Quando um time se lesiona

Quando um time se lesiona

Quando assistimos a um jogo da NBA, esperamos ver grandes jogadores, grandes estrelas, grandes equipes se enfrentando – e de vez em quando o Sixers, claro. Toda equipe tem ao menos algum atrativo, algum jogador interessante que está fora da curva média da NBA. Mas às vezes nosso plano de ver os melhores jogadores em quadra é destruído pelo terrível poder do acaso: lesões acontecem sem aviso prévio e podem deixar alguns times completamente pelados e, ao menos aparentemente, desinteressantes.

Lembro de uma época triste em que os jogos da NBA na televisão eram raríssimos, não havia o poder do “League Pass” pela internet e vivíamos de pequenas migalhas na esperança de ver as melhores estrelas jogando. Certa vez a ESPN anunciou que o jogo da semana seguinte seria uma partida do Raptors de Vince Carter e passamos dias aguardando aquele jogo ansiosamente, até que o dia chegou e na hora de anunciar as estrelas de cada equipe, surgiu lá a cara simpática-porém-desimportante do Antonio Davis. Vince Carter estava contundido. A partida era uma perda de tempo total.

Os novos números – Parte 2

Se você caiu de paraquedas neste texto, talvez seja melhor tirar um tempinho e ler a parte 1 deste especial. Lá falo dos números de distância e velocidade, toques na bola, passes e assistências e defesa.

No começo desta temporada eu fiz um post contando que a NBA havia fechado um contrato para instalar as câmeras do SportVU em todos os ginásios da liga. Para quem não lembra, o SportVU é um programa que se originou de um sistema rastreador de mísseis do exército israelense, mas que hoje funciona lendo todos os movimentos dos jogadores da NBA. O SportVU tem nos oferecido estatísticas antes inimagináveis, que agora nos ajudam a entender como jogam e como funcionam diferentes times e jogadores. Este texto serve apenas para discutir alguns destes números. Para a discussão das novas tecnologias na NBA vocês podem ler alguns textos antigos sobre o próprio SportVU, sobre o espaço na NBA e sobre a revolução estatística do basquete.

Todos os números citados aqui podem ser vistos na página de estatísticas da NBA, o NBA.com/Stats, dentro da sessão Player Tracking, que concentra os dados do SportVU.

 

DeAndre Jordan Rebound

Rebotes

Os rebotes eram uma área bem coberta pelas estatísticas antigas. Além dos números tradicionais de rebotes por jogo, já existiam também os rebotes por minuto e, com a ajuda de números de posses de bola, Rebounds Percentage, que era uma estimativa da porcentagem de rebotes pegos por um jogador quando ele estava em quadra. Por fim, meu número favorito, o que calcula a eficiência em rebotes de todo o time quando determinado jogador está em quadra.

O SportVU chegou para refinar esses números e oferecer alguns detalhes a mais. Um número interessante que eles mostram é o número de chances de rebote que um jogador tem por jogo, calculado por distância. Se no momento do rebote o jogador está a 3.5 pés (1.05 metros) da bola, é considerada uma chance de rebote. Com base nisso, eles também calculam, com mais exatidão do que o número tradicional, a porcentagem de conquista do rebote dentro dessas chances.

O líder em chances de rebote é (surpresa!) Kevin Love. Seu posicionamento fantástico o dá 19.7 chances de rebote por jogo, pouco mais que DeAndre Jordan, Dwight Howard, Zach Randolph e o promissor Andre Drummond. Sendo este um número que premia o bom posicionamento, nenhuma surpresa pra gente, certo? Curioso que o único jogador no Top 50 que não é um ala de força ou pivô é Carmelo Anthony. No Top 100 o único jogador de backcourt é Lance Stephenson, do Indiana Pacers. Mas se isso só mostra a proximidade, é claro que até o pior dos grandões vai ter um número razoável, o interessante é saber quem consegue tirar bom proveito dessa proximidade.

