Em defesa de Westbrook

Em defesa de Westbrook

A partida de ontem entre New York Knicks e Oklahoma City Thunder tinha alguns elementos bem previsíveis. O primeiro era que JR Smith iria arremessar até a mãe se fosse preciso, afinal Carmelo Anthony segue machucado e o resto do time tem mais funções defensivas que talento para marcar pontos. Deu certo, JR Smith chutou 29 bolas (!) e saiu de quadra com 36 pontos, apesar de não ter ido tão bem no último quarto e de ter errado a última bola no segundo final. Aliás, por que esperar até o último segundo se o time estava perdendo? E por que não deixar Tyson Chandler, um dos melhores da NBA em rebotes ofensivos, em quadra tentar uma segunda chance?

A outra coisa previsível? Bom, que Kevin Durant iria chutar a bunda de todo mundo. Ele fez 34 pontos, pegou 8 rebotes, deu 6 assistências e fez o que tem feito todo santo jogo, foi o melhor da partida. Mas tem uma terceira coisa que não acontece todo jogo mas que é bem previsível. É só Russell Westbrook ter uma partida abaixo da média para que pipoquem na internet os mais diversos tipos de pessoas dizendo que ele “não tem cérebro”, que é um talento solto numa cabeça descontrolada. Puro exagero.

A análise sobre a capacidade de Westbrook de entender o jogo é causada por dois pontos. O primeiro é o número de turnovers, Westbrook parece desperdiçar muito a bola, especialmente quando abaixa a cabeça e tenta achar um caminho para a cesta na marra. É fato que, com 3.5 turnovers por jogo, Westbrook é o 4º que mais erra na NBA. Mas os que erram mais são Jrue Holiday, Kobe Bryant e James Harden. Eles também não tem cérebro? E com míseros 0.2 turnover a menos que Westbrook está seu companheiro Kevin Durant. Não custa lembrar que um certo Steve Nash teve 8 anos seguidos com mais de 3 erros por jogo.

O segundo ponto são os arremessos forçados e às vezes exagerados que Westbrook tenta. Novamente os números confirmam isso, ele é o 3º da NBA que mais tenta chutes por jogo, e acerta 43% dos que arremessa (não é horrível, mas está longe do topo até para sua posição), mas é assim que ele consegue ser o 6º da NBA em pontos, o 2º em pontos de contra-ataque e, mais importante, é assim que ele faz o Thunder funcionar.

Já usei os números, agora quero deixar eles um pouco de lado. Muitos já me questionaram, especialmente após jogos ruins de Westbrook, se o Thunder não seria um time melhor se tivesse um armador mais organizador e menos agressivo (ou porra louca, depende de quem diz). Eu sempre respondo que não. Veja o time deles, ninguém além de Westbrook e Durant no time titular são realmente uma ameaça ofensiva. Serge Ibaka aprendeu a arremessar de média e longa distância, mas só o faz quando está sem marcação e ele só fica nessa situação porque a defesa deve, o tempo todo, cobrir os espaços abertos por Westbrook e Durant. Se Rajon Rondo jogasse no lugar de Westbrook, por exemplo, a defesa marcaria Rondo de longe devido a sua falta de arremesso e o Thunder ficaria duzentas vezes mais previsível no ataque. Não podemos esquecer que Kendrick Perkins e Thabo Sefolosha, grandes talentos defensivos, não são lá muito bons se mexendo sem a bola, não criam opções para quem arma. A solução seria trazer Kevin Martin do banco, este sim um que se move bem, e aí arruinar a rotação do time e a força do banco de reservas.

O que às vezes as pessoas não percebem é como os 3 erros por jogo de Westbrook são pouca coisa em comparação ao quanto ele faz o time acontecer no ataque. Ele não é armador do estilo de Chris Paul, que entende o jogo num nível genial e manipula a movimentação da defesa até achar alguém livre. Russell Westbrook nunca havia sido armador antes de chegar na NBA e não se ensina visão de jogo assim do nada. O que o Thunder fez muito bem foi usar as qualidades dele, transformar isso em algo útil ofensivamente e pronto, viver com isso. Não ser Chris Paul não significa não ter cérebro, mas sim que seus talentos são outros. Aliás, é louvável que Westbrook ataque a cesta o tempo todo ao invés de pagar de Jason Kidd e só ficar chamando jogadas, cada um faz o que sabe.

Aqui também é hora de uma crítica ao técnico Scott Brooks. Seu esquema tática envolve Sefolosha, Ibaka e Perkins agindo quase que exclusivamente para facilitar a vida de Kevin Durant. Abrem espaço quando ele precisa infiltrar, fazem bloqueios, se posicionam sob a cesta para um passe. Só que algumas jogadas ficam manjadas e Durant não consegue ficar livre, o que acontece nessa situação? Westbrook deve se virar. Ou tocar para Durant e deixar ele se virar nas jogadas individuais. O Thunder não

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é um time que roda muito bem a bola e eles nem tentam isso, não é culpa exclusiva do seu armador.

Outra coisa que um armador cerebral tiraria do Thunder são os matchups do inferno

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para o adversário. Ontem, por exemplo, o New York Knicks não conseguia deixar seu melhor defensor, Iman Shumpert, marcando Kevin Durant porque ele era o único capaz de defender Russell Westbrook. No jogo contra o Lakers no começo da semana, Kobe Bryant quis ser herói e marcar Durant, mas logo teve que voltar a marcar Westbrook para tentar evitar uma surra que o armador dava no Lakers. No fim das contas nem isso deu conta, Westbrook foi imparável. Alguém que não atacasse como Westbrook não forçaria as defesas a reagirem assim.

Outro ponto que ignoram é o quanto Russell Westbrook é um excelente defensor. Ele tem a velocidade para marcar os armadores mais baixos que ele (a maioria) e capacidade de defender caras de outras posições, ou seja, dá pra deixar Thabo Sefolosha no banco e mesmo assim continuar com um bom defensor de perímetro em quadra. E não conheço um bom defensor que não seja alguém que entenda de basquete, não dá pra marcar bem sem cérebro. Ainda na categoria defesa, Westbrook é um dos líderes da NBA em roubos de bola, ou seja, além de cometer turnovers, ele também força o adversário a errar.

Engraçado que muitas dessas características são comuns a outros grandes jogadores da NBA. Muitas vezes Kobe Bryant ou James Harden arremessam demais e esquecem alguns companheiros mais bem colocados, Dwyane Wade é mestre de bater pra dentro sem ter ideia do que vai fazer lá no garrafão, Steve Nash, como dito, era o rei dos turnovers e Carmelo Anthony é um de muitos que nunca para de arremessar mesmo que esteja num dia de aproveitamento baixo. Todos já receberam suas devidas críticas sobre isso, seja aqui ou por outros críticos de basquete. Mas nenhum deles teve que ouvir que não entendia de basquete. Por que isso é exclusivo de Westbrook?

