Nuggets bate o Lakers (de novo!); Bobcats on fire

Eu prometi que iria voltar a fazer os Resumos da Rodada quando o Los Angeles Lakers estivesse com aproveitamento superior aos 50%. Minha teoria maligna é que quando isso acontecesse eu já teria algum tempo para voltar a escrever aqui diariamente, mesmo que fossem resumos menores do que os de costume, talvez nem citando todos os jogos. Pois é, passou um tempão, aqui estou inaugurando o Bola Presa 2013 (mais novidades ainda hoje!) e o Lakers não consegue ter mais vitórias do que derrotas. Nesse domingo o time perdeu do Denver Nuggets por 112 a 105 e agora tem 15 vitórias e 18 derrotas na temporada para uma incrível 11ª posição no Oeste. Ainda tem muito tempo, mas a questão passa a ser não mais se esse time pode ser campeão, mas se consegue chegar aos Playoffs! Concorda, Avallone? Ontem o Lakers repetiu tudo o que tem feito de errado ao longo da temporada: defesa de transição equivalente a do Sacramento Kings, nenhuma movimentação de bola no ataque, dificuldades para pontuar no garrafão, ajuda nula do banco de reservas, lentidão, inúmeros desperdícios de bola (embora tenha melhorado desde que o Nash (10 pontos, 13 assistências) voltou) e, claro, aquela carinha de frustração/desespero/agonia brilhando em todos os jogadores. Uma pitadinha a mais de frustração na do Kobe (29 pontos, 7 assistências), uma colher de sopa a mais de desespero na do Gasol (11 pontos 5 rebotes). O Denver Nuggets não matou o jogo antes porque foram péssimos no ataque de meia quadra e porque as bolas de 3 não estavam caindo muito. Foram só 38% de acerto nos arremessos em ataques de meia quadra. Mas com os 25 pontos de contra-ataque tudo

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ficou mais fácil, especialmente para Ty Lawson (21 pontos, 10 assistências, 0 turnovers). Considerando que dos 112 pontos, 15 vieram em lances-livres, o Nuggets fez 25 dos outros 97 pontos em contra-ataque. É muita coisa! Mas aí, no último período, o Lakers conseguiu voltar para o jogo na base da… sei lá do que. Não sei explicar. Sei que agora todo jogo o Lakers apanha, apanha, apanha e aí volta nos minutos finais dando alguns sinais de esperança só para depois perder como merecia desde o início. Ontem Kobe fez 17 de seus 29 pontos só no último período, incluindo umas bolas de 3 pontos daquelas que não deveriam valer porque ele usou gameshark e controle turbo. Mas depois de uma delas, quando o Lakers conseguiu diminuir a vantagem para 3 pontos a 36 segundos do fim, aconteceu a jogada que resume a temporada do Lakers: [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=yAyJKOK_EnM[/youtube] Finalmente quando o Dwight Howard acertou uma rotação defensiva, que ele não tem feito bem ultimamente, o mané dá o toco na mão do cara que melhor fecha jogos para o Nuggets?! Na mão! Tipo,o Gallinari nunca recebeu um passe tão bom do Ty Lawson. Até quando parece que vai dar certo, dá errado. Mas que não coloquemos a culpa no azar, isso é uma falha de Dwight Howard. Anos atrás foi feito um estudo medindo a qualidade dos tocos dos jogadores. Media-se em que situações ele era dado (arremessos valem menos que bandejas) e o que acontecia com a bola depois, o time recuperava a posse de bola ou não? Era impressionante a diferença nos resultados de Dwight Howard e Tim Duncan. Howard costuma dar tocos em bolas com pouca chance de entrar e manda a bola pra fora da quadra, o que devolve a posse para o adversário, Duncan dá o toco em direção a um companheiro de time e recupera a posse. Howard quis o espetáculo, quis mandar pra longe porque ensinaram que é assim que ele vai parar no Top 10 da rodada, aí deu nisso. Poucas posses de bola antes disso, Howard conseguiu outra grande jogada defensiva, mas na sequência errou o passe na saída de bola e o Nuggets recuperou a redonda. O pivô é assim, impressiona às vezes (foram 15 pontos e 26 (!) rebotes ontem), mas frustra no mesmo nível. Sua incapacidade de marcar pontos de costas pra cesta é um atestado de qualidade para Andrew Bynum colocar no currículo. E já falamos de Pau Gasol jogando em câmera lenta? Meu deus, não cabe mais falar do Lakers aqui. Sobre o Nuggets: ainda não convenceram que podem ir além da 1ª rodada dos Playoffs, onde estão empacados nos últimos 10 anos, mas o futuro é promissor. Eles sobreviveram bem ao começo de calendário mais difícil da NBA inteira e já estão em 6º no Oeste. Até agora foram 23 jogos fora de casa (9v 14d) e só 13 em casa (11v 2d), eles podem subir bons degraus nas próximas semanas. Em outro bom jogo da rodada (que ninguém assistiu, com razão) o Charlotte Bobcats bateu o Detroit Pistons por 108 a 101 na prorrogação. Dois dos piores times da NBA jogando em um domingo de Playoff de NFL? Uma prova real de fidelidade dos torcedores. Mas o jogo foi bom de verdade. Boa chance para ver os novatos Andre Drummond (10 pontos, 6 rebotes) e Michael Kidd-Gilchrist (10 pontos, 8 rebotes, 1 toco). Ambos mostram mais do que seus números dão a entender, vale a pena ver eles quando você não tiver opção de um jogo melhor. O Bobcats tinha 18 derrotas seguidas, aí venceu o Bulls no dia 31 de Dezembro e agora já venceu de novo. 2 vitórias nos últimos 3 jogos? ESTÃO PEGANDO FOGO! Agora que a zica passou, acho que vão vencer de vez em quando mesmo, o time não é tão ruim assim. Eles jogam com aquela intensidade defensiva de times de faculdade dos EUA, é bonito de ver, só que no ataque ainda dependem muito da criatividade de Kemba Walker (20 pontos, 7 assistências) e da divindade de Ben Gordon (18 pontos), mas às vezes é o bastante pra vencer. Destaque, na prorrogação, para os 4 pontos importantes de Tyrus Thomas (13 pontos) que fez apenas seu segundo jogo na temporada. Ele pode ajudar muito o Bobcats apesar do histórico de altos e (muito) baixos na carreira. O técnico Michael Dunlap é só elogios ao ala. Outro que jogou bem, mas pelo Pistons, foi Greg Monroe: 18 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Seria candidato real ao All-Star Game se as pessoas lembrassem que o Pistons existe. Top 10 – Jogadas da Rodada [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=DkHViK8PSh4[/youtube]   Em Phoenix, o Grizzlies venceu o Suns por 92 a 81 e continua naquele grupinho fora de série lá no topo do Oeste. Com o resultado o Grizzlies continua podendo se gabar de ter a melhor defesa da NBA, lá na frente pode por na conta do nosso muso Zach Randolph (21 pontos) que engoliu o garrafão do Suns com molho vinagrete e maionese verde. Outro time na elite do Oeste é o Thunder, que cozinhou o Raptors por 3 períodos até acabarem com o jogo no quarto final. O Raptors melhorou demais nas últimas semanas, José Calderón (10 pontos, 11 assistências) tem se destacado, mas falta muito arroz, feijão (e uma churrascaria inteira) para chegarem no nível do OKC Thunder. Quando Kevin Durant (22 pontos em 11 arremessos), Russell Westbrook (23 pontos, 7 assistências) e Reggie Jackson (7 pontos, todos no último quarto) começaram a jogar pra valer, tanto no ataque como na defesa, adeus Raptors. Fechando a rodada, vitória tranquila do Miami Heat sobre o Washington Wizards. Sim, eu lembro que eles já perderam para o Wizards antes na temporada, mas justamente por isso era difícil imaginar mais um revés. Os dois times estão a anos-luz de distância em termos técnicos, táticos, de talento bruto, de tudo. O jogo foi amarrado e feio por 3 quartos, aí 30 a 11 para o Heat no último quarto e fim de jogo. LeBrão fez 24 pontos, Ray Allen contribuiu com 20 e pelo Wizards o cestinha foi Kevin Seraphin, o meu prêmio de “Da onde ele veio?” da década, que fez 14 pontinhos. Mas ei, peraí que estou aprendendo a vender o blog para conseguir mais acessos. Deixa eu refazer esse mini-resumo do jogo do Heat Wizards: NENÊ JOGA MAL E WIZARDS SÃO DERROTADOS PELO ATUAL CAMPEÃO. Agora vocês clicariam nesse post? Fiz certo? Eu chego lá.   Fotos da Rodada

