos de longa distância. Mas, assim como Terry, vive sua pior temporada como profissional: é a primeira vez que tem menos de 10 pontos por jogo, a primeira que acerta menos de 40% de seus arremessos (38%) e a primeira abaixo de 35% nos 3 pontos (31%). Como ele tem apenas 26 anos, não podemos culpar a idade pela queda, como fazemos com Terry, então há a esperança que a mudança de cidade, time, técnico e estilo de jogo possam resgatar seu poder ofensivo. Existem muitas noites onde o Nets precisa desesperadamente de pontuadores, especialmente vindo do banco de reservas.

Outro lado bom desta troca para o Nets é que ela abre um espaço a mais em seu elenco. Ao mandar dois jogadores por um, agora o time de Jason Kidd tem 13 jogadores sob contrato, é algo que pode ajudar um futuro negócio (por futuro quero dizer hoje) onde eles talvez tenham que receber mais jogadores num negócio. O máximo de jogadores que um time pode ter é 15. Dizem que o alvo principal do Nets nesta quinta-feira é Jordan Hill, do Lakers.

 

Steve Blake

Los Angeles Lakers envia: Steve Blake

Golden State Warriors envia: Kent Bazemore e MarShon Brooks

Podemos chamar de uma troca por consideração? Steve Blake passou por poucas e boas em seus anos de Los Angeles Lakers. Começou muito mal, não se adaptou de cara ao time e a torcida queria trucidá-lo (com alguma razão). Mas ele foi melhorando e deslanchou quando chegou Mike D’Antoni e o time passou a jogar em alta velocidade, como ele gosta. No último ano virou um dos jogadores favoritos da torcida, do técnico e, segundo Kobe Bryant, seu amigo mais próximo no elenco, o Blake Mamba. Por que trocá-lo então?

O meu palpite é consideração. E um pouco de idade. Este é o último ano do contrato de Blake com o Lakers e provavelmente o time sabia que não iria renovar com o armador. Se for para lutar por Playoff na próxima temporada, irão tentar um jogador de mais nome ou confiar na recuperação de Steve Nash, se for para reconstruir, provavelmente irão renovar com Kendall Marshall e usar Jordan Farmar como reserva. Então se é para perder Blake, que pelo menos dê a ele a chance de jogar em um time que deve ir para os Playoffs, onde ele poderá ser útil e importante. E, claro, assim o Lakers recebe algo em troca.

Dos jogadores que vieram em troca, pouco a se falar porque eles pouco jogam. MarShon Brooks simplesmente não existiu na NBA depois daquele bom ano que teve como novato, bom para ele que o Lakers é o time da segunda chance na carreira nesta temporada. Deu certo com Xavier Henry, Kendall Marshall, Jodie Meeks, Jordan Farmar e Nick Young, por que não com Brooks? Já Kent Bazemore era até bem querido em Oakland, recebeu elogios de Mark Jackson, de seus companheiros de time e de vários caras que acompanham de perto o Warriors. Ele tem boa envergadura e defesa, o problema é seu arremesso e o jogo ofensivo em geral, ainda meio cru. Não tinha espaço no Warriors, que luta por coisas grandes, mas talvez no Lakers, podendo errar à vontade, seja a chance dele de mostrar se tem ou não lugar na NBA no próximo ano. Como torcedor do Lakers, confesso que estou animado em ver o que Bazemore pode fazer, ele foi muito bem na última Summer League de Las Vegas.

Vocês devem se lembrar de Kent Bazemore como o cara que marcou Tony Parker em alguns momentos da série entre Warriors e Spurs nos Playoffs do ano passado. Ele quase acertou a cesta da vitória no Jogo 1, momento estragado por aquela cesta de 3 espetacular de Manu Ginóbili.

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Para o Warriors, excelente negócio. Eles precisavam desesperadamente de um armador reserva após o experimento Jordan Crawford não dar certo, e perderam só jogadores que nem usavam. Blake é rodado, bom arremessador, poderá jogar também ao lado de Steph Curry, e gosta de jogar na velocidade que o Warriors impõe em seus melhores jogos. Sempre bom ter mais de um criador de jogadas no elenco.

Viradas em curso; Pacers vence em casa

Antes de mais nada, desculpe pela falta de resumos nos últimos dias. Mas é que a regra é simples: temos tempo, tem resumo, não temos tempo, não tem resumo. E quando sobrou um tempo da última vez, falamos sobre o caso do Jason Collins, para desespero dos homofóbicos de plantão. Celtics Knicks   Ontem, a noite começou com o Jogo 5 entre Boston Celtics e New York Knicks. Eu confesso que estava esperando uma vitória até tranquila do Knicks, para fechar a série em um confortável 4 a 1. Porém não posso dizer que fiquei realmente tão surpreso ao ver o Celtics ralando, ralando e, aos poucos, construindo a vitória de 92 a 86. Provavelmente foi a milésima vez nos últimos 5 anos que o time de Paul Pierce renasce das cinzas em séries onde achavam que eles estavam mortos. Juro que não sei como eles conseguem se motivar com as mesmas coisas todo santo ano! Mas temos que lembrar que dessa vez o Knicks foi lá cutucar. Por um momento pareceu que o Celtics foi buscar aquela vitória na prorrogação no Jogo 4 só para não passar a humilhação de ser varrido em casa, mas tudo mudou quando Kenyon Martin, ala do Knicks que tem brigado com Kevin Garnett furiosamente no garrafão, sugeriu