Tenho muitas respostas para essa pergunta. Westbrook teve que lidar com muita exposição logo no começo da carreira. Ainda em um período difícil de adaptação à NBA, Westbrook já estava nos Playoffs e disputando jogos importantes, seus erros eram vistos e comentados por todos. Lá ele ganhou a fama e no mundo da análise preguiçosa, é difícil perder essa imagem.

E tem mais, o armador sofre de um mal que aflige muitos jogadores com status de estrela: eles não aceitam ter um jogo ruim. Nenhum grande jogador da NBA entende que está tendo um jogo ruim e que deve assumir um papel secundário, a cultura deles diz que eles devem tentar se redimir na jogada seguinte. LeBron James era considerado amarelão quando não fazia isso, lembram? Por fim, ele joga ao lado de Kevin Durant. Nas mentes mais simplistas, qualquer arremesso que Westbrook tenta, é um que Durant poderia ter arremessado. Mais ou menos como Kobe Bryant escutava quando jogava ao lado de Shaquille O’Neal.

Minhas críticas ao Russell Westbrook são pontuais. Ele tem alguns jogos ruins, acho que ele já tomou muitas decisões erradas, acho que se veste muito mal e as critico quando isso acontece, mas olhando o panorama geral, do que ele oferece para o time contra seus erros, não tenho dúvida de que ele é um dos melhores jogadores da atualidade. E, ainda mais importante, tem um time que sabe usar essas qualidades e disfarçar seus defeitos. Também prefiro pensar que ninguém pode ser um dos melhores da NBA sem ter um cérebro. Basquete é mais que correr e pular, não é?

Novela em Miami

Dá pra saber que o jogo foi espetacular quando você não sabe o que destacar no primeiro parágrafo do texto. Falo dos 12 pontos decisivos de Mario Chalmers no último quarto? Falo dos 43 pontos de Russell Westbrook? Falo dos erros do armador do Thunder no minuto final? Ou que tal falar do quase triple-double seguido de cãibras que tiraram LeBron James dos últimos minutos de jogo? Ainda teve Chris Bosh sendo qualquer coisa menos soft, o começo avassalador do Thunder, o fracasso de James Harden… meu deus é mais drama que novela mexicana! Ok, vou falar de tudo aos poucos. Para o primeiro parágrafo você só precisa saber que o Miami Heat venceu o Thunder no Jogo 4 por 104 a 98 e agora lidera a Final da NBA por 3 a 1. Nunca um time virou um placar de 3-1 na história das Finais.

 

A partida começou do jeito oposto de todas as outras, com o Thunder tomando a frente e ditando o ritmo do jogo. Não foi nenhuma mudança tática óbvia, não que eu tenha percebido pelo menos, mas uma abordagem nova de intensidade. Ao invés de tocar a bola de lado e jogar num ritmo lento, mais preocupado com os contra-ataques do Heat, resolveram tacar o pé no acelerador. E, para o Thunder, isso significa dar a bola para Russell Westbrook. Ninguém no time sabe botar fogo num jogo como ele, que tomou conta do 1º período e trucidou o Heat com seus arremessos de média distância. E também com os de longa distância. E as bandejas. Bom, tudo o que um jogador de basquete pode fazer. Mas o que machucou mesmo foram as bolas de longe, o Heat decidiu marcar Westbrook dando passos para trás, desafiando Westbrook a arremessar ao invés de infiltrar. Deu certo e eles chegaram a abrir 17 pontos de frente, depois vencendo a etapa inicial por 33 a 19.

Mas o momento mágico do Thunder morreu aí. Westbrook saiu do jogo no fim do primeiro período quando o seu time vencia por 29 a 16, voltou para quadra no comecinho do quarto seguinte e o Thunder já tinha tomado 10 pontos e feito só 4 quando ele estava fora. Não demorou muito para o Heat cortar a diferença para 1 mísero ponto e jogar a boa fase do Thunder no lixo. Os 2º e 3º quartos somados tiveram um placar favorável ao Heat de 60 a 42! Quando a gente disse que vocês precisavam começar os jogos bem, Thunder, não era para abandonar o resto da partida.

O Miami Heat voltou para o jogo graças a todo mundo. E quero deixar isso claro porque torço muito para que as pessoas se livrem de seus preconceitos adquiridos no começo da temporada passada (ainda no auge do ódio ao “The Decision”). Foi jogando como time, com basquete coletivo e solidário que o Heat saiu do buraco e virou o jogo. Claro que, como todo time, tudo começa com os melhores jogadores. E posso começar falando de Chris Bosh, que não se destacou tanto nos números (13 pontos, 9 rebotes), mas que foi essencial na parte brigada do jogo. Às vezes ele era o único jogador de garrafão do Heat em quadra e por isso fazia tudo que era bloqueio, lutava pelos rebotes, cavou faltas, se jogou no chão. Há alguns anos ele era chamado de soft, um molenga. Hoje foi o jogador mais físico e raçudo de um jogo decisivo da Final da NBA.

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Outra estrela que brilhou foi LeBron James. Mais do que eu qualquer outra partida dessa Final LeBron atuou como um armador nato, puro. Ou o mais puro que você pode ser tendo o corpo de um ala de força. LeBron carregava a bola da defesa para o ataque, ditava o ritmo que o time iria tentar impôr, o lado que iam atacar, a jogada que iam executar. O time, obediente, fazia tudo, aí era hora do King James distribuir a bola. Ele se concentrou muito no jogo de costas pra cesta, usando de seu tamanho e força superiores ao de Thabo Sefolosha, que não chegou perto de ser relevante na sua marcação como havia sido nos últimos jogos. O domínio físico de James obrigou a marcação do Thunder a se desmontar para ir na ajuda, o que livrou espaço para os coadjuvantes do Heat acharem bolas livres para arremessar. Quando Sefolosha tentou encarar James, tomou pontos, quando teve ajuda, ele deu passes. Foi assim que James acabou a partida com 26 pontos, 12 assistências e 9 rebotes.

Lembra que no jogo passado o Heat acertou apenas 5 bolas de fora do garrafão? Ontem foram 16, sendo 10 de 3 pontos. Shane Battier e James Jones acertaram 1 cada, Wade e Norris Cole ajudaram com 2 e Mario Chalmers, apesar de ter precisado tentar 9, foi o que mais acertou com 3. O Thunder não havia se preparado para tomar uma saraivada de bolas de longa distância e começou a se perder na defesa. Em um certo momento ficaram tão preocupados em fechar o garrafão que ninguém acompanhou Chalmers vindo da defesa, que só parou na linha dos 3 e deu um arremesso de treino. Algum tempo antes se preocuparam tanto em segurar uma saída de bola veloz do Heat, que deixaram Wade passar pelas costas da defesa e fazer uma bandeja. Foi um raro caso de contra-ataque ocorrido após uma cesta. Em outras palavras, o Thunder parecia estar sempre um passo atrás: Não estavam preparados nem para encarar LeBron o tempo todo no garrafão, nem para as bolas de 3 pontos e isso mexeu com a cabeça deles.