Kevin Martin tenta matar no peito

 

Kyle Lowry e Reggie Jackson esperam a taça de champanhe

 

Zach Randolph, simplesmente Zach Randolph

 

Sim, ele tem tudo sob controle

 

MEU DEUS EU ADORO FAZER BANDEJAS

 

Frustrado? Eu sei como você se sente, Dwight
Jazz ainda vive, Suns assume a 8ª posição

Ontem fiz um post comentando com um pouco

mais de detalhes a briga por uma vaga de playoff no Oeste. E alguns dos jogos mais importantes citados lá já aconteceram na noite dessa segunda-feira. Começamos pelos extremos da lista. O 6º colocado Mavs enfrentou o 10º, o Jazz. Ou devo me corrigir, o 7º colocado Mavs. Dissemos que eles tem tudo para garantir a vaga sem maiores dores de cabeça, até por ter o desempate contra todos os adversários diretos, mas essa sequência de jogos não começou nada fácil. Depois de 3 (!) prorrogações, o Mavs acabou sucumbindo para o Jazz em uma das partidas mais emocionantes da temporada. Com a vitória do Denver Nuggets, o atual campeão ainda perdeu uma posição na tabela.

Como também disse ontem, era mais provável esse Jazz conseguir uma vitória complicadíssima em casa do que uma mais fácil longe de Salt Lake City. Aconteceu a temporada toda, eles perdem jogos relativamente tranquilos fora de casa, mas lá perto de sua (muito) barulhenta torcida acham forças para qualquer coisa. Foi na raça que levaram o jogo para a prorrogação, com uma enterrada no rebote ofensivo de Paul Millsap (16 pontos, 9 rebotes, 6 assistências) após bandeja errada (e com marcação tripla) de Gordon Hayward (24 pontos). Mas teve muita coisa antes e depois disso. Antes, Vince Carter (18 pontos, 12 rebotes) tinha acertado uma bola de 3 pontos a 8 segundos do fim no que poderia ter sido a bola da vitória, quase virou herói. Depois, muitas outras bolas decisivas. Na primeira prorrogação as estrelas foram Devin Harris (23 pontos) pelo Jazz, com uma bola de 3 e uma infiltração seguida de falta, mas do outro lado Dirk Nowitzki empatou o jogo com uma bola de 3 pontos nos segundos finais após enganar a marcação com algumas fintas. Engraçado que quase rolou um replay do tempo normal: nos últimos segundos Hayward bateu para a direita, errou a bandeja e no rebote ofensivo um tapinha de Al Jefferson tocou no aro umas 3 vezes antes de cair fora.

