As primeiras trocas

A “trade deadline”, data limite para realizar trocas nessa temporada, se aproxima. No fim da tarde de quinta-feira, times não poderão mais realizar nenhuma troca até a temporada seguinte. A tendência é que a maioria das trocas aconteça na quinta-feira, já que todos os times querem garantir a melhor situação possível e supostamente conforme o horário limite for chegando, a ganância vai dando lugar ao desespero e times admitem trocas mesmo em situações fora do seu ideal almejado. É no estouro do cronômetro que as trocas realmente impactantes acontecem.

Nessa temporada com a tabela de classificação tão embolada, com tantos times querendo um ou outro jogador para melhorar ou consolidar suas chances de playoff e tão poucos times dispostos a abrir mão de bons jogadores e reconstruir, é perfeitamente possível que nenhuma grande troca se consolide. Mas as pequenas trocas sempre acabam rolando e dessa vez começaram com antecedência: dois dias antes já temos duas trocas interessantes para analisar.

BTPH_#20

BTPH_#20

Imagino que vocês estejam acompanhando nossos Podcasts semanais, certo? Lá estamos respondendo perguntas do Both Teams Played Hard toda santa semana. Mas decidimos não encerrar a versão escrita, a clássica. Até porque hoje foi oficializada a segunda aposentadoria do muso da seção, Rasheed Wallace. Both teams played hard, my man.

Falando em versão escrita, tenho um apelo a vocês, nobres leitores. O Formspring, que foi a casa do BTPH durante um bom tempo, faliu e vai ser fechado. Antes disso conseguimos baixar um backup de todas as nossas respostas. O porém é que elas vieram divididas em dezenas de arquivos HTML diferentes! A gente queria um jeito de juntar todas as respostas em um lugar só e assim deixar disponibilizado para todo mundo ver, pesquisar e relembrar. Que ideias vocês podem nos oferecer para resolver isso? Alguém se disponibiliza a passar 1000 dias brincando de Ctrl+C-Ctrl+V e juntar tudo num arquivo só? Aguardo ideias.

 

Rasheed Wallace

….

Décio Luiz Gazzoni Filho
Por que/como vocês escrevem tão bem?
resposta_iconDenis: Acho que escrevemos bem, o “tão” é por sua conta. Escrever é como arremessar uma bola de basquete, quanto mais você faz, melhor fica. Tem muito de mecânico e de prática na escrita, nem tudo é arte e inspiração. Os que tem a arte, a inspiração e além disso a rotina de treinamentos vira um Ray Allen da vida. Ou o David Foster Wallace. Para ser um Dostoiévski, além da prática e do talento, alguns dizem, você precisa ser epiléptico.

E tem mais, nós lemos bastante, logo temos contato com coisas boas e aprendemos o possível com eles. E não estou falando só de clássicos da literatura. Escrever bem pode acontecer em qualquer lugar, desde um manual de instruções até matérias jornalísticas. Aliás, deveriam valorizar mais quem escreve um bom manuais e guias. Quem aqui já não penou ao tentar instalar ou arrumar alguma coisa tentando seguir um tutorial online mal escrito?

Outro grande segredo para escrever minimamente bem: releia o que você escreveu. Com um mínimo de consciência e percepção dá pra sacar se aquilo faz sentido ou não. Usem a dica na redação do ENEM e coloquem uma boa receita com bacon ao invés de um nojento miojo.

 

Rodrigo Fernandes
Pq diabos a ncaa que é um torneio \”vestibular\” pra nba, nao utiliza as mesmas regras da nba?
Particularmente acho muito chato 48 segundos de posse de bola.
sabem se ha algum motivo pra nao implementarem as mesmas regras da nba, ou simplesmente é um foda-se a nba, nosso campeonato, nossas regras?
resposta_iconDenis: São pouquíssimos os jogadores que saem da NCAA e vão para a NBA. 60 por ano no Draft, sendo que muitos da segunda rodada não chegam a jogar e outros tantos chegam da Europa. A NCAA, portanto, não se preocupa com a preparação para a NBA, eles só querem fazer o campeonato do jeito deles. Se acontecer uma mudança, será por interesse deles, não para facilitar a transição.

 

Anonimo
Tenho um sonho de ser seguido por vocês no TT, como faz?
resposta_iconDenis: O Twitter pode ser muito divertido e um saco, dependendo de quem você segue. Então não sigo pessoas por seguir ou pra fazer média, já passei da fase de seguir outros sites meia boca de basquete só pra fazer contato. O problema disso é que quanto menos pessoas você segue, menos tem chance de conhecer contas novas que podem vir a ser boas. Mas passe aí seu Twitter e vemos no que dá. Depois disso passe a ter sonhos mais relevantes, por favor.

 

Thiago
E aí galera gostaria de saber como andam as coisas financeiramente para o blog? Melhoraram depois das mudanças?
resposta_iconDenis: A criação do Fórum não ajudou em nada. As pessoas não abraçaram ele como a gente imaginava e as visitas extras de lá não rendem mais que uma passagem de ônibus de renda dos banners. Mas as camisetas em compensação venderam bem e estão dando uma graninha legal. Nada que faça com que que a gente possa largar nossos empregos (até porque dividimos tudo que vendemos em 3: eu, Danilo e o Felipe, que desenha as camisetas), mas dois meses de camisetas nos pagaram mais que os outros 5 anos de blog.

 

Danilo, outro
Tem uma matéria no Hangtime que pra mim foi novidade: contestar arremessos é mais efetivo que pegar rebote defensivo (pra resumir toscamente, o artigo é muito mais que isso). Eu sempre achei que rebote é o ponto fundamental de uma defesa, e por extensão, de um time. Mas se eu interpretei corretamente, esse artigo destrói essa concepção que eu tinha. O que vocês acham?
resposta_iconDenis: Bem legal esse texto e toda a análise do que é mais importante na defesa. Claro que no fundo tudo é importante, ninguém vai simplesmente deixar os rebotes defensivos de lado, mas é bom deixar mostrar o que está mais ligado aos bons índices de defesa. Embora o Boston Celtics tenha sido

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o exemplo principal do texto para um time ruim nos rebotes e bom na defesa, o grande exemplo dessa temporada é o Miami Heat. Sem pivôs, eles penam nos rebotes, mas têm um time tão entrosado e atlético que são monstruosos contestando os arremessos adversários.

Para entender melhor isso é só você pensar no que acontece mais vezes. Mesmo os piores times em rebotes defensivos só deixam o adversário ganhar posses de bola extras algumas vezes. O Heat, por exemplo, cede 12 rebotes de ataque por partida. Mas em compensação está lá contestando ferozmente boa parte dos 80,8 arremessos tentados que seus adversários tentam a cada jogo, forçando os adversários a acertarem só 44% de seus chutes.

