Análise do Draft – Parte Final

Depois de longo e tenebroso inverno (ou quase uma semana), chega ao fim nossa tradicional análise do Draft. Na versão 2012 usamos Selos de Qualidade Bola Presa™ sobre as pentelhas redes sociais para avaliar a performance de cada time na seleção de ninfetas. Abaixo o link com as primeiras 4 partes da análise e um resumo do que significa cada selo.

Parte 1: Hornets, Bobcats e Wizards
Parte 2: Cavaliers, Kings, Blazers, Warriors, Raptors e Pistons
Parte 3 – Rockets, Suns, Bucks, Sixers, Magic, Nuggets e Hawks
Parte 4 – Celtics, Mavericks, Bulls, Thunder, Grizzlies, Pacers e Nets

 

Twitter: Eu sei que o Twitter pode ser um porre, acredite, já me irritei muito com comentários idiotas durante jogos desses Playoffs. Mas ele é o que junta as melhores coisas das redes sociais: Pode ser engraçado, é o melhor jeito de acompanhar eventos ao vivos e informa bem. E você nem tem essa obrigação de ficar seguindo amiguinho. Lugar onde fakes ainda são respeitados e isso é bom. Selo para os times que mandaram bem demais, que tem jogadores completos na mão e que vão olhar pra trás com orgulho do Draft 2012.

Orkut: Nem me venham falar em Orkutização, elitismo social não tem vez no Bola Presa, mano! Admitam que o Orkut tem bem menos frescura que o ~Feice~ e comunidades geniais como “Uma rodada de suco pra galera” e “Qualquer coisa with lasers”. Bons tempos da internet malandra, moleque e menina. Sem frescuras, cutucadas e com muito stalk. Selo para os times que fizeram como o Orkut: não brilharam, mas fizeram a coisa certa.

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4square: Tal pessoa acabou de dar check-in no aeroporto para, sutilmente, dizer que está viajando para o estrangeiro. Aquela mala sem alça se marcou na baladinha X para mostrar que tem amigos. Idiota, mas não chega a ofender. Selo para os times que não pegaram nenhum grande jogador, mas fizeram o que dava na hora.

Instagram: Parece o máximo, parece que vale 1 bilhão, mas cedo ou tarde vão perceber que é só o maior cardápio do mundo e todas as comidas parecem velhas. Tantos anos de evolução tecnológica para as fotos parecerem velhas e borradas? Tá muito errado e não vai demorar para sacarem isso. É o selo para o time está achando que fez uma coisa boa, mas que vai quebrar a cara em breve.

Facebook: O cu das redes socias. A mais popular também. Por que a gente gasta horas da nossa vida vendo as pessoas postarem indiretas para amigas falsas, frases motivacionais e versos de Caio F. Abreu? Não sei. Mas aprendi que tenho muitos amigos felizes, bonitos, que viajam para a Europa e não veem a hora de chegar sexta-feira. Selo para os times que erraram feio e deveriam se envergonhar disso.

Miami Heat
(45) Justin Hamilton, C

O Miami Heat tem que preencher vários buracos em um elenco que se mostrou pouco confiável ao longo dos Playoffs. O time pareceu frágil na ausência de Chris Bosh, chegou a ter o ridículo Dexter Pittman como titular num jogo da série contra o Indiana Pacers e na final estava usando praticamente apenas 3 reservas: Norris Cole, Udonis Haslem e James Jones. Sim, James Jones. A possível aposentadoria de Mike Miller também não ajuda na conta.

Com isso em mente o Heat tinha duas opções. Ou usava sua escolha 27 para pegar um jogador que pudesse entrar na rotação do time e ajudar desde o começo de sua carreira, ou trocava a escolha para não ocupar o pouco espaço que o time tem para contratações. No fim das contas não acharam que Arnett Moultrie era tão bom assim e preferiram não arriscar com o joelho de Perry Jones III, a opção foi então trocar a posição com o Philadelphia 76ers, que mandou uma escolha futura de 1ª rodada para eles.