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que o Knicks deveria ir para o jogo de hoje usando “um preto de funeral”, para enterrar o Celtics. E os jogadores abraçaram a ideia: Knicks all black Não é a primeira vez que um time faz isso. O Dallas Mavericks de 2011 fez coisas parecidas, inclusive só levando uma roupa para vestir antes de ter 2 jogos na casa do adversário, meio que garantindo que fechariam a série logo de cara. A provocação não é nova, mas deve-se ver com quem você a usa. O San Antonio Spurs, por exemplo, é um time que tem muita motivação interna para jogar bem. Claro que eles não vão ignorar uma provocação, mas não é o tipo de coisa que molda a intensidade da equipe. Por outro lado, esse Celtics, desde 2008, funciona na base do grito. Eles se motivam com provocações de outros jogadores, com a imprensa dizendo que eles estão velhos, com críticos afirmando que não é possível virar uma série e por aí vai. Por que alguém vai mexer com um time desses? Claro que provocação não ganha ou perde jogo, o que define isso é como cada time atua dentro da quadra. Mas o Celtics, com todas suas limitações de elenco, depende muito da intensidade com que eles fazem as poucas coisas boas que sabem fazer. Eles conseguem defender com qualidade, mas se fazem isso com motivação, e se usam a provocação como desculpa para não perder a concentração nos 48 minutos, o rendimento é bem melhor. Foi o que aconteceu ontem. Lá na frente, o time errou muito e pareceu perdido e cansado muitas vezes. No começo do 1º quarto, na segunda metade do 4º período e durante a primeira metade do 3º período, o Celtics não conseguia uma cesta nem que a vida do Doc Rivers dependesse disso. Duas bolinhas de 3 de Jeff Green (18 pontos) no final do último quarto que salvaram a pele deles de uma possível reação do Knicks. O time de Mike Woodson, por outro lado, vive o Drama-Carmelo. Quando o time ganha, tudo está lindo, quando perde, é acusado de só ter jogadas de isolação e de ser fominha, em especial Melo. Não discordo dessa segunda opinião, realmente eles dependem muito das jogadas individuais de Melo e JR Smith, mas não foi assim a temporada inteira? Não foi assim que eles ficaram em 2º no Leste? Foi, e foi assim ontem também. O problema é que Carmelo (22 pontos) acertou apenas 8 de seus 24 arremessos, enquanto Smith (14 pontos) fez só 3 dos 14 que chutou, sendo que os 3 arremessos certos foram nos últimos 3 minutos de jogo, quando o Knicks já estava muito atrás no placar. E já que eu usei o número 3 por 3 vezes na última frase, tá aí um número importante. O NY Knicks foi o líder da NBA em bolas de 3 na temporada regular, aliás, quebraram o recorde da história da liga no quesito. Mas ontem acertaram só 5 de 22 arremessos de longa distância tentados, o Celtics, bem pior no quesito, fez incríveis 11 de 22. O Knicks poderia ter rodado melhor a bola, como já o fez mais vezes, mas o time perdeu também muitos arremessos que costumam acertar, especialmente de 3 pontos. Uma das soluções para o caso pode ser usar quintetos diferentes. Durante uma boa parte do jogo, Raymond Felton brincou de pick-and-roll com Tyson Chandler e fez um estrago na defesa do Boston Celtics. A resposta dos verdes foi sempre ter alguém que não estava envolvido saindo na ajuda, para fechar o garrafão. Deu certo, mas abriu muitos espaços no perímetro, onde JR Smith, Iman Shumpert, Pablo Prigioni, Jason Kidd e até Melo não conseguiam acertar um arremesso. Ou, pior, às vezes nem tentavam. Achei estranho o Jason Kidd (0/4 arremessos) quase não chutar no jogo, assim como foi estranho Steve Novak ficar tão pouco tempo em quadra. Sabemos que Novak compromete na defesa, mas não é como se o Celtics estivesse realmente machucando o Knicks lá na frente. Não acredito que o Celtics vá fazer 11 bolas de 3 de novo. Basta o Knicks não feder no ataque que eles podem fechar essa série logo, seja no Jogo 6 em Boston ou no 7, em casa. Ter mais gente precisa e disposta a chutar compromete um pouco a defesa do Celtics e libera mais o uso de Ray Felton (21 pontos), que tem matado o Celtics a série inteira, inclusive quando marcado pelo ótimo Avery Bradley. E para encerrar o assunto provocações, que tal a briga entre o banco do Celtics e os jogadores do Knicks após o jogo? Pelo jeito falaram da mulher do Carmelo Anthony! Será que vem 50 pontos do cestinha da liga no próximo jogo? Provocar tem dado resultado negativo até agora nessa série, não custa lembrar que além do “preto de funeral”, teve Jason Terry (17 pontos) acordando na série (e na temporada) após aquela cotovelada que sofreu do JR Smith. [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=6uOxJn0w3r4[/youtube]   História parecida está acontecendo na série entre Oklahoma City Thunder e Houston Rockets. Como o Knicks, o Thunder abriu 3 a 0 de vantagem e depois sofreu duas derrotas, sendo a do Jogo 5 em casa. Foi impressionante como ontem o Rockets simplesmente mandou no jogo, do começou ao fim, como se eles fossem o time dominante e