Na segunda prorrogação, bem feia e com placar baixo de 6 a 6, Millsap quase acertou um arremesso do meio da quadra depois de roubar uma bola nos segundos finais. Não teve jeito, mais uma prorrogação tripla na temporada, a terceira. Lá, Al Jefferson consolidou seu excelente jogo (28 pontos, 26 rebotes) e levou seu time à vitória, que só foi garantida na última bola quando Dirk Nowitzki (40 pontos) errou o arremesso que poderia ter levado o jogo a um quarto tempo extra. Destaque também para os 27 pontos de Jason Terry.

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Aproveitem e vejam também um vídeo do Delonte West enfiando o dedo na orelha do Gordon Hayward

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O Mavs perdeu a 6ª colocação após o Denver Nuggets vencer seu segundo jogo seguido contra o Houston Rockets. O jogo era o mais importante do Rockets nesse fim de temporada, mas eles vacilaram e caíram fora do Top 8. De novo jogaram bem, dessa vez nem teve apagão no 3º quarto, mas perderam nos detalhes. No final, mesmo não conseguindo parar as intensas trocas de bola do Nuggets (o time que mais dá assistências na NBA) chegaram na última bola perdendo por 2 pontos. Conseguiram colocar Luis Scola no garrafão, que fintou Al Harrington, girou e teve um arremesso mais do que livre a uns 2 metros da cesta. Errou. Não dava pra ter tido uma jogada mais perfeita, mais fácil. Podem se culpar porque pela segunda noite seguida foram arrasados pela dupla Ty Lawson e Arron Afflalo, o primeiro fez 25 pontos, o outro 26. Talvez melhor defesa de perímetro e menos infiltrações e não dependeriam da bola de Scola no final.

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No resto da rodada alguns jogos bem menos decisivos. Ninguém assistiu o New Orleans Hornets virar para cima do Bobcats, 75 a 67, que perdeu seu 17º jogo seguido. Também não acredito que muita gente tenha visto a revanche da macarronada, com o Hawks bem mais acordado e batendo o Raptors por 109 a 87 para devolver a derrota do domingo. Nem o Wolves, que já foi o time mais legal da temporada, vale a pena ver agora. Estão cansados, frustrados e machucados. Sem Kevin Love e Ricky Rubio não é surpresa que continuem apanhado e tenham tomado de 111 a 88 para o Pacers, que teve 22 pontos de David West.

Algumas viradas foram interessantes, porém. Uma foi do lixo do Wizards, um time “não muito esperto” nas palavras de Deron Williams, sobre o líder Chicago Bulls, que estava sem Luol Deng e Derrick Rose, poupados. Mesmo assim impressiona que o Wizards tenha tirado 11 pontos de desvantagem no último quarto. Kevin Seraphin foi o destaque com 23 pontos e 11 rebotes. A outra virada foi do Miami Heat, sem Wade, que chegou a perder por 13 pontos para um Nets sem Deron Williams! Mas tudo se entende quando se vê como o Kris Humprhies estava jogando, algo como um Kevin Love melhorado, sabe? Fez 29 pontos em tudo quanto é tipo de arremesso e enterrada, foi espetacular. Mas aí LeBron James apareceu no fatídico último quarto. Fez 17 pontos seguidos para o Heat, liderou um final de jogo de 11-2 para seu time e acabou com, preparem-se: 37 pontos, 6 rebotes e 7 assistências (bocejo), mais um dia na vida de LeBron James. 101 a 98 para o Miami, ainda 2º do Leste.

Ontem também foi dia de um dos piores jogos do Oklahoma City Thunder, que fez apenas 77 pontos contra o Los Angeles Clippers. Perderam, claro. E ainda viram Russell Westbrook marcar apenas 9 pontos e Serge Ibaka, que já tinha tomado uma enterrada antológica de Blake Griffin na semana passada, tomar uma de Nick Young dessa vez. Segunda derrota em poucos dias do Thunder para o Clippers? Acharam um nêmesis? Nessas horas falta um jogador de garrafão para abusar dessa falha do Clippers em defender a área pintada.

Fechando o dia, o Sixers, outrora a melhor defesa da NBA, tomou 113 pontos do Orlando Magic, perdeu e vai dando sopa para o azar na briga

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pela 8ª vaga do Leste. Já o San Antonio Spurs bateu com facilidade o Warriors e aproveitou o tropeço do Thunder para reassumir a liderança do Oeste. . O Suns, por sua vez, bateu com a mão nas costas o Portland Trail Blazers por 125 a 107 e assim assumiu a 8ª colocação do Oeste. Agora depende só de si e com milhões de jogos em casa para ir para a pós-temporada. Sabe o que isso quer dizer, né? Mais um Suns x Spurs se aproximando na pós-temporada: é destino, é amor.

Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

O mais próximo que já a vi o Perkins chegar de um sorriso. E falta muito.

 

Ótima imitação do banco de reservas do Bobcats! hahaha! Fantástico

 

Kid x Kidd

 

O que fazer para desviar a atenção da derrota? BREAKDANCE!

 

Jogo na neblina
Celtics beira a perfeição, Bulls tem revanche

No começo da temporada parecia que o Leste seria uma enrolação simbólica até que finalmente chegássemos à final da conferência entre Chicago Bulls e Miami Heat. É bem possível que esse confronto realmente aconteça, mas antes disso um desses times terá a ingrata tarefa de bater o Boston Celtics. Sim, eles são velhos, sim, o começo de temporada deles não foi bom, mas agora o time está numa sequência fantástica e parece estar jogando como uma máquina, no maior estilo San Antonio Spurs. Ontem eles enfrentaram o Miami Heat pela segunda vez em 10 dias e venceram de novo, dessa vez em Miami: 115 a 107. Placar altíssimo para defesas tão boas.

