[Resumo da Rodada] Ninguém pode contra LeBron (nem você, Shelvin Mack)

O que queremos ver de um time que está prestes a ver sua temporada dos sonhos ir para o ralo? Entrega, raça e vontade. Foi isso o que o Atlanta Hawks fez, mesmo fora de casa, para tentar evitar um incontornável 0-3 na final do Leste contra o Cleveland Cavaliers. Uma pena que só raça não ganha. E vontade, aliás, pode até atrapalhar se ela não vier com uma pitadinha de sangue frio na hora certa.

O Hawks foi para o jogo sem Kyle Korver, machucado após ter o tornozelo esmagado por Matthew Dellavedova, e com o rei da raça em seu lugar, Kent Bazemore. Eles também apareceram com um novo plano de jogo para segurar LeBron James. Como comentamos antes, eles tentaram imitar o San Antonio Spurs e simplesmente fizeram de tudo para que LeBron não infiltrasse no garrafão, mais ou menos uma defesa à la Rajon Rondo. LeBron sabe arremessar de média e longa distância, mas não tem tido bom aproveitamento nesses arremessos nos Playoffs e certamente é bem menos eficiente assim do que entrando na área pintada e engolindo pessoas.

[Resumo da Rodada] Hawks se assusta; Warriors passeia

Quatro jogos série adentro, já deixamos pra trás o favoritismo irrestrito dos mandantes de quadra e aprendemos que o Wizards sabe torturar o Hawks quando as bolas de três da equipe de Atlanta não caem, assim como o Grizzlies sabe passar o Warriors no moedor de carne com Tony Allen bebendo sangue de crianças no crânio aberto e macio do David Lee (que aliás tem um crânio bem espaçoso mesmo quando o diminuto cérebro está dentro).

Mas o Jogo 5 das duas séries foi contra todas as nossas expectativas, simplesmente por ter retornado às nossas expectativas iniciais de antes da série começar. Com John Wall de volta ao quinteto titular do Wizards, tivemos um Hawks que cometeu os mesmos erros de sempre – com os arremessos de três pontos mais instáveis desde a programação de tarde do SBT – mas que mostrou ser tão completo e versátil quanto o primeiro lugar do Leste deveria ser. E no Oeste tivemos o Warriors fazendo tudo aquilo que passou a temporada regular inteira fazendo, sem nenhuma dificuldade já que Tony Allen não jogou, lesionado.

A segunda metade

Essa semana recebi uma mensagem de um leitor dizendo que praticamente não tinha assistindo nenhum jogo desde o All-Star Game. Para quem vê jogos todos os dias como eu e tantos outros de nossos leitores, soa um troço meio absurdo, mas é até bem comum. Aquele fim de semana festivo e sem jogos competitivos serve mesmo como uma pausa simbólica que indica que a parte final da temporada se aproxima.

Porém o fim da temporada regular nem sempre é algo muito atraente. Na Conferência Leste, por exemplo, estão praticamente certos os 8 classificados para os Playoffs e se não fosse a sequência recém-interrompida de 27 vitórias do Miami Heat, existiram poucas boas histórias desse lado da NBA para contar. No Oeste ainda tem o drama do Los Angeles Lakers, brigando com Utah Jazz e Dallas Mavericks pela última vaga na pós-temporada, mas mesmo assim é compreensível que pessoas com menos tempo ou menos interesse na NBA cotidiana deixem a liga de lado até o começo dos Playoffs. Nesse ano nem tivemos grandes trocas na segunda metade da temporada para criar novos atrativos em times desinteressantes.

Mas enquanto desviamos a atenção da NBA porque já estamos com a cabeça nos Playoffs, perdemos algumas coisas que estão mudando. Para os jogadores a pausa do All-Star Game também é simbólica, uns dias de descanso e de novo foco para mudar as coisas. Falo aqui de dois jogadores em especial (e que tem o mesmo apelido) que acordaram para a vida desde a parada do ASG.

