Grizzlies e Clippers derrotam os finalistas

Grizzlies e Clippers derrotam os finalistas

A rodada da quarta-feira foi daquelas para passar um recado. Muito se falou de Los Angeles Lakers, San Antonio Spurs e OKC Thunder como os favoritos do Oeste antes da temporada começar. Não sem razão, claro, existiam motivos para esse favoritismo, mas o LA Clippers e o Memphis Grizzlies não gostaram do pelotão intermediário. Ambos são dois dos times mais quentes da NBA no momento e coroaram essa fase com vitórias sobre os finalistas do ano passado: o Grizzlies bateu o Thunder, em Oklahoma City, por 107 a 97. O Clippers venceu o Heat por 107 a 100.

O Memphis Grizzlies tem agora 6 vitórias e 1 derrota na temporada. A derrota foi na estreia justamente para o Clippers, seu nêmesis na última temporada. Depois disso passaram o rodo em todo mundo, incluindo Miami Heat e agora Thunder. No jogo de ontem apanharam de 30 a 20 no primeiro quarto, mas souberam tomar o controle do jogo após um 2º período arrasador. Depois que assumiram a frente do placar a gente só assistiu Rudy Gay (28 pontos) trocar cestas com Kevin Durant (34 pontos, 10 rebotes) até o fim do jogo. A dupla Durant e Westbrook (17 pontos, 13 assistências) está jogando bem como sempre, mas ambos somaram 8 turnovers no jogo. Estão errando muito e em momentos péssimos da partida. Falo sobre o Thunder o que falei do Spurs ontem, estão vencendo e jogando bem, mas ainda não chegaram nem perto do que mostraram na temporada passada.

Pelo Grizzlies, méritos eternos para eles por estarem jogando tão bem mesmo depois de terem perdido OJ Mayo. A equipe continua esmagando todo mundo nos rebotes ofensivos, mas a troca de bolas melhorou muito nessa temporada e um dos motivos é como o time está jogando mais aberto. Marc Gasol sai ainda mais do garrafão para dar passes precisos (4.7 assistências por jogo, melhor da liga entre os pivôs) e Rudy Gay e Quincy Pondexter tem ajudado com bolas de média e longa distância que faltavam ao time. O elenco do Grizzlies está a uma contusão de foder com tudo, mas enquanto estiverem inteiros vão continuar arrasando com favoritos.

No resumo do jogo, prestem atenção na jogada em que Gasol simplesmente destrói Kendrick Perkins no garrafão. É muita técnica para o Homem-de-Tijolo defender.

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Se o começo do Grizzlies é impressionante, o do Clippers não fica muito atrás. São 6 vitórias e 2 derrotas. Nas vitórias já bateram Grizzlies, Lakers, Spurs, Hawks e Heat. Nada mal! As derrotas que são curiosas, uma para o Cavs no dia em que Dion Waiters não errava um arremessos sequer, e outra contra o Warriors, quando Steph Curry cavou uma falta de ataque de Chris Paul no último segundo.

O Clippers tem o 4º melhor ataque da NBA até agora e a 10ª melhor defesa. Alguém achou que um time de Vinny Del Negro chegaria nesse ponto de qualidade? E eles tem feito isso de maneira organizada, como se tivessem um técnico de verdade. Vamos dar todo o crédito ao Chris Paul só para não admitir que o VDN esteja fazendo um bom trabalho.

No jogo de ontem o Clippers tomou vantagem dos altos e baixos do Heat. Em um momento do 3º período onde o time de LeBron James (30 pontos, 7 assistências) não conseguia acertar nada, Chris Paul (16 pontos, 10 assistências) e Blake Griffin (20 pontos, 14 rebotes) tomaram conta do jogo. Aí no começo do último quarto Eric Bledsoe (12 pontos em 17 minutos) deu show e abriu 15 de vantagem. Mas o grande momento de Bledsoe foi quando ele deu um toco à lá Dwyane Wade em… Dwyane Wade. Quantas vezes não vimos o armador do Heat subir para tocos em enterradas de pivôs enormes? A idade chega e agora ele que tá sendo rejeitado.

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Muitos outros jogos na rodada. O Indiana Pacers venceu o último período do jogo contra o Milwaukee Bucks por 32 a 17 só para assim perder o jogo por “””apenas””” 99 a 85. Pois é, a vantagem chegou a ser de uns quase 100 pontos, ou isso era o que parecia na hora. O resumo do jogo é um show de “ohs” e “ahs” com as bandejas de Brandon Jennings e Monta Ellis. Em Boston, o Celtics continua sem convencer, mas venceu o Jazz em jogo disputado e apertado, 98 a 93. Em Dallas, o Mavs contou com 25 pontos de OJ Mayo para manter o Wizards como o único time sem vitórias na NBA. O Pistons? Ah, eles saíram dessa. Venceram o Philadelphia 76ers por 94 a 76 fora de casa. O Sixers tem 4 vitórias e 4 derrotas na temporada, mas só 1 vitória e 3 derrotas em casa. Ontem acertaram só 29% de seus arremessos. Pelo Pistons, 19 pontos e 18 rebotes do ótimo Greg Monroe, e legal ver o ótimo novato Kyle Singler (16 pontos, 4 rebotes) como titular. Ele tem sido ótimo até agora!