Não vou dizer que o Heat fez uma apresentação fantástica na defesa, seria exagero, mas erraram pouco. Tirando algumas vezes que se atrapalharam em uns bloqueios no Rajon Rondo e a insistência em deixar o Kevin Garnett arremessar com liberdade do perímetro, o resto foi muito bem executado como sempre. Pressionaram Paul Pierce, fizeram de tudo pra manter Rajon Rondo longe do garrafão e etc. Mas não deu certo. Nada. O Boston Celtics estava concentrado e a partir da metade do 1º período fez um jogo coletivo, atento, forte e simplesmente impecável. Eles pegaram pela frente uma das melhores defesas da NBA e acertaram 60% de seus arremessos, 64% nas bolas de 3 pontos e 80% no lance-livre! Foi a 1ª vez na temporada que o Miami deixou um oponente acertar 60% nos arremessos gerais e nos de 3 pontos. E só uma vez eles deixaram o adversário acertar mais de 50% dos arremessos e 60% dos de 3, justamente em outra derrota para o Celtics.

Foi uma das melhores atuações de qualquer time durante a temporada e não é à toa que foi contra o Heat, o Celtics parece ser um dos poucos times que ainda vai enfrentar o Big 3 de South Beach com a mentalidade do ano passado de que o Heat era o vilão da NBA. Eles jogam com uma gana impressionante. Deveriam fazer mais vezes, porque jogadores como Kevin Garnett e Paul Pierce rendem muito mais quando se envolvem pessoalmente e emocionalmente nas partidas. Ontem Pierce foi cestinha do time com 27 pontos, Garnett foi um monstro como nos bons tempos de Wolves e teve 24 pontos, incluindo uma sequência de 8 em 4 posses de bola seguidas , justamente quando o Heat havia encostado no placar no último quarto. Destaque também para os 18 pontos (vários arremessos de longe!) e 15 assistências de Rajon Rondo, que continua jogando muito em jogos transmitidos em rede nacional nos EUA.

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No outro jogo da rodada dupla da ESPN gringa, o Chicago Bulls teve sua revanche contra o NY Knicks após aquela partidaça do último domingo que teve prorrogação e tudo. A diferença foi que dessa vez o Bulls jogou em casa e, surpresa, não teve Derrick Rose. O bichado armador do Bulls tinha perdido acho que só 6 jogos na carreira inteira antes de ficar fora de 23 nesse ano. Dessa vez culpa de um tornozelo torcido no jogo contra o Knicks.

O jogo começou com o Knicks e Carmelo Anthony dominando ataque e defesa. Muitos roubos de bola de um lado e Melo acertando tudo do outro. Mas não demorou muito para o banco do Knicks estragar tudo. Sem Jeremy Lin e Amar’e Stoudemire, machucados, e com JR Smith em dia pouco inspirado, ficou complicado para o Knicks marcar pontos. Toda jogada acabava com alguém do Bulls desviando um passe, atrapalhando alguém na hora de pegar a bola, era o inferno na terra para o Knicks. Para virar o jogo faltava o próprio Bulls embalar no ataque, o que aconteceu quando Rip Hamilton marcou 18 de seus 20 pontos no 3º período. No último foi a vez de Kyle Korver fazer 11 de seus 14 pontos e matar o jogo, 98 a 86. Durante o jogo Korver deu um toco (!) no Landry Fields e o Jeff Van Gundy, que comentava a partida, disse que deveria ter um lugar para punir os jogadores que tomassem toco de Korver. Bom, ontem foram 3: Chandler, Shumpert e Fields. Dá pra acreditar? Até ontem ele tinha 12 tocos em 58 jogos, ontem baixou o seu Dwight Howard interior.

O Knicks sofria com Carmelo mal das pernas quando tinha D’Antoni, aí Mike Woodson fez Carmelo renascer além de acertar a defesa de D’Antoni que já era muito boa. Mas agora falta poder ofensivo. Algum outro time passou por tantas fases e momentos tão distintos nessa curta temporada? Ou na última década?

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O resto da rodada não foi tão interessante quanto esses dois jogos. Em Dallas, o Mavs segurou o Kings e venceu por 110-100 na volta de Jason Kidd. Ele parece fazer pouco, mas o time sofreu um bocado nos jogos que ele perdeu machucado. Pelo Kings, 25 pontos e 18 rebotes para DeMarcus Cousins, um dos favoritos ao Prêmio Bola Presa de Melhor Jogador em Time Que Só Perde. Em New Jersey, outro lugar com candidatos a esse prêmio, o Philadelphia 76ers conseguiu importantíssima vitória para se manter dentro da vaga para os playoffs, 107 a 88 sobre o Nets. Já a palavra “playoff” nem sequer foi citada na vitória do Cavs sobre o Bobcats, que teve como destaque a atuação de Lester Hudson: 25 pontos, 8 rebotes e 6 assistências. Hudson veio da D-League no final de março, assinou um contrato de 10 dias com o Cavs e ontem passou dos 23 pontos pelo 3º jogo seguido. É o Jeremy Lin de Cleveland.

Fechando o dia, derrota bem triste para o Orlando Magic. Não há ausência de Dwight Howard que justifique perder do Washington Wizards com 24 pontos e 13 rebotes do Kevin Seraphin. Mas alguma surpresa? O Magic desse ano é o time bom que eu mais vi passar vergonha na minha vida. Para times ruins, do fundo da tabela, ter derrotas vergonhosas é comum, mas entre esses times que são certeza nos playoffs nenhum passou mais momentos embaraçosos que o Magic. “Ah, mas o jogo foi disputado”, pode dizer alguém. Tá aí, teve um jogo disputado contra o Wizards = vergonha.

Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

Tom Thibodeau só fica bravo assim quando seu time sofre mais de 3 pontos em um jogo

 

Taj Gibson é Yao Ming

 

Máscara, meia, cotoveleira, ombreira, protetor bucal, protetor de saco, caneleira: Cyborg Hamilton

 

Vince Carter ainda gosta de enterrar

 

ATRÁS DE VOCÊ!!!!!

 

Vou querer 5 corações humanos, por favor

 

Uma imagem fala mais que mil turnovers

 

A boa e velha defesa libanesa

 

McGee e Nenê brilham nas estreias, Knicks ainda embalado

Pelo menos por um dia a troca deixou todo mundo feliz. Ontem aconteceram as estreias de Nenê pelo Wizards e de JaVale McGee pelo Nuggets, os dois saíram de quadra não só com vitórias, mas com atuações de destaque. Comecemos pelo fácil jogo do Washington Wizards, que venceu com certa tranquilidade o New Jersey Nets fora de casa, com Jay-Z assistindo e tudo. O jogo estava disputado até o 3º período, mas aí o técnico Avery Johnon e o armador Deron Williams foram expulsos por, nas palavras do filósofo Tite, “falarem muito”. Depois disso o Wizards passeou. Nenê fez ótimo jogo com 22 pontos e 11 rebotes! O brasileiro é uma enorme melhora no time sobre o McGee, disso eu nunca tive dúvida. Ele dá mais opções ofensivas, tem jogo mais completo, melhor passe, tudo. Meu medo é se ele estaria interessado em jogar lá, se teria disposição, após 10 anos de NBA, para jogar em um time medíocre. Pois o armador Roger Mason Jr. deu uma entrevista dizendo que o brazuca já chegou falante, dando dicas para outros jogadores, orientando os seus companheiros de garrafão e tudo mais. Já o ala/pivô Kevin Seraphin disse: “É ótimo jogar com ele, se você se posiciona bem ele te dá a bola”. Pois é, no Wizards isso é algo novo.

O Wizards tem hoje um grande armador, John Wall, e um grande pivô, Nenê, que pode ser um dos melhores do Leste na posição quando saudável e interessado. Se ele abraçar essa ideia de ser líder e levar o Wizards para algum lugar, pode ter sido um bom negócio até para o jogador, que parecia meio acomodado em Denver. Quando se tem bons jogadores nessas posições montar o resto do time é mil vezes mais fácil, se Jordan Crawford não comprometer e Jan Vesely se desenvolver o Wizards poderá ser um dos times mais legais de se acompanhar na próxima temporada. Começo promissor.

Pelo Nuggets, McGee, claro, não foi tão protagonista quanto Nenê durante a partida, mas foi ele quem a decidiu. O Nuggets perdia por 3 pontos quando Arron Afflalo conseguiu infiltrar, sofrer falta de Ben Gordon e fazer a bandeja. O Pistons poderia ter feito a falta antes, mas Gordon hesitou e quando a fez Afflalo já estava dando as passadas. O armador, porém, errou o lance-livre que empataria o jogo. No rebote JaVale McGee se livrou de Greg Monroe como se ele fosse um anão magrelo e enterrou, virando o jogo a 5 segundos do fim. Na última posse de bola do jogo Gordon recebeu, arremessou e a bola bateu duas vezes no aro antes de cair fora, vitória de McGee, que acabou o jogo com 15 pontos, 7 rebotes e 3 tocos em 24 minutos disputados.

Você deve estar pensando que o Ben Gordon é um merda, né? Ele fez a falta que não devia, errou a bola final e só foi titular porque o Rodney Stuckey, que estava marcando pontos a rodo, se machucou. Mas não foi bem assim. Após perder o 1º período por 40 a 18, o Pistons voltou ao jogo e chegou a liderar por 6 graças aos, prepare-se, 45 pontos de Ben Jordon! Se vocês acham que o Kobe força arremessos, precisam inventar um nome novo para o que o Gordon faz, mas quando dá certo, uau, dá gosto de ver. Ele acertou 13/22 arremessos e não errou nenhuma das 9 bolas de 3 pontos que tentou. Recorde da NBA. Mas não recorde isolado, empate triplo. Os outros dois jogadores a acertarem 9 bolas de 3 em um jogo sem errar nenhuma foram Latrell Sprewell em 2003 e, acreditem, o próprio Gordon em 2006. Não sei se os torcedores fanáticos perdoam os erros fatais depois dessa, mas só teve final emocionante por causa de BG.

Vale ver o resumo inteiro do jogo por todas as bolas de Gordon e a enterrada vencedora de McGee. Mas acho que ficou faltando uma bola impossível do Wilson Chandler, no fim do 4º período, que foi essencial para a virada. Vejam ela aqui.

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Números interessantes sobre o Philadelphia 76ers. Eles perderam os 4 jogos que disputaram que foi decidido com diferença de 3 ou menos pontos. Em compensação, 22 de suas 26 vitórias na temporada foram por mais de 10 pontos de diferença. É surra ou derrota pra eles. Ontem, com jogo apertado contra o Kincks, portanto, foi derrota, 5ª vitória seguida de Mike Woodson. Depois de começar o jogo errando seus primeiros 14 arremessos, o Sixers se recuperou e chegou a liderar no 3º quarto. Mas no último, sempre ele, Jeremy Lin marcou 16 de seus 18 pontos e comandou a vitória de seu time, que ainda teve Amar’e Stoudemire jogando bem (até na defesa!!!) com 21 pontos e 9 rebotes. Carmelo acertou só 5/15 arremessos, mas enquanto o time estiver ganhando a culpa não é dele. Importante para o Knicks vencer um jogo em que acertaram só 36% de seus arremessos, mostra como a defesa está funcionando. Uma cena bizarra fechou o jogo: perdendo por 3 e com ainda 5 segundos no relógio, o Sixers não fez falta no Knicks e simplesmente deixou o jogo acabar com derrota. Doug Collins quase pariu um filho no banco, mas não deu em nada.