 

Deron Williams – Brooklyn Nets

Deron_Williams

Depois de alguns altos e baixos no começo da temporada, o Brooklyn Nets se firmou como uma força intermediária no Leste. Provavelmente sem chances de bater o Miami Heat e talvez até o Indiana Pacers, mas com jogo para incomodar e fazer bonito na sua primeira temporada de casa nova. Desde a parada do ASG até aqui, o Nets tem 10ª melhor campanha da NBA, a 3ª melhor do Leste, com 11 vitórias e 7 derrotas.

Um dos grandes responsáveis pelo bom momento é Deron Williams. Não só por aquele jogo surreal contra o Wizards onde ele acertou 11 bolas de 3 pontos (9 no primeiro tempo, um recorde da NBA), mas porque tem sido exatamente o que não foi no começo da temporada: agressivo e regular. No pré-ASG o armador teve médias de 16.7 pontos, 7.6 assistências e 41% de acerto de seus arremessos. Suas médias de pontos estavam abaixo de Brook Lopez (19.0) e Joe Johnson (17.0). Contando apenas o pós-ASG, Williams lidera o time com 22.4 pontos por jogo, 8.0 assistências e 47% de aproveitamento nos arremessos.

Nos últimos 20 jogos, Deron Williams tem parecido mais com o velho Deron que conhecíamos e que despertavam aquelas cansativas comparações com Chris Paul. Ótimo no ataque à cesta, uma força impressionante para bater de frente com fortes pivôs na infiltração e um mortal arremesso de meia distância usado quando a defesa dá espaço no pick-and-roll. Não sei explicar porque ele não estava jogando assim no começo da temporada, mas o nível tinha caído muito.

Um palpite interessante sempre é o entrosamento. Como armador ele tinha que envolver os recém-chegados Joe Johnson e Andray Blatche, parte importante do ataque, também tinha que dar

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jogo a Brook Lopez, grande nome do time (merecidamente um All-Star) e que havia perdido boa parte da temporada passada por lesões. Os números dizem que Deron Williams estava com um péssimo aproveitamento em jogadas de pick-and-roll, sua especialidade nos tempos de Utah Jazz. Faltava um bom parceiro, ou um com bom entrosamento para essas jogadas? Ou era só má fase?

Estava vendo alguns clipes dessas jogadas no SynergySports e percebi um padrão que ainda não consigo provar com números, mas que parece bem real. Deron Williams parece ter um aproveitamento bem mais baixo quando sua dupla de pick-and-roll é Brook Lopez, que faz bloqueios fracos e se apressa em correr em direção à cesta. Quando recebe ajuda de Reggie Evans, por outro lado, recebe um bloqueio furioso e tem muito tempo e espaço para arremessar ou infiltrar. Descobrir isso pode ter demorado um bocado e só agora Williams tem se soltado. Tudo isso sem prejudicar Lopez, que até aumentou sua média de pontos para 19.7 pontos após o All-Star Game.

Talvez essa seja só uma de várias descobertas que o Brooklyn Nets vá fazer nesta e na próxima temporada. Assim como o Miami Heat demorou a descobrir que não precisava de pivô, às vezes demora um bom tempo para um elenco com tantas novidades descubra exatamente como jogar junto. E só agora o Nets está descobrindo algumas maneiras de ter seus melhores jogadores, Deron Williams e Brook Lopez, jogando bem ao mesmo tempo. Precisam disso para brigar por algo a mais.

 

Derrick Williams – Minnesota Timberwolves

Derrick Williams

O outro D-Will estava caminhando a passos largos para ser mais uma decepção da NBA. Foi a 2ª escolha do Draft de 2011 e nem chegou perto de mostrar todo o potencial que parecia ter na Universidade do Arizona. Foram broxantes 8.8 pontos por jogo em sua temporada de novato, onde não se mostrou reserva a altura de Kevin Love na posição 4 e nem um arremessador bom o bastante para jogar na posição 3.

Nesta temporada Williams teve mais oportunidades, mas mesmo assim não convencia. Com as lesões de Love, Chase Budinger e Andrei Kirilenko ele esteve em todos os tipos de posição e situação, mas mesmo assim não parecia dar certo. As coisas começaram a mudar para o Michael Beasley 2.0 quando Ricky Rubio voltou de lesão. O armador espanhol, além de especialista em envolver seus companheiros no jogo, é amigo pessoal de Williams e parece ter sido essencial na recuperação da auto estima de Williams.