Se colocarmos um filtro de jogadores que vêem pelo menos 7 chances de rebote por jogo (para eliminar os armadores que tem 100% porque tem uma chance e a agarram), temos os dois principais candidatos a MVP da temporada nas primeiras posições. Kevin Durant tem absurdos 74% de acerto nos rebotes em 10.5 chances por jogo; LeBron James tem 72% em 9.3 chances de rebote. Eles aparecem antes do citado Carmelo Anthony, Gordon Hayward, Russell Westbrook e DeAndre Jordan. Se vocês juntarem as duas listinhas que fiz neste assunto verá apenas um nome se repetir entre os melhores: Jordan. De todos os pivôs que veem inúmeras oportunidades de rebote por jogo, apenas o grandalhão do Clippers continua no topo em aproveitamento, com 70%. Kevin Love, lá atrás na lista, tem 65%. Andre Drummond também está bem colocado, com 69%.

Este número talvez ajude a explicar porque Doc Rivers coloca muita fé no seu pivô. No ano passado Vinny Del Negro costumava usar um quinteto mais baixo no Clippers para últimos períodos, com Jamal Crawford em quadra e Jordan no banco. O motivo principal era o pavoroso aproveitamento de lances-livres do pivô, que impedia que ele sequer recebesse a bola, com a certeza que seria acertado por uma falta. Nesta temporada seu aproveitamento subiu apenas de 38% para 40%, ainda ridículo, mas mesmo assim fica muito mais em quadra nos minutos decisivos. Rivers acredita que ele não precisa receber a bola no ataque, onde Chris Paul e Blake Griffin tomam conta do negócio, e que na defesa ele é essencial para bloquear arremessos e garantir os rebotes. O cara não é perfeito, mas conseguiu ser um dos melhores da NBA em uma categoria e seu novo técnico soube reconhecer a importância disso. Acho que apanhar feio de Marc Gasol e Zach Randolph nos Playoffs do ano passado serviu pra alguma coisa.

Outro número legal dos rebotes do SportVU é o de rebotes contestados por jogo. Esta categoria calcula o número de rebotes pegos por um jogador quando este tem um adversário a um metro ou menos de distância dele. Nesta categoria a parte física conta bastante e o gigantrosco Andre Drummond é o líder com 5.5 por jogo, seguido de DeAndre Jordan, claro, com 5.4. Kevin Love, Anthony Davis e Joakim Noah completam o Top 5. Em rebotes não contestados, quando o jogador pega a bola sem concorrência, o campeão é LaMarcus Aldridge, com 8.3. Ah, mas ele está sozinho, mas empatado com… DeAndre Jordan.

 

Lin

Infiltrações

A parte das estatísticas chamadas de Drives foi a primeira que me chamou a atenção no SportVU. A categoria é descrita assim: Qualquer toque na bola que comece a pelo menos 6 metros do aro e seja levado até 3 pés do aro e exclui situações de contra-ataque.

Eu me apaixonei por esse número quando vi, no começo da temporada, que Jeremy Lin estava entre os líderes em vários dos números mostrados. Hoje, com ele na reserva de Patrick Beverley, seu ranking caiu um pouco, mas ainda está lá em cima: ele é o melhor em aproveitamento de arremesso em infiltrações (54% de acerto, atrás só de caras como LeBron, Ginóbili e Durant), 10º em pontos do time por infiltração (9.7 pontos marcados pelo time em uma posse de bola que tem sua infiltração) e 18º em pontos de infiltração por jogo, 5; e em infiltrações por partida, 8.2.

O meu encantamento com esses números aconteceram porque eles eram exatamente tudo o que Jeremy Lin precisava para convencer os outros de que ele é realmente um bom jogador. Depois da fantástica e cativante história da Linsanity, as pessoas seguiram sua rotina de matar os ídolos que elas mesmas criaram: “não tem como manter isso”, “não tem físico”, “defende mal”, “jogador normal que recebe atenção demais da mídia”. Os argumentos vinham junto de médias de pontos, arremessos e turnovers que até não eram ruins, mas também não eram chamativos como o seu jogo.

Acontece que os números que valorizam Lin simplesmente não existiam! Ele é um especialista e deve ser tratado como tal. Menosprezar Lin antes, era como se menosprezássemos Kyle Korver em um mundo onde não existissem estatísticas de bolas de 3 pontos, ou falar mal de Tony Allen porque não há números defensivos o bastante para valorizar sua marcação individual. Lin é um especialista em infiltrações e como qualquer outro cara focado em uma só função do jogo, pode se dar ao luxo de não ser espetacular no resto e mesmo assim fazer a diferença numa partida. Como dito no número acima, Lin é o 10º melhor da NBA em criar pontos para o time com infiltrações. Seu ataque rende pontos, assistências para arremessadores, confusão na defesa e faltas. Se isso não é um talento valioso, não sei o que é.