 

Mas o time de Scott Brooks tinha uma resposta para não deixar o jogo escapar mesmo após o Heat dominar o jogo: Russell Westbrook. Ontem à tarde fiz um post sobre ele, dizendo basicamente que já estava enchendo o saco ele receber a culpa por tudo de ruim que acontece no time, sendo que ele melhorou demais nos últimos anos, especialmente nesse, e que tem feito um Playoff espetacular. Calhou desse jogo ser um baita exemplo de tudo o que eu disse. Westbrook manteve o time no jogo no 3º período e no último deu respostas a cada cesta decisiva que o Heat marcava. O armador fez 43 pontos em 20/32 arremessos, uma das grandes atuações da história das finais. O aproveitamento de 63% em um jogo com mais de 40 pontos em uma Final só foi igualado por Michael Jordan e Shaquille O’Neal nos últimos 25

anos. Ele também foi apenas o 4º jogador a passar dos 40 pontos desde que o Big 3 de Miami se juntou no ano passado. Carmelo Anthony fez duas vezes nessa temporada, Rajon Rondo fez no Jogo 2 da série passada e Paul Millsap (lembram desse dia bizarro?!) é o recordista com 46.

Os pontos que Westbrook fez no último quarto em especial são difíceis de explicar. São poucos jogadores na NBA que conseguem atacar tão bem essa defesa fechada e atlética do Miami Heat, ele fez Dwyane Wade parecer um velho lerdo de 60 anos de idade na sua marcação. Vejam como o Heat desistiu de dar espaço para o arremesso de Westbrook de 2 pontos, que estava caindo, mas não adiantou porque bastava alguém colar mais perto nele que o cara explodia com velocidade para a cesta, se ajustava ainda no ar contra o defensor da ajuda e finalizava bolas quase impossíveis. Exemplo máximo de talento superando tática defensiva, atuação fora do comum.

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Mas o problema é que as cestas de Westbrook nunca ditavam o placar da partida, eram apenas uma resposta para o que Mario Chalmers fazia. Não errei o nome, Chalmers foi o grande nome do quarto decisivo de uma final da NBA. Marcação dupla em LeBron James virava passe para o Super Mario, garrafão fechado para Wade virava passe de lado para Chalmers. Com a mesma confiança dos tempos de faculdade, e passando por cima das atuações péssimas que havia tido até agora, ele acabou com o jogo. Marcou 12 de seus 25 pontos nos últimos 12 minutos de partida. O Thunder em alguns casos pagou para ver se Chalmers continuaria acertando as bolas que tinha feito antes, acertou. Em outros casos ele fez bandeja até pra cima de Serge Ibaka, melhor bloqueador da NBA na temporada. Fez também.

Tudo se encaminhava para uma vitória do Miami Heat, com dificuldades, mas uma vitória. Mas aí LeBron James saiu carregado de quadra com dores na coxa. Em uma tentativa de infiltração ele sentiu uma dor forte, caiu no chão e não levantou. O Thunder pegou a bola e atacou, Derek Fisher tentou a bandeja, mas tomou tocaço de D-Wade, ele logo lançou LeBron James que, mancando, ainda fez uma cesta sobre James Harden. Ele ainda voltou visivelmente sem condições para a defesa e fez sombra em Russell Westbrook, que inexplicavelmente tentou arremessar sobre James ao invés de bater para dentro. O saldo positivo nessas duas posses de bola não deixaram o clima menos tenso em Miami, porém. Pareciam cãibras pesadas e não era certo que LeBron poderia voltar para os últimos 5 minutos de partida.

 

Eu já estava estranhando LeBron James desde a última posse de bola do 3º quarto. Em toda a partida, quando isolado no ataque, ele estava dando as costas para a cesta e entrando no garrafão na base da força. Às vezes ameaçava uma infiltração comum antes de virar e aí começar a trabalhar seu marcador. Mas naquela posse de bola ele Carmelo-Anthonyzou e apenas arremessou de onde estava, sem tentar um drible sequer. Na sequência as imagens do League Pass mostraram LeBron visivelmente exausto no banco do Heat. Na volta para o último período ele continuava estranho, ralando mais do que o que já era necessário na marcação de Kevin Durant. Quando ele caiu no chão, depois de vê-lo tão esgotado, dava pra perceber que seu corpo não aguentava mais. O nervosismo do momento não ajuda nessas horas, deixa o corpo mais tenso que o normal, mas o tanto de força que

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LeBron usou ontem para comandar o ataque de dentro do garrafão e ainda marcar Durant na defesa o mataram.

Com James no banco, tentando se recuperar, o Thunder retomou a liderança da partida com uma cesta de Kevin Durant. O ala do Thunder não fez partida histórica como Westbrook, teve dificuldades para se livrar da marcação de James e Battier, mas novamente se destacou com 28 pontos. Claramente ele refugou algumas vezes na defesa e nos rebotes, com medo das faltas, fato imperdoável num jogo desse, mas compensou sendo um único cara além de Westbrook a colocar a bola na cesta no último quarto de jogo. Tirando os dois, o resto do Thunder fez apenas 27 pontos no jogo todo.

Veja a situação que vivemos ontem: Jogo 4, decisivo, em Miami. Thunder na frente por 94 a 92 com 3:45 restantes no jogo. LeBron James, mancando, volta a quadra para tentar retomar a liderança para o seu time. Tem história mais legal que essa? Novela das boas! Já me imaginei jogando o “LeBron’s Cramp Game” no NBA 2k20. As posses de bola seguintes foram as que determinaram o rumo do jogo e, logo, da série.

 

Primeiro Dwyane Wade assumiu a armação, com James jogando longe da bola. Ele chamou um pick-and-roll com Bosh que, como dissemos que fez muito bem no Jogo 3, atacou a cesta depois do bloqueio ao invés de apenas se posicionar para o chute. Fez 2 pontos e empatou a partida. Aí Westbrook, provavelmente cansado também, tentou um arremesso de longa distância mesmo com a marcação colada nele, errou. Na posse de bola seguinte LeBron James, assumindo que não tinha condição de ir pra dentro, arremessou de 3 pontos e abriu vantagem de 97-94 para o Heat. E aí veio a cereja no topo do bolo: Dwyane Wade, que no último jogo teve que ouvir um “Você é muito baixo” de Kevin Durant após tomar um arremesso na cara, encarou KD no mano a mano, roubou a bola do cestinha da temporada e foi para o ataque abrir 5 pontos de vantagem para o time da casa com 2:15 para o fim do jogo. Ainda dava para virar, mas esse 7-0 na volta de LeBron James do banco matou a partida.