Segundo o próprio ala do Wolves, ele passou a se encontrar cada vez mais vezes com Shawn Respert, assistente do Wolves responsável pelo desenvolvimento individual dos jogadores. Analisando seus números e vídeos, perceberam um grande número de jogadas onde Williams perdia muito tempo hesitando antes de tomar uma decisão em quadra. Aquela amarelada antes de arremessar que é quase uma confirmação de que a bola não entrará nem a pau, ou a parada para pensar que dá tempo da defesa adversária se fechar completamente. Começaram a trabalhar nisso, na confiança de Williams. Está livre? Chute.

Um conselho de Rubio também foi importante: “Você deve saber o que consegue fazer e o que não consegue”. Era simples, saber o que ele pode/consegue fazer na quadra e, quando tiver a chance, executar sem hesitar. Foi assim que ele melhorou em 15% o seu aproveitamento de arremessos de meia distância, sendo que 85% desses chutes vieram de assistências, não de jogadas individuais. Ou seja, nada de drible antes do arremesso, não é o jogo dele. Williams virou um especialista em arremessos de meia distância e em cavar faltas; suas médias de lances-livres cobrados pularam de 2.8 antes do All-Star Game para 5 nos últimos 20 jogos.

Parece um caso clássico de confiança. Rick Adelman, técnico do Wolves, nunca perde uma chance de elogiar o jovem jogador, só para dar uma força para ele. Todos sabem da pressão de ter sido uma escolha alta no Draft, da expectativa e de como Williams está tendo dificuldades em lidar com isso. Com uma abordagem mais leve, sem responsabilidade de vitória, Playoffs ou luta por posição na rotação (Williams é titular e joga sempre pelo menos uns 25 minutos), ele tem se focado só em jogar, em fazer as jogadas que tem treinado a exaustão. Desenvolvendo seu jogo de média e longa distância, Derrick Williams pode se tornar o grande curinga do elenco. Pode atuar ao lado de Kevin Love e Nikola Pekovic em formações mais altas, ou ao lado de Chase Budinger e Love nas mais focadas em arremessos de longe.

Antes do All-Star Game, Derrick Williams tinha médias de 20 minutos por jogo, 9.9 pontos, 5 rebotes, 41% de acerto nos seus arremessos. Era apenas o 8º cestinha do time! Nos 20 jogos desde o ASG, Williams virou o maior pontuador da equipe com 16.2 pontos por jogo, 31.7 minutos de quadra, 7 rebotes e 44% de acerto dos arremessos. Agora é só esperar mais confiança e evolução durante a offseason e, por favor, um Wolves saudável na próxima temporada.

 

Outros jogadores que melhoraram após o coffee break da temporada

 

Ty Lawson – Musa inspiradora da sequência de 15 vitórias do Denver Nuggets. O responsável por correr tanto que transforma o ridículo ataque de meia quadra deles em um contra-ataque disfarçado.
Pré-ASG: 15.8 pontos, 7 assistências, 44% de aproveitamento nos arremessos
Pós-ASG: 19.4 pontos, 6.2 assistências, 48% de aproveitamento nos arremessos

 

Roy Hibbert – Maior decepção do começo da temporada, nem sombra do All-Star do ano passado. Aos poucos voltou a ser relevante no ataque de novo e a fazer diferença na defesa com seus 3 metros de altura. Indiana

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Pacers precisa dele para que sua estratégia de ter um time mais alto que o resto do Leste faça diferença.
Pré-ASG: 10.0 pontos, 8.3 rebotes, 41% de acerto dos arremessos (QUE NOJO, CARA! VOCÊ É PIVÔ!)
Pós-ASG: 15 pontos, 8.1 rebotes, 49% de acerto dos arremessos (já pode sair na rua sem vergonha de novo)

 