Se conforta Collins, sempre pode ser pior. O Cleveland Cavaliers esteve duas vezes muito próximo de roubar uma vitória do Hawks em Atlanta, mas erraram e deixaram Joe Johnson, que não acertava nem bolinha de papel no lixo no resto do jogo, meter bolas decisivas. Eles venciam por 3 pontos após várias bandejas espetaculares (a maioria de canhotinha) de Kyrie Irving (29 pontos, 9 rebotes, 9 assistências), mas aí não trocaram a marcação em um bloqueio na última posse de bola e Joe Johnson teve tempo e espaço para acertar a bola de 3 pontos que levou o jogo para a prorrogação. Lá o Cavs abriu 6, mas tomou outra bola de 3 de JJ, fizeram falta em uma bandeja de Josh Smith (monstro com 32 pontos, 17 rebotes e 5 assistências) e com o jogo empatado viram Johnson mais uma vez acertar uma bola vencedora. Dessa vez ainda puderam responder, mas o arremesso de Irving e o rebote ofensivo de Alonzo Gee rodaram no aro e caíram do lado de fora.

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Enquanto todos esses jogos foram muito interessantes, outros dos qual esperávamos bastante foram bem menos emocionantes. No começo da temporada muito se falava de Thunder e Clippers disputando a final do Oeste, mas hoje o time de Blake Griffin e Chris Paul está numa fase tão ruim que ficamos mais céticos em relação a isso. Ultimamente ou é derrota ou é Paul tirando uma vitória da cartola. Ontem foi derrota, e feia, para o Thunder: 114-91 e apenas o 4º jogo da temporada inteira em que Blake Griffin não conseguiu uma enterrada. Ele também marcou apenas 7 pontos, sua pior marca na carreira. Pelo Thunder 32 pontos de Kevin Durant e estreia do recém-assinado Derek Fisher. Parece que não demorou 5 minutos entre ele escolher o Thunder, viajar pra OKC, assinar o contrato e já jogar. Foram 20 minutos com 5 pontos e 1 assistência. O ex-time de Fisher, o Lakers, fez uma grande partida para bater o Mavs em Dallas. Para um time que joga mal fora de casa, nada mal os jogos de Kobe Bryant (30 pontos, 11/18 arremessos), Pau Gasol (27 pontos, 13/16 arremessos) e Ramon Sessions (17 pontos, 7/8 arremessos). Meus momentos

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favoritos do jogo: (1) Quando Andrew Bynum passou para Gasol arremessar de 3 na zona morta e nem olhou para ver o resultado, apenas levantou os braços comemorando e voltou para a defesa. (2) Isso aí embaixo:

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O Bulls venceu mais uma sem Derrick Rose, dessa vez com virada de impressionar, fora de casa. Perdiam por 7 pontos no começo do último período, viram John Lucas marcar todos os 13 pontos nesse quarto e saíram de quadra com vitória de 94-82. Merecido, porque se não fosse isso o Raptors venceria o jogo usando o uniforme mais feio da temporada. E não estou esquecendo das homenagens à antiga CBA e o da Seleção Brasileira que o Grizzlies inventa de usar às vezes. O Raptors usou um uniforme camuflado para homenagear o dia do exército canadense! Camuflado! O próximo é usar um com pêlos para homenagear os ursos?

No resto da rodada, o Orlando Magic fez o Phoenix Suns sair de sua viagem à Flórida com duas derrotas. Destaque para a 3ª vez na temporada que Ryan Anderson (29 pontos) acertou pelo menos 7 bolas de 3 em um jogo. Dwight Howard (28 pontos, 16 rebotes) recebeu elogios de seu antigo reserva: “Ele foi ele mesmo, basicamente me destruiu”. Palavras

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sábias de Marcin Gortat. Já em New Orleans, um ginásio vazio (não) viu a vitória do Golden State Warriors sobre o Hornets. Jarret Jack, por essa você não esperava, conseguiu um triple-double (17 pontos, 10 rebotes, 11 assistências) e Klay Thompson (27 pontos, 5 rebotes, 5 assistências) se tornou o primeiro novato além de Kyrie Irving a ter conseguir um jogo de 25-5-5 nessa temporada.

Fechando o dia o San Antonio Spurs passou por cima do Minnesota Timberwolves. Sem Nikola Pekovic e Darko Milicic, o Wolves usou Kevin Love de pivô, que ficou abaixo da sua média com 17 pontos e 12 rebotes. Vitória tranquila do time da casa, que teve Stephen Jackson com 16 pontos (3 bolas de 3 pontos), Tim Duncan jogando muito (21 pontos, 15 rebotes) e, claro, a aposentadoria oficial da camiseta 12 de Bruce Bowen, que apareceu lá de gravata borboleta e meias coloridas:

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Fotos da Rodada

Com quem você aprendeu essa bobagem, Amar’e?

 

…não precisa responder

 

7 vezes 8? Sem ideia.