experiente, e o Thunder o time jovem e inseguro. A maior prova disso aconteceu no último quarto, quando o Thunder perdia por 10 pontos e começou a fazer faltas intencionais no pivô Omer Asik. Sim, Hack-a-Shaq virou Hack-a-Asik. O Thunder já fez isso no ano passado, com Tiago Splitter, mas foi contra um time do mesmo nível deles, em uma série onde estavam perdendo e com dificuldades defensivas. Mas contra o Rockets? Contra os 56% de acerto de Asik? Em casa? Cadê aquela história de “a defesa é o pilar desse time” que tantas vezes Scott Brooks pregou? Não estavam confiando nela para bater o ataque porra louca do Rockets? Foi chocante. E não foi só chocante, foi também ineficiente. Depois de acertar só 3 de seus primeiros 6 lances-livres, Asik (21 pontos, 11 rebotes) aproveitou a sessão de treino gratuita e começou a acertar sem parar, acabou com 9 cestas em 15 tentativas. A primeira falta aconteceu quando o Rockets vencia por 92 a 82, quando ele acabou seu último, estava 101 a 92. Mas com 3 minutos a menos no relógio e com o Thunder já estourado em faltas. E se eles acham que isso tirava o ritmo ofensivo do Rockets, acho que lentidão do jogo e a impaciência da torcida acabou tirando o Thunder também. Melhor teria sido abortar a estratégia no meio dela, quando a diferença chegou a cair para 7 pontos. Esse último quarto foi tão estranho que Kevin Durant (36 pontos, 7 rebotes, 7 assistências), que tinha marcado 18 pontos no 3º quarto, não marcou ponto algum. Ele parecia completamente exausto, frustrado e revirava os olhos toda vez que Kevin Martin (1/10 arremessos) errava um chute ou quando caras do nível de DeAndre Liggins tinha um arremesso sem marcação e mesmo assim hesitava em chutar e acabava passando de lado. Thabo Sefolosha (9 pontos, 8 rebotes, 6 assistências) e Serge Ibaka (14 pontos, 9 rebotes) até chegaram a aparecer bem em alguns momentos do jogo, mas foram mais em jogadas de raça e vontade do que em um ataque fluido. Kevin Durant até está jogando bem como point-forward, armando o jogo, mas quando ele precisar armar, passar, receber, chutar e bater escanteio, o time não funciona e ele acaba morto. Vejo dois problemas centrais nesse OKC Thunder: o primeiro, óbvio, é que estão aprendendo a jogar sem Russell Wesbrook justamente num momento onde qualquer derrota importa demais. Segundo que é um time sem confiança, irritado e obviamente frustrado. Lembram do Chicago Bulls do ano passado sendo eliminado pelo Sixers após a lesão de Derrick Rose? Eles estão mostrando esse ano, com banco de reservas pior, que podem vencer sem o armador, mas a dor de perder as esperanças de título no meio dos Playoffs mexeu demais com eles. Parece estar acontecendo o mesmo com o Thunder. O Houston Rockets é um time jovem e cheio de altos e baixos, talvez baste apenas um jogo épico, histórico, de Kevin Durant para a série acabar. Mas e depois? Ou, pior, e se esse jogo de Durant não acontecer no Jogo 6? Com que cabeça eles entram na partida decisiva? Já pensou James Harden (31 pontos, fez suas 7 primeiras bolas de 3) bater Kevin Durant no ano da troca? Melhor nem pensar nisso agora. [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=RnFjwnR-opc[/youtube]   O outro jogo de ontem foi mais um da série esquecida entre Atlanta Hawks e Indiana Pacers. Depois de vencer dois jogos com certa tranquilidade em Indianapolis, o Pacers foi para Atlanta e tomou duas surras. Sabiam que o Pacers não bate o Hawks fora de casa desde 2006?! Bizarro. Mas ontem o jogo era no Bankers Life Fieldhouse (o pior nome de arena da NBA) e o Pacers venceu fácil de novo, 106 a 83. Mas não pensem que o jogo foi igual aos dois primeiros. O técnico Frank Vogel, workaholic assumido, passou as últimas 48 horas revirando a cabeça por maneiras de parar o ataque do Hawks, que brilhou em Atlanta com um misto pouco comum de escalação alta (Josh Smith, Zaza Pachulia e Al Horford juntos) e muitas bolas de 3 pontos. Segundo Vogel, sua esposa pode ser a prova de como ele só falou disso nos últimos dias. Mas, se compensa para ela, pelo menos deu resultado. O Pacers começou o jogo do mesmo jeito de sempre, com Paul George marcando Josh Smith. Mas quando ele foi para o banco, entrou no seu lugar Jeff Pendegraph, bem mais alto e forte do que o antigo matchup, Gerald Green. Com um trio de Pendegraph, Tyler Hansbrough e Roy Hibbert em quadra ao mesmo tempo, o Pacers limitou muito o jogo de garrafão do Hawks. No perímetro, a solução foi usar George Hill e DJ Augustin, que às vezes mofava no banco, ao mesmo tempo. Augustin, baixo e veloz, era o responsável por Jeff Teague enquanto Hill, melhor defensor do time, apanhava como um doido através de bloqueios para manter Kyle Korver longe da bola. Junte-se isso tudo a um jogo quase perfeito de David West (24 pontos, 11/16 arremessos) no ataque e está explicada a surra do Pacers, que agora tenta quebrar a sina para fechar uma série que deveria ter sido mais fácil. [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=0OxHKndeWX0[/youtube]