Depois disso ainda teve Westbrook fazendo uma bandeja e LeBron James errando uma bola de 3 pontos, o que decretou sua última ação na partida. Ter um cara na defesa que não consegue correr, a essa altura do jogo, seria prejudicar o time em nome do estrelismo. Ótima decisão de Erik Spoelstra, que aproveitou a parte emocional da volta de James mas não insistiu quando começou a dar errado.

Outo ponto decisivo do jogo foi quando o Heat liderava por 3 pontos, 101 a 98, com poucos segundos restantes no jogo. Dwyane Wade enrolou, enrolou e quando arremessou não deu nem aro. Com 0.8 restantes de posse de bola, Udonis Haslem e James Harden seguraram o rebote juntos e foram para uma bola presa a 17 segundos do final do jogo. Parecia roteiro de filme (ou novela, no caso), sério. Haslem ganhou a bola ao alto, Shane Battier deu um tapinha na bola antes dela cair na mão de Kevin Durant e então Mario Chalmers, herói da noite, ficou com a posse de bola. De acordo com as regras da NBA, haviam sido colocados mais 5 segundos de posse de bola para o Heat por causa da bola presa, mas Russell Westbrook achou que o relógio tinha sido resetado para 24 segundos. Pensando nisso ele fez uma falta desnecessária, burra e que custou a chance de empatar o jogo para o Thunder. Somando-se isso a um turnover besta pouco antes, o meu post de ontem continua presente: Tudo culpa dele.

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Agora é a hora chata de responder ao monte de asneira que li por aí. Sério que o Russell Westbrook “não tem cérebro” por causa dessa falta? O cara carregou o time nas costas o jogo inteiro. Erros como o do drible no pé acontecem para quem ataca tanto a cesta, ter cometido só 3 turnovers na partida inteira é atuação de gala para quem foi tão agressivo. E após o jogo o técnico Scott Brooks admitiu um problema de comunicação. Ele e os próprios jogadores deveriam ter se alertado de que só haviam 5 segundos de posse de bola para o Heat. Sim, Westbrook deveria saber por conta própria e errou grosseiramente, mas ele tinha um time todo para avisá-lo e ninguém o fez.

Também acho de uma babaquice sem tamanho culpar um resultado final por causa de uma bola no fim do jogo. Se Kevin Durant conseguisse sair da marcação do Heat, talvez nem precisassem passar por aquela situação. Ou se Serge Ibaka tivesse acertado o toco em Mario Chalmers ou, isso mais do que tudo, se James Harden tivesse feito um jogo decente. Não digo que o barbudo mais legal da NBA tivesse que ter feito 30 pontos, mas bastava ter feito um jogo decente. Ele tentou 5 bolas de 3 pontos, pelo menos umas 3 sem qualquer tipo de marcação, e acertou apenas uma. Acertou só 2 dos 10 arremessos que tentou e cometeu 4 turnovers! E, o pior para um jogo tão importante, jogou sem confiança alguma.

Essa jogada que consegui no Grantland, feito pelo excelente Sebastian Pruiti, resume o que foi James Harden na partida de ontem. Em uma posse importante, com o seu time perdendo por 5 pontos a pouco mais de 2 minutos para o fim, ele vacila duas vezes. Primeiro hesita ao passar a bola para Kevin Durant, que era o “dono” da jogada, tudo havia sido desenhada para ele. Depois, mesmo com espaço aberto para evitar o passe para Durant, Harden hesita ao arremessar por conta própria. Claro que não deu certo.

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Por fim, o que foi aquilo das pessoas criticando o LeBron James ontem? Não gosto de ficar comentando comentários dos outros, mas juro por Zach Randolph que vi gente dizendo que “Kobe jogou com dedo quebrado, Jordan jogou gripado, por que LeBron não pode jogar com cãibra?”. Sério, mano? Sério? Um dos jogos mais dramáticos e espetaculares da temporada e tem gente comentando isso? Torço para que meus leitores sejam mais inteligente e saibam apreciar o que aconteceu ontem. Que não é uma cãibra ou uma falta mal feita que vão tirar de Russell Westbrook e LeBron James o título de melhores jogadores do jogo mais emocionantes dessa Final de 2012.

Abaixo todos os Melhores Momentos:

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Agora a coisa complicou para o OKC Thunder. Não é por acaso que ninguém nunca virou uma série de 3-1 em Finais, nesse estágio se enfrentam adversários muito fortes que já estão com a confiança lá em cima por estarem na frente. Ontem o Heat ganhou muitas jogadas de raça, de vontade e acertou alguns arremessos sob pressão. É tudo o que falavam que eles não tinham no ano passado.

Para o Thunder resta arriscar algumas mudanças táticas e tentar ganhar de uma forma que faça o Heat perder essa confiança no seu jogo. Os melhores momentos do Thunder na série aconteceram quando eles conseguiram acertar bolas de média e longa distância. Ou seja, Jogo 1, pedaços do Jogo 2 e o começo do Jogo 4. Isso quer dizer que James Harden e Thabo Sefolosha não podem errar bolas de 3 pontos sem marcação, que Nick Collison e Serge Ibaka devem ter confiança em seus chutes de meia distância e também que Kevin Durant precisa inventar uma maneira de conseguir receber a bola sem precisar driblar para criar o próprio chute. Pouco provável que tudo isso aconteça 3 vezes seguidas, mas ainda dá.

Abaixo, mais um dos magníficos Micro-Movies que a NBA tem feito para cada um dos jogos dessa Final 2012. Espetacular como conseguem fazer algo tão bom em pouquíssimo tempo, vale cada segundo de cada edição.

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Temos uma série!

Pelo bem dos Playoffs, deu Oklahoma City Thunder! O San Antonio Spurs vinha de sua sequência de 4.000 vitórias nos últimos 4.001 jogos, era bonito de se ver, mas mais bonito ainda é termos uma Final de Oeste realmente disputada, com aquela deliciosa incerteza de não ter ideia de quem vai vencer a próxima partida. E essa sensação não está aí só porque o Thunder venceu, mas pela maneira que o fez: Arrasou o Spurs por 102 a 82, segurando o Spurs a 38% de acerto dos arremessos! Uma coisa é fazer isso contra o Celtics ou o Sixers, outra é com o melhor ataque da NBA na atualidade.