Jogo bem interessante entre Houston Rockets e New Orleans Hornets. Sabiam que o Rockets é o time que menos tenta arremessos longos de 2 pontos na temporada? Isso que dá ter um nerd de estatísticas como General Manager. Ontem eles usaram seu jogo de infiltrações e bolas de 3 para vencer por 100 a 96, mas quase que perderam quando Greivis Vásquez (24 pontos, 9 assistências) começou a acertar bolas como se estivesse no NBA Jam. James Harden fez 30 pontos, mas o herói foi Chandler Parsons (13 pontos, 10 rebotes) que fez o arremesso da vitória, um fade away dificílimo, no minuto final.

Fechando a rodada, três jogos decididos no final. Em Oakland, um rebote ofensivo a 22 segundos do fim do novato Harrison Barnes (19 pontos, 13 rebotes) em seu melhor jogo da curta carreira, garantiu a vitória do Warriors sobre o Hawks por 92 a 88. Se não fosse ele, Lou Williams (18 pontos) poderia ter continuado seu ótimo 4º período e empatado o jogo. O Bulls bateu o Suns por 112 a 106 com 28 pontos e 14 rebotes de Carlos Boozer, mas só conseguiram na prorrogação, depois do Suns fazer um ótimo 4º período e empatar um jogo que parecia perdido. Algum time tem mais altos e baixos durante um jogo que o Suns nesse começo de temporada? É o humor de Michael Beasley influenciando o time inteiro.

E o que dizer sobre o Charlotte Bobcats? Já passaram 7 jogos e eles tem mais vitórias que derrotas! Como explicar? Onde está seu deus agora? Venceram 3 jogos seguidos e ontem bateram o Wolves com uma bola de Kemba Walker sobre Alex Shved no último segundo. Inexplicável.

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Top 10 da Rodada

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Fotos da Rodada

Apanhar da bola nem sempre é só uma expressão

 

Essa cena é do Rocky 3 ou 4?

 

Chris QWOP

 

Pescotapa do Haslem

 

Cavanha diabólica do Gortat ou barba aparada do Boozer?
Sou mais um bom e velho bigode do Adam Morrison

 

O homem sem face…

 

…que sabe ser um cuzão quando quer

 

-Foi na bola, professor!

 

Heat fecha a série, Gasol salva o Grizzlies

Mini rodada de dois joguinhos nessa quarta-feira de Libertadores, agradecemos à NBA por se importar com o campeonato mais importante de todas as Américas em qualquer esporte e liberar seu calendário. Valeu, Stern!

A rodada começou com o Miami Heat terminando o serviço contra o New York Knicks. Eu, como todo mundo, queria que a série fosse até 7 jogos e fosse cheia de emoção, mas achei ridículo aquele monte de gente achando que isso ainda era algo realista depois que o Heat abriu 3 a 0. Tá bom que o Knicks ganhou um jogo, o único que foi melhor, mas mesmo assim foi só no último minuto e em casa. Não surpreende que ontem, jogando em seus domínios, o Heat tenha dominado do começo ao fim, poderiam até ter vencido por diferença maior que o 106 a 94 final.

Mais adaptado à defesa do Heat, Carmelo Anthony novamente jogou bem. Fez 35 pontos em 15/31 arremessos, mas o ataque do Knicks é muito previsível com Melo sendo a peça principal, deu certo durante um tempo na temporada regular porque o time

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tinha menos machucados e porque a defesa estava sufocando os adversários. Com o time baleado e o Heat ignorando o sistema defensivo de Mike Woodson, nada muito o que se fazer pra eles. E pior, ontem ainda foi um daqueles dias que Dwyane Wade estava em modo 2006, tomando tackles de futebol americano e acertando a bandeja mesmo assim. E LeBron James estava com o arremesso de média distância calibrado. Como já cansamos de dizer aqui, quando isso acontece é meio impossível derrotar o Heat. Outra coisa que deixa o Heat bem difícil de ser batido são as bolas de 3 pontos. Eles quase zeram em uns dias, mas ontem acertaram 9. Final de série, 4 a 1. Adeus, Knicks.

Curiosidade estatística: O Heat ontem tentou 22 arremessos sob a cesta, bandejas, enterradas, etc. Acertou só 13, 59% de aproveitamento. A média do Heat é de 63% na temporada. Knicks protegeu bem o garrafão. As bolas de 3 pontos e um apagão ofensivo no 3º período é que foram demais.

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No outro jogo da rodada nada de série encerrada. O Memphis Grizzlies jogou em casa, se impôs e com vitória de 92 a 80 derrotou o Los Angeles Clippers, forçando um jogo 6 em LA. Depois de Marc Gasol tentar apenas 4 arremessos no último jogo, uma vergonha inexplicável, o Grizzlies colocou a cabeça no lugar e jogou o basquete que sabe. Não importa como o Clippers está enchendo o saco do espanhol e de Zach Randolph com Reggie Evans, o ataque começa neles.