Entendo que um time formado via Free Agents confie mais no seu taco com contratação de veteranos do que apostando que algum pirralho vai dar conta desde o começo. Deixaram passar alguns talentos interessantes, mas era um dos poucos times com moral para poder ignorar esse Draft. A escolha recebida do Sixers também pode se mostrar valiosa em futuras negociações. Já na 2ª rodada eles pegaram Justin Hamilton, um pivô sem grandes atrativos mas que pode completar elenco de um time sem garrafão. Se der uns tocos e pegar uns rebotes na Summer League de Las Vegas pode receber um contrato de valor mínimo.

 

Utah Jazz
(47) Kevin Murphy, SG

Sem que as pessoas deem muita atenção (afinal é só o Jazz), a franquia dos mórmons tem conseguido uns bons achados nos últimos anos. Desde 2003 encontraram Mo Williams, CJ Miles, Paul Millsap e Jeremy Evans na 2ª rodada do Draft, além de terem contratado Wesley Matthews, que nem pelo Draft passou. Pode parecer pouco, mas é extremamente raro encontrar jogadores que duram na NBA nesse 2º round.

Nesse ano parecem que tem alguma chance de terem acertado de novo. Sempre difícil prever nessa altura das escolhas, mas Kevin Murphy lembra muito CJ Miles, escolha de 2ª rodada deles em 2005 que pode sair do time como Free Agent. Murphy tem arremesso rápido, não precisa de muito espaço ou tempo para preparar o chute e teve aproveitamento de 41% de seus chutes de longa distância na NCAA, nada mal para um cara que arremessava bastante e tentava bolas difíceis. Não faz muito além disso, mas em um time que usa tanto o garrafão o ala pode ganhar seu espaço aproveitando as bolas que sobram pra ele.

 

New York Knicks
(48) Kostas Papanikolaou, SF

O ala grego estava aqui no Brasil enfrentando a Seleção de Ruben Magnano quando foi selecionado pelo New York Knicks. Seguindo a tradição milenar, a escolha foi vaiada por todos os torcedores do Knicks presentes no Draft, mas eles não sabiam o que estavam fazendo. Kostas Papanikolau, nossa medalha de prata em Força Nominal, é bom jogador e parece bem empolgado na foto acima.

Como todo europeu, os olheiros americanos ficam meio receosos porque o cara não vai de um canto a outro da quadra em 2 segundos e nem enterra pulando da linha do lance-livre, mas já cansamos de ver exemplos que provam que isso não faz tanta falta assim. Porém dizem por aí que sua moral caiu porque historicamente jogadores gregos não se adaptam à NBA ou à vida nos EUA. Isso faz sentido, mesmo tendo gerações espetaculares por lá, não são muitos que se arriscam na liga americana. Mesmo Vassilis Spanoulis, que teve sucesso no Houston Rockets, decidiu voltar pra casa depois de apenas 2 temporadas.

Mas se Papanikolau não tiver problemas de adaptação, tem tudo pra dar certo. Ele é alto para a posição 3 onde joga, tem bom arremesso, bons fundamentos e entende muito de basquete, sabe o que faz dentro de quadra. Aliás, sua visão de jogo é seu quesito mais elogiado, e isso faz diferença em qualquer nível ou campeonato no mundo. Ele foi muito bem na última Euroliga pelo Olympiakos, campeão do torneio, e isso não é pouca coisa. Ainda não se sabe quando ele vai pra NBA, seu agente diz que somente na temporada 2013/14. Mas isso não é ruim, o Knicks está com dificuldade para manter seu elenco nessa temporada e é bom que não façam mais contratos. Precisam de espaço para renovar com caras importantes que estão caros no mercado (Jeremy Lin, Steve Novak, JR Smith...). Não se comprometem esse ano e ao mesmo tempo tem bom nome já para a outra temporada. Para quem tinha tão pouco, ótimo Draft do Knicks.

 

Los Angeles Clippers
(53) Furkan Aldemir, SF/PF

Outro da cota turca do Draft, mas esse com nome de zagueiro de time do interior. Dizem que é excelente reboteiro, mas juro que não achei muitas informações sobre o cara. Se um dia aparecer na NBA, será daqui alguns bons anos. Tinham nomes mais confiáveis depois (Darius Johnson-Odom, Scott Machado, Hollins Thompson, Henry Sims), mas nada que faria tanta diferença assim. O lado bom do Draft para o Clippers é que eles só não tiveram uma escolha de 1ª rodada porque mandaram a que tinham (vinda do Wolves) para conseguir Chris Paul. Se foi pelo CP3 então tá tudo certo, tudo em casa, dane-se o Draft.