Como o Thunder conseguiu essa proeza que é algo interessante. Eles jogaram da maneira que jogam os times quando usam escalações mais baixas, mas não deixaram o time mais baixo para isso. A estratégia para parar o ataque do Spurs era tirá-los de dentro do garrafão, isso porque boa parte dos pontos deles vinham de lá com bandejas de Tony Parker e Manu Ginóbili, e também porque boa parte dos arremessos

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de longa distância começavam assim também: Parker infiltra, a defesa sai correndo para impedir, ele toca a bola para fora, rolam alguns passes e tá lá mais um arremesso sem marcação.

Para manter o Spurs longe do garrafão eles tinham que parar a jogada que eles mais usaram em toda a temporada, o pick-and-roll. De diferentes maneiras, em todos os cantos da quadra e com qualquer jogador, eles usam o bloqueio do pivô para terem espaço para infiltrar. Isso só poderia ser parado, decidiu Scott Brooks, se trocassem a marcação toda vez que a jogasse acontecesse; quer dizer, se Tony Parker passa por um bloqueio de Tim Duncan, ao invés de Russell Westbrook (ou Thabo Sefolosha, como foi o caso muitas vezes ontem) tentar se matar para acompanhar a marcação, simplesmente Kendrick Perkins vira o novo responsável pela marcação, com o armador ficando na marcação de Duncan. Soa como uma ideia horrível, né? Geralmente é.

Na maior parte das vezes os times só usam essa estratégia “Troca-Tudo” em situações extremas, como finais de partida onde você não quer que o outro time pise no garrafão. E mesmo assim coloca-se uma equipe mais preparada para isso, com jogadores mais baixos e ágeis que podem marcar mais de uma posição. Mas Perkins marcando Parker? Soa como um massacre, mas não foi. Perkins (4 pontos, 8 rebotes, 3 tocos) pegou todos os anos que jogou com Kevin Garnett e incorporou a postura do comedor de corações humanos: baixou a bunda no chão, joelhos dobrados, olho no olho do marcador e até bateu palmas: “Vem ni mim, mano!”. Perkins forçou erros de Tony Parker, evitou infiltrações, deu toco em arremesso de Ginóbili quando este tentou arremessar sobre ele. Foi um show! E depois dessas jogadas ele ainda olhava e provocava o pessoal da TNT que estava narrando o jogo. Segundo a esposa de Perkins, após o Jogo 2 ele assistiu ao VT da partida e ficou irritado com as críticas que recebeu da equipe de TV. Ele é pirado!

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E não foi só Perkins que se superou. Serge Ibaka (14 pontos, 4 tocos) fez estrago parecido, dando tocos toda vez que um armador que sobrava com ele tentava infiltrar. Já os baixinhos do Thunder seguraram bem a barra, em alguns momentos Derek Fisher e Russell Westbrook conseguiram cavar faltas de ataque ou erros de Tiago Splitter, Duncan só conseguiu arremessos de longe da cesta (e quando teve uma bandeja livre, no 3º quarto, errou). No fim das contas o Spurs marcou apenas 8 pontos dentro do garrafão no 1º tempo, sua pior marca num tempo desde 2009, e acabou o jogo com 24 pontos na área pintada, mas com péssimo aproveitamento de 36% nesses arremesso. O Thunder, por outro lado, fez 44 pontos no garrafão com 47% de acerto de seus arremessos. Pra piorar o Spurs cometeu 21 turnovers, bem mais que os 13 que tem de média.

Além de Perkins, outro nome que chamou a atenção no jogo de ontem foi o de Thabo Sefolosha. O suíço acabou o jogo com 19 pontos (4 bolas de 3 pontos), 6 rebotes e impressionantes 6 roubos de bola. Mas o que ficou claro no jogo foi sua versatilidade defensiva, poderia trocar com quem quisesse que ele seria eficiente. Atrapalhou e forçou erros de Manu Ginóbili, Stephen Jackson, Tim Duncan e principalmente de Tony Parker, que foi o que mais sofreu com a defesa. Em um Both Teams Played Hard dessa temporada duas pessoas nos perguntaram porque Sefolosha era titular no lugar do James Harden. Está aí a razão. Sefolosha acrescenta algo que Harden não dá, defesa de primeiro nível. Harden é fora de série, mas tem outra função, que executa melhor vindo do banco.

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O Jogo 4 agora ganha ares épicos. Se o Thunder vence de novo, todo o domínio e show do Spurs no começo da série vira farofa: 2 a 2 é 0 a 0 e a série começa de novo, agora com o Thunder sabendo o caminho das pedras. Se o Spurs vence, tem 3 a 1 com mais 2 jogos em San Antonio. E vai ser interessante também porque Gregg Popovich, técnico do Spurs, é conhecido por ser um dos melhores em fazer ajustes entre um jogo e outro. O que ele vai inventar para fugir dessa marcação pesada e versátil do Thunder? Como contornar esse poder físico e atlético do time de Scott Brooks que deixa jogadores de qualquer posição marcar quem bem entenderem?

E tem outra coisa. Embora a defesa do Thunder tenha sido o que realmente chamou a atenção ontem, Popovich se mostrou insatisfeito demais com a defesa do seu time contra o poderoso ataque de OKC. Com razão, mesmo nas duas vitórias em San Antonio eles não conseguiram parar os adversários. Com exceção do 4º período do Jogo 1, o Thunder atacou como quis, invadiu o garrafão e fez a festa. Ontem só não fizeram ainda mais estrago contra o Spurs porque Kevin Durant (22 pontos, 0/4 de 3 pontos) não estava inspirado nos chutes de longa distância, ele geralmente acerta os arremessos que teve ontem.

BTPH_#6

Ricardo Todo jogo o James Harden tem mais minutos que o Sefolosha. Pq ele não é efetivado como titular? Alysson Elias O que o Sefolosha faz no Thunder?? Qual é a utilidade dele no time titular? Até entendo o Harden sendo banco, porque ele precisa jogar com a bola na mão. Mas será que eles não acharam nenhum SG? Denis: Da onde veio esse acesso de fúria contra o pobre Sefolosha? Coitado. São várias razões para o Sefolosha estar lá e para ser titular. Primeiro que ele é um baita defensor, daqueles que infernizam os melhores jogadores de perímetro do outro lado e livram Kevin Durant do trabalho. Talvez ele não esteja no mesmo nível (ou apenas não leve o reconhecimento) de Shane Battier ou Tony Allen, mas tem função parecida com estes, faz muito bem seu trabalho. A escalação mais usada pelo Thunder na temporada é Westbrook-Sefolosha-Durant-Ibaka-Perkins, seguida pelo mesmo quinteto mas com Harden no lugar de Sefolosha. O primeiro tem números defensivos bem superiores ao segundo, que por sua vez faz muito mais pontos. Harden pode jogar mais minutos, mas o técnico Scott Brooks prefere começar o jogo usando seu esquema mais seguro na defesa e deixar James Harden passar mais tempo com os reservas, que é um grupo com bem menos opções ofensivas e que se beneficia mais do talento ofensivo do barbudo-mór da NBA.   Altman Porque no site da NBA na classificação da leste o philadelphia, com 0,553 de aproveitamento, tá na frente do indiana e do atlanta, com 0,591 e 0,573? Denis: A NBA tem uma regra idiota que diz que os campeões de Divisão devem sempre ter uma vaga entre os 4 primeiros colocados da Conferência. Como o Sixers é o melhor time da Divisão Atlântico, tem posição garantida no Top4.   Danilo Quais são as diferenças de regras da NBA e FIBA? Denis: O Esporte Interativo fez um guia rápido e fácil com as principais diferenças. Veja nesse link! Só ignore aquele último item, o “Na NBA, um jogador pode infringir uma regra em prol do espetáculo, desde que ele não tire vantagem do adversário”. Isso não existe, é lenda, um absurdo! Na NBA tem juízes não marcando andadas como tem juízes errando em qualquer canto do