Foi com a bola no garrafão que eles tomaram conta do jogo logo no começo, Marc Gasol foi espetacular e fez boa parte de seus 23 pontos (8/14 arremessos) só no primeiro tempo. Zach Randolph chutou um pouco menos, 11 vezes, mas chegou aos 19 pontos porque foi feroz atacando a cesta e cavando 10 lances-livres. Por melhor que esteja Evans nessa série, ele não dá conta de Randolph em seus melhores dias.

O Clippers respondeu do jeito que os caracterizaram na temporada, ficando nervosos. Toda aquela simpatia do começo do ano, onde o time era o que todo mundo queria assistir no League Pass, se perdeu um pouco ao longo dos jogos porque eles são um time marrento. Junto com as pontes-aéreas vêm um pacote de reclamações excessivas, flops e rixas desnecessárias com os adversários. Sem contar a máscara que não para de crescer em Blake Griffin. Foi depois de 4 faltas técnicas só no 3º quarto (o Clippers é líder da NBA com 0.8 faltas técnicas por jogo) que o Grizzlies quase matou o jogo abrindo 24 pontos de vantagem.

Mas nessa série, alguém achou que isso era definitivo? Chris Paul liderou uma reviravolta no último quarto que cortou a diferença para apenas 6 pontos. A chave para a virada foi essa mesmo, Chris Paul, não muito mais que isso. Parece que ele fareja quando o outro time não está atacando bem e vê que é a melhor hora de ir com tudo. Ele terminou o 3º quarto acertando 4 lances-livres, uma bola de 3 pontos, uma bandeja e dando um assistência para Mo Williams de 3 pontos e para Blake Griffin em uma enterrada. Tudo isso em sequência, sem descanso.

Por sorte, dessa vez Rudy Gay, que resolveu assumir o comando do time no último quarto, estava jogando melhor. Usou melhor os bloqueios e não hesitou na hora de atacar a cesta. Gasol não foi tão bem no último quarto quanto no primeiro, mas pelo menos não foram devorados nos rebotes. O Grizzlies venceu pelas bolas que acertou perto da cesta. Nos arremessos que foram próximos ao aro, mas não embaixo dele, o Clippers teve aproveitamento de apenas 2/8 chutes, o Grizzlies de 12/24. Randolph e Gay tentaram 5 cada um, ambos acertaram 4 deles.

Durante o jogo Chris Paul sentiu uma contusão no pé e Blake Griffin dores no joelho operado que o tirou de sua primeira temporada na NBA. Eles se juntam a Randy Foye, Eric Bledsoe, Mo Williams e Caron Butler como jogadores que já se machucaram nessa série. Nenhum grave até agora, mas até quando até o Clippers voltar a ser Clippers e todo mundo se desmanchar?

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Não consegui comentar o último jogo entre Los Angeles Lakers e Denver Nuggets, que tem o Jogo 6 de sua série acontecendo hoje à noite. Em poucas palavras, posso repetir que é a série mais previsível e imprevisível de todas. Previsível porque as estratégias dos dois times estão mais do que claras, imprevisível porque cada hora é um time diferente tendo mais sucesso em executar o que deseja.

No último jogo foi o Nuggets que venceu o duelo dos pontos no garrafão (58 a 44) e teve força para perder por muito pouco a batalha dos rebotes (43 a 48). Humilhante para os torcedores do Lakers e para Andrew Bynum que o grande responsável por isso tenha sido JaVale McGee! O pivô acabou o jogo com 21 pontos, 14 rebotes, 2 tocos e boa defesa em Bynum. Ao fim do jogo o técnico do Lakers, Mike Brown, estava revoltado com o fato do time ter tomado quase 60 pontos no garrafão de um time que não tem um jogador de garrafão que jogue de costas para cesta. Ele tem razão. Se Bynum voltar a fechar a porta para as infiltrações como fez no Jogo 1, o Lakers vence hoje mesmo fora de casa.

Mas se o Nuggets encaixar os contra-ataques, fugir de Bynum e McGee conseguir repetir um jogo decente, podemos ter um Jogo 7 em Los Angeles. Seria surpreendente pelo fato do Lakers ter jogado uma vantagem de 3 a 1 no lixo, mas nem tanto se considerarmos que o Nuggets está jogando bem. Notícia ruim para os torcedores do Lakers: Kobe Bryant, que passou dos 40 pontos no último jogo, está com gastroenterite e nem treinou hoje. Será o “Gastroenteritis Game” o novo “Flu Game”?