 

Gasol incomodado com as alucinações que vem tendo

 

Se esconder na toalha para um jogador é o bater a porta do quarto de um adolescente

 

Se um T-Rex jogasse basquete arremessaria assim

 

Ele pode ser velho, mas eu atravessaria a rua se visse Ben Wallace

 

O uniforme mais feio desde esse aqui…
Lakers passa vexame, Derrick Rose herói

Que vergonha de ser torcedor do Lakers hoje. Perder para o Wizards já não é motivo de orgulho, mas depois de estar vencendo por mais de 20 no meio do terceiro quarto? Assim dói. E nem tem desculpa de contusão, arbitragem, fase da lua, nada. Simplesmente jogou um lixo de basquete depois de começar muito bem a partida. A derrota surpreende por ser para o Wizards e pela larga vantagem, mas o desenho do segundo tempo não é novidade. O time se mexe pouco, parece acomodado e sem energia, acaba cometendo muitos desperdícios de bola e tomando cestas fáceis. Kobe Bryant (31 pontos, 9/31 arremessos), frustrado, resolve então tentar tudo sozinho, não confia mais nos outros e nada mais dá certo. É um ciclo vicioso que estranhamente só acontece fora de Los Angeles. O Lakers tem 17 vitórias e só 2 derrotas em casa, marca só atrás do Oklahoma City Thunder em toda a NBA, mas fora de casa só tem 6 vitórias e 14 derrotas, número praticamente idêntico ao do New Orleans Hornets (5-14), o último colocado do Oeste. Na hora de comentar ou criticar o Lakers precisa avisar antes de qual dos times está falando, do ótimo que joga em casa e bate o Miami Heat ou do lixo fora de casa que perde pra Pistons e Wizards em sequência.

Pelo Wizards foi uma vitória que pode ter impacto maior do que o normal. Não só por ser uma grande virada sobre o Lakers, algo que certamente dá moral para um time, mas pelos responsáveis pelo resultado. Além das 4 decisivas bolas de 3 de Roger Mason Jr, foi o garrafão do Wizards que os colocou na liderança. E não estamos falando do preguiçoso e convencido Andray Blatche e nem do maluco do JaValle McGee, mas dos jovens reservas Trevor Booker e Kevin Seraphin. Booker conseguiu 18 pontos e 17 rebotes, ambos máximos na carreira, Seraphin teve 14 pontos e 9 rebotes. Os dois juntos tiveram 12 rebotes ofensivos, mais que todo o time do Lakers. Ultimamente o técnico Randy Wittman tem pegado bastante no pé de seus jogadores para que eles joguem direito, sem os velhos vícios individualistas e irresponsáveis que marcam a equipe. Foram dois representantes dessa nova filosofia, reservas dos jogadores mais criticados, que os levaram ao bom resultado.

Outro destaque do jogo foi Nick Young, cestinha do time com 19 pontos. Mas ele ainda é um dos que fazem mais merda do que coisa boa. Além de acertar só 1 das 9 bolas de 3 pontos que tentou, foi o responsável pela mais nova candidata a Jogada Bola Presa do Ano:

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Pelo menos uma coisa deixou os torcedores do Lakers felizes ontem. O Boston Celtics foi até a Philadelphia e tomou uma sarrafada de 103 a 71 do Sixers. Eles perderam o primeiro tempo por 55 a 33 e quando parecia que o jogo ia ficar morno, apanharam ainda mais no segundo tempo. O destaque do jogo foi Evan Turner, que superou os 15 jogos seguidos marcando menos de 10 pontos fazendo 26, o máximo de sua carreira. Ele é bem instável (outro dia fez só 2 pontos em 12 arremessos, lembram?) mas nos dias bons realmente parece que tem futuro. Vamos ver.

Não é todo time que consegue fazer sua dupla de garrafão marcar 59 pontos contra o Chicago Bulls, mas o Bucks conseguiu: 32 pontos para Ersan Gaga Ilyasova, 27 para Drew Gooden! Os dois jogaram muita bola, mas o Bulls tem Derrick Rose (30 pontos, 11 assistências) para compensar qualquer dia mais inspirado de um adversário. Com 10 pontos e 3 assistências no último período, ele salvou o jogo num momento em que o Bucks era melhor. Nos últimos dois minutos de jogo Beno Udrih virou herói e conseguiu importantes cestas e lance-livres, Ilyasova ajudou com um rebote ofensivo e mais pontos, mas Rose estava lá para fazer o arremesso de último segundo mais bonito da temporada e vencer a partida. 106-104 Bulls:

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Por sorte achei um vídeo com uma narração diferente, a da rádio da ESPN, porque os comentarista do Bucks ficaram com uma voz de cu e dizendo “Esse foi o primeiro arremesso que ele fez hoje?”. Tá bom que é transmissão local, mas dá pra colocar um pouco de emoção num arremesso espetacular como esse? E nem é a primeira vez que esses malas fazem isso. Mas sobre o chute: É tudo o que falamos no nosso post de ontem à noite sobre arremessos de último segundo. Aposta-se na individualidade e na jogada de isolação mesmo ela sendo de aproveitamento baixo. Rose estava bem marcado, fez um arremesso forçado, com a marcação na cara e ele precisou dar um step back de 4 metros para conseguir espaço para chutar. Não era a melhor bola, nem a mais inteligente, mas quando cai é algo tão lindo, mas tão lindo que a gente fica meio assim de criticar. É um “ainda bem que ele tentou essa asneira”! Curioso que Tom Thibodeau, técnico do Bulls, costuma desenhar jogadas específicas para o fim do jogo, ontem deixou Rose improvisar e deu sorte.

Tivemos outros jogos decididos nos segundos finais. Um deles foi Cavs e Nuggets, que teve Kyrie

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Irving costurando o Denver, fintando Nenê no ar para fazer uma linda bandeja a 4 segundos do fim. Ele não é explosivo como Rose, Westbrook ou Wall, mas suas infiltrações já estão quase no mesmo nível. Irving acabou o jogo com 18 pontos, 10 deles nos últimos 2:36 da partida! Um bom complemento para os 33 de Antawn Jamison no resto da partida. Outro jogo resolvido no final foi a partida-que-ninguém-assistiu da noite, Sacramento Kings e New Orleans Hornets. O Hornets abriu 3 de diferença com uma cesta de longa distância de Trevor Ariza, mas logo depois deixou Marcus Thornton fazer 2 pontos em um rebote ofensivo e na jogada mais importante do jogo, o passe de lateral de Ariza para Belinelli foi interceptado pelo novato Isaiah Thomas, que passou para John Salmons virar o jogo a 7 segundos do fim. Vitória do Kings por 99 a 98.