 

Splash Bros

Arremessos

A parte dos arremessos é uma das mais completas de todo o SportVU. Ele separa os chutes entre Catch and Shoot, que é quando o jogador recebe a bola a pelo menos 3 metros da cesta e arremessa sem driblar; Pull Up, que conta a mesma distância, mas com

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pelo menos um drible; e os já citados Drives, as infiltrações. Depois existe uma página onde a eficiência dos três tipos de arremesso são computadas. Se seu jogador favorito é bom em algum arremesso, em algum lugar ele aparece. Como disse no caso de Lin, a hora dos especialistas é agora.

A estrela do Catch and Shoot (CaS) é um dos Splash Bros. do Golden State Warriors, Klay Thompson. Ele lidera a liga em pontos por CaS com 9.8, mas peca um pouco no aproveitamento. Embora os 44% pareçam e sejam realmente muito bons, até se considerarmos a dificuldade dos chutes que ele tenta, tem gente melhor e que também tenta bastante. Kyle Korver é uma aberração da natureza que consegue manter os 50% de aproveitamento (!) em bolas de 3 no CaS mesmo tentando 5.3 bolas por jogo, número muito superior que qualquer outro jogador que tem boa porcentagem. Quem chega mais perto é Paul George, que acerta 48% de seus 4.3 arremessos de 3 em CaS.

Mas se os nomes no topo não surpreendem muito, os lá de baixo chamam a atenção. Antawn Jamison, contratado para ser um arremessador vindo do banco, tem só 20% de acerto em CaS! Tim Duncan tem apenas 33% e Brandon Jennings tem, irgh, 28% nas bolas de 2 pontos e 25% nas de 3 pontos! E ele ainda tem coragem de dizer que melhorou muito desde que chegou em Detroit.

Nem tudo, porém, parece mérito ou culpa individual nesse caso. Será que o time cria boas situações de arremesso para o jogador? Veja o caso de Patrick Patterson: ele só conseguiu 27% de acerto em CaS nos seus 16 jogos pelo Sacramento Kings, mas já tem 47% de aproveitamento nas 20 partidas que fez pelo Toronto Raptors! A diferença é gritante.

Rudy Gay2

Nos arremessos de Pull Up, que é quando o jogador arremessa após o drible, alguém está surpreso de ver o outro Splash Bros. na liderança de tentativas e pontos? Steph Curry chuta o pau da barraca com 10.5 arremessos por jogo e, veja só, 10.5 pontos por partida. A média de 1 ponto por arremesso é boa e mostra como bolas de 3 pontos compensam qualquer aproveitamento abaixo da média. Mais da metade destes chutes de Curry são de longa distância, onde ele acerta 35% de suas tentativas. O número é regular para um arremessador normal, mas impressionante pela dificuldade das bolas que Curry força, algumas bem irresponsáveis.

O resto da lista está recheado de armadores, desde os mais fominhas e caçadores de pontos até aqueles que simplesmente não tem com quem compartilhar o controle da bola: Chris Paul, John Wall, Russell Westbrook, Kyrie Irving e Brandon Jennings, que tem 10% a mais de aproveitamento em arremessos vindos do drible do que no CaS, bem incomum.

O Top 10 de pontuadores em arremessos de Pull Up tem um exemplo claro de como não existe estilo certo ou errado, tudo depende da qualidade. Os únicos não-armadores do Top 10 são Kevin Durant e Rudy Gay, os dois alas adoram driblar a bola por um tempão antes de disparar seu arremesso de média ou longa distância. A diferença? Gay acerta 40% de seus arremessos, Durant faz 44%, com vantagem de 45% a 41% nas bolas de 3 pontos para KD.