O fim do Big 3 em Boston

O fim do Big 3 em Boston

O Twitter, o boteco mais movimentado da internet mundial, bombou na noite de ontem quando foi anunciado que Ray Allen acabou oficialmente com a era do Big 3 em Boston e está levando seus talentos para South Beach. Pois é NBA, tema. Aquela bizarrice do Jogo 5 da Final, com Mike Miller acertando 800 bolas de 3 pontos, pode ser repetida agora todo santo jogo com um dos melhores arremessadores de todos os tempos se juntando a Dwyane Wade, LeBron James e Chris Bosh no Miami Heat.

As reações se dividiam em duas partes. Quem só se importa com o aspecto tático e técnico do basquete estava pensando em que armas de fogo, venenos ou golpes de jiu-jitsu poderiam ser aplicados para parar o Heat quando eles resolverem usar Wade, LeBron, Bosh, Battier e Allen em quadra ao mesmo tempo. A outra parte, mais preocupada com valores morais, estava questionando o quanto Ray Allen poderia ser considerado um traidor por deixar o Celtics de lado em nome do maior rival deles na atualidade. Acho uma reação natural para torcedores, que não tem obrigação nenhuma de

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serem racionais ou razoáveis em suas interpretações, mas pensando bem não é pra tudo isso.

 

Veja bem. De todo o Big 3 de Paul Pierce, Kevin Garnett e Ray Allen, qual foi o único que já foi envolvido em discussões de troca? Ray Allen. Duas vezes. A última, no meio da temporada 2011/12 para o Memphis Grizzlies por OJ Mayo, chegou a ser notificada ao ala, mas logo depois a diretoria voltou atrás e disse que nada foi fechado. Isso sem contar que Ray Allen se machucou durante a temporada e na volta virou reserva do jovem Avery Bradley. Não questiono a atitude do técnico Doc Rivers, afinal o time melhorou com Bradley, mas é o tipo da coisa que machuca o ego de um cara com tanta história como Allen. Isso já seria motivo o bastante para ele cogitar encerrar a carreira em outro lugar, mas tem mais: Kevin Garnett ganhou uma extensão de 32 milhões de dólares por 3 anos há alguns dias, para Allen eles ofereceram 12 milhões por 2 anos. Um bom dinheiro, até bem mais do que o Heat está dando (9.7 milhões por 3 anos), mas que mostra como ele era o elo mais fraco das estrelas de Boston.

A cereja no topo desse bolo de merda estava a relação de Ray Allen com Rajon Rondo, que não se bicavam. Nunca houve briga, mas muitos diziam que Allen fazia muito esforço para ignorar a personalidade complicada do armador do time. O desentendimento é bem explicado nessa matéria do Adrian Wojnarowski do Yahoo!, que entrevistou membros da comissão técnica do Boston Celtics: “Ninguém nunca culpou Rondo ou Allen por isso. É o tipo de coisa que acontece em qualquer lugar. Como um membro da comissão disse: ‘Em muitos sentidos eles são completamente opostos. Ray é filho de militares, tem todo o respeito do mundo por autoridades. Ele trabalha duro todos os dias. Já Rajon Rondo é diferente, é um espírito livre, é brilhante. Quando Ray encara tudo de maneira séria, Rondo pode se mostrar desinteressado. Doc fez um tremendo trabalho com Rondo e ele melhorou todos os anos, mas ainda existe uma enorme diferença entre os dois'”. Ele também comenta sobre como era desconfortável para Allen receber ordens, dentro de quadra, de um pirralho como Rondo.

Dá realmente para culpar Ray Allen por querer sair de um time que o tentou trocar duas vezes, onde ele era reserva? E tem mais, eles acabaram de contratar Jason Terry, que joga na mesma posição que ele e é conhecido justamente por sua contribuição vindo do banco de reservas. Que diacho de papel estava destinado para Ray Allen? Por fim, não é como se ele tivesse feito carreira no Celtics. Foi onde se sagrou campeão, mas foram só 5 temporadas, 1/3 de sua carreira. Ele também passou 5 anos no Milwaukee Bucks e mais 5 no falecido Seattle Supersonics. Então sair não é motivo de críticas, talvez ir exatamente para o Miami Heat que tenha pesado bastante para a torcida.

Mas veja bem, nessa altura da carreira, com o seu físico não rendendo tanto ele tem que pensar em ir para um time onde ele possa ajudar, mas sem ser muito exigido. É aquele difícil equilíbrio onde o cara quer se sentir querido, necessário, mas onde não esteja tudo em suas costas. Exigente, eu sei, mas nessa idade, com o nome que ele tem na liga, os caras se dão ao luxo de pedir essas coisas. E foco na parte do ser querido. Na mesma matéria do Yahoo! é dito que Ray Allen não sentia mais que o pessoal em Boston queria tanto ele. Pode soar como frescura (e pode até ser para alguns), mas se é importante pra ele, fazer o que? Acho que no fundo muitas pessoas gostam de voltar das férias no trabalho e ter as pessoas dizendo que fizeram falta, é melhor do que você chegar e teu chefe dizer “Olha, demos sua função praquele tal Avery Bradley que ninguém ouviu falar e melhoramos com ele”.

Com essas coisas em mente, Ray Allen pensou em 3 lugares para ir nessa temporada: Phoenix Suns, Los Angeles Clippers e Miami Heat. O Suns logo virou farofa quando eles decidiram que não iam mais ser um asilo. Adeus Steve Nash, adeus Grant Hill e nada de Ray Allen. Em seguida o Los Angeles Clippers cancelou a visita que teria com Ray Allen porque eles tinham acabado de assinar a renovação de Chauncey Billups e um novo contrato com Jamal Crawford. Sem muito papo sobrou só o Heat, que o convidou para Miami e marcou um jantar com o dono do time, Micky Arison, o General Manager Pat Riley, o técnico Erik Spoelstra e ainda Alonzo Mourning. Sem contar os inúmeras entrevistas e tuitadas de LeBron James dizendo que seria uma honra ter Allen por lá. Puxaram todo o saco do mundo e deu certo. Ele foi para onde deram a entender que ele seria importante. Pat Riley ainda garantiu com todas as letras que ele não será trocado em nenhum momento desses 3 anos de contrato.

 

E, sinceramente, acho que foi muito bom para o Boston Celtics. Eles estavam começando a parecer o Detroit Pistons da última década. Depois de serem campeões em 2004 com um grupo muito unido, ficaram se cagando de medo de perder a unidade, de destruir a família, então ficaram insistindo num grupo até quando ele passou a não dar mais certo. Foi lindo nos anos que deu, mas chega uma hora que é pra mudar. Ao invés disso eles só remendavam tudo com veteranos. Foi Chris Webber e Antonio McDyess no Pistons, Shaquille O’Neal e Rasheed Wallace no Celtics. Nenhuma vez isso rendeu novos títulos, só derrotas no quase.

Renovar com Kevin Garnett mostrou que o Celtics não estava pronto para jogar tudo para o alto e recomeçar, o que de certa forma está correto. Eles estiveram a uma vitória de vencer a conferência e não sabemos se Chicago Bulls, Indiana Pacers ou New York Knicks terão força para brigar com Miami Heat tão cedo, dá pra insistir. Mas insistir não é repetir tudo,o grupo inteiro, é repetir o que deu certo. Kevin Garnett deu certo, fez trocentos mil double-doubles nos Playoffs, engoliu marcadores mais baixos e foi mortal no pick-and-pop com Rajon Rondo. Mas pra que insitir com Ray Allen? Sim, ele tem história, é ótimo ainda e jogou baleado, mas o time não melhorou com Avery Bradley? E com Jason Terry eles conseguiram um cara que já aceita a posição de 6º homem, sem contar que Terry é melhor que Allen em criar arremesso para si mesmo, outra coisa que eles sentiram falta em muitos jogos que Paul Pierce não estava tão bem. Também nunca é condenável a ideia de trocar um cara velho que vem de contusões por outro mais duradouro. Se eles sobreviveram à quebra do grupo com a troca de Kendrick Perkins (mesmo depois de sofrer por um bocado de tempo), já estão calejados para lidar com a saída de Allen. E até podem tratar ele como vilão se isso ajudar a motivá-los.