Jeff Green – O estranho caso da troca que demorou para dar certo. É inegável que o Celtics sentiu a troca de Kendrick Perkins, membro da família, mas passado alguns anos (e uma operação no coração de Green), as coisas começam a dar certo. Hoje parece até uma troca desigual. Desde que Rajon Rondo se machucou, Green tem sido o principal ajudante de Paul Pierce.
Pré-ASG: 10.3 pontos, 3.3 rebotes, 24.6 minutos por jogo, 34% nas bolas de 3, 5º cestinha do time
Pós-ASG: 16.3 pontos, 4.7 rebotes, 33.3 minutos por jogo, 38% nas bolas de 3, 2º cestinha do time

 

Al Horford – É tão fácil esquecer que o Atlanta Hawks existe que a gente ignora o Al Horford. Mas ele já teve sequências impressionantes de double-doubles na temporada e tem levado o Hawks nas costas ofensivamente desde a lesão de Lou Williams. Curioso que esta seja a melhor temporada de todo o grupo bi-campeão da Universidade da Florida: Horford, Joakim Noah e Corey Brewer estão jogando demais.
Pré-ASG: 16.2 pontos, 9.8 rebotes, 0,9 roubo de bola, 1 toco, 54% de acerto dos arremessos
Pós-ASG: 20,7 pontos, 11,4 rebotes, 1,4 roubo de bola, 1,3 toco, 55% de acerto dos arremessos

 

John Wall – O Washington Wizards tem aproveitamento digno de Playoff nos últimos meses e tem a 5ª melhor campanha do Leste (atrás de Heat, Pacers, Knicks e Nets) desde o All-Star Game. Grande responsável por isso é John Wall, que vêm jogando demais desde que voltou de lesão. Aliás, para falar a verdade, ele precisou de alguns bons jogos para pegar ritmo depois que voltou. A previsão que fizemos no começo do ano, com o Wizards mais experiente e

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com boa defesa demorou pra acontecer, foi até tarde demais, mas está aí.
Pré-ASG: 14.7 pontos, 7.3 assistências, 1 roubo de bola, 42% de acerto dos arremessos, 7% (!) de 3 pontos
Pós-ASG: 18.7 pontos, 8.1 assistências, 1.7 roubo de bola, 45% de acerto dos arremessos, 47% de 3 pontos