Chovem bolas de 3 para o Knicks, Sixers só perde

O que acontece quando você junta duas das melhores defesas da NBA? Um placar de 118 a 110, é claro! O jogo entre New York Knicks e Boston Celtics foi disputado como todos poderiam imaginar, mas parou por aí o acerto nas previsões. Ninguém poderia imaginar um jogo tão corrido e com os ataques voando como estavam, mas bom que foi assim, foi uma partida bem divertida para compensar a parte mais chata da temporada regular. O Celtics aproveitou a rara mamata que a defesa do Knicks deu para rodar bastante a bola no começo do jogo, mas acabou depois concentrando seu jogo num inspirado Paul Pierce, que fez 43 pontos, a primeira vez que passa dos 40 pontos desde que se juntou com Ray Allen e Kevin Garnett em 2007-08.

Mas ninguém estava mais quente que o time do Knicks, em especial o trio Carmelo Anthony, JR Smith e Steve Novak, que voltou a jogar como fazia com Mike D’Antoni. Melo conseguiu seu segundo triple-double na carreira com 32 pontos, 12 rebotes e 10 assistências, mas as assistências só contaram mesmo porque os outros dois estavam com o capeta no corpo. JR Smith (25 pontos) acertou 7 bolas de 3 pontos em 10 tentativas, Novak (25 pontos) tentou as mesmas 10 e acertou 8. Ou seja, 15/20 em bolas de longa distância só para 2 jogadores em um jogo! É mais ou menos o que o Lakers faz em uma semana inteira. Não há boa defesa

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que sobreviva a ameaça de Melo, que está jogando num nível surreal ultimamente, e ainda dois jogadores pegando fogo ao mesmo tempo para ajudá-lo. Se a defesa pensasse em dobrar sobre Melo ou se o perdessem após um drible era ou cesta dele ou bola de 3. Mortal! O Celtics merece é uma salva da palmas por não ter apanhado de 20.

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Às vezes fico com muita dó dos caras que trabalham com esses times ruins. Não jogadores e técnicos, mas roupeiros, fisioterapeutas e etc. Eles são obrigados todos os dias a assistir alguns dos jogos mais insuportáveis e feios da temporada. Imagina o que é ser um mero empregado do Cavs a essa altura do campeonato. O time despencou desde a parada do All-Star Game, perdeu qualquer chance de playoffs, viu alguns de seus principais jogadores sofrerem com contusões e agora estão jogando um basquete que só não é pior que o do Bobcats. Imagina ser obrigado a vê-los sempre! Argh! Ontem sofreram a sua maior humilhação na temporada ao perder de 116 a 77 do Detroit Pistons! São 39 pontos de diferença contra um time que nos seus melhores dias é apenas decente. Não estou na vibe de pesquisar, mas duvido que o Pistons tenha acertado 60% de seus arremessos em outro jogo nessa temporada ou mesmo nos últimos anos. Jogo horrível do Cavs, que chegou ao ponto de nem jogar mais pela honra e pelo amor aos olhos daqueles pobres que são obrigados a assisti-los todos os dias.

Outro time que cai pelas tabelas é o Minnesota Timberwolves, que não é sombra do time que estava em 8º no Oeste quando Ricky Rubio se machucou. Mas pelo menos eles tem mostrado algum espírito de luta, que não sei se é deles mesmo ou só alguns jogadores querendo mostrar serviço para se garantir com o técnico. Ontem eles pegaram o embalado Memphis Grizzlies e chegaram a liderar bem, mas aí o ataque travou no segundo tempo e acabaram perdendo por 91 a 84. O Wolves fez apenas 28 pontos no 2º tempo inteiro após ter feito 34 só no 2º quarto. Mas ninguém pode falar mais de ataque travado que o Grizzlies: Acertaram apenas 1 dos primeiros 15 arremessos que tentaram no último período! Nojento. Depois disso que Rudy Gay (28 pontos) fez 9 de seus pontos nos últimos 4 minutos e virou o jogo. “Não tivemos problemas para conseguir espaço para nossos arremessos, apenas para acertá-los” disse o sábio monge OJ Mayo. Pelo Wolves o cestinha foi JJ Barea com 28 pontos, um a menos que seu recorde na carreira.

Estou entrando em depressão com o Philadelphia 76ers. Ontem eles perderam de novo, dessa vez para o Indiana Pacers por 102 a 97, e hoje tem que torcer (vejam só) para o Wizards derrotar o Bucks para que eles não fiquem cada vez mais ameaçados de ficar fora dos playoffs. Será que vai ficar tudo para ser decidido no confronto direto entre os dois? Em geral eu apostaria no time de defesa mais segura, o Sixers, mas do jeito que estão jogando ultimamente…

Ontem o time de Doug Collins entrou no último período empatado com o Pacers. Até marcaram bons 27 pontos no quarto final, onde seu ataque costuma falhar, mas aí foi a vez da defesa, a melhor da NBA,

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os deixar na mão. Tomaram 32 do ataque-TPM do Pacers e foram derrotados. Olha que número assustador: O Sixers tem apenas 3 vitórias e DEZOITO derrotas em jogos decididos por diferença de 7 pontos ou menos. Lembro que o Clippers de 2004-05 tinha números parecidos, aí contrataram os veteranos Sam Cassell e Cuttino Mobley no ano seguinte e o time chegou na semi-final do Oeste. Talvez seja o que falta para esse Sixers.