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mundo, não tem essa de prol do espetáculo.   Dan O que são os indicadores +/- e WS/48? Denis: O +/- é o placar da partida no momento em que um jogador (ou grupo de jogadores) estava em quadra. Se você vê que o Kobe acabou o jogo com +5, quer dizer que o Lakers fez 5 pontos a mais que o adversários nos minutos que ele estava em quadra. O WS/48 é muito complicado, sério. WS são as Win Shares, número que tenta calcular a importância de um jogador para cada vitória e por quantas vitórias por temporada um jogador foi responsável. Ou algo assim. É um monstro que, se você souber inglês e tiver paciência, pode tentar descobrir sozinho nesse link do Basketball-Reference.     Guilherme Chega a ser um delírio achar que a troca do Nenê foi motivada por um desejo dos Nuggets de buscar um free agent no ano que vem? Por exemplo, Deron Willians provavelmente vai testar o mercado. Denver não terá mais o salário-caminhão do Nenê, nem o de Javalle Mcgee e muito menos o do Andre Miller. A equipe teria cap pra brigar por um grande jogador como D-Will, CP3 ou outro FA?? Denis: Se você olhar a folha salarial do Nuggets hoje, pode pensar isso. Mas não é bem assim. Eles acabaram de assinar o Wilson Chandler e no ano que vem entra na folha salarial o contrato de 42 milhões por 4 anos do Danilo Gallinari. Eles melhoraram sua situação financeira trocando o Nenê, mas não o bastante para sair por aí desejando jogadores que querem salário máximo. Capaz até de gastarem uma grana renovando com o próprio McGee se não aparecer nenhum louco dando uns 10 milhões por ele. Mateus Vocês acham que o Denver agiu de má fé com o Nenê aumentando o CAP do time pra depois trocá-lo e aumentar a possibilidade de trazer outras estrelas na temporada que vem? Denis: Juro que não entendi a pergunta. Má fé? Não, eles só viram que não valia a pena gastar tanto e por tanto tempo com ele. E eles não aumentam o cap ao contratar um jogador, o cap é sempre o mesmo para todos os times. Se entendi errado, tenta de novo!   Thadeu Torres Por que ainda estão ocorrendo transferências de jogadores se a “janela” para transferências se fechou? Ronny Turiaf acabou de ir para o Miami Heat e os jornais dão como certa a transferência de Derek Fisher para OKC. Denis: O que acabou foi o período em que os times podem fazer trocas entre si. As equipes ainda podem dispensar seus jogadores e contratar atletas sem time.   Anônimo Acham que o Biyombo está superando as expectativas? E ofensivamente? Denis: Depende das expectativas. Eu esperava algo por aí mesmo, alguns jogos impressionando na defesa e só. No ataque ele ainda é menos útil que o Kendrick Perkins.   Sérgio Soares Parece que o Zach Randolph deu um toco em alguém (não vi quem foi o desgraçado) ontem, contra os Wizards. Vocês ainda contam os tocos que ele dá? Denis: Claro que sim, olhamos para ele com carinho sempre! Mesmo jogando apenas 7 jogos na temporada, Randolph já tem 3 tocos! Isso dá 0.4 tocos por jogo, quase sua melhor marca EVER! Os tocos desse ano foram no Kendrick Perkins, Derrick Rose (chupa!) e no Chris Singleton, ala do Wizards. Lucas V.F. PQ no twiter de vcs está escrito:”O Zach Randolph dos blogs de basquete” Sei que vcs amam ele mas não entendi.. Denis: Porque somos gordos e mesmo assim conseguimos dar toco no Derrick Rose.   Pedro Se o Gasol e o Bynum estão na frente do Kobe no indice de eficiencia, porque o Kobe é candidato a MVP e eles não? O jogador mais importante do Lakers esse não tem sido o Bynum? Vocês não acham que a inconsistencia e o individualismo do Kobe estão prejudicando o time mais do que ajudando? Denis: Nada é mais vago do que “candidato a MVP”, talvez apenas o prêmio em si. Deve ser o mais eficiente o campeão? Então por que é por voto e não por estatística? No PER, o ranking de eficiência mais conceituado da atualidade, Andrew Bynum está 0.03 na frente de Kobe. Mas na mesma lista Kenneth Faried está na frente de Tony Parker e Dirk Nowitzki. Devemos sempre analisar mais a fundo esses índices de eficiência, eles são ótimos, mas não é um jeito de definir quem é melhor ou mais importante que o outro. Use o +/- que expliquei acima, por exemplo, para ter outro parâmetro. O Lakers tem +4.5 pontos de média com Kobe em quadra, maior número do time e tem -4.3 com ele fora, pior marca. Com Bynum as marcas são de +3.9 com ele em quadra e +0.3 com ele fora. Sobre o Kobe: Ele sempre foi individualista, desde que chegou na NBA, não mudou nada agora. Foi sendo individualista que ele venceu 5 títulos e chegou em 7 finais. Tem vários erros, é um estilo que incomoda muita gente, ele compromete alguns jogos, mas achar que está mais atrapalhando que ajudando é demais. Kobe é de uma época quando os times querem ter os seus melhores jogadores decidindo os jogos, ganhando ou perdendo, na opinião de quem é desse grupo, é melhor perder com um arremesso de Kobe do que com um do Troy Murphy.   Guilherme Por que o Bucks pode trocar o Bogut machucado mas o Nets não podia trocar o Brook Lopez? Denis: Todo mundo pode trocar quem quiser, é só achar o trouxa que aceite.   Renan Na troca do leandrinho o raptors pegou uma escolha de draft, como funciona isso pq na teoria me parece q o time q pega o draft abre cap p outra contrataçao ou estou errado? Denis: Quando os times não estão acima do teto salarial eles podem fazer trocas em que os salários dos envolvidos não se equivalem.   Caio Tenho duas perguntas: 1) Com a temporada tão apertada, os times realmente treinam entre um jogo e outro? 2) Por que vocês não citam mais a Aline Morais, ela deixou de ser amusa de vocês? Denis: (1) Treinam bem pouco, mas treinam. (2) Há duas semanas eu fui para o Rio de Janeiro e a única coisa que falei o fim de semana todo foi “Onde eu posso ter a chance de cruzar com a Alinne Moraes?”. Eu vi o vídeo até o final dela cantando Legião Urbana, tem prova de amor maior? [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=r1BQlngUbu8&feature=fvst[/youtube]