A pegadinha está no time listado ao lado do nome de Gay: estes números são de seus jogos pelo Toronto Raptors! Se considerarmos apenas os jogos pelo Kings, seu aproveitamento total sobe para 47% e os arremessos tentados por jogo em Pull Up caem quase pela metade! Ou seja, desde que foi trocado, seja por instrução técnica, acaso ou maturidade, Rudy Gay passou a deixar seu jogo mais Duranteado. Dribla menos, joga mais sem a bola e só arremessa depois do drible em situações onde tem clara chance de pontuar. Seu aproveitamento melhorou e o Kings se tornou um time decente (o que é diferente de bom). Que force a barra apenas quem tem o talento surreal de Kevin Durant.

….

Coloquei nestes posts alguns casos especiais que me chamaram a atenção, mas o alcance dos novos números vão muito além disso. Mais que a busca dos melhores e piores em cada categoria, dá pra achar muita coisa interessante. Imaginem que legal seria comparar os números de arremesso de Andre Iguodala, um dos líderes em aproveitamento de Catch and Shoot deste ano, em que joga ao lado de Steph Curry e Klay Thompson, com o ano passado, onde ele era um dos criadores de jogada em Denver. Será que ele arremessava igual? O quanto o time influencia nestas coisas? As comparações entre anos e situações diferentes é o próximo passo dos novos números.

Depois da lama

Depois da lama

Já cansamos de escrever aqui e comentar em nossos Podcasts sobre a decadência dos fominhas na NBA. Tendo Allen Iverson como maior símbolo e Kobe Bryant como solitário sobrevivente de sucesso, os pontuadores centralizadores, os machos alfa do ataque, estão em extinção nos EUA, último reduto deles no basquete mundial.

E por que vamos voltar nesse assunto? Bom, calhou de termos mais um exemplo claro de que estes fominhas capazes de dezenas de pontos por jogo até existem ainda, mas são cada vez menos desejados ao redor da liga. Estamos falando de Rudy Gay, ala que foi trocado pelo Toronto Raptors para o Sacramento Kings há algumas semanas. Adivinhem que time melhorou e qual continua na lama.

Rudy Gay

Fizemos um texto comentando o negócio e lá dissemos que o Raptors estava fazendo um negócio pensando em duas coisas: economizar e perder. A primeira se mostrou verdade, já que os 19 milhões de dólares de Gay, pagos neste e no próximo ano, agora estão nas mãos do Kings, enquanto os contratos de John Salmons e Greivis Vásquez, recebidos em troca, podem ser encerrados já na próxima offseason. Agora, a parte de perder não deu nada certo. Algumas pessoas até previram que o Raptors não iria ficar tão ruim imediatamente, e até por isso iriam tentar trocar Kyle Lowry ou até DeMar DeRozan para piorar o time e aumentar as chances do time no Draft 2014. Mas será que mesmo os que previram que o time não ia piorar sabiam que eles iam ficar tão bons?

Desde a troca de Rudy Gay, o Raptors venceu 9 partidas e perdeu apenas 4, sendo estas derrotas para o San Antonio Spurs (duas vezes), Miami Heat e, a única para um time não candidato o título, Charlotte Bobcats, na prorrogação. Nas vitórias, destaque para os jogos contra Indiana Pacers, OKC Thunder e Dallas Mavericks. Antes da troca, 30% das posses de bola do Raptors acabavam com Rudy Gay (arremessos tentados, turnovers ou faltas sofridas), disparado o líder da equipe. Some-se isso o fato de que ele não cobrava muitos lances-livres, errava bastante e tinha terríveis 38% de acerto em seus arremessos e dá pra sentir o drama da coisa. Segundo dados coletados pelo Zach Lowe, do Grantland, Gay seguia para ser apenas o 4º jogador na história a finalizar 30% das posses de bola de um time e acertar menos de 40% dos arremessos. Os outros eram, surpresa, clássicos fominhas do começo do século: Jerry Stackhouse, Baron Davis e Allen Iverson.