Fechando a curta rodada de ontem, revanche do San Antonio Spurs sobre o Los Angeles Lakers. Depois daquele jogo dos 30 rebotes do Andrew Bynum acho que o Spurs jogou essa partida com orgulho ferido. Ainda sofreram para parar Bynum, claro, mas não foram dominados. Pelo contrário, foi Tim Duncan quem mais brilhou no garrafão com 19 pontos e seu velho basquete de fundamentos e cara de sono. A vitória foi por 21 pontos de diferença, 112 a 91, maior margem de derrota do Lakers na temporada. O Spurs ainda teve 59% de aproveitamento de arremessos, forçou 19 turnovers do Lakers e teve Tony Parker com 29 pontos e 13 assistências. Acho que mesmo se Kobe estivesse jogando não ia rolar, o Spurs jogou demais da conta.

Top 10 da rodada (Destaque para a jogada que mostra o placar REAL de Pistons x Cavs ao fim do 3º quarto: 100 a 50)

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Fotos da Rodada

Um joinha com cara de “errou feio, mas valeu”

 

Difícil não olhar só pra bota L-I-N-D-A da Seleninha, mas a foto vale pelo olhar do torcedor careca para Justin Bieber

 

Gasol sendo Gasol

 

Kobe enlouquecendo porque não arremessa a bola há alguns dias

 

Sem piada, a foto é só muito boa!

 

First down!

 

Lakers passa vexame, Derrick Rose herói

Que vergonha de ser torcedor do Lakers hoje. Perder para o Wizards já não é motivo de orgulho, mas depois de estar vencendo por mais de 20 no meio do terceiro quarto? Assim dói. E nem tem desculpa de contusão, arbitragem, fase da lua, nada. Simplesmente jogou um lixo de basquete depois de começar muito bem a partida. A derrota surpreende por ser para o Wizards e pela larga vantagem, mas o desenho do segundo tempo não é novidade. O time se mexe pouco, parece acomodado e sem energia, acaba cometendo muitos desperdícios de bola e tomando cestas fáceis. Kobe Bryant (31 pontos, 9/31 arremessos), frustrado, resolve então tentar tudo sozinho, não confia mais nos outros e nada mais dá certo. É um ciclo vicioso que estranhamente só acontece fora de Los Angeles. O Lakers tem 17 vitórias e só 2 derrotas em casa, marca só atrás do Oklahoma City Thunder em toda a NBA, mas fora de casa só tem 6 vitórias e 14 derrotas, número praticamente idêntico ao do New Orleans Hornets (5-14), o último colocado do Oeste. Na hora de comentar ou criticar o Lakers precisa avisar antes de qual dos times está falando, do ótimo que joga em casa e bate o Miami Heat ou do lixo fora de casa que perde pra Pistons e Wizards em sequência.

Pelo Wizards foi uma vitória que pode ter impacto maior do que o normal. Não só por ser uma grande virada sobre o Lakers, algo que certamente dá moral para um time, mas pelos responsáveis pelo resultado. Além das 4 decisivas bolas de 3 de Roger Mason Jr, foi o garrafão do Wizards que os colocou na liderança. E não estamos falando do preguiçoso e convencido Andray Blatche e nem do maluco do JaValle McGee, mas dos jovens reservas Trevor Booker e Kevin Seraphin. Booker conseguiu 18 pontos e 17 rebotes, ambos máximos na carreira, Seraphin teve 14 pontos e 9 rebotes. Os dois juntos tiveram 12 rebotes ofensivos, mais que todo o time do Lakers. Ultimamente o técnico Randy Wittman tem pegado bastante no pé de seus jogadores para que eles joguem direito, sem os velhos vícios individualistas e irresponsáveis que marcam a equipe. Foram dois representantes dessa nova filosofia, reservas dos jogadores mais criticados, que os levaram ao bom resultado.

Outro destaque do jogo foi Nick Young, cestinha do time com 19 pontos. Mas ele ainda é um dos que fazem mais merda do que coisa boa. Além de acertar só 1 das 9 bolas de 3 pontos que tentou, foi o responsável pela mais nova candidata a Jogada Bola Presa do Ano:

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Pelo menos uma coisa deixou os torcedores do Lakers felizes ontem. O Boston Celtics foi até a Philadelphia e tomou uma sarrafada de 103 a 71 do Sixers. Eles perderam o primeiro tempo por 55 a 33 e quando parecia que o jogo ia ficar morno, apanharam ainda mais no segundo tempo. O destaque do jogo foi Evan Turner, que superou os 15 jogos seguidos marcando menos de 10 pontos fazendo 26, o máximo de sua carreira. Ele é bem instável (outro dia fez só 2 pontos em 12 arremessos, lembram?) mas nos dias bons realmente parece que tem futuro. Vamos ver.