Ainda na área de insistir no que deu certo, fiquei feliz que ontem anunciaram a renovação de contrato de Brandon Bass. Ele teve jogos ótimos, se entrosou bem no garrafão com Kevin Garnett e assim coloca menos pressão sobre os novatos Jared Sullinger e Fab Melo, eles terão espaço, mas se não forem bem tem lá KG e Bass para assumir os minutos importantes. Isso sem falar de Jeff Green, que está prestes a assinar um novo contrato. Acho que os 40 milhões por 4 anos que estão cogitando para Green é algo exagerado, especialmente para um cara que acabou de perder um ano com problemas cardíacos, mas pensando só no basquete é uma ótima adição. Joga nas posições 3 e 4, sabe defender jogadores de perímetro, faz trabalho decente contra alas de força não tão fortes (Chris Bosh!) e é um belo coringa para deixar o banco de reservas deles, um problema da última temporada, mais forte.

Aqui o meu momento favorito de Ray Allen no Celtics: 51 pontos contra o Chicago Bulls na série de Playoff mais divertida dos últimos tempos

[youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=ejbKF6fP0js[/youtube]

Ao invés de se preocupar com a saída de Ray Allen, o torcedor do Celtics deveria estar feliz com o resto das coisas que o time tem feito nessa offseason. Se conseguirem, de alguma forma, um reserva melhor para Rajon Rondo e se os novatos conseguirem contribuir minimamente o time estará lá brigando pelo título da conferência de novo. Isso, claro, se poupar bem os minutos de Garnett e Pierce na temporada regular. Eles só ficam mais velhos.

Mas sabe uma coisa interessante do Ray Allen no Miami Heat? Às vezes temos a impressão que o Heat é um time imbatível quando seus arremesso de fora estão caindo, mas sabe se pegarmos os 16 jogos na última temporada onde eles acertaram 8 ou mais bolas de 3 pontos, venceram apenas 9. Ou seja, quase 50% de aproveitamento quando as bolas de longe caíram. Bem pouco para o campeão da NBA, abaixo da média geral de vitória deles, aliás. Acho que ter Ray Allen vai ajudar bastante, vai resolver o problema em alguns dias onde o garrafão adversário estiver muito fechado e obviamente os deixa mais fortes, mas na temporada passada não foi tão automático quanto pareceu nos Playoffs. O Heat precisa de mais do que bolas de 3 pontos para vencer jogos e ser imbatível. De qualquer forma, foi um ótimo primeiro passo para deixar o elenco do time mais poderoso. Falta apenas mais um bom jogador de garrafão e o Heat pode se dar por satisfeito nessa offseason.

A maior virada/vergonha de todas

Ontem não consegui escrever no blog porque estava me recuperando psicologicamente do domingo. Passei a segunda-feira inteira andando a esmo na cidade perguntando para pessoas aleatórias na rua como o Grizzlies conseguiu perder aquele jogo. Ninguém soube me responder, eu apanhei de desconhecidos, chorei sob a chuva e agora estou de volta. Mas não, não estou recuperado.

Domingo

Como todos os dias que marcam nossas vidas, esse começou parecendo ser normal, sem surpresas. O San Antonio Spurs recebeu o Utah Jazz e venceu pelo cansaço. Não que o time dos mórmons estivesse com a língua de fora, é outro tipo de cansaço. O Spurs massacra o cabeça do outro time ao não parar de fazer pontos. Gregg Popovich mexe bem no elenco durante o jogo e quem entra já contribui, de Tim Duncan a Matt Bonner, de Tony Parker (cestinha do jogo com 28 pontos) a Patrick Mills, quem entra mete bola, sabe o que faz. Basta um momento ruim do Jazz no jogo e a diferença está em 15. Foi o que aconteceu no fim do 3º quarto da vitória da 106 a 91 do último domingo. Esperem mais do mesmo para o jogo 2.

Logo depois veio o duelo entre Los Angeles Lakers e Denver Nuggets. Lembra do papo do preview sobre o garrafão? O Nuggets é um dos times que melhor defende o post-up, jogada de costas para a cesta que o Lakers domina, e também é o time que mais marca pontos na área pintada. Sendo os dois times especialistas na mesma coisa, quem leva? O Lakers fez 64 pontos no garrafão e o Nuggets 20 a menos que isso, em grande parte porque Andrew Bynum fez um triple-double com 10 pontos, 13 rebotes e 10 tocos. Foi o primeiro TD de um Laker desde Magic Johnson em 91! Não dava pra perder em um dia assim, 103 a 88.

O Nuggets tem arremessadores de longe, mas não é a especialidade do time. Ou eles conseguem atacar a cesta ou o time já era, precisam passar por cima de Bynum ou conseguir puxar contra-ataques mais rápidos para chegar na cesta antes de Bynum voltar do ataque. Mas não foi só isso que fez o Lakers ganhar, antes de Kobe explodir para 31 pontos no segundo tempo, Devin Ebanks (12 pontos, todos no 1º tempo) e Jordan Hill (10 pontos, 10 rebotes) foram os coadjuvantes que o Lakers implorou pra ter durante toda a temporada. O time é bom, quando o elenco finge ser completo por uma noite, estão entre os melhores da NBA.