Com Rudy Gay fora, o Toronto Raptors teve que distribuir estes 30% de suas posses de bola entre seus outros jogadores. Foi aí que Kyle Lowry, contratado na temporada passada, finalmente voltou a jogar bem como nos tempos de Houston Rockets e o time foi em seu embalo e liderança. Jonas Valanciunas, em especial, pulou de médias de 8 pontos e 7 rebotes para 12 e 9. A média de assistências da equipe pulou de 17 por jogo para 22; o aproveitamento dos arremessos pulou de 42% para 44% e o de três pontos de 34% para 38%. Os erros ficaram nos mesmos 14 por jogo e a eficiência ofensiva (pontos por 100 posses bola) pulou de 101 pontos para 110, e até a defesa melhorou de 108 pontos sofridos para 103. Em resumo, tudo é melhor desde que Rudy Gay foi embora. Não por coincidência, o Memphis Grizzlies saboreou melhora semelhante após trocar o mesmo jogador na última temporada.

O curioso e interessante dessa história toda é imaginar o que vai acontecer daqui pra frente. O Raptors parecia sério em continuar sua implosão rumo ao Draft, chegando a ficar muito perto de mandar Kyle Lowry para o New York Knicks, negócio que foi vetado por James Dolan, dono do Knicks, que não queria ceder mais uma escolha de Draft para o Raptors depois de já ter enviado uma na troca por Andrea Bargnani na última offseason. Ao manter o armador, o Raptors viu o time melhorar, dominar a divisão do Atlântico e até visualizar uma possível terceira colocação em todo o Leste, afinal o Washington Wizards não deslanchou como o previsto e o

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Atlanta Hawks acabou de perder Al Horford até o fim da temporada.

E não é só que o time melhorou, não é só que eles estão se aproveitando de uma conferência fraca e infestada de lesões, eles estão fazendo isso com um time jovem, promissor e que mostra melhora jogo após jogo. A ideia era montar o time em volta nome de novos jogadores, uma reconstrução, mas ela pode já estar em curso e não precisar de mais empurrões ou derrotas forçadas.

Raptors

O já citado Kyle Lowry tem 27 anos e está chegando na idade onde os jogadores costumam atingir seu auge na carreira; DeMar DeRozan tem só 24 anos, está com média superior a 20 pontos por jogo e acrescenta novas jogadas a seu arsenal a cada ano que passa; Terrence Ross, de 22 anos, está com média de 14 pontos por partida desde que assumiu a titularidade no lugar de Gay e aos poucos está acertando seu belo arremesso (mais de 44% de bolas de 3!) que o fez famoso no basquete universitário. No garrafão, eles tem Amir Johnson, de 26 anos, na melhor temporada de sua carreira e um dos líderes da NBA em aproveitamento de arremessos, além de Jonas Valanciunas, de 21 anos, que

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aos poucos vai melhorando e fazendo a diferença a favor do time canadense. No banco ainda tem os bons e jovens Greivis Vásquez (26 anos) e Patrick Patterson (24), completando um time jovem e

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na ascendente.

A decisão de Masai Ujiri, General Manager do Toronto Raptors, não é das mais fáceis. Por um lado ele sabe que hoje (e sempre) não se vence na NBA sem uma grande estrela, assim como sabe que seria a glória maior que essa estrela fosse um canadense, como a promessa Andrew Wiggins. Por outro, mesmo forçando trocas e mudando o elenco, nada garante que o Raptors vai ser o pior time e muito

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menos que o sorteio coloque a equipe no Top 3 do Draft, onde Wiggins deve ser escolhido. Como fica o emprego do manager se a diretoria da equipe perceber que ele abriu mão de um time jovem, terceiro colocado no Leste, em nome da, digamos, oitava escolha no Draft 2014? Mas e se nem DeRozan ou Valanciunas desabrocharem rumo ao estrelato, até onde vai um time de jogadores medianos no próximo ano, quando o Leste deve mostrar alguma reação?

Se pensarmos em empregos e contrato, não veremos ajuda de técnicos e treinador para que o Toronto Raptors afunde. Kyle Lowry está em ano de contrato e Amir Johnson tem uma team option de 7 milhões de doletas no próximo ano. Já o técnico Dwayne Casey está em sua segunda passagem como técnico da NBA e não pode fazer feio. Ele fracassou quando assumiu o Minnesota Timberwolves entre 2005 e 2007 e provavelmente não terá mais uma chance no mercado se comandar outro time ruim.