 

Los Angeles Lakers
(55) Darius Johnson-Odom, SG
(60) Robert Sacre, C

Por um segundo me senti naquelas lojinhas super alternativas da 25 de Março. Sabe aquelas que vendem HiPhone, PolyStation e pilhas Durabell? Pois é. Isso porque o Lakers consegui trazer Odom, mas não aquele, é o Darius Johnson-Odom. Para saber quem é a versão pirata fui conferir no NBADraft.net e vejo que o comparam com… Allan Ray. Não o Ray Allen, o Allan Ray, uma versão pirata do jogador do Celtics que jogou justamente no time verde em 2006-07. Tá muito xing ling esse Draft do Lakers.

Mas fica pior. Pelo menos os PolyStations da vida são baratos, Johnson-Odom não foi. O Lakers não tinha a escolha 55, era do Dallas Mavericks, para ter o direito de escolher o jogador tiveram que pagar 500 mil dólares! Sim, meio milhão para ter o direito de talvez assinar um jogador. Só tiro o selo Facebook o dia que o Johnson-Odom fizer a cesta da vitória num jogo de Playoff. Esse é o mundo da NBA que reclama que dá pouco ou nenhum lucro. Pelo menos tem gente que conhece mais o Johnson-Odom e diz que ele é um dos caras de 2ª rodada que realmente tem chance de ter uma carreira na NBA. Não sei, mas dizem que é especialista em defesa e pode marcar armadores, o time realmente precisa disso.

O Lakers também teve a última escolha do Draft, posição que o escolhido ganha o título simbólico e desagradável de “Sr.Irrelevante”. O selecionado o pivô Robert Sacre, que chegou a ganhar prêmios de defesa no basquete universitário, mas não parece ter tamanho e força para replicar isso na NBA. Como o Lakers não tem garrafão, pode acabar sobrando lá por falta de opção, mas é bom não botar muita fé. A história das escolhas 60 não é muito boa (embora tenha uns caras bons que acabaram ficando pela Europa), mas de destaque na NBA apenas Steve Kerr e o Irrelevante do ano passado, o bom armador Isaiah Thomas do Sacramento Kings.

 

Minnesota Timberwolves
(58) Robbie Hummel, SF

O Wolves tinha a antepenúltima escolha do Draft e pegou um branquelo com cara de analista de sistema à lá Fred Hoiberg, lembram dele? Robbie Hummel fez carreira em Purdue como bom arremessador e pode conseguir contrato em um time que adora chutar de longa distância. Mas se não der certo, não fará muita falta também.

A escolha de 1ª rodada do Wolves, a 18, foi trocada com o Houston Rockets por Chase Budinger. Achei que foi uma ótima decisão de criticado General Manager David Kahn! O time já tem jovens o bastante e ano passado ameaçava vaga nos Playoffs até Ricky Rubio se machucar, nessas horas às vezes é mais válido pegar um sólido jogador mediano do que continuar arriscando com novatos. Budinger foi bem como titular no ano passado pelo Rockets e tem todas as características (bola de 3 da zona morta, movimentação sem a bola, velocidade, bons cortes em direção à cesta) para ser o queridinho de Rick Adelman em Minneapolis. Adelman, aliás, treinou Budinger quando este era novato.

 

San Antonio Spurs
(59) Marcus Denmon, PG

Preciso mesmo ir lá pesquisar e contar uma historinha sobre Marcus Denmon? Foi o Spurs que escolheu, como seria ruim? Se você realmente se importa, leia o que o Spurs Brasil escreveu sobre o cara, ficou bem legal e completo. A verdade é que os novatos que o Spurs realmente quer e precisa já foram escolhidos faz tempo: Nando De Colo e Erzan Lorbek podem ir finalmente para a NBA. Se der certo eles tem grandes chances de melhorar ainda mais o ótimo time de Gregg Popovich.

Torcedor do Lakers e defensor de 87,4% das estatísticas.

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