O New Orleans Hornets, por outro lado, aparece em na lista dos times que menos liberam rebotes de ataque. Quantos eles deixam? 10.3. Sim, a diferença entre o Hornets, 3º, e o Heat, 21º, é de apenas 2 rebotes ofensivos por partida. Em compensação, o Hornets deixa seus adversários acertarem 47% de seus arremessos (37% dos 3 pontos) contra os já citados 44% do Miami (com 35% nos 3 pontos). E o que faz mais diferença, as duas posses de bola a mais que o Heat libera os esses 3% de aproveitamento de arremesso ao longo de um jogo inteiro com quase 90 bolas arremessadas?

 

Rafael Melles
Fala Denis, beleza? Seguinte:
O Phoenix Suns, depois da saída do Steve Nash, é um time medíocre. Dragic se salva, mas Gortat não é tão bom assim, Jermaine O\’Neal é velho demais, Scola idem, Jared Dudley, Shannon Brown e PJ Tucker nem se fala. O técnico simplesmente não consegue fazer o time jogar, Haddadi não é jogador de basquete (apesar do toco que ele deu no Dwight Howard) e o Kendall Marshall é muito cru. Não souberam gastar bem o espaço salarial que o Nash deixou e o ex-armador de North Carolina, apesar de eu achar que tem futuro, por enquanto é uma decepção. O time tem uma das piores campanhas da liga e nos últimos jogos ta tomando paulada até do Wolves. Queria saber o que vocês acham, deveriam trocar alguns jogadores, demitir o técnico, draftar bem, entregar mais uma temporada pra reconstruir o time em volta de jogadores jovens como o Marshall, os Morris e mais as escolhas de draft? Ou esse time não tem jeito e tem que reconstruir TUDO mesmo? Sou torcedor fanático do Suns desde os tempos de Nash e Stoudemire, mas estou muito decepcionado. A situação é muito desesperadora? Meu time vai feder pra sempre? Todos os dias, chego na escola e meus amigos me zoam porque o Phoenix perdeu mais uma por 40 pontos de diferença. ME AJUDEM!!!
resposta_iconDenis: Não é você que precisa de ajuda, é o Phoenix Suns. Difícil começar a torcer para um time na sua época gloriosa e depois sofrer na dura reconstrução. O que você precisa entender é que o padrão da NBA é um time feder por um bom tempo antes de voltar a brigar por algo grande. Se esse tempo vai ser enorme (como o do Kings, em reconstrução desde 2004-05) depende do que o time vai fazer. Acho que começaram bem apostando no Goran Dragic e não podemos negar que Luis Scola, Jared Dudley e Marcin Gortat são, na pior das hipóteses, interessantes peças de troca. Não está tudo perdido.

 

jogador de waterpolo
Aproveitando que o Dênis falou sobre Malhação no último podcast,o que você achou da volta do glorioso Mocotó ? Te decepcionou ? Será que cabe a volta de outro personagem lendário,como Cabeção? Valeu!
resposta_iconDenis: O Mocotó voltou, mas durou muito pouco tempo. Mesmo achando ele um personagem meio chato e forçado, dava pra ter insistido mais. Mas pelo jeito isso virou marca dessa nova Malhação, eles não têm paciência pra nada. Tirar o Dinho, protagonista, no meio da história foi muito precipitado. E pior, no lugar dele colocaram um moleque mais velho,um ~motoqueiro misterioso~ envolvido com grandes quadrilhas de drogas de outras cidades. Quebraram toda uma temporada que estava sendo marcada por personagens que não eram heróis e nem vilões, mas contraditórios e confusos como reais adolescentes, para encaixar de repente uma historia fantasiosa e inverossímil. O retorno de personagens velhos pode ser um artifício legal, mas o que pesa no fim das contas é o quanto isto está de acordo com a proposta e com a cara da temporada.

 

Vïtor Augusto
Tenho 15 anos, 1.59m, baixinho, jogo de armador. Não faço muitos pontos, mais ou menos uns 6 ou 7 por jogo,sempre prefiro passar antes de chutar. Chuto bem de três e de meia distância, meto umas duas bolas todo jogo (quase nunca chuto também). Moro no Espírito Santo, meu time foi vice campeão estadual (sou titular e capitão do time), mas nunca sou convocado pras seleçoes do estado. E aí?
resposta_iconDanilo: Armador baixinho sofre demais. Vejo muito por aí, especialmente na base, essa ideia de que armador baixinho se encontra em qualquer lugar, que não vale a pena correr atrás, e que quem tem altura pode ser transformado em jogador de basquete mesmo quando não tem talento. Cansei de ir em peneiras de basquete em que os escolhidos são os mais altos, não os mais inteligentes e talentosos. Para ir parar nas seleções do estado e se destacar mesmo sendo bem mais baixinho do que o resto, é preciso mostrar algo espetacular. Vale o exemplo do Earl Boykins, que era simplesmente uma máquina inacreditável de pontuar mas que por não ser alto o bastante nunca recebeu a admiração devida e eventualmente passou a ser ignorado pela NBA. Se eu pudesse te dar um conselho, seria se focar na defesa. Você parece fazer o resto direitinho, mas se começar a se destacar como o cara que corre como um doido para marcar o adversário com total intensidade talvez deixe uma impressão mais duradoura do que se acertasse os passes e os arremessos, por mais maluco que isso pareça.

 

Taís Aguiar
O que o Mike Woodson passa na cabeça para sua careca brilhar tanto?
resposta_iconDanilo: É um suor muito específico que só surge se você tenta ensinar defesa para o Amar’e Stoudemire.

 

C#
Denis, me ajuda. Tipo, ultimamente eu venho conversando com uma menina da minha cidade, só que pela internet, vi ela cara a cara umas duas vezes só. Pelo que eu saiba ela ta afim, e queria sair cmg, mas só nós dois. O meu medo é ir e não ter assunto, ficar chato e ela não curtir… Dá uma luz, por favor
resposta_iconDenis: Leva ela no cinema. Lá dentro vocês não precisam conversar e dá pra dar uns amassos firmeza.

 

Nicolas Miau
Porque as pessoas valorizam tanto o basquete antigo e criticam tanto o atual? Para eu, NBA foi sempre bom, só acompanho à 4 anos, não sei como era antigamente…
resposta_iconDenis: Então você não sabia como era antigamente mas mesmo assim acha que sempre foi bom? Sua afirmação não faz sentido, Dr. Miau.

 

Dimitri
Caras, o que vocês acham da TelexFree? Eu estou cada vez mais cercado de “divulgadores” desse troço que tentam a todo momento me convencer que há trabalho fácil com alto rendimento. O que vocês pensam a respeito desse tipo de negócio, como Herbalife e outros?
resposta_iconDenis: É possível ganhar dinheiros com esses sistemas/esquemas do tipo TelexFree e Herbalife, mas em grande parte das vezes isso se faz nas costas de outras pessoas. Não sei exatamente como é a Herbalife, mas li que o TelexFree exige que você pague 50 dólares como “taxa de adesão” e depois deve comprar um dos kits de anúncio, que custam no mínimo 289 doletas. Exigir que você pague para trabalhar, pelo o pouco que sei, é uma prática ilegal. Mas muito do problema também está no produto: funciona? Faz sentido pelo preço cobrado? Sei que há algum tempo a Herbalife saiu do mundo do pó-mágico-que-emagrece para vender chás e até produtos de beleza, ganhando uma áurea mais respeitada, pelo menos por enquanto. Já essa TelexFree está sendo acusada de esquema pirâmide e pode ferrar muita gente. Há algumas semanas li esse texto bem didático sobre o assunto, vale a pena conferir para entender como, no fim das contas, se ganha mais dinheiro em cima de outros vendedores do que vendendo o próprio produto.