Não é todo time que consegue fazer sua dupla de garrafão marcar 59 pontos contra o Chicago Bulls, mas o Bucks conseguiu: 32 pontos para Ersan Gaga Ilyasova, 27 para Drew Gooden! Os dois jogaram muita bola, mas o Bulls tem Derrick Rose (30 pontos, 11 assistências) para compensar qualquer dia mais inspirado de um adversário. Com 10 pontos e 3 assistências no último período, ele salvou o jogo num momento em que o Bucks era melhor. Nos últimos dois minutos de jogo Beno Udrih virou herói e conseguiu importantes cestas e lance-livres, Ilyasova ajudou com um rebote ofensivo e mais pontos, mas Rose estava lá para fazer o arremesso de último segundo mais bonito da temporada e vencer a partida. 106-104 Bulls:

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Por sorte achei um vídeo com uma narração diferente, a da rádio da ESPN, porque os comentarista do Bucks ficaram com uma voz de cu e dizendo “Esse foi o primeiro arremesso que ele fez hoje?”. Tá bom que é transmissão local, mas dá pra colocar um pouco de emoção num arremesso espetacular como esse? E nem é a primeira vez que esses malas fazem isso. Mas sobre o chute: É tudo o que falamos no nosso post de ontem à noite sobre arremessos de último segundo. Aposta-se na individualidade e na jogada de isolação mesmo ela sendo de aproveitamento baixo. Rose estava bem marcado, fez um arremesso forçado, com a marcação na cara e ele precisou dar um step back de 4 metros para conseguir espaço para chutar. Não era a melhor bola, nem a mais inteligente, mas quando cai é algo tão lindo, mas tão lindo que a gente fica meio assim de criticar. É um “ainda bem que ele tentou essa asneira”! Curioso que Tom Thibodeau, técnico do Bulls, costuma desenhar jogadas específicas para o fim do jogo, ontem deixou Rose improvisar e deu sorte.

Tivemos outros jogos decididos nos segundos finais. Um deles foi Cavs e Nuggets, que teve Kyrie

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Irving costurando o Denver, fintando Nenê no ar para fazer uma linda bandeja a 4 segundos do fim. Ele não é explosivo como Rose, Westbrook ou Wall, mas suas infiltrações já estão quase no mesmo nível. Irving acabou o jogo com 18 pontos, 10 deles nos últimos 2:36 da partida! Um bom complemento para os 33 de Antawn Jamison no resto da partida. Outro jogo resolvido no final foi a partida-que-ninguém-assistiu da noite, Sacramento Kings e New Orleans Hornets. O Hornets abriu 3 de diferença com uma cesta de longa distância de Trevor Ariza, mas logo depois deixou Marcus Thornton fazer 2 pontos em um rebote ofensivo e na jogada mais importante do jogo, o passe de lateral de Ariza para Belinelli foi interceptado pelo novato Isaiah Thomas, que passou para John Salmons virar o jogo a 7 segundos do fim. Vitória do Kings por 99 a 98.

Tentem adivinhar quem venceu esse jogo: Los Angeles Clippers (4ºcolocado do Oeste) com Chris Paul (22 pontos, 10 assistências e 3 roubos) e Blake Griffin (28 pontos, 17 rebotes) ou o New Jersey Nets (antepenúltimo do Leste) com Deron Williams (20 pontos, 5 turnovers) e Brook Lopez de novo machucado. Acertou quem disse Nets. Vocês ficam se enganando pelos números e esquecem que não importa o que aconteça, Deron Williams vence o Chris Paul. Não é que ele é melhor ou que o time dele seja mais completo, não importa nada na situação! O Clippers teve melhor porcentagem nos arremessos de 2 e 3 pontos, além de pegar mais rebotes, mas como se isso fosse superar alguma coisa. Pior que preocupados em parar justamente o Deron Williams, Chris Paul e Randy Foye deixaram Jordan Farmar livre, que acertou a cesta de 3 pontos da vitória. Você sabe a força de uma maldição quando ela transforma o Farmar em herói.

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E no duelo de Blake Griffin e Kris Humprhies, quem ganha? Griffin com a enterrada ou Humprhies com o toco na ponte aérea?

No resto da rodada alguns jogos que ninguém liga. Ou alguém além do Danilo parou pra se preocupar com o Toronto Raptors vencendo o Houston Rockets? Aliás, porra, Houston, chegam a ser 5º no Oeste e depois começam a perder jogos imbecis para times fracos do Leste? O Rockets é capaz de tudo, meio que um Hawks do Oeste. Em Charlotte o Bobcats voltou a apanhar depois daquela vitória improvável sobre o Magic, dessa vez para o Jazz, que teve 31 pontos de Al Jefferson e soube, melhor que Howard, se livrar da defesa do novato Bismack Byiombo, que saiu do jogo com 2 pontos, 9 rebotes e 6 faltas. Em Oklahoma, mais um show de estatísticas do Thunder: Eles perdiam em casa para o Suns por 16 pontos no 3º período, mas viraram antes do fim do quarto e acabaram o jogo na frente por 115 a 104. Tudo graças a 30pontos de Kevin Durant, 31 de Russell Westbrook e 30 de James Harden. Também ajudaram os 18 pontos e 20 rebotes de Serge Ibaka. Se a NBA fosse uma liga de fantasy o Thunder já seria campeão antecipado.