Tentem adivinhar quem venceu esse jogo: Los Angeles Clippers (4ºcolocado do Oeste) com Chris Paul (22 pontos, 10 assistências e 3 roubos) e Blake Griffin (28 pontos, 17 rebotes) ou o New Jersey Nets (antepenúltimo do Leste) com Deron Williams (20 pontos, 5 turnovers) e Brook Lopez de novo machucado. Acertou quem disse Nets. Vocês ficam se enganando pelos números e esquecem que não importa o que aconteça, Deron Williams vence o Chris Paul. Não é que ele é melhor ou que o time dele seja mais completo, não importa nada na situação! O Clippers teve melhor porcentagem nos arremessos de 2 e 3 pontos, além de pegar mais rebotes, mas como se isso fosse superar alguma coisa. Pior que preocupados em parar justamente o Deron Williams, Chris Paul e Randy Foye deixaram Jordan Farmar livre, que acertou a cesta de 3 pontos da vitória. Você sabe a força de uma maldição quando ela transforma o Farmar em herói.

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E no duelo de Blake Griffin e Kris Humprhies, quem ganha? Griffin com a enterrada ou Humprhies com o toco na ponte aérea?

No resto da rodada alguns jogos que ninguém liga. Ou alguém além do Danilo parou pra se preocupar com o Toronto Raptors vencendo o Houston Rockets? Aliás, porra, Houston, chegam a ser 5º no Oeste e depois começam a perder jogos imbecis para times fracos do Leste? O Rockets é capaz de tudo, meio que um Hawks do Oeste. Em Charlotte o Bobcats voltou a apanhar depois daquela vitória improvável sobre o Magic, dessa vez para o Jazz, que teve 31 pontos de Al Jefferson e soube, melhor que Howard, se livrar da defesa do novato Bismack Byiombo, que saiu do jogo com 2 pontos, 9 rebotes e 6 faltas. Em Oklahoma, mais um show de estatísticas do Thunder: Eles perdiam em casa para o Suns por 16 pontos no 3º período, mas viraram antes do fim do quarto e acabaram o jogo na frente por 115 a 104. Tudo graças a 30pontos de Kevin Durant, 31 de Russell Westbrook e 30 de James Harden. Também ajudaram os 18 pontos e 20 rebotes de Serge Ibaka. Se a NBA fosse uma liga de fantasy o Thunder já seria campeão antecipado.

E assim, meio que sem ninguém perceber, as tais derrotas seguidas do Rockets desde que eles alcançaram o 5º lugar, somado com umas derrotas do Utah Jazz e a vitória de ontem do Wolves sobre o Blazers, colocam o time de Kevin Love na 8ª colocação do Oeste. Sim, o tal time do futuro estaria hoje mesmo indo para a pós-temporada mesmo estando na conferência mais disputada da liga. Nada mal. Kevin Love teve 29 pontos e 18 rebotes, 20 de seus pontos foram no primeiro tempo, na segunda etapa ele passou a receber marcação dupla e deixou tudo mais fácil para Wesley Johnson, que acabou com 19 pontos. Outro time que surpreende na tabela do Oeste é o Grizzlies. Ontem eles bateram o Golden State Warriors em Oakland com 26 pontos e 12 rebotes de Rudy Gay e assim assumiram a 3ª colocação da conferência. Alguém apostaria nisso após a contusão do Zach Randolph? Eles tentam agora se aproximar do San Antonio Spurs, que ontem venceu com alguma tranquilidade o New York Knicks, que continua perdendo quando tem Carmelo Anthony. Isso não parece uma síndrome de Allen Iverson? Todo mundo sabe que o cara é um dos mais talentosos do planeta, mas os times com ele simplesmente não ganham. Aconteceu com Iverson mais para o fim de sua carreira e agora é a vez de Melo. E a recém má fase do Knicks nem pode ser culpa dp Jeremy Lin, que tem sido menos espetacular mas ainda está jogando bem. Ontem foram 20 pontos, 4 assistências e só um desperdício de bola. Ainda acho que até o fim da temporada eles se acertam, mas encaixar Melo no time tem sido um desafio épico.

Para fechar o dia, lembram que ontem o Danilo disse que o Hawks ainda não tinha perdido quando Josh Smith marcava mais de 20 pontos? Já era isso. Ontem ele fez 23, mas mesmo assim eles perderam para o Heat. Até que se viraram bem, mesmo fora de casa levaram o jogo apertado até o último minuto. Eles não tinham Joe Johnson, ainda machucado e Tracy McGrady, que havia sido o herói da vitória do Hawks sobre o Heat no começo da temporada. Ah, e em uma das últimas posses de bola Dwyane Wade passou a bola para Udonis Haslem! Amarelão, cagão, mocinha! Mas Haslem pegou a ponte aérea, enterrou e tá tudo certo, tudo perfeito.

 

Fotos da Rodada

Jogo no Hornets, quero me esconder!

 

Quem é o único técnico expulso com seu time vencendo por 20?

 

Não sei se me surpreende mais a altura que chega Nate Robinson ou a cara de nada da torcida

 

O máximo de expressão fácil já vindo de Derrick Rose

 

Bullying
Um terremeto abalou o jogo entre Nets e Clippers

 

Olha mãe, sou um avião! VRUMMMMMMM

 

Westbrook JoakinNoahando
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