 

Marcos_Galo13
Depois do All-Star Game eu mal assisti NBA, ai pensei se vcs pudessem sugerir no podcast um TOP 5 jogos da semana, pra galera que tem LP e anima assistir reprise… Olha ai e vê… Nem são os melhores mesmo, mas os que valem a pena por algum motivo… Um ataque fluindo bem, uma defesa bem montada… Pode ser uma sugestão pela emoção, pela qualidade geral da parada (tipo um Heat x OKC) ou algumas coisas que fizeram do jogo interessante pra nos, nerds de NBA… Talvez esteja meio vago, mas eu não pensei muito sobre o assunto e estou morrendo de sono…
resposta_iconDenis: Alguém apoia a ideia? Outros League Pass Junkies como nós quer nos ajudar nas recomendações? Como estou respondendo isso no último dia da temporada, será para o ano que vem, mas pode ser uma boa.

 

José Jão
Denis, faz uma lista sobre os melhores… rá! Agora sério: o que você acha das críticas que são feitas ao Neymar pela simulações? Há um jornalista global, Márvio dos Anjos, que o defende, fundamento que o “jeitinho” faz parte da graça do espetáculo. Você concorda? (aproveita e comenta oq vc acha punição da NBA para os jogadores que usam desse tipo de artifício)
resposta_iconDenis: Eu compreendo os exageros, mas não perdoo as simulações. Tem cotoveladas que rolam dentro de um garrafão que são faltas, mas que se você não cair o juiz não vê. Mas inventar que alguém te agrediu é demais. O esporte é legal porque são dois competidores, ou equipes de competidores, tentando alcançar um objetivo em comum, a vitória, por meio de algumas regras pré-determinadas. Nos divertimos (jogando e assistindo) porque sabemos das limitações e desafios destas regras ao mesmo tempo que sabemos que só um sairá vencedor. A partir do momento que alguém deliberadamente quebra as regras para ganhar vantagem, todo o princípio do esporte é quebrado. Por que vencer a qualquer custo, quebrando regras, algo que só existe e é importante por causa dessas regras? Na vida em sociedade acho que algumas leis podem e devem ser quebradas se existir uma razão social para isso, mas a razão do esporte está nas suas regras e nos desafios que elas impõe.

 

Tomas T.
Por que exaltasamba é pagode e zeca pagodinho é samba?
resposta_iconDenis: Como já diria o sábio: RESPONDAM ESSA, ATEUS!

 

Marcola
O que o senhores pensam do Corey Brewer? O cara joga um bocado! Bate pra dentro, chuta de fora, alto pra caralho, ok na defesa…
Tem qualidade pra ser titular em alguns times, não?? No Lakers, por exemplo, na 3, pra ficar na zona morta abrindo a quadra ou cortando pra cesta pra receber passes do Nash… E sempre esteve encostando, tanto que foi de graça pro Denver com o Rudy… E Josh Smith no Bucks?? Acha possível?? Jennings, Ellis, J-Smoove, Ilyasova e Sanders seria um puta time!!
resposta_iconDenis: Eu gosto muito do Corey Brewer, mas ainda não sinto tanta firmeza em seus arremessos de 3 pontos para confiar tanto nele desse jeito que você disse. Olhe o aproveitamento dele na temporada, não é nada de especial. Mas mesmo assim ele consegue ser efetivo, é ótimo defensor, perfeito para times que jogam em velocidade. Já o Josh Smith no Bucks realmente seria legal, mas entre ele, Ellis e Jennings, os três Free Agents na próxima temporada, algum (ou todos) teriam que topar cortes significativos de salário.

 

VINICIUS SC
Fala Denis/Danilo, vocês ainda não responderam nenhuma pergunta sobre o NBA 2K no podcast, então vão duas:
-Vocês também se empolgam mais em defender do que atacar no jogo? Tipo, eu não me importo se meu ataque está mais truncado que o do Pacers, contanto que minha defesa esteja fechadinha.
-Existe um jogador que, devido a sua mecânica de arremesso, vocês não conseguem converter arremessos? Estou numa The Association com o Spurs e não tem jeito de eu pegar o tempo de arremesso do Ginobli, mesmo treinando.
resposta_iconDenis: Defender no 2k13 ficou bem mais legal que nos anteriores, mas nada me empolga mais do que atacar usando aquelas jogadas desenhadas, acho o máximo. No 2k13 eu não sofri com ninguém em especial para arremessar, mas no 2k12 eu sofri um bocado com o Nowitzki.

 

Z-Bo
Pra vcs, quem deve ser o MIP (Most Improved Player) e o DPOY(Defensive Player Of the Year)
resposta_iconDenis: NMI (Não Me Importo) e TTF (Tanto Faz)

 

Anônimo
tenho duvidas sobre a regra do travelling. isso nao foi uma andada?
resposta_iconDenis: O vídeo já chegou pra nós sem estar mais no ar. Tem como você, Anônimo, encontrá-lo de novo? Acho que a regra de andada merece uma discussão.

 

Thiago do Nação Bola
Como é o cronograma diário de um atleta da NBA? Eu digo isso porque os caras apesar de ganharem milhões de dólares por ano, estão constantemente viajando. Quanto tempo de treino por dia. Como se dá as liberações e reapresentações ? A família pode viajara junto com o grupo? Dá pra ficar um dia inteiro de folga? Depois de tudo isso, se puder faça um comparativo com o NBB baseado na sua experiência no PAULISTANO. E uma terceira perguntar. Daqui a quantos anos você prevê um técnico brasileiro na NBA e um campeão da NBA aqui no NBB?
resposta_iconDenis: Não posso dar detalhes do cronograma diário de um jogador da NBA, não sei ao certo. Mas é bem diferente dos jogadores do resto do mundo simplesmente pelo fato de jogarem muito e viajarem mais ainda. O padrão é, para dias de jogo, fazer um treino leve durante a manhã, dormir à tarde e depois chegar no ginásio pelo menos umas 2h antes do começo do jogo para preparação, conversa no vestiário e aquecimento.

Em jogos fora de casa tudo depende do tempo livre. Que horas chegaram na cidade? Que horas é o jogo? Qual o estado físico dos atletas? Mas em geral a ideia é a mesma, tentar fazer pelo menos um treino leve e análise de vídeo do adversário antes do jogo. Em dias sem jogos as coisas ficam nas mãos dos técnicos e preparadores físicos, que decidem se o time tem condição de treinar ou se precisa descansar. Uma coisa curiosa é o horário de sono dos jogadores da NBA. A liga tem como padrão nunca ligar para um jogador de tarde, por exemplo, porque é o horário que eles usam para dormir. Muitos não dormem bastante à noite seja por causa do horário do jogo, pela adrenalina ainda presente ou até porque perderam o costume de dormir cedo. Então o sono da tarde, especialmente em dias de jogo, são sagrados.