Preview 2012/13 – Atlanta Hawks

Continuamos aqui o melhor preview da temporada já escrito por um gordinho blogueiro. Já analisamos Boston Celtics, Memphis Grizzlie, Cleveland Cavaliers Sacramento Kings, Brooklyn Nets, Denver Nuggets, Indiana Pacers e Golden State Warriors. Até o esperado dia 30 de Outubro, quando teremos a rodada inicial da Temporada 12/13 da NBA. Nesse ano vamos repetir uma ideia de uns vários anos atrás. Ao invés de só comentar as contratações e fazer previsões, vamos brincar de extremos: O que acontecerá se der tudo certo para tal time, qual é seu teto? E o que acontecerá se der tudo errado, onde é o fundo do poço? Em outras palavras, como seria um ano de filme pornô, onde qualquer entrega de pizza vira a trepa do século? E como seria um ano de novela mexicana, onde tudo dá errado e qualquer pessoa pode ser o seu irmão perdido em busca de vingança? Hoje é dia de falar do time que representa a capital do Estado do Pêssego, a Geórgia. Vamos falar do Atlanta Hawks. Atlanta Hawks           Vamos fazer uma aposta marota aqui, galera? É o seguinte, no ano passado o Atlanta Hawks teve 40 vitórias e 26 derrotas, 60% de aproveitamento. Minha aposta é que mesmo perdendo o badalado Joe Johnson o Hawks vai manter a mesma marca de 60% de aproveitamento nessa temporada. É meu jeito de provar que o Joe Johnson não faz tanta falta assim. Se eu errar, sorteio uma camiseta do Joe Johnson no Nets pra vocês ao fim da temporada, se eu vencer vocês dão um jeito de me apresentar para a Alinne Moraes. Fechado? Fechado. Explico a aposta. Não tenho tanta certeza assim que o time vai se manter com o mesmo aproveitamento mesmo sem Joe Johnson, especialmente depois de tantos anos acostumados a confiar nele, mas é algo que eu sempre quis ver em teste. Geralmente quando um time perde uma estrela, como o Orlando Magic com Dwight Howard, eles nunca recebem o equivalente em troca. Quem em Orlando irá compensar os pontos, rebotes, tocos e tudo mais que o outrora chamado de Superman fazia? Não vai ser o Arron Afflalo. Mas esse caso do Joe Johnson é diferente. Entre a própria troca do Joe Johnson e outras que o Hawks fez ao longo da offseason, como a de Kirk Hinrich para o Bulls, eles conseguiram diferentes jogadores que podem oferecer tudo o que Joe Johnson fazia. Vamos aos números. 23% dos arremessos de Joe Johnson eram em jogadas de isolação, o tradicional mano a mano. Ele tinha bons 42% de acerto nessa jogada que tradicionalmente é de baixo aproveitamento e contribuía com 0,89 pontos por posse de bola segundo o SynergySports. O equivalente dele no novo time é Louis Williams, que tinha 18% de seus arremessos no Sixers do ano passado em jogadas de mano a mano também. Apesar dos 36% de aproveitamento nos arremessos, Williams compensava cavando faltas e o resultado eram 0,9 pontos por posse de bola, a mesma coisa que Joe Johnson. Louis Williams também supera Joe Johnson comandando o pick-and-roll, com 0,94 pontos por posse de bola contra 0,8 de JJ. A segunda jogada que Joe Johnson mais usou, atrás apenas das individuais, foi o spot-up shot. É aquele arremesso clássico dos especialistas de longa distância onde o cara se posiciona e arremessa a bola assim que a recebe, sem driblar. De todos os arremessos de JJ na temporada, 17% vieram em situações de spot-up shot e neles ele teve 42% de acerto com 1,17 pontos por posse de bola. O substituto dele para essa jogada é Kyle Korver, o Ashton Kutcher da NBA teve 32% de seus arremessos na última temporada como spot-up e nele acertou impressionantes 46% dos chutes, acabando com 1,34 pontos por posse de bola. Claro que é melhor ter tudo isso em um jogador só, dá mais versatilidade ao time, mas eu sempre quis saber como um time que mantém a mesma base se daria ao trocar uma estrela por vários jogadores “menores” que conseguem contribuir em coisas semelhantes. Como a NBA mudou muito ao longo dos anos, prefiro exemplos recentes, e o que consigo lembrar hoje é o do Denver Nuggets, que até melhorou seu aproveitamento ao trocar Carmelo Anthony pelo combo de Wilson Chandler, Danilo Gallinari, Raymond Felton e cia. E como Carmelo Anthony, acho que Joe Johnson não usava tudo o que poderia para ser tornar um jogador mais indispensável. Ele era ótimo se movimentando sem a bola e cortando em direção à cesta ou nas tabelinhas com os pivôs, mas quase nunca usava essas jogadas. Das bolas mais diferentes, a que ele mais tentava era a de costas para a cesta: 12% de seus arremessos e ótimos 1,01 pontos por posse de bola, uma das melhores marcas da NBA para jogadores de sua posição. Curiosamente, entre os novos contratados