Terceira parte do domingo e ainda tudo normal. O Boston Celtics e o Atlanta Hawks fizeram, como esperado, o jogo mais arrastado dos Playoffs. Times lentos, muito lentos, e ataques pouco eficientes. Mas o Celtics conseguiu ser ainda mais. Kevin Garnett (20 pontos, 8/19 arremessos) demorou 100 anos pra começar a acertar seus chutes, Paul Pierce (12 pontos, 5/19 arremessos) parecia com sono e Ray Allen estava de terninho, machucado, no banco de reservas. Pelo Hawks Joe Johnson (11 pontos, 3/15 arremessos) estava tão quente quanto minha primeira namorada (FRIA, MUITO FRIA) e Josh Smith (22 pontos, 18 rebotes) estava tentando seus lindos arremessos de longa distância. Irgh! Para sorte do Hawks, esse foi um dos dias que os arremessos de J-Smoove caíram mais que o normal, somado isso com um bom jogo de Kirk Hinrich (12 pontos, 4 bolas de 3), o time pulou na frente e dominou o jogo. Eles só faziam questão de errar tudo logo depois que passavam dos 10 pontos de vantagem só pro jogo não acabar e a gente mudar de canal. No fim, sonolento 83 a 74 para o time da casa.

Outro ponto importante do jogo. Rajon Rondo deu um de seus tradicionais pitis no fim do jogo, mas dessa vez exagerou e deu um encontrão no árbitro. Expulso de jogo e suspenso. A regra da NBA é clara que qualquer contato físico intencional com um juiz tem suspensão de uma partida. O Celtics está acostumado a séries longas de playoff, mas não precisa ficar entregando assim.

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Agora chegamos no ponto onde tudo muda, no momento traumático, na hora sem explicação. O Grizzlies não dominou o jogo contra o Clippers, eles massacraram, humilharam, deram uma surra de pau mole, pisaram na cara, cuspiram. Foi uma das coisas mais espetaculares que já vi em um jogo de playoff nos últimos anos. O Clippers fazia pontos em jogadas individuais, sem saber direito como atacar, na defesa não tinham resposta para nenhum dos jogadores. Mike Conley (17 pontos, 5/5 bolas de 3 pontos) e OJ Mayo (17 pontos, 4/6 bolas de 3 pontos) estavam metendo bolas de 3 pontos como se fossem filhotes de Ray Allen, Marc Gasol (14 pontos, 6 assistências) acertava arremessos de média distância numa hora para na outra dar passes para Tony Allen, Rudy Gay, Dante Cunningham, qualquer um. Até Gilbert Arenas entrou bem no jogo e fez bonitas infiltrações”

Isso não durou pouco, o jogo caminhou assim até a marca de 9 minutos restantes do último quarto. Logo após a milésima bola de 3 de OJ Mayo, que abriu uma vantagem de 95 a 71 para o Grizzlies, tudo mudou. Quer dizer, taticamente não mudou nada. O Clippers não fez nenhum ajuste especial, simplesmente começaram a jogar e o Grizzlies passou a pensar no jogo 2. Durante a partida, no Twitter, disse que o grande perigo para o time de Zach Randolph era relaxar demais. Mas eu disse isso pensando no Jogo 2, nunca imaginei que a vantagem que chegou a 27 pontos poderia virar farofa! O Grizzlies, querendo que o tempo passasse logo, passou a dar os arremessos mais preguiçosos do mundo, com pouca troca de passes, sem nenhum preparo. Veja o que o Grizzlies fez nos últimos 9 minutos de partida:

Até que deram uns arremessos perto da cesta, mas foram mal trabalhados. Também méritos de Reggie Evans, que entrou no jogo, dominou os rebotes e foi o melhor defensor do Clippers no jogo no garrafão, não duvido que acabe tendo mais minutos que DeAndre Jordan e Kenyon Martin em muitos dos jogos até o fim da série. Por outro lado, o Clippers aproveitou esses erros e começou a correr. Por algum motivo eles não desistiram do jogo e Vinny Del Negro não tirou os titulares da quadra, assim Chris Paul passou a puxar contra-ataques e de cesta fácil em cesta fácil a diferença caiu para perto dos 10 pontos. Foi a hora que outro herói improvável apareceu: Nick Young acertou 3 bolas de 3 pontos em 1 minuto e de repente a diferença estava em apenas uns 2 pontos faltando ainda muito tempo de jogo. Peguem vídeos das bolas de 3 de Young e veja a má vontade do Grizzlies correndo na transição defensiva, entregaram o ouro. Uma virada história liderada por Reggie Evans e Nick Young! E vocês ainda perguntam porque estou tão perturbado.

Nos minutos finais era claro o desespero dos jogadores e da torcida de Memphis. Estavam apavorados com a chance de perder um jogo tão ganho. Rudy Gay chegou a colocar o time de volta a frente (é aquele solitário acerto que você vê na imagem acima), mas Tony Allen fez falta boba em Chris Paul, que venceu o jogo nos lances-livres. Gay ainda teve uma última chance para virar, mas por algum motivo ignorou todos os grandes reboteiros ofensivos do seu time e arremessou só no último segundo, sem tempo para uma segunda chance. Ao todo o Grizzlies fez apenas 3 pontos (os 2 de Gay e um lance-livre de Conley) nos últimos 9 minutos de partida. Já vi outras viradas históricas nos playoffs (Celtics contra o Lakers em 2008, Celtics contra o Nets em 2002), mas no primeiro caso a virada começou ainda no 2º quarto, no outro foi alcançada por milhares e milhares de lances-livres. Desse jeito, por preguiça e desespero, foi a primeira vez.

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Segunda-Feira

A segunda-feira foi o aniversário de um dia da virada do Clippers sobre o Grizzlies, mas aconteceram outras coisas também. O Pacers continuou sofrendo com o péssimo jogo de Roy Hibbert contra Glen Davis e o Magic. Como o pivô consegue ser tão bom contra Dwight Howard e horrível contra o Big Baby? De qualquer forma, David West compensou jogando muito e os jogadores de perímetro também. Danny Granger (18 pontos), Paul George (18 pontos) e George Hill (17 pontos) jogaram bem, o time até passou dos 40% de acerto dos arremessos e venceram o Orlando Magic. Mas não foi fácil, Big Baby dominou os rebotes de ataque, conseguiu 14 pontos só no 1º tempo e foi só com ótimo 3º quarto que eles garantiram a vantagem mais confortável. 93 a 78 o placar final.