Aqui no Brasil falo sobre o Paulistano, que é o que conheço. O padrão aqui é realizar dois treinos por dia, um de manhã e um no fim da tarde, com pelo menos uma hora de academia antes do primeiro treino. Ao longo da temporada a intensidade e duração dos treinos pode variar de acordo com a avaliação física dos atletas. Na temporada passada, por exemplo, alguns jogadores pareciam cansados demais ao fim da temporada, então para esse ano foi decidido ter mais dias de folga e mais dias com pelo menos um treino. Tem dado certo e a condição física da equipe está boa.

 

Felipe
Senhores, gostaria que vocês, como grande conhecedores das regras de basquete, comentassem os lances que ocorreram no jogo entre Nuggets e Bulls em Chicago. Não sei como é a regra da NBA para interferência ofensiva, mas achei que os dois lances as cestas deveriam ser anuladas.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=FOpkQTtkvFg[/youtube]

resposta_iconDenis: A interferência ofensiva segue a regra do círculo imaginário que sobe acima do aro. Se a bola estiver acima da cesta dentro dessa área, nenhum jogador pode tocá-la. Mas nesse caso do Noah eu não sei, foi uma jogada bem complicada e mesmo no replay ainda tenho dúvidas. Só seria legal se tivessem validado a cesta porque aí o Bulls teria sido o responsável por encerrar as sequências de vitória do Heat, do Knicks e também do Nuggets.

 

joao buriti
o gustavo hoffman(axo q e assim q escreve) sempre cita o bola presa qdofala de basquete na espn,vcs conhecem o cara?? conversam sobre nba com ele?
resposta_iconDenis: O Gustavo Hoffman lê o Bola Presa e falei com ele uma vez em busca de conselhos profissionais no submundo do jornalismo. Conversamos mais algumas vezes e depois de um tempo ele me convidou para umas peladas de basquete, agora nos encontramos sempre para bater uma bola. E ele joga muito!

 

Valdo
E aquelas histórias de patrocinadores nos uniformes da NBA? Nunca mais ouvi falar nada disso, será que desistiram desse crime?
resposta_iconDenis: Crime? Ser feio não é crime.

 

Thiago
Airball conta como turnover? O que são os Team Rebounds que fica lá nas estatísticas? São rebotes não identificados?
resposta_iconDenis: Airball conta como arremesso errado, não como turnover. Os Team Rebounds são uma formalidade do basquete, já que no livro sagrado das estatísticas de basquete diz que todo arremesso errado deve gerar um rebote. Arremessos que batem no aro e vão pra fora, que não são assegurados claramente por um jogador ou que resultam em falta antes de um rebote individual, são creditados como Team Rebounds.

 

Thiago
O que esse time de Houston 2008 tinha de especial pra conseguir 22 vitórias seguidas?
resposta_iconDanilo: Nada! Não é legal?
Denis: Não é piada do Danilo. Não tinha nada de especial mesmo! T-Mac já em decadência, Yao Ming se machucou no meio da sequência, Dikembe Mutombo era bisavô, Bonzi Wells era Bonzi Wells. Um time de meio de tabela que encontrou uma sequência mágica no miolo da temporada.

 

Golgaris
Tudo Boni? Depois de acabar a escola eu acabei perdendo contato com meus amigos, ajudou o fato deles curtirem pagode e eu não, e hoje eu trabalho e faço faculdade a distancia, mesmo com 17 anos, como faço para me socializar mais já que normalmente falo apenas com minha familia e o pessoal do escritório (2 pessoas). Essa falta de interação social pode ser prejudicial?
resposta_iconDenis: Antes de mais nada, espero que essa coisa do pagode seja mais do que isso. Tipo, eles só saem para ir no pagode e você não gosta do ambiente ou uma mera discordância de gosto pode ser assim tão grave? A falta de interação social pode ser boa em alguns momentos da sua vida e pode ser desastrosa em outros. Mas depende do momento e, mais ainda, da sua personalidade. Tem gente que não consegue passar um fim de semana sem sair com muitos amigos, para outros é um fardo não ter tempo só para si. Como você está se sentindo com tudo isso? Está fazendo falta de verdade? Se sim, não tem segredo, você precisa se expôr mais. Sair, buscar antigas amizades que perderam força, encontrar ambientes com pessoas que gostem o mesmo que você ou até apelar para conhecer pessoas na internet.

 

Steve Blake
Denis, você que trabalha num time do NBB, não achas que as franquias deveriam focar mais na formação e meio que parar de trazer esses americanos que não conseguem arrumar time nem na D-League? Eu particularmente acho que isso atrasa nosso basquete.
resposta_iconDenis: Na teoria isso é bonito e faz sentido, mas quando seu time está nas últimas posições do campeonato e você não acha um armador decente sequer no mercado, você faz o que? Aposta num pirralho que, talvez, daqui a 5 anos vire alguma coisa ou contrata um americano bom? Lembrando que você nem sabe se vai ter patrocínio no ano que vem, vai saber daqui 5 anos…

 

Guilherme
Um dos motivos do basquete ter se tornado o meu esporte favorito é devido as estatísticas. Aliás, cada vez menos eu acompanho futebol exatamente por isso. Quase não existem estatísticas; avançadas, então, nunca achei nada.
Essa minha obsessão por estatísticas me fez pensar na seguinte questão: qual é a forma do gráfico de acessos do blog desde o seu início? Existe o componente sazonalidade? Qual é, então, a época de mais acessos no ano? Em que ponto da curva está, no ponto mais alto ou não? A taxa de crescimento atual é a mais alta comparada à outros anos?
resposta_iconDenis: A média de visitas por dia cresce todos os anos desde que começamos com o blog. No começo o crescimento era vertiginoso, agora mais sutil. Durante a offseason a média de visitas cai, mas sempre dispara no começo da temporada seguinte. Os momentos de mais visitas são o começo da temporada e o começo dos Playoffs.

 

Guilherme
me expliquem uma coisa por favor… por que Gasol-Bynum funcionava e Gasol -D12 nao? e se pensar que o Nash sozinho quase levou o Suns pro playoffs, esse time do Lakers ainda deve subir! torcendo muito pra Lakers e Clippers nos playoffs!
resposta_iconDenis: Entrosamento. Andrew Bynum é um pivô muito inteligente e sabia perfeitamente onde se posicionar. O Dwight Howard é mais lerdo da cabeça e demorou para se encontrar, mas nas últimas semanas os dois estão em uma sintonia espetacular. Também ajudava, no passado, que Gasol estava melhor fisicamente e conseguia ser mais efetivo longe da cesta.