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quem se destaca nesse aspecto é o arremessador Anthony Morrow. Pois é, estou surpreso também! De qualquer forma, o ataque no garrafão de costas para a cesta será compensado também com a volta de Al Horford. Outros jogadores novos chegam ao Hawks para oferecer coisas que não só Joe Johnson deixou, mas também a eterna decepção Marvin Williams e os veteranos Tracy McGrady e Kirk Hinrich, que também saíram do time. Eles serão substituídos pelo agressivo armador Devin Harris, pelo novato arremessador John Jenkins e pelo especialista em defesa e mascarado-mor DeShawn Stevenson. Todos juntos serão os responsáveis para tentar manter o Hawks com uma das melhores defesas da NBA, o time foi o 6º que menos sofreu pontos por posse de bola na temporada passada. E acho que o que pode atrapalhar minha aposta é a defesa. Apesar de ainda terem Josh Smith e Al Horford fechando o garrafão, a defesa de perímetro está um pouco mais fraca e o entrosamento é sempre necessário para a defesa de um time encaixar. Kyle Korver no Bulls e Louis Williams no Sixers faziam parte das duas melhores defesas da NBA na temporada passada, mas ambos precisam de um sistema, não são bons simplesmente na defesa individual. O tempo necessário para o técnico Larry Drew entrosar essa defesa e para redistribuir as novas funções ofensivas vai definir o nível de sucesso desse novo e menos estrelado Atlanta Hawks.   Temporada Filme Pornô O Atlanta Hawks pode ser um dos times agradecidos por ter uma pré-temporada para treinar e se entrosar. Pouco mais de um mês pode ser o bastante para um time que já tem um sistema e que mantém a base dos últimos anos. Eles se reforçaram com jogadores experientes e rodados, não precisam aprender as coisas do zero e devem se enturmar em pouco tempo. Na temporada passada o Atlanta Hawks foi o 8º time que mais deu assistências na NBA mesmo com Joe Johnson fazendo quase 1/4 de suas jogadas sem nem olhar para os lados, nesse ano eles podem se tornar um dos times mais coletivos da liga. Recheado de bons arremessadores podem se tornar algo que eu previ alguns anos atrás, o Spurs do Leste. Jogo coletivo, defesa forte, planejamento consciente e boas peças de reposição a cada perda. O problema? Falta um equivalente para Tim Duncan e Manu Ginóbili. Mesmo em uma temporada perfeita estarão fadados a uma derrota no começo dos Playoffs. É o limite deles.   Temporada Drama Mexicano O drama mexicano do Hawks pode me fazer ter que gastar com uma camiseta do Brooklyn Nets. Imagina se eu estou sendo só muito otimista e Kyle Korver, Devin Harris, Louis Williams e Anthony Morrow são só uma versão barata (em todos os sentidos) do Joe Johnson? É possível, JJ era o cara do último quarto, o que decidia o jogo e chamava a responsa. Às vezes exagerava, mas o time confiava no cara. Josh Smith pode achar que agora ele é o dono do time e que pode dar aqueles arremessos forçados de 3 pontos quando bem entender. Se isso acontecer, adeus temporada. É realista pensar que o Hawks vai sentir falta de seu líder e que qualquer sequência de derrotas pode despencar o time pelas tabelas. Nem Larry Drew e nem qualquer jogador tem a liderança que o Joe Johnson tinha, isso pode ser um problema em momentos de dificuldade. Também tem o que já citamos em outros previews sobre o Leste estar todo embolado com times do mesmo nível, qualquer vacilo pode empurrar o Hawks lá pra baixo.   Top 10 – Melhores jogadas do Hawks em 2102 [youtube width=”600″ height=”335″]http://www.youtube.com/watch?v=y4DTTFn2op4[/youtube]

Sixers e Celtics passam de fase, Lakers apanha

A quinta-feira foi um dia de emocionantes Jogos 6, então vamos começar sem enrolação. O primeiro jogo da noite foi o embate entre Philadelphia 76ers e Chicago Bulls. O Bulls alimentava esperança de ter Joakim Noah de volta ao time, ele chegou a aquecer com o resto dos jogadores, mas com dores demais no tornozelo acabou ficando só no banco mesmo. Sem seus dois melhores jogadores, líderes em pontos, assistências e rebotes durante a temporada, o Bulls foi para tentar salvar sua temporada em um jogo fora de casa contra uma das melhores defesas da Liga. E uma semana atrás eles eram favoritos ao título.

O jogo começou bem diferente do Jogo 5, que tinha sido sonolento e com pontuação baixa. Dessa vez os times estavam claramente nervosos, mas sem desespero. Dava pra ver o nervosismo pelo excesso de faltas, algumas desnecessárias, mas o nível do jogo foi alto. No começo do 2º quarto as duas equipes tinham o número de pontos que só alcançaram no meio do 3º período do jogo anterior. Estranho mesmo era ver que quem liderava esse bonito jogo eram Taj Gibson (14 pontos) e Louis Williams (14 pontos)! Nenhum prêmio, nenhum All-Star Game, pouca fama e nenhum glamour para essa dupla. Mas foram eles que carregaram seus times pelo primeiro tempo.