As vitórias consecutivas sobre bons times e a perspectiva de vida longa nos Playoffs contribuem ainda mais para que os jogadores se unam para que possam experimentar um pouco do sucesso, se valorizar e, vejam só, vencer jogos de basquete, o objetivo definitivo do jogo. Contra eles apenas a possibilidade de alguma troca maluca que desmanche tudo em nome da loteria.

Parceiros na lama

Parceiros na lama

O que acontece quando um time ruim troca um de seus principais jogadores para um outro time muito ruim? Alguém melhora? Iremos descobrir em breve, já que o Toronto Raptors enviou Rudy Gay, Quincy Acy e Aaron Gray para o Sacramento Kings em troca de John Salmons, Patrick Patterson, Chuck Hayes e Greivis Vásquez.

A troca é um pouco estranha simplesmente porque ela envolve Rudy Gay. O ala é visto na liga como um dos piores negócios da atualidade: pouco dedicado na defesa, precisa de muitos arremessos para atingir sua média de pontos, não cria jogadas para os companheiros e ganha 17,8 milhões de dólares para fazer isso. É algo tão ruim que ele era considerado um dos contratos “introcáveis” da liga até o ano passado, quando o Memphis Grizzlies conseguiu a façanha de mandá-lo ao Toronto Raptors, que na época era um time cheio de esperança que achava que só faltavam pontuadores para o time deslanchar.

Rudy Gay_

Não só o Toronto Raptors não deslanchou com a chegada de Rudy Gay, como o Memphis Grizzlies nem sentiu falta e fez a melhor campanha da sua história mesmo usando apenas o que restou de Tayshaun Prince em seu lugar. O contrato “introcável” conseguiu se desvalorizar ainda mais. O destino do time canadense parecia ser morrer com o contrato de Gay na mão. O ala recebe os 17,8 milhões neste ano e ainda tem mais 19,3 milhões para receber no ano que vem, se quiser. Sim, Rudy Gay tem uma “player option” em seu contrato e eu não vejo ninguém com um mínimo de bom senso dizendo que não tá afim de ganhar todo esse dinheiro só para testar o mercado. Se ele assim o fizer, Sacramento é oficialmente o times menos desejado pelos jogadores da NBA.

O Toronto Raptors desistiu tão rápido de Rudy Gay porque o time mudou de General Manager. O antigo GM do Denver Nuggets, Masai Ujiri, foi contratado pelo time canadense nesta última offseason e não demorou em tentar mudar a cara do time. Nada de remendos, nada de

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contratos gordos para quem não faz realmente alguma diferença, a ideia, como tem sido comum em tantos times nos últimos anos, é economizar, investir no Draft, acumular boas moedas de troca e esperar pela hora de fazer o negócio certo. É por isso que Andrea Bargnani foi para o NY Knicks a troco de bolachas e agora Rudy Gay foi para Sacramento em troca só do necessário para se acertar os salários.

O Plano A do Raptors é o idolatrado salve-salve Draft 2014, em especial a estrela canadense Andrew Wiggins, mas para isso o time precisa perder um pouco mais do que tem perdido até aqui. E convenhamos, ser o pior time do Leste tem sido mais difícil do que ser o melhor. Até por isso dizem que em Toronto apenas DeMar DeRozan está a salvo, e que Kyle Lowry deve ser o próximo a ser mandado para algum canto da NBA. A presença do bom armador Greivis Vásquez no negócio ajuda na veracidade do rumor. A base de Vásqez, DeRozan, Jonas Valanciunas e alguma estrela do próximo Draft é promissora, embora não seja garantia alguma de sucesso. De qualquer forma, um salto de qualidade se considerarmos que há menos de um ano o time apostava na dupla mais anti-estatísticas da NBA, Bargnani e Gay. Evoluíram.

Masai Ujiri

Para o Sacramento Kings, bom, o que dizer? Eles tem assistido o Rudy Gay jogar nos últimos anos? O cara tem talento, sabe marcar pontos, sabe criar o próprio arremesso do nada, mas as críticas que ele recebe (com toda razão!), são todas iguais aquelas que TODO O TIME do Kings recebeu nos últimos anos! Falta de comprometimento, defesa preguiçosa, individualismo, pouca eficiência ofensiva e salário alto para pouco retorno. Não é essa a definição de Marcus Thornton? Ou DeMarcus Cousins? Ou mesmo de Tyreke Evans, trocado na última offseason?