Podcast – Edição 4

Podcast – Edição 4

Fala pessoal, tudo bem? Ficamos felizes com a recepção que vocês tiveram com nossa ideia de vender camisetas. Muitos já compraram, outros gostaram da ideia mas não gostaram da camiseta. Alguns outros só não tem dinheiro. O importante é continuar palpitando para que a gente lance camisetas que agradem vocês. Outra novidade? A volta do Podcast do Bola Presa! Esta já é a 4ª edição, mas quando a 3ª saiu o LeBron James não era campeão, Steve Nash jogava no Phoenix Suns e Dwight Howard era amigão do Stan Van Gundy. Hora de um novo, né? Nessa edição discutimos a troca de Rudy Gay para o Toronto Raptors, a mudança de nome do New Orleans Hornets, que vai se chamar Pelicans e, por fim, respondemos perguntas que vocês mandaram via Both Teams

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Played Hard. Para ouvir nosso podcast é só entrar no link abaixo. Você entrará numa página do 4shared e lá dá pra ouvir direto no site ou baixar o arquivo .mp3 pra ouvir aí durante a vida. São míseros 40 minutinhos de papo com o mínimo de edição possível e uma música animal do Megaman X no background. Aproveitem! PODCAST BOLA PRESA #4  

Motherfuckin’ Hornets vence Chris Paul

Eu vou começar falando do jogo entre o New Orleans Hornets e Los Angeles Clippers, o primeiro de Chris Paul na cidade do seu ex-time. Mas antes de enfiar um monte de considerações sobre a partida, acho que devemos apresentar as equipes antes. Me dá uma ajuda aí, Samuel?

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Vocês tem noção do que o Samuel L. Jackson fez? Ele pegou aquela passagem da Bíblia (que na verdade só tem uma frase realmente tirada da Bíblia) que ele fala três vezes no Pulp Fiction e fez uma adaptação para o New Orleans Hornets. É simplesmente a coisa mais legal que aconteceu nessa temporada. Falar de vingança assim bem na volta do Chris Paul? Fantástico em dobro. Para quem não sabe inglês para aproveitar a cena, o texto do filme, traduzido pela Wikipedia, é assim:

“O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas injustiças dos egoístas e pela tirania dos homens maus. Abençoado é aquele que, em nome da caridade e da boa-vontade pastoreia os fracos pelo vale da escuridão, pois ele é verdadeiramente o protetor de seu irmão e aquele que encontra as crianças perdidas. E Eu atacarei, com grande vingança e raiva furiosa aqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá: chamo-me o Senhor quando minha vingança cair sobre você”.

Basicamente o Samuel L. Jackson apenas mudou o final, tirou “meus irmãos” para falar “New Orleans” e substituiu “chamo-me o Senhor” para “eles são os Hornets”.  Se eu fosse jogador do Hornets, jogaria a partida da minha vida depois disso. E acho que não sou só eu que penso assim, porque eles fizeram um dos seus melhores jogos na temporada, acertando até impressionantes 57% de seus arremessos.

O jogo começou favorável ao Hornets na vontade, mas para o Clippers no placar. Com mais talento e bem menos desperdícios de bola, o time do aplaudido/vaiado Chris Paul (16 pontos, 9 assistências) tomou a dianteira e se manteve na frente do placar até o último período. Mas lá o Hornets conseguiu manter o alto aproveitamento de arremessos com menos turnovers, usou muito bem seus homens de garrafão Jason Smith (17 pontos, 8 rebotes) e Chris Kaman (20 pontos, 10 rebotes) e explorou a terrível defesa interna do Clippers. Na defesa tentaram minimizar ao máximo as infiltrações, já que o Clippers estava horripilante (5/27) em bolas de 3 pontos. Deu certo.

Mas no final o Hornets ainda quase jogou a liderança de 6 pontos fora, o Clippers que não soube aproveitar. Primeiro Jason Smith fez uma falta flagrante em Blake Griffin e foi expulso. A falta foi grosseira, imbecil, deu dois lances-livres mais posse de bola para o adversário,  a vantagem era de penas 6 pontos e ainda tirou o bom ala, que fazia grande defesa em Griffin, do jogo. A torcida, tonta que é, ainda aplaudiu Smith quando ele ia para vestiário. Pra que aplaudir um cara que quase entrega o jogo? Por “raça”? Pff… Depois disso o Hornets ainda cometeu um erro nos últimos 20 segundos de jogo, quando a vantagem estava em 3, mas Randy Foye amarelou e não foi para o contra-ataque rápido, hesitou e acabou forçando um arremesso errado de 3 pontos. A última chance foi logo após essa bola, quando o Hornets teve dificuldades para atravessar o meio da quadra nos 8 segundos permitidos. Foi por muito pouco.

É uma temporada horrível para o Hornets: Eric Gordon quase não jogou e nem assinou extensão de contrato. Chris Kaman não foi trocado por algo de valor. A escolha de Draft do Wolves que eles conseguiram nem é tão valiosa assim hoje em dia. Pelo menos, para salvar, conseguiram vencer o jogo mais emotivo do ano para sua torcida, derrotaram Chris Paul. O armador, por sua vez, assistiu a seu Clippers perder o 3º jogo seguido e cair para a 6ª colocação do Oeste. Abaixo tudo sobre o jogo: O passe genial de Greivis Vásquez para Jason Smith, Chris Kaman dando toco em enterrada de Blake Griffin, Nick Young dando o troco, ponte aérea para DeAndre Jordan e a bola de 3 decisiva de Xavier Henry no último quarto.

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Jogo impressionante aconteceu em Washington. Após a grande apresentação da noite anterior contra o Nets, o Wizards de Nenê encarou o Indiana Pacers de Leandrinho. No primeiro tempo eles arrasaram, abriram 22 pontos de vantagem com Jordan Crawford acertando arremessos impossíveis e com a defesa prevalecendo sobre o sempre instável ataque do Pacers. Mas sabendo que era só o Wizards, o time de Frank Vogel voltou para a segunda etapa mais agressivo na defesa (é o que eles sabem fazer, afinal) e com mais calma no ataque, usando mais o garrafão com Roy Hibbert. O pivô engoliu o Nenê no último quarto, marcando 7 pontos na fuça do brazuca.

Faltando exatamente 1 minuto para o fim do jogo, Paul George errou uma bola de 3 de pontos, mas com o rebote ofensivo ele tentou de novo (John Wall abriu pra ele arremessar) e virou o jogo. Primeira liderança do Pacers na partida. Depois disso, show de horror: Nenê cometeu um turnover no ataque e David West conseguiu 2 rebotes ofensivos nas posses de bola seguintes. Faltando poucos segundos, quando o Wizards ainda podia empatar o jogo, Wall não conseguiu sair da marcação de George e só conseguiu arremessar quando o relógio já tinha estourado. Em outras palavras, o Wizards não conseguiu sequer dar um arremesso nos últimos 1:20 de jogo, sofrendo nesse período 4 pontos e 3 rebotes ofensivos. E eu nem comecei a comentar os arremessos que Jordan Crawford tentou no quarto período… um balde de água fria sobre a boa estreia de Nenê na noite anterior. Ontem ele só conseguiu 6 pontos e 5 rebotes, já Leandrinho também foi discreto com 2 pontos e 1 assistência.