E assim, meio que sem ninguém perceber, as tais derrotas seguidas do Rockets desde que eles alcançaram o 5º lugar, somado com umas derrotas do Utah Jazz e a vitória de ontem do Wolves sobre o Blazers, colocam o time de Kevin Love na 8ª colocação do Oeste. Sim, o tal time do futuro estaria hoje mesmo indo para a pós-temporada mesmo estando na conferência mais disputada da liga. Nada mal. Kevin Love teve 29 pontos e 18 rebotes, 20 de seus pontos foram no primeiro tempo, na segunda etapa ele passou a receber marcação dupla e deixou tudo mais fácil para Wesley Johnson, que acabou com 19 pontos. Outro time que surpreende na tabela do Oeste é o Grizzlies. Ontem eles bateram o Golden State Warriors em Oakland com 26 pontos e 12 rebotes de Rudy Gay e assim assumiram a 3ª colocação da conferência. Alguém apostaria nisso após a contusão do Zach Randolph? Eles tentam agora se aproximar do San Antonio Spurs, que ontem venceu com alguma tranquilidade o New York Knicks, que continua perdendo quando tem Carmelo Anthony. Isso não parece uma síndrome de Allen Iverson? Todo mundo sabe que o cara é um dos mais talentosos do planeta, mas os times com ele simplesmente não ganham. Aconteceu com Iverson mais para o fim de sua carreira e agora é a vez de Melo. E a recém má fase do Knicks nem pode ser culpa dp Jeremy Lin, que tem sido menos espetacular mas ainda está jogando bem. Ontem foram 20 pontos, 4 assistências e só um desperdício de bola. Ainda acho que até o fim da temporada eles se acertam, mas encaixar Melo no time tem sido um desafio épico.

Para fechar o dia, lembram que ontem o Danilo disse que o Hawks ainda não tinha perdido quando Josh Smith marcava mais de 20 pontos? Já era isso. Ontem ele fez 23, mas mesmo assim eles perderam para o Heat. Até que se viraram bem, mesmo fora de casa levaram o jogo apertado até o último minuto. Eles não tinham Joe Johnson, ainda machucado e Tracy McGrady, que havia sido o herói da vitória do Hawks sobre o Heat no começo da temporada. Ah, e em uma das últimas posses de bola Dwyane Wade passou a bola para Udonis Haslem! Amarelão, cagão, mocinha! Mas Haslem pegou a ponte aérea, enterrou e tá tudo certo, tudo perfeito.

 

Fotos da Rodada

Jogo no Hornets, quero me esconder!

 

Quem é o único técnico expulso com seu time vencendo por 20?

 

Não sei se me surpreende mais a altura que chega Nate Robinson ou a cara de nada da torcida

 

O máximo de expressão fácil já vindo de Derrick Rose

 

Bullying
Um terremeto abalou o jogo entre Nets e Clippers

 

Olha mãe, sou um avião! VRUMMMMMMM

 

Westbrook JoakinNoahando

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“Isso aê, timê!”