A questão salarial não é tão decisiva assim, porém. Primeiro porque o Kings gasta pouco, depois que as renovações com DeMarcus Cousins e Ben McLemore vão acontecer só quando o contrato de Gay já tiver expirado, depois, não é como se o Kings fosse atrair LeBron James ou Carmelo Anthony como Free Agents ao fim da temporada. Com a imagem que a franquia tem na liga atualmente, investir em Free Agents só seria mais um baque para torcedores e uma história de fracasso para o General Manager. E por falar em GM, o do Kings é Pete D’Alessandro, considerado no meio da liga como um dos especialistas nos detalhes estranhos das regras do teto salarial, e antigo funcionário do próprio Masai Ujiri. Assistente de Ujiri, D’Alessandro era considerado favorito para assumir o Nuggets depois da saída de seu chefe para o Raptors, mas acabou indo mesmo para o mega desafio de transformar o Kings em um time respeitável. Outro dia trocou Luc Mbah a Moute pela aposta/bust Derrick Williams, agora pegou Gay. Certo ou não, vêm cumprindo sua promessa feita na offseason de ser agressivo e não ter medo de se meter em negócios.

Pete D'Alessandro

Na minha cabeça limitada, não consigo visualizar um time com Isiaiah Thomas, Rudy Gay, Derrick Williams e DeMarcus Cousins jogando algo parecido com um basquete vencedor, mas antes de começar a martelar todo mundo, é bom esperar um pouco. Às vezes a intenção é mesmo perder, uma atitude até condenável, mas incentivada pelas regras da NBA, ou outras vezes este é só o primeiro negócio de outros, que nos próximos meses vão nos indicar qual é o real plano da equipe.

De qualquer forma dá pra entender que as ótimas temporadas individuais de DeMar DeRozan, no Raptors, e Isaiah Thomas, no Kings, deram uma forcinha nesta troca. Faz anos que o Kings é um time melhor com Thomas na armação, mas por ele ser um anão que não gosta de passar a bola, sempre é visto como um reserva de luxo, um Nate Robinson. Este será o grande teste de sua carreira, para mostrar se pode ou não liderar um time decente. Também é uma abertura de espaço para Ray McCallum, escolha de segunda rodada no Draft deste ano e que fez bons jogos na D-League, e Jimmer Fredette, que precisa jogar para ser isca em futuras trocas.

Sobre os outros jogadores da troca,foram apenas usados para fazer as contas do negócio funcionar. Patrick Patterson, Chuck Hayes e John Salmons vão virar Free Agents restritos ou irrestritos ao fim da temporada, Salmons até poder ser dispensado antes sem dó nem piedade se receber 1 milhãozinho de doletas. Quincy Acy ganha um salário mínimo e Aaron Gray, que ganha 2 milhões, está no último ano de seu contrato.

Podcast – Edição 4

Podcast – Edição 4

Fala pessoal, tudo bem? Ficamos felizes com a recepção que vocês tiveram com nossa ideia de vender camisetas. Muitos já compraram, outros gostaram da ideia mas não gostaram da camiseta. Alguns outros só não tem dinheiro. O importante é continuar palpitando para que a gente lance camisetas que agradem vocês. Outra novidade? A volta do Podcast do Bola Presa! Esta já é a 4ª edição, mas quando a 3ª saiu o LeBron James não era campeão, Steve Nash jogava no Phoenix Suns e Dwight Howard era amigão do Stan Van Gundy. Hora de um novo, né? Nessa edição discutimos a troca de Rudy Gay para o Toronto Raptors, a mudança de nome do New Orleans Hornets, que vai se chamar Pelicans e, por fim, respondemos perguntas que vocês mandaram via Both Teams

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Played Hard. Para ouvir nosso podcast é só entrar no link abaixo. Você entrará numa página do 4shared e lá dá pra ouvir direto no site ou baixar o arquivo .mp3 pra ouvir aí durante a vida. São míseros 40 minutinhos de papo com o mínimo de edição possível e uma música animal do Megaman X no background. Aproveitem! PODCAST BOLA PRESA #4  

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