No outro jogo do Leste na rodada, mais uma vitória do Heat sobre o Knicks. Não tão humilhante como da outra vez, mas ainda assim bem tranquila. O Knicks conseguiu colocar mais a bola na mão de Carmelo Anthony, que fez bom jogo com 30 pontos em 12/26 arremessos. Mas em compensação a defesa do Knicks, tão boa sob a direção de Mike Woodson, ainda não sabe como parar o Heat. Foram 28 assistências para o Heat (que tem média baixa de 20 por jogo) e 104 pontos marcados. LeBron James marcou 19 e deu 9 assistências, Dwyane Wade fez 25 e Chris Bosh 21 pontos.

 

Após o jogo, frustrado, Amar’e Stoudemire deu um soco no vidro protetor de um extintor de incêndio. E eu não estou inventando isso para parecer engraçado. A grande ideia do ala causou cortes profundos na mão dele, que pode ficar fora do resto da série. Dá pra acreditar? Ontem Amar’e até foi bem com 18 pontos, mas durante a temporada o Knicks foi bem melhor na defesa quando STAT estava fora. O problema era que montar um bom time com Carmelo na posição 4 era mais fácil antes que eles tinham Iman Shumpert, vamos ver no que dá. Duas contusões em dois jogos para o Knicks (uma de jogo, outra que pode entrar na lista das mais idiotas da história) e aquele bom momento do fim da temporada parece longínquo.

Melhor momento do jogo: Wade incorpora Ron Artest e joga o tênis de Mike Bibby pra longe. Nada como uma boa cuzisse bem humorada

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No último jogo do dia, Oklahoma City Thunder e Dallas Mavericks fizeram mais um jogo eletrizante. O Thunder abriu 2 a 0 na série, mas um arremesso a menos de Kevin Durant e um a mais de Jason Terry e poderíamos estar falando de uma série com duas vitórias fora de casa do Mavs. Lembra que eu disse no preview que o Mavs precisaria de mais gente aparecendo no ataque do que estavam aparecendo na temporada regular? Shawn Marion (15 pontos, 8 rebotes) e Delonte West (13 pontos) estão sendo esses caras. Pelo Thunder, mesma estratégia do primeiro jogo e Russell Westbrook (29 pontos) e Kevin Durant (26 pontos, 10 rebotes) abusaram da velocidade para fugir da defesa do Mavs. Não conseguir parar Westbrook em especial tem sido a grande diferença da série entre os dois times do ano passado para essa.

As estratégias dos dois times tem dado relativamente certo e chegamos ao fim do jogo com tudo quase igual de novo. O Mavs perdia por um ponto no minuto final e quase virou com um daqueles arremessos impossíveis de Dirk Nowitzki (31 pontos) a 25 segundos do fim, mas a bola bateu no aro e Marion não conseguiu o tapinha no rebote por muito pouco. O Thunder aumentou a vantagem para 3 em lances-livres de James Harden. Logo depois bandeja de Jason Terry (13 pontos, apenas 5/12 arremessos), Harden fez outros 2 lances-livres e o Mavs teve a última chance para empatar com uma bola de 3 pontos. Jason Terry tentou uma vez, errou, Vince Carter pegou o rebote ofensivo e devolveu para Terry, que errou de novo. Mais uma vez

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por pouco, mais uma vez nos últimos segundos, mais uma vez Thunder com a vitória.

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Rose fora dos Playoffs, Durant vence no final

Os Playoffs começaram de maneira bem deprimente. Não só porque o primeiro jogo não deu nem pro cheiro, mas porque no último minuto da vitória do Bulls sobre o 76ers por 103 a 91, Derrick Rose (23 pontos, 9 rebotes, 9 assistências) machucou o joelho em uma jogada sem contato com nenhum adversário e está oficialmente fora de todo o resto dos Playoffs e até das Olimpíadas. Contusões são sempre chatas, mas sabemos são normais no esporte, mas essa em especial é mais triste porque o melhor time da temporada regular praticamente dá adeus às chances de título sem seu melhor jogador. Os Playoffs e em especial o Leste perdem boa parte de sua graça sem Rose.

Ontem o Bulls mostrou mostraram que são muito superiores ao Sixers e devem levar a série por 4-0 ou 4-1 mesmo sem Rose, mas e depois contra Celtics ou Hawks? Difícil. E contra o Miami Heat? Impossível. Sobre o Sixers: Fizeram o jogo do jeito que dava, mas não conseguiram parar uma jogada: Rip Hamilton e Kyle Korver passando por mil bloqueios até arremessarem bolas de meia distância. Hamilton fez 19 pontos em 6/7 arremessos, Kover fez 11 pontos em 5/8 arremessos. 

O 2º round da rodada teve outra contusão. Não de uma super estrela, mas quem acompanhou a temporada do Knicks sabe que Iman Shumpert era parte importante do elenco, o melhor defensor de perímetro do time. Segundo a ESPN, Shumpert pode ficar até 8 meses sem jogar. E as coisas já foram difíceis com ele em quadra… o jogo entre os Knicks e Heat, o mais esperado do dia, levou o Troféu Maria da Penha de surra da rodada: 100 a 67 para o Heat!

O herói da lavada foi LeBron James, que fez 32 pontos em 31 minutos jogados, acertou tudo de todas as maneiras. Além de LeBron exigindo o troféu de MVP, o Heat venceu na defesa com uma estratégia ridícula de tão simples. Na hora de marcar Carmelo Anthony, LeBron James ou qualquer outro que estivesse na defesa do ala do Knicks simplesmente tomava a sua frente. Sim, é isso, acabou. O Knicks tinha várias alternativas para colocar a bola na mão de sua estrela, mas falhou em todas. Bola por cima do marcador? LeBron é grande demais e acabou o jogo com 4 roubos. Trazer um pivô para a cabeça do garrafão e passar a bola para Melo no backdoor? Nem tentaram. Melo usando bloqueios? Jamais, ele é uma estrela.