Sábios são os 22 indivíduos que responderam nossa enquete ao lado com os dizeres “Só vou opinar depois de ver mais jogos”. Realmente a lua de mel do Knicks com os seus torcedores durou dois dias e o time viu ontem o que pode vir a ser sua realidade.
Ainda é cedo para ter certeza de qualquer coisa, eu sei, mas eu tenho um blog sobre NBA, então preciso comentar todo dia sobre o que está acontecendo, seja o primeiro ou o último dia da temporada. Então tudo o que eu disser já vem com um “mesmo sendo apenas o começo da temporada” implícito, ok?
Ontem o Knicks tomou um sapeca-iá-iá do Sixers e marcou apenas 87 pontos. Bem diferente do time que atropelou o Heat e marcou 120 ainda nessa semana. O que isso quer dizer?
Pode não querer dizer nada, claro, mas pelos talentos do time do Knicks e lembrando do Suns do técnico D’Antoni, podemos chutar algumas coisas com um mínimo de embasamento. Embasamento, não embaseamento, isso é pro Josh Howard.
O Suns do D’Antoni tinha dias ruins, como qualquer outro time. Mas dificilmente tomavam pau como o Knicks tomou ontem. É normal para times velozes, que abusam das bolas de 3 pontos, ter dias ruins, aqueles em que a bola não cai nem com reza braba. Nesses momentos o Suns tinha uma jogada básica, era o pick-and-roll do Nash com o Amaré Stoudemire, que resultava em arremesso do Nash, bandeja do Nash ou com o Amaré Stoudemire envergonhando alguém no garrafão. Em outras palavras, o Suns tinha uma jogada para casos de emergência.
Mas pensa bem, qual é a jogada que o Knicks pode fazer? Tem a opção “Buraco Negro” de jogar a bola pro Zach Randolph (que fez boa estréia!) e ver o que ele faz pra se virar, ou então isolar o Jamal Crawford. Mas não é a mesma coisa. Talvez com o passar da temporada eles ganhem uma jogada mais confiável, mas sem nenhum talento individual do nível de Amaré e Nash fica mais difícil.
O jogo de ontem foi fora de casa e como fã do Sasha Vujacic eu sei que tem muito arremessador por aí que fica com bracinho de tiranossauro rex quando joga fora de seus domínios. Ontem foram 10% a menos de aproveitamento nas bolas de 3 e 16% a menos nos arremessos em geral. É fora de casa em que os times costumam depender mais de suas grandes estrelas e o Knicks ainda não tem um talento em especial ao qual o time corre nos tempos difíceis.
O Suns do D’Antoni sofreu sempre com jogadores de garrafão. O Amaré Stoudemire nunca foi um primor defensivo e várias vezes eles tinham que apelar pro Shawn Marion pra marcar caras enormes. Esse problema resultou na contratação do Shaq, como todos lembram. Ontem vimos como o Knicks é bem parecido com o Suns ao defender o garrafão, o Elton Brand se refez depois de uma estréia mais ou menos e meteu 24 pontos, 14 rebotes e 3 tocos em cima do garrafão indefeso do NY. Enquanto o ataque está aparando arestas, não seria nada mal a defesa conseguir segurar alguma coisa.
Mas tudo bem, no geral está bom. Uma vitória dentro de casa e uma derrota fora não é um mal começo para um trabalho completamente novo no Knicks. Se fosse só por isso o time já seria divertido de acompanhar, certo? Jogadores novos, técnico novo, sistema tático completamente diferente, torcida impaciente e um time tradicional. Mas não é só isso, no Knicks nunca é só isso.
Nesses dois primeiros jogos o Stephon Marbury e o Eddy Curry, dois dos maiores salários e sem dúvida os jogadores com mais nome no elenco, não jogaram um minuto sequer! E os dois estão bem fisicamente. Quer dizer, o Curry está igual sempre, mas poderia jogar. No primeiro jogo os dois ficaram no banco, mas não entraram, receberam o famoso “DNP-CD” (Did not play – coach’s decision ou “Não jogou – decisão do técnico’) no boxscore da partida. Mas no jogo de ontem o Marbury ainda foi promovido à “Inactive List“, a lista dos jogadores que nem são listados para ficar no banco de reserva! Ou seja, ficou de terninho vendo o time apanhar do Sixers.
Foi uma resposta bem forte do Mike D’Antoni para a torcida do Knicks que gritava “Nós queremos Steph!” durante o jogo contra o Miami no meio da semana. O técnico demonstrou com essa atitude que não está nem um pouco interessado em usar o armador tão cedo.
Com isso, obviamente, começaram os boatos. Já não precisa de muito pra ter boataria na NBA, imagina com uma coisa dessas. As últimas “notícias” dizem que o Eddy Curry está para ser trocado, o Knicks só está esperando um doido aparecer e que uma opção seria o Golden State Warriors, já que o Al Harrington pediu para ser trocado.
Mas o Al Harrington está jogando bem pelo Warriors, com muitos minutos e permissão para arremessar quando quiser. Ontem ele até fez um arremesso de 3 (um dos 12 que ele tentou) espetacular no fim do tempo normal do jogo contra o Raptors que lembrou muito aquele famoso arremesso do Horry contra o Kings em 2002.
O Al Harrington no Knicks faz sentido. Ele arremessa de longe, está acostumado a jogar na correria e rende bem por lá. O que não faz sentido é o Don Nelson, que já tem um pivô bom, o Andris Biendris, querer o Fat Curry. Deve ficar só nos boatos mesmo.
Ainda sobre o Al, o que estão dizendo hoje é que o Pacers está interessado nele! O Pacers! Ele já jogou lá duas vezes! Eles querem quebrar o recorde do Antoine Walker e do Celtics de mais vezes um cara ser trocado e voltar para o mesmo time. Que patético.
Para o Marbury não tem nada de boato ainda, ninguém quer encarar os 20 milhões por ano que ele ganha. O que se diz é que se o Knicks der um “buyout” no contrato dele, ou seja, pagar tudo de uma vez e transformar o cara em um jogador com passe livre, o Miami estaria interessado em levá-lo para a Flórida.
Vamos ver, o Knicks tem tudo para ser uma das novelas mais divertidas de se acompanhar nessa temporada e estaremos aqui para pegar no pé deles.
Quer ver a cesta do Al Harrington? Duvidou quando eu disse que o Biendris é bom? Quer ver como Chris Bosh e Jermaine O’Neal estão se virando juntos? É só acompanhar o vídeo “NBA Game in 6 minutes“, uma idéia bem legal de um grupo de torcedores do Raptors de resumir os jogos do Toronto em apenas 6 minutos.
Aproveitem a seção YouTube e assistam à jogada do dia: Rudy Gay acerta uma cesta no último segundo e dá a vitória para o Grizzlies contra o Magic. Isso mesmo, depois de dois jogos o Magic tem duas derrotas, para o Hawks e para o Grizzlies. Irgh!