>Tocos de David Stern

>

-Vou dormir na sua casa hoje se Mamma Stern deixar

Quem estava fora da Twittosfera ontem perdeu uma das noites mais malucas que eu já acompanhei na NBA. De tarde surgiu mais um dos mil boatos diários que levam super estrelas ao Los Angeles Lakers. No meio de notícias de que o Los Angeles Clippers e o Golden State Warriors haviam feito boas propostas pelo armador do New Orleans Hornets, apareceu essa história de uma troca envolvendo também o Houston Rockets e que tiraria Lamar Odom e Pau Gasol do Lakers. Ignorei, provavelmente outra bobagem querendo levar estrelas para o Lakers como as que nos últimos anos prometeram Shaq, LeBron, Bosh, Yao, Dwight e tantos outros.

Então, tranquilo, preparei um texto explicando a regra da anistia e assim que entrei no Twitter para divulgar o texto, dei com a confirmação. Era verdade e Lakers, Hornets e Rockets haviam acertado uma troca que levaria Chris Paul para o Lakers, Luis Scola, Goran Dragic, Lamar Odom e Kevin Martin para o Hornets e Pau Gasol para o Rockets. Meu post ficou secundário e o Twitter virou um alvoroço de análises, discussões, xingamentos e troca de impressões.

Eu, como torcedor do Lakers, tinha odiado a troca. Claro que Chris Paul e Kobe Bryant iriam dar um jeito de se entender, os dois são gênios. Mas isso não quer dizer que seus estilos combinem, assim como não batem o jogo de LeBron James e Dwyane Wade e mesmo assim eles dão um jeito de ir para a final da NBA. Mas será que valia perder um dos melhores pivôs da NBA e mais o melhor reserva da última temporada por um armador em último ano de contrato que já disse publicamente que quer ir para o Knicks jogar com seu amigo Carmelo Anthony? Confiar só no Andrew Bynum no garrafão era arriscado e confiar que o Bynum seria moeda de troca para o Dwight Howard, mais ainda. O Lakers teve seis bolas no saco para ter a coragem de fazer algo desse tipo, mas coragem não quer dizer que foi algo inteligente.

Para o Hornets não parecia um negócio horrível, mas certamente tinha seus defeitos. O Kevin Martin era o menino da troca, com quase 29 anos de idade. Scola e Odom já passaram dos 30. Jogadores nessa idade não costumam ter saco e motivação para entrar em um time em reconstrução, o Odom em especial tem sérios problemas para colocar sua cabeça no lugar e ontem até ameaçou não aparecer nos treinos do Lakers porque havia sido envolvido em discussões de troca. Vocês imaginam a Khloe Kardashian trocando Hollywood por New Orleans? Até o casamento do cara ia pro saco.

E, pensando bem, mesmo que eles se motivassem, esse não é elenco para ir muito longe. Vão para os playoffs esse ano, talvez no ano que vem e aí Scola e Odom já estão arranhando os 35 anos de idade. Talvez tivessem outras trocas engatilhadas envolvendo esses veteranos, não sei, mas ela parecia incompleta.

Por fim o Rockets era um time que perderia muito, que assumiria riscos, mas que poderia se sair muito bem. Abriria mão de seus dois melhores jogadores, mas manteria o espetacular Kyle Lowry para ajudar um dos melhores pivôs de toda a liga, que ainda poderia receber a ajuda do brazuca Nenê. O time do manager Daryl Morey não só já tem bastante espaço na folha salarial como ainda abriria mais 3,5 milhões de doletas com essa troca. Daria para oferecer um contrato tão gordo para o Nenê (cerca de 12 milhões por ano) que seria difícil dele recusar. Role players não faltam no time (Courtney Lee, Chase Budinger, possível renovação de Chuck Hayes) e eles estariam prontos para impressionar.

O que você tira dessa troca depois dessa análise? Eu tiro que os times se arriscaram, que todos abriram mão de muitos talentos para receber outros em troca. Ao contrário da troca do Kwame Brown por Pau Gasol, o Lakers dessa vez abriu mão de muita coisa para receber um All-Star, assim como fizeram Hornets e Rockets. Ou seja, uma troca grande, de destaque, mas normal.

Mas o resto da NBA não pensou assim. Em um acesso de fúria muitos donos de times chegaram até a NBA e pediram para que a troca fosse vetada. E ela foi. A liga geralmente não tem poder para vetar trocas e contratações, senão certamente outros times teriam interferido no Big 3 de Miami, mas dessa vez havia uma diferença: O Hornets é propriedade da NBA, na prática os donos dos outros 29 times é que são donos da franquia de New Orleans. Explicamos nesse post do ano passado a confusão que foi esse lance do Hornets, e na época fomos ingênuos de dizer que a NBA por lá não causaria tantos danos. Geralmente donos não interferem tanto nos negócios dos General Managers, apenas dão sinal verde ou não para ultrapassar o teto salarial ou não, permissão para ultrapassar o luxury tax ou não, essas coisas. Então sabíamos que a NBA apenas não deixaria a gastança rolar solta, mas haviam prometido não interferir nas decisões tomadas pelo Manager Dell Demps.

Porém não foi a primeira vez que deu briga. No ano passado o Hornets mandou Marcus Thornton para o Kings em troca de Carl Landry, no negócio o Hornets teve que mandar dinheiro para o Kings para compensar a diferença de salários, o que provocou a fúria do Mark Cuban, dono do Mavs. “Poucos times na NBA podem se dar ao luxo de fazer negócios assim e deixamos que a franquia de quem a NBA é dona faça isso?”;  Também no ano passado uma troca que envolvia Indiana Pacers, Memphis Grizzlies e New Orleans Hornets, envolvendo o OJ Mayo como peça principal, foi estranhamente cancelada no último dia possível de trocas. A coisa ficou mal explicada na época, mas depois de ontem parece que entendemos a razão, o resto da liga não curtiu.