Os torcedores do Knicks podem reclamar o quanto quiserem da arbitragem, que realmente marcou algumas faltas fantasmas para o Heat no primeiro tempo, mas nem de longe esse foi o problema do time. Depois dessas faltas de mentira o time começou a bater de verdade, se desesperou na defesa e no ataque passou a infiltrar a esmo, esperando compensação dos juízes. O resultado foram 6 faltas de ataque só no primeiro tempo: 2 cavadas por Shane Battier, 4 por LeBron James. A falta de cabeça do Knicks ficou mais clara nesse bloqueio/falta de Tyson Chandler em LeBron. Fazer bloqueio em movimento já é falta, baixar o ombro o transforma em falta flagrante. Fazer isso na cara do juiz quando já se tem 3 faltas no meio do 2º quarto é burrice:

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Vamos para o 3º round. O jogo menos esperado do dia, o que foi colocado no horário do “todo mundo foi jantar para voltar e ver a última partida” acabou sendo a grande surpresa da rodada. O Orlando Magic, mesmo sem Dwight Howard, roubou um jogo do Indiana Pacers em Indianapolis por 81 a 77. De tudo o que falamos no Preview de ontem, o Pacers até fez quase tudo certo, só faltou um detalhezinho de nada, aquela parte que falo do nojo que era o ataque do time no começo da temporada. O Pacers acertou apenas 34% de seus arremessos! É um absurdo de pouco, especialmente jogando em casa. O único jogador a acertar mais de 50% de seus arremessos foi David West (19 pontos e 9 rebotes) com 8 acertos em 14 tentativas.

O pior é que mesmo assim o Pacers ainda vencia até o finalzinho do jogo. Tudo porque o Magic também é uma porcaria no ataque. Sem Dwight Howard, sugeri que o time jogasse mais rápido que o de comum e achei que quando fizeram isso no final do 1º quarto e no começo do 2º deu muito certo. Rendeu bolas de 3 de Jason Richardson (17 pontos, 5 bolas de 3), lances-livres para Hedo Turkoglu e infiltrações para Jameer Nelson. Mas no segundo tempo eles voltaram para o ritmo deles, um dos mais lentos da NBA, e o resultado foi desastrado. Eles marcaram apenas 30 pontos no 2º tempo, 13 no 3º período. O ataque de meia quadra deles é medícore. Eventualmente alguém sobra para uma bola de 3 pontos, mas a jogada de pick-and-roll na linha dos 3 pontos que dá um pouco mais certo com Dwight Howard deu muito errado com Glen Davis. Sim, ele fez 19 pontos, mas precisou de 20 arremessos para isso e tomou 6 dos 9 tocos que Roy Hibbert deu no jogo, além de não ter conseguido cavar um lance-livre sequer. O que salvou o jogo de Big Baby é que ele é raçudo demais, conseguiu 6 valiosos rebotes ofensivos na marra e assim deu uma chance para o Magic vencer a partida.

E o que falar de Roy Hibbert? Ótimo na defesa (9 tocos, 13 rebotes), mas só fez 8 pontos e acertou apenas 3 dos 11 arremessos que tentou. Se posicionou mal para receber a bola, algumas vezes estava em posição de atacar a cesta e soltou passes desnecessários. A maior decepção do dia, sem dúvida. O que salva a crítica de Hibbert é que outros também federam feio: Darren Collison fez 2 pontos, 1/7 arremessos, incluindo um airball a 12 segundos do fim. Leandrinho teve 1/4 arremessos e só 3 pontos. E Danny Granger, que fez 17 pontos, andou com a bola quando teve a chance de empatar o jogo nos segundos finais. Esse final de jogo, aliás, vai ficar para sempre na memória do time caso eles não consigam virar a série: Nos últimos 4 minutos de jogo eles tomaram um 11 a 0 do Magic! Como um time passa os últimos 4 minutos de um jogo de playoff em casa sem fazer um pontinho?! O Pacers é muito mais time, mas não pode se dar ao luxo de errar tanto.

Fechando a rodada, jogaço entre o campeão Dallas Mavericks e Oklahoma City Thunder. E se não fosse por alguns centímetros eu estaria aqui idolatrando Shawn Marion a partir de agora. O Thunder perdia por 1 ponto faltando 9 segundos quando Kevin Durant recebeu a bola para tentar a vitória e Marion o marcou com perfeição: Não deu espaço para o chute de 3 pontos, quase roubou a bola, obrigou Durant para driblar para o lado esquerdo e na hora do arremesso contestou o chute sem falta, forçando KD a mudar sua mecânica de chute. Dá pra pedir mais? Mas a bola bateu no aro, subiu, bateu na tabela e entrou. Talvez se a regra de limpar o aro existisse na NBA o Mavs estaria comemorando a vitória hoje, mas não é o caso.

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Antes disso o jogo foi disputadíssimo e ninguém abriu grande vantagem, os dois times jogaram bem. O Thunder driblou a boa defesa do Mavs porque conseguiu forçar erros e sair correndo no contra-ataque, finalizando antes do Mavs se estabelecer. Jogos assim favorecem Russell Westbrook, que fez 28 pontos, 3 a mais que o herói Kevin Durant. Serge Ibaka (22 pontos, 5 tocos) também foi bem e até bola de 3 acertou! Pelo Mavs, vimos o Jason Terry do mundo bizarro sendo a ajuda necessária na pontuação. Ele foi ótimo como sempre, mas fez todos seus 22 pontos ANTES do 4º período!!!! Antes! Tá tudo muito estranho nesse mundo. O cestinha, claro, foi Dirk Nowitzki com 25 pontos, incluindo os 2 lances-livres que deram a vantagem de 98 a 97 para o Mavs antes da bola de Durant.

 

Top 10 da Rodada

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