No segundo tempo o Sixers ameaçou deslanchar. A defesa encaixou de vez e aí os contra-ataques saíram, especialmente com Jrue Holiday (14 pontos) e Andre Iguodala (20 pontos, 7 assistências). Abriram 12 de vantagem e aí parecia que iriam abrir para a vitória, mas foi quando Luol Deng (19 pontos, 17 rebotes) apareceu e Rip Hamilton (19 pontos) jogou como nos tempos de Detroit Pistons. Hamilton fez 6 pontos nos últimos 2 minutos de período para empatar a partida após algumas cestas de Deng. No quarto decisivo o placar se segurou empatado até o final, e aí o mesmo drama de algumas partidas atrás voltou: O Sixers que passou a temporada inteira perdendo jogos no final, o Bulls sempre confiou esses momentos a jogadas de Derrick Rose com Joakim Noah. O que iria acontecer?

Aconteceu que ninguém conseguia marcar pontos. Faltando 2 minutos para o fim, Gibson fez 2 lances-livres que deixaram o Bulls na frente por 3 pontos, foi só a 43 segundos do final que o Sixers conseguiu cortar a vantagem com uma bandeja de Spencer Hawes após uma troca de passes paciente até demais. O Bulls respondeu com uma posse de bola perfeita: Gastaram todo o tempo no relógio de 24 segundos no final CJ Watson (6 pontos, 10 assistências) fez um pick-and-roll com Omer Asik (10 pontos, 9 rebotes), que enterrou e aumentou a vantagem para 3 de novo. A marcação dobrou em cima de Watson após o corta, prevendo um arremesso, mas o armador teve calma e achou um ângulo dificílimo para passar para Asik, que não hesitou e enterrou. Jogada nível Nash-Stoudemire.

O Sixers, precisando de pontos, tentou fazer uma jogada para bola de 3 pontos, mas sem ter como chutar, contou com uma boa infiltração de Thaddeus Young, que cortou a diferença para 1 ponto. Aí aconteceu a jogada da partida, da série, da temporada: CJ Watson recebeu a bola e esperava sofrer a falta, quando isso não aconteceu, correu para o ataque. Lá, ao invés de ir para a bandeja ou só rodar com a bola esperando a falta, passou para Asik. O pivô tentou subir para a bandeja, mas foi assassinado por Hawes. Durante o jogo teria sido uma boa jogada tocar para o cara grande embaixo da cesta, mas agora a temporada do Bulls estava nos lances-livres de um cara que acerta 40% desses arremessos.

Não foi nenhuma surpresa vê-lo errar os dois chutes. Então Andre Iguodala garantiu o rebote, correu como um doido para o ataque e sofreu falta a 2.2 segundos do fim. Empatou e virou com lances-livres, assistiu um chute desesperado de Watson do meio da quadra bater no aro e correu para o abraço. Sixers classificado, venceu uma série pela primeira vez desde 2003. Podemos pensar em colocar a culpa em Watson e Asik, que tinham sido heróis 20 segundos antes? Um pouco, um deveria saber que era para segurar a bola, o outro deveria treinar lances-livres. Mas eles não são reservas à toa. Tem suas limitações e a ocasião que os obrigou a estarem nessa furada. Se os torcedores do Bulls querem mesmo lamentar algo da temporada, que sejam as contusões. Do jogo de ontem, lamentem a má sorte e o aproveitamento de 1/11 arremessos de Carlos Boozer.

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A segunda partida da noite também foi decidida no final. E vamos pular direto pra lá porque ninguém merece acompanhar os jogos entre Boston Celtics e Atlana Hawks. Parece que eles tem um prazer secreto em amarrar jogos feios, haja jogada mal feita e cabeçada. De qualquer forma, pelo menos tivemos emoção. No último quarto o Celtics parecia melhor e pronto para deslanchar, mas aí a dupla de garrafão Josh Smith e Al Horford tomou conta do jogo. O pivô dominicano especialmente foi fora de série: Fez 11 de seus 15 pontos no último período, onde o time inteiro do Hawks marcou apenas 17. Carregou o time nas costas com pequena ajuda de Josh Smith (4 pontos e passe para ponte aérea com Horford) e só ele que deu esperanças de que o time vermelho poderia sair de Boston com a vitória.