Jogo importante em Milwaukee, onde o Bucks, atualmente em 9º no Leste, enfrentou o Celtics, 7º. Os times brigam com o New York Knicks pelas duas últimas vagas da Conferência nos Playoffs.  O Bucks, que vinha de 6 vitórias seguidas, manteve seu jogo veloz e agressivo contra a forte defesa do Celtics. Até conseguiram ir bem no ataque, especialmente no primeiro tempo, quando marcaram quase 60 pontos, mas facilitaram demais na defesa. A parte ofensiva dos verdinhos é o ponto fraco do time, mas se não marcarem com o mínimo de afinco é lógico que Kevin Garnett (16 pontos, 10 rebotes, 6 assistências), Paul Pierce (25 pontos, 10/15 arremessos) e Rajon Rondo (10 pontos, 14 assistências) vão deitar e rolar. Pierce, em especial, tomou a bola de Rondo e comandou o ataque do time no último quarto, como fazia no time de 2008 e arrasou. Com a defesa segurando um pouco o ímpeto do Bucks, a vantagem logo chegou em 10 pontos e eles saíram com a vitória. Agora o Celtics se distanciou do Bucks na classificação e ainda possui a vantagem em caso de empate.

Tempos estranhos em Sacramento. Tyreke Evans, de volta de contusão, foi o cestinha do time com 25 pontos, mas quando o jogo contra o Utah Jazz chegou no finalzinho, a bola foi só para as mãos de Marcus Thronton. Mas nada de errado nisso, ele foi perfeito nos loucos últimos segundos de partida. Faltando 22 segundos para o fim do jogo, Thornton deu liderança de 1 pontos para seu Kings após linda bola de 3 pontos. Logo depois o novato Alec Burks respondeu com uma bandeja e deixou o Jazz novamente na frente. Aí, com 5 segundos no relógio, Thronton acertou outra bola complicada, dessa vez de 2, para deixar o time da casa na liderança. Mas não deu, logo depois Devin Harris errou uma bandeja que virou ponte aérea para Al Jefferson a 0.9 do fim. Isso depois de um jogo em que acertar um arremesso estava complicado! O Jazz é o melhor time do Oeste inteiro nas últimas 10 partidas com 7 vitórias e só 3 derrotas.  Todo o maluco final da partida está no vídeo abaixo:

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No resto da rodada, vitória tranquila do empolgante Houston Rockets sobre o Golden State Warriors. Abriram cedo, não olharam mais para trás. Double-double maiúsculo para o melhor novato do Oeste desde a contusão de Ricky Rubio: 20 pontos e 11 rebotes para Chandler Parsons. Já no último jogo da rodada, o Blazers finalmente voltou a vencer, dessa vez o Memphis Grizzlies, que contou com o estreante Gilbert Arenas. O armador jogou só 12 minutos e saiu de quadra com 2 pontos e 3 assistências. Pelo Blazers fizeram a diferença Nicolas Batum e Wesley Matthews, a dupla junta fez 42 pontos com 8 bolas de 3 pontos, é pouca zoeira? E importante ressaltar o bom último período de Raymond Felton (13 pontos, 9 assistências). Ele andava jogando mal e ontem se salvou por pelo menos um punhado de minutos. De todas as novas aquisições do Blazers, JJ Hickson, Hasheem Thabeet e Jonny Flynn, apenas o último entrou em quadra alguns minutinhos e deu 2 assistências.

 

Fotos da Rodada

-I double dare you, mothafucka!

 

Não tem pontos extras de estilo, Batum

 

A pose do CP3 é engraçada, mas não consigo parar de olhar para a cara de ogro do Chris Kaman

 

Deixou o goleiro no chão

 

Por que jogadores europeus gostam tanto de caras e bocas? Melhor resposta ganha um pôster do Pau Gasol

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O Tyson Chandler tem uma mão esquerda que flutua sozinha

Assim que o Tyson Chandler foi para o Knicks por um contrato de 14 milhões por ano, coisa de estrela, comparei seu caso com o de Kendrick Perkins no Celtics: o valor pago não é tanto para aquilo que o jogador pode fazer de verdade, mas por aquilo que ele representa, para a importância que pode ter na transformação de uma equipe. A saída de Perkins de Boston simbolizou o fim de uma família, de uma mentalidade, e a equipe perdeu uma âncora defensiva que antes de sua saída nem sequer tínhamos certeza de que existia. A chegada de Perkins no Thunder (e do Tony Allen no Grizzlies) foi como a chegada simbólica de uma nova atitude. Ambos instituíram em suas equipes um regime de reuniões de vestiário, de implicação de responsabilidades, e de ajuda mútua constante. Quando o Knicks suou as pitangas para conseguir Chandler, era isso que julgava estar adquirindo.

O lado do Knicks foi amplamente analisado por aqui. Eu só não imaginava que, assim como o Celtics sentiu a saída do Perkins, o Mavs sentiria a saída do Chandler. Então é hora de analisar o lado dos atuais campeões, até agora incapazes de conseguir uma vitória na temporada sem o seu antigo pivô no elenco.

Antes de mais nada, é importante lembrar que o Mavs não foi uma dessas super-equipes montadas de repente para disputar o título e que se sagrou campeã só porque conseguiu gastar mais grana do que as outras. A grana a ser gasta sempre esteve aí, desde que o bilionário nerd Mark Cuban assumiu a franquia, mas o elenco tem sido montado há uma década com resultados diversos. Às vezes, o excesso de grana até atrapalha um pouco: houveram tempos em que qualquer jogador bom dando sopa recebia um contrato do Mavs, que acabava adicionando peças bastante aleatórias e tinha que se virar para dar minutos para todo mundo. Adições de uma temporada para a outra nunca faltaram, aparecem às dúzias, mas não é sempre que elas aparecem com algum critério, tentando assumidamente arrumar algum buraco da equipe. Antes da temporada passada começar o Mavs tinha a consciência de que precisava de um pivô defensivo para segurar as pontas, e aí – porque o dinheiro não falta – acabou adicionando tanto o Brandon Haywood quanto o Tyson Chandler. O Haywood se mostrou um quebra-galho, mas o Chandler acabou por tornar real algo que a franquia sabia possível mas não sabia como executar: uma defesa matadora.