Vazou ontem para o Yahoo!Sports uma carta que o Dan Gilbert, dono do Cleveland Cavaliers, enviou ao David Stern. Ninguém negou que a carta fosse verdadeira e confio no repórter que a publicou. Na carta, Gilbert (em Arial, não em Comic Sans) pede que a troca entre em votação pelos outros 29 times, donos do Hornets. Ele também diz que o Lakers, com esse negócio, economizaria cerca de 20 milhões de dólares em multas e que era inaceitável que um time saísse da troca com o melhor jogador e ainda economizando dinheiro ao mesmo tempo. Gilbert assume assim que Paul é muito melhor que Gasol (e somado ao Odom). E se preocupa com o seu bolso já que o dinheiro das multas pagas pelos times acima do limite são divididos entre aqueles abaixo do teto salarial. Para terminar com um toque dramático e brega típico dele, diz “quando vamos simplesmente mudar o nome das outras 25 franquias da NBA para Washington Generals, em referência ao time que sempre joga e sempre perde para os Harlem Globetrotters.

O Dan Gilbert certamente não foi o único a enviar uma mensagem desse tipo e como a troca foi mesmo cancelada, dá pra imaginar o tipo de pressão que o David Stern recebeu. Na cabeça dos donos essa troca iria contra tudo o que foi discutido durante o locaute, em que os times de mercado pequeno estavam sempre perdendo para os de mercado grande, o que, para eles, é inaceitável. Aliás, isso é uma falácia que vai ganhar mais um post, tem muita gente acreditando nessa bobagem de que só os times ricos ganham.

Uma troca desse tipo logo no primeiro dia de Free Agency seria uma ofensa, segundo eles. O que os donos, aparentemente ignorantes em basquete, deixam passar é que o Lakers abriu mão de dois dos seus três melhores jogadores para conseguir um outro grande jogador. Não foi simplesmente um roubo das mãos do pobre Hornets. E como eles tinham tanta certeza assim que o Lakers seria um time melhor? Deveriam eles é estar preocupados em contratar um bom ala de força para chutar a bunda do garrafão ridículo do novo time do Kobe.

Mas o que pegou mesmo para mim na noite de ontem foi a questão ética. O Hornets está sendo claramente prejudicado se ele tem os outros 29 times decidindo o que eles fazem com o Chris Paul. O New York Knicks e outros times com espaço salarial vão sempre votar para que o Hornets mantenha o jogador e o perca por nada ao fim da temporada, claro. Os times que são candidatos ao título vão votar contra outros candidatos se eles derem um jeito de receber o armador, assim o Hornets, desesperado por uma reconstrução, não pode simplesmente aceitar a proposta que julga melhor, mas deve se adaptar ao que seus adversários, os times que querem derrotá-lo, decidem. E se é injusto com o Hornets, não deixa de ser contra o Lakers também. Eles tem as peças para a troca e não podem fazê-la por complô dos adversários. Pior que, apesar de antiético, é possível e válido e dentro das regras já que a NBA é dona do Hornets.

Recebi a seguinte pergunta no nosso formspring em relação à decisão da NBA em vetar a troca. Vejam:

“Calma, a gente está falando de uma associação privada, com 29 sócios, todos com o mesmo peso de voto. Portanto, não pode ser considerado justo ou não a troca, pois, no final,o time pertence a esses 29 donos e eles que decidem o que é melhor pra esse time.. O Hornets é como se fosse uma extensão do time deles. Eles possuem, cada um, 3,45% das ações dessa equipe, então se mais de 50% acharem que a troca não deve ser feita pois isso iria prejudicar os negócios deles, ela não será feita,fim de papo. O dinheiro é deles.


Mesmo sendo um lugar onde existe paixão e, como vocês já discutiram durante o locaute, ninguém pode falar o que eles devem fazer com o dinheiro deles, afinal, eles não falam o que vocês devem fazer com o seu. Eles são, acima de tudo, investidores, não apaixonados pelo basquete. Eles querem o melhor para o bolso deles e se 51% acha que o CP3 em LA iria atrapalhar nos negócios deles, então não se pode fazer nada. E outra, não é antiético eles comprarem o Hornets. É como se o Pão de Açúcar estivesse sendo vendido e outros 29 grandes supermercados comprassem ele, todos com a mesma fatia acionária. O problema de todos os fãs da NBA é que vemos ela mais com o coração do que com a cabeça. Lá é o mundo dos negócios, como tudo no mundo”

Eu entendo os argumentos do nosso leitor, mas os questiono. O Pão de Açúcar e os outros supermercados não estão disputando uma competição com um campeão. Todos querem ter lucro e competem entre si, claro, mas não é um esporte em que eles se enfrentam diretamente na briga por um campeonato. Simplesmente não faz sentido ter um time controlando o seu adversário em uma competição esportiva, é como se a NBA tivesse um time a menos na disputa, com os outros brigando para manipular o 30º de um jeito que os agrade mais. Se no mundo empresarial isso funciona, tudo bem, mas apesar de ser um negócio, a NBA é um campeonato de basquete, um esporte.

Ainda acho que os outros times terem controle de um adversário não é ético, e só concordava com a NBA ser dona do Hornets por ser algo temporário e pela promessa, claramente não cumprida, de deixar o GM Dell Demps trabalhar sem interferência externa. Os próprios donos pediram uma maior igualdade de condições para as equipes e onde está a igualdade ao impedir um time de realizar o negócio que ela julga melhor para si? Estão obrigando o Hornets a fazer um outro negócio qualquer, ou até a perder seu melhor jogador por nada, só pelo medo do Lakers ficar forte. Um adversário ser dono do outro é claramente conflito de interesses e a promessa de não interferência só durou até a água bater na bunda.

A posse temporária do Hornets pela NBA foi curta e já desastrosa. Durante o locaute David Stern disse que havia pelo menos 5 pessoas ou grupos interessados em comprar o Hornets, era hora da franquia ser vendida logo de uma vez para que tomasse suas próprias decisões e deixasse de ser fantoche dos seus adversários.

A melhor definição sobre o que aconteceu ontem foi dada no Twitter e eu perdi o autor no meio de tantas mensagens. Algum sábio disse que “a NBA tentou escapar de um iceberg e bateu em outro maior”. Eles quiseram fugir da polêmica da estrela indo para um time grande de novo e no fim o veto provocou revolta maior ainda, dessa vez de jornalistas, público, agentes e principalmente de outros jogadores. O Adrian Wojnarowski, jornalista do Yahoo! que deu todas as notícias de ontem em primeira mão, chegou até a dizer que esse veto de ontem poderia mudar muita coisa dentro da NBA. Ah, e enquanto eu escrevo esse post, dizem que o Brandon Roy vai se aposentar por razões médicas. Sim, o mesmo Roy que o técnico Nate McMillan afirmou que seria titular há dois dias. Essa liga pirou, pessoal.

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