Não deu por duas razões. A primeira é que Kevin Garnett estava em modo Timberwolves. Achando que ainda era 2004, KG fez 28 pontos, 14 rebotes e 5 tocos. Depois do jogo ele disse que foi motivado por uma declaração do dono do Hawks, que o chamou de “jogador sujo”. Legal que o Celtics teve paciência para colocar a bola na mão de Garnett em um momento-chave, quando um gancho curto do (agora) pivô colocou o Celtics na frente

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a 30 segundos do fim, 80 a 79. KG parecia a 3ª opção de ataque na jogada, após Pierce e Allen, não seria qualquer estrela que teria a paciência para abrir mão do arremesso e achar o cara no garrafão.

O Hawks tentou responder com suas jogadas mais tolas e manjadas. Primeiro Josh Smith (18 pontos, 9 rebotes), sem razão alguma, forçou um arremesso lá de longe que não caiu. Precisamos dizer quantas mil vezes que essa não é a bola dele, muito menos nos últimos segundos de um jogo de eliminação? Depois de um lance-livre de Ray Allen (que errou o primeiro!), Joe Johnson tentou empatar em outra jogada tola típica do Hawks, uma isolação onde tomou toco de Paul Pierce. A bola ficou com o Hawks, no lateral, que botou a laranja finalmente nas mãos de Horford, que sofreu uma falta de Marquis Daniels que até poderia ser flagrante em um momento normal, mas os juízes ignoraram. E aí veio o segundo motivo da derrota do Atlanta: Horford errou um dos lances-livres. Adeus empate.

Coisas para o Hawks lembrar para a próxima temporada: Al Horford foi o melhor jogador do time na série mesmo voltando de contusão, sem treino e sem ritmo de jogo. Joe Johnon tem um dos maiores salários da NBA para ser menos útil que Horford e Josh Smith. Em um tempo pedido no minuto final, Horford estava implorando para o técnico Larry Drew explicar para ele uma jogada que ele parecia não conhecer. Tá bom que ficou de fora muito tempo, mas porra né… coisa de time derrotado.

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Fechando o dia, nada de emoção, jogo disputado no final ou coisa do tipo. O Denver Nuggets massacrou o Los Angeles Lakers do começo ao fim da partida, sem dó, sem tirar o pé do acelerador. O placar de 113 a 96 poderia ter sido tranquilamente maior, foi uma surra como há tempos não via em um jogo tão decisivo.

O Nuggets continuou a fazer o que o levou a vitória no jogo anterior em Los Angeles. Quando Andrew Bynum ou Pau Gasol pegavam na bola, recebiam marcação dupla ou até tripla. Deixaram Steve Blake, Ramon Sessions, Matt Barnes e, por vezes, até Kobe Bryant jogarem com mais liberdade. O resultado foi que Kobe teve um jogo espetacular, 31 pontos em 37 minutos apesar de estar com o estômago podre de tão doente, mas só. O Nuggets sabe que o Black Mamba não vai fazer tudo sozinho, a NBA não é mais assim.

Por outro lado Bynum foi péssimo com 11 pontos em 4/11 arremessos e Pau Gasol beirou o patético com 3 pontos em 1/11 arremessos. Irgh! E nem para compensar na defesa ou com tocos, novamente deixaram o Nuggets infiltrar à vontade. Ty Lawson foi novamente genial com 32 pontos. Nos duelos decisivos da série, vitória do Nuggets por 47 a 42 nos rebotes e 50 a 32 em pontos no garrafão.

A série está empatada, o Nuggets está jogando com mais vontade, com mais intensidade e é a estratégia deles que tem funcionado melhor nos últimos jogos. Kobe, ainda mal de saúde, terá só até sábado para descansar. Vantagem mesmo para o time de Los Angeles só o fato de jogar em casa e, uma surpresa, Metta World Peace está de volta. Será que mais um jogo 7 fantástico é o próximo passo na lenda de Ron Artest? Para quem escreve sobre basquete seria um prato cheio, mas a chave do sucesso do Lakers está mais em Bynum e Gasol mesmo. Para o Nuggets é continuar o que estão fazendo e se Corey Brewer (18 pontos em 19 minutos) puder repetir o bom jogo de ontem, aí é comemorar a rara virada de 3-1 que vira 4-3.

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