O DNA do Mavs está ligado ao pai bizarro Don Nelson, então é uma equipe em que o primeiro instinto é de jogar na  velocidade, no contra-ataque e abusar dos arremessos do perímetro. Só com a defesa instituída pelo técnico Avery Johnson, no entanto, o jogo ofensivo de velocidade adquiriu consistência. Times como os do Don Nelson ou do Mike D’Antoni abusam da velocidade em todas as situações, repondo a bola o mais rápido possível, correndo para o ataque e tentando pegar os adversários com a defesa desprevenida ou desorganizada. É comum que, impondo esse ritmo de jogo, eventualmente um armador esteja sendo marcado por um pivô, e com decisões rápidas no ataque é possível se aproveitar desses deslizes. O problema é que trabalhar em tanta velocidade aumenta o número de erros, de desperdícios de bola, de arremessos forçados, e ainda cansa os jogadores fisicamente. É complicado manter esse ritmo no ataque e ainda ter disposição física para defender, e quando forçados a jogar em meia-quadra por equipes que conseguem diminuir a velocidade do jogo, essas equipes não sabem como pontuar e acabam se baseando apenas em jogadas forçadas do perímetro. Os times do Don Nelson sempre foram pragueados por decisões ruins tomadas especialmente nos momentos cruciais das partidas, quando é importante saber diminuir o ritmo e ter uma bola de segurança. Já as equipes do Mike D’Antoni, que tomavam boas decisões porque contavam com o Steve Nash, sempre tiveram problemas contra as equipes como o Spurs, que impõe um ritmo mais lento de jogo e forçam os adversários a ter que trabalhar uma jogada.

O Mavs, então, nunca foi um desses times que rouba a bola na defesa e se aproveita do contra-ataque. A correria independia da defesa, era constante, e no caso do Mavs sempre terminou em bolas rápidas de 3 pontos. Quando Avery Johnson melhorou a defesa da equipe, começou uma tímida cultura de contra-ataques, mas ainda assim sempre houve muita dificuldade em jogar sem ser na velocidade. Em geral, quando forçado a jogar na meia-quadra, o Mavs sempre usou jogadas simples de isolação, quase sempre com o Nowitzki. É por isso que o Jason Kidd teve tanta dificuldade em se encaixar no Mavs: sem uma defesa capaz de gerar contra-ataques constantes, como aqueles em que estava acostumado nos tempos de Nets, grande parte da sua função era apenas passar a bola para o lado até que alguém fosse isolado. Definitivamente não era a melhor maneira de usar suas habilidades.

Nowitzki é o jogador perfeito para um basquete lento, cadenciado, mas incapaz de defender de maneira sólida; Jason Kidd  é perfeito para um basquete de velocidade, focado nos contra-ataques, e que depende de uma defesa feroz que cause erros do adversário. O Mavs nunca foi um time que se encaixa muito bem, como podemos ver, as peças sempre chegaram aleatoriamente e o Kidd não foi exceção, mas jogadores talentosos sempre dão um jeito de funcionar juntos.

Tyson Chandler foi mais uma peça aleatória, mas sua capacidade atlética no garrafão e sua mentalidade defensiva permitiu que o Mavs se concentrasse na defesa do perímetro, afunilando os adversários para o miolo do garrafão, onde o Chandler cuidava do resto. De repente o Mavs tinha um plano defensivo eficiente contra todas as equipes, os jogadores adversários passaram a ter medo de infiltrar no garrafão, e até o Kobe fez xixi nas calças e passou uma série inteira dos playoffs arremessando do meio da quadra pra não ter que se aproximar do aro. O Mavs se tornou um time orgulhoso defensivamente, solícito, forte, e que viu seu ataque em velocidade ser finalmente eficiente de verdade. Com mais rebotes, mais tocos, mais erros forçados, o Mavs conseguia impor mais correria, encaixar mais bolas de 3 pontos e não ter que depender tanto das jogadas de isolação. Aquilo que a equipe procurou desde o primeiro segundo em que o Don Nelson foi mandado embora só se consolidou com a chegada do Chandler, e aí o time foi campeão. Grana pra burro, dá pra contratar todo mundo do planeta, mas a coisa só funciona de verdade quando um plano de quase uma década ganha de repente as peças certas, e quando aquela semente do Don Nelson pode ser usada em toda sua potência com uma defesa que a permitiu florescer.

É uma história linda, pode virar filme com o Selton Mello ou novela do SBT, mas pelo jeito o Mark Cuban não entendeu muito bem a situação. Parece ter considerado que suas adições aleatórias à equipe podem continuar, que quem for embora pode ser substituído por outros jogadores aleatórios que estiverem disponíveis. Não percebe como a caminhada do Mavs ao título não foi por causa da grana, mas sim um longo processo até que os jogadores certos tornassem possível o plano tático certo. Deixando Tyson Chandler sair e trazendo outros caras nada a ver, como o Vince Carter, todo aquele longo processo foi para o saco.

Eu nem tenho nada contra o Vince Carter, pelo contrário. Acho o Carter um exemplo de jogador que foi capaz de se reinventar quando tantos outros, supostamente mais talentosos, não conseguiram. Todo mundo deve se lembrar daquela anedota do Carter nos tempos de Raptors, enfrentando o Celtics. Puto da vida querendo ser trocado, insatisfeito com seu time, Carter perdia o jogo por apenas um ponto com um par de segundos sobrando no cronômetro e pediu um tempo técnico para que sua equipe montasse uma jogada. Ao voltar do tempo técnico, o Carter passou na frente do banco do Celtics e falou algumas palavras. Diz a lenda que aquelas palavras eram exatamente qual jogada o Raptors iria fazer naquele arremesso final, o Celtics então defendeu aquela jogada como se soubesse o que iria acontecer e o Raptors perdeu o jogo. A anedota queimou o Carter feio, ficou conhecido como jogador vendido, marrento, estrelinha e causador da fome na África. Quando foi para o Nets jogar com Jason Kidd, deu uma caralhada de arremessos imbecis no final dos jogos, querendo ganhar tudo sozinho. Mas os poucos foi se acalmando, entendendo seu papel na equipe, e quando o Nets resolveu mandar todo mundo embora para se reconstruir, o Carter acabou sobrando por lá. Nem por um segundo reclamou de nada, não pediu para ser liberado ou trocado, não reclamou de passar longos períodos no banco de reservas para que os novatos da equipe jogassem, e o mais importante: não dedou mais nenhuma jogada nos segundos finais. Pelo contrário, todas as notícias vindas de New Jersey dizem que Carter tornou-se um líder no vestiário, ajudava os novatos, passou a obedecer o polêmico esquema tático (que era medonho, admito) e liderava pelo exemplo. Vince Carter ainda está na NBA, mesmo velho e muito longe do potencial que um dia teve, quando era uma das grandes estrelas da liga. Enquanto isso, companheiros da sua época como Marbury, Steve Francis e Allen Iverson, todos tão bons ou melhores do que ele, viraram farofa porque foram incapazes de mudar suas imagens perante a liga. O Carter é bom moço, maduro, focado e tem um emprego. Como isso aconteceu eu não sei, mas é mérito total dele numa época que expurgou como câncer todos os jogadores que ousavam querer brilhar mais do que os outros.

Mas esse Carter, por mais bacana que tenha se tornado, não traz nada de que o Mavs precise. No máximo o Mark Cuban deveria sair com o Carter para tomar um suco e comer um sanduíche, não precisa contratar o sujeito. Muitos dizem que o Carter é tão amaldiçoado quanto o Clippers, e que nenhum time em que ele pise jamais conseguirá ser campeão. Mesmo se não for o caso e o Carter não tiver sido amaldiçoado pelo Valdemort, ainda assim não é uma aquisição que supra os buracos que o Mavs enfrenta. Falta à equipe um pivô à altura do Chandler, capaz de intimidar a infiltração dos adversários, e falta também um jogador capaz de segurar a bola e costurar a defesa agora que JJ Barea escafedeu-se. O JJ Barea não é nenhum gênio, aliás sempre desconfiei que ele jogava melhor justamente nas vezes em que esquecia o cérebro na geladeira de casa, então é fácil substituí-lo – o próprio Roddy Beaubois, que volta de lesão, tem tudo para cumprir bem esse papel descerebrado. Mas sabe quem não tem condições de ficar costurando defesas e atacando a cesta? Vince Carter e seus joelhos de farinha. No máximo será um arremessador de luxo na equipe, algo que o Mavs já tem aos montes.

Mesmo a aquisição do Lamar Odom, que foi praticamente de graça depois que a troca do Lakers com o Hornets foi anulada, simplesmente não funciona – e por vários motivos. Primeiro, o Lamar Odom tem sérias dificuldades em se focar em quadra. Quando está concentrado e motivado, ele é um dos jogadores mais completos da NBA e um perigo constante no ataque porque seu tamanho e sua velocidade não casam com nenhum marcador adversário – ou os jogadores são muito menores do que ele, ou são lentos demais para acompanhar suas infiltrações rumo à cesta. O problema é que os torcedores do Lakers sabem muito bem quão difícil é o Odom estar com a cabeça no jogo, ele facilmente parece desinteressado, toma decisões estúpidas e se torna quase invisível em quadra. Trocado da equipe em que passou os últimos anos, sentindo-se indesejado, mandado para a equipe rival, e além de tudo para longe da cidade em que vive sua nova esposa, a Khloe Kardashian. Como diabos alguém esperava comprometimento do Odom frente a tudo isso? Não é de se espantar que ele tenha chegado tão fora de forma que foi obrigado pelo Mavs a treinar por duas horas, sozinho, no único dia que o time teve de descanso desde que a temporada começou. E não foi só isso: também foi obrigado a chegar algumas horas antes de seus companheiros no jogo contra o Thunder para continuar seus treinamentos físicos. O Odom está uma bolinha desmotivada, não serve pra nada.

O segundo motivo pro Odom não dar certo nesse Mavs é que não existe posição em que ele possa jogar. Em sua posição natural joga o Nowitzki, que deve sentar o mínimo possível. Como reserva do Nowitzki, o Odom teria como função ser isolado e arremessar, justamente o ponto fraco do seu jogo. Caso jogue como ala de força e o Nowitzki seja rebaixado para pivô, o Mavs passa a ser uma equipe ainda mais medonha em parar e intimidar infiltrações adversárias, comprometendo na defesa. Se jogar apenas como ala, Odom terá que defender grande parte das estrelas da NBA, algo que não conseguiria fazer e que atualmente é função de Shawn Marion. Vindo do banco, o papel de pontuador e de armador vai para o Jason Terry, e o Odom seria apenas um reserva secundário. Cabe a ele, então, uma função ainda menor do que tinha no Lakers ou então uma função enorme que vai comprometer o garrafão e o funcionamento da equipe que foi campeã da temporada passada.

O Lamar Odom veio de graça e é um belo jogador, Playboy dada não se olha os dentes, mas às vezes você dá de frente com a Playboy da Mara Maravilha e percebe que é melhor ter cautela se não quiser ter sua infância traumatizada por toda a vida (experiência própria). Odom só terá espaço nesse Mavs se houver um chato trabalho de reconstrução do funcionamento tático, algo que não aconteceu sequer quando o Jason Kidd chegou. Será que Odom é talentoso e focado o bastante para se adequar à equipe, ao que precisam que ele faça, e conquistar seus minutos? A resposta veio rápido: em seu primeiro jogo com o Mavs, completamente fora de forma, Odom reclamou do juíz e foi expulso rapidinho. No segundo jogo, errou as 5 bolas de três pontos que tentou (acertando só um de dez arremessos de quadra). No terceiro jogo, errou as 4 bolas de três que tentou (acertando 2 dos seus 11 arremessos de quadra). Temos então um Odom fora de forma que só arremessa uns tijolos do perímetro sem parar.

Mas também não é como se o resto da equipe estivesse fazendo muito diferente. Com uma defesa que não força erros, não tapa o aro e não consegue rebotes, o Mavs acaba dependendo de novo de jogadas de isolação e de arremessos de três pontos forçados. Contra o Heat, o Mavs tomou 44 pontos no garrafão, pegou 20 rebotes a menos do que o adversário, e tentou 28 bolas de três pontos (acertando 9). No segundo jogo, pequena melhora: foram “apenas” 40 pontos tomados no garrafão contra o Nuggets, acertando 8 das 27 bolas de três pontos que tentou.

O terceiro jogo, comentado pelo Denis no resumo da rodada de ontem, foi mais promissor: o Mavs conseguiu apertar mais a defesa e forçou muitos erros do Thunder. O problema é que o Thunder já mostrou que basta forçar o Westbrook a jogar em velocidade para que ele cometa 8 bilhões de erros por jogo, colocando tudo a perder, então há pouco mérito do Mavs. No resto, tudo igual: levou 36 pontos no garrafão e acertou 9 das 26 bolas de três pontos que tentou.

O ataque tenta se arrumar como pode, Delonte West entrou bem no time titular e foi capaz de girar mais a bola e criar algum espaço para os arremessos. Nowitzki continua sendo isolado, criando seus pontos, e encontrando companheiros livres no perímetro. Mas não se fala em outra coisa nos vestiários a não ser na defesa do Mavs que foi embora: teve o Nowitzki recentemente dizendo que é difícil jogar em velocidade quando não se consegue rebotes ou erros adversários, teve o técnico Rick Carlisle dizendo que terá que ensinar defesa tudo de novo para sua equipe, melhorar seu próprio trabalho, começar de novo.

Um time campeão capaz de começar a temporada com 3 derrotas seguidas, parecendo perdido em quadra e regredindo quase uma década em seu estilo de jogo? É pra já. Ficamos então com uma lição valiosa: Tyson Chandler não é gênio, não vai descobrir a cura da AIDS, não é o melhor defensor da NBA; mas se você finalmente monta um elenco capaz de colocar em prática um estilo de jogo que foi campeão da NBA, agarre esse elenco com unhas e dentes e dinheiros. Porque acreditar que dinheiro é capaz de trazer outras peças, reposições quaisquer, e que ninguém vai sentir falta dos jogadores que forem embora, isso é furada. Vimos com o Clippers que dá pra formar um bom time mesmo sem depender da grana. Agora vimos com o Mavs como dá pra jogar um time no lixo apesar de ter grana saindo pelas orelhas. Se não houver um reforço nesse garrafão, se o Mavs não encontrar um modo de retomar a defesa que lhe levou ao título, essa será uma temporada perdida para Nowitzki e